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Política Nacional

Bolsonaro “não tem o menor conhecimento” sobre o coronavírus, diz Caiado

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Governador de Goiás, Ronaldo Caiado arrow-options
DIVULGAÇÃO/GOVERNO DE GOIÁS

Governador de Goiás, Ronaldo Caiado

O governardor de Goiás , Ronaldo Caiado , disse que ficou “indignado” com o discurso do presidente Jair Bolsonaro em rede nacional de televisão e rádio nesta terça-feira (24) e que o presidente “não tem o menor conhecimento” sobre o novo coronavírus . A declaração foi dada ao jornal Folha de S. Paulo , ao qual ele também disse que achou que o vídeo exibido fosse “uma montagem”.

Em sua mensagem, Bolsonaro voltou a minimizar o risco do vírus, o chamando de “gripezinha” e “resfriadinho”, e atacou medidas adotadas pelos estados de restrição ao funcionamento de atividades econômicas, dizendo que era preciso abandonar a ideia de “terra arrasada”.

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“Minha indignação é ele tratar de um assunto do qual ele não tem o menor conhecimento. Não se assessorou de ninguém para produzir um texto tão irresponsável”, afirmou Caiado.

O governador, que é médico, também impôs limitações ao comércio em Goiás para amenizar os efeitos do vírus e criticou o risco econômico como argumento para flexibilizar essas medidas.

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“Ele [Bolsonaro] deve ter sido contaminado por algum empresário que só enxerga cifrão”, disse. “Está mais preocupado com CNPJ do que com CPF.”

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Tribunal forma maioria para tornar Crivella inelegível

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Prefeito do Rio de Janeiro%2C Marcelo Crivella (Republicanos)
Agência Brasil

Prefeito do Rio de Janeiro, Marcelo Crivella (Republicanos)

O Tribunal Regional Eleitoral (TRE) do Rio de Janeiro formou maioria para que o prefeito Marcelo Crivella (Republicanos) se torne inelegível. Apesar de já haver um resultado negativo, o resultado final do julgamento só será na quinta-feira (24) por conta de um dos desembargadores ter feito pedido de vista, que é mais tempo para poder analisar o caso.

Nesta segunda, cinco desembargadores acompanharam o voto do desembargador relator, Cláudio Dell’Orto. Para que fosse formada maioria eram necessários pelo menos quatro votos. A sessão foi suspensa, porém, após o pedido de vista do desembargador Vitor Marcelo Rodrigues.

Atualmente Crivella é prefeito e candidato à reeleição e pode recorrer da decisão até que todos as possibilidades de recursos em instâncias superiores estejam esgotadas. Nesse caso, os recursos poderiam ser enviados ao Tribunal Superior Eleitoral (TSE) e ao Supremo Tribunal Federal (STF).

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Por meio de nota, a assessoria do prefeito diz que “o julgamento ainda não terminou” e que, “após concluído e publicada a decisão, no prazo legal”, entrará com recurso. “O prefeito poderá participar do pleito”, completa o comunicado.

A ação diz respeito a um evento na Comlurb em que Marcelo Hodge Crivella, filho de Crivella, foi apresentado como pré-candidato a deputado.

O relator do caso afirmou ainda que não cabe a cassação de Crivella, mas determinou a procedência das acusações de abuso de poder político e conduta vedada.

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Política Nacional

Carlos Zarattini é vice de Jilmar Tatto na disputa da Prefeitura de São Paulo

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Deputado federal Carlos Zarattini
Luis Macedo/Câmara dos Deputados

Deputado federal Carlos Zarattini foi escolhido como vice da candidatura do PT nas eleições

O deputado federal Carlos Zarattini foi o escolhido pelo PT para formar chapa como vice de Jilmar Tatto na disputa pela Prefeitura de São Paulo nas eleições municipais deste ano.

A decisão foi tomada na última quarta-feira (16) após uma reunião entre Zarattini, Tatto e membros do comando da campanha petista. Essa era a data limite para a realização das convenções partidárias estabelecidas pela Justiça Eleitoral.

O parlamentar acabou aceitando o convite da sigla após tentativas fracassadas do PT em encontrar uma mulher que pudesse competir ao lado de Tatto. O convite teria sido aceito principalmente por conta de uma apelo feito pelo ex-presidente Lula.

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Tatto foi oficializado candidato pelo PT no último sábado (12) com a vaga de vice em aberto. A primeira tentativa para encontrar um nome foi buscar uma mulher negra. O objetivo seria dar peso simbólico à chapa como verdadeira representante da periferia e da diversidade.

Assim, a primeira sondagem foi com a filósofa Djamila Ribeiro, mas recusou a proposta. Militantes de movimentos populares próximas ao partido, como Carmen Silva e Graça Xavier, ambas ligadas à causa da moradia, também foram cogitadas. Elas, no entanto, também não aceitaram o convite.

Com dificuldades, o PT começou a procurar uma mulher, independemente da cor, e chegou ao nome de Selma Rocha, membro da direção do partido e acadêmica ligada à Fundação Perseu Abramo. O empecilho nesse caso, porém,  foi uma questão legal envolvida, uma vez que ela é professora da USP.

Durante essa procura também chegaram a circular os nomes de Eduardo Suplicy, o da professora e ex-primeira-dama Ana Estela Haddad e o do ex-deputado federal Vicente Cândido.

Um vice crítico

Integrante do grupo petista Novo Rumo, Zarattini vinha sendo um duro crítico de Tatto nos últimos meses. Os dois ficaram de lados opostos na escolha do nome do partido para a eleição municipal.

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Tatto era criticado por fazer parte de um clã político familiar, por não ser propositivo e por supostamente atuar em defesa de um modelo interno de seleção que o favorecia dentro do PT.

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Política Nacional

Flávio Bolsonaro não comparece ao MPF para acareação com Paulo Marinho

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Flávio Bolsonaro.
Pedro França/Agência Senado

Flávio Bolsonaro.

Estava prevista, para esta segunda-feira (21), a acareação entre Flávio Bolsonaro e Paulo Marinho. O empresário compareceu ao Ministério Público Federal (MPF) , mas o senador não.

O confronto de versões diz respeito ao suposto vazamento da Operação Furna da Onça , que investiga um esquema de corrupção na Assembleia Legislativa do Rio de Janeiro (Alerj).

A acareação foi marcada porque o MPF entende que o senador ou o empresário mentiram sobre o suposto vazamento da operação.

Marinho diz que houve vazamento de informação para Flávio Bolsonaro a partir de um delegado da Polícia Federal. O senador nega.

Flávio Bolsonaro  está no Amazonas em agenda oficial e, como possui foro privilegiado, pediu para que a acareação seja marcada para 5 de outubro, no gabinete dele, em Brasília, segundo informações do G1 .

De acordo com Eduardo Benones, procurador envolvido no caso, o MPF deverá decidir data, horário e local.

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Privilégio deve ser interpretado restritivamente, sobretudo em uma República”, disse o procurador. Para ele, o foro privilegiado de Flávio Bolsonaro é válido para o caso de um “simples testemunho”, mas não para o caso de uma acareação.

Benones declarou que a acareação deve ser realizada pessoalmente. “Nesse caso, a divergência não é apenas circunstancial, não é sobre detalhes de fato, de tempo e de nome. Mas diverge substantivamente no objeto, de maneira que não é possível que ambos os depoimentos sejam consistentes com os fatos, precisa ser pessoalmente. Não pode ser por videoconferência nesse caso”.

O procurador também informou que a ausência de Flávio Bolsonaro será analisada. “A gente vai analisar a plausibilidade jurídica, se há ou não uma razão jurídica para não ter comparecido. Em não havendo, a gente vai tomar as providências cabíveis”, disse Benones.

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