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Esportes

Brasileiro conquista bronze inédito na Copa do Mundo de Canoagem

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O paulista Pedro Gonçalves, mais conhecido como Pepê, fez história neste sábado (17), ao conquistar a medalha de bronze inédita no K1 (caiaque individual masculino), na etapa da Copa do Mundo de Canoagem, em Tacen, na Eslovênia. Esta é a primeira competição da equipe brasileira, após paralisação das disputas internacionais, em decorrência da pandemia do novo coronavírus (covid-19). O canoísta fez o tempo de 74,32 segundos, ficando a 0,93 centésimos do primeiro colocado, o sueco Isak Ohrstrom. A prata ficou com o esloveno Peter Krauzer.

Apesar de ter feito a descida mais rápida da prova, na penúltima baliza Pepê sofreu uma penalidade e foi punido com dois segundos a mais. Outro brasileiro, Mathieu Desnocs, também competiu no K1, mas terminou em 17º lugar. 

Em postagem emocionada no Instagram, Pepê, de 26 anos, revelou que a conquista deste sábado (17) é resultado de 11 anos de dedicação. 

“Escrevo esse texto muito emocionado, talvez um cisco entrou no meu olho hehe só eu sei o que eu já passei para hoje dar um passo especial na minha trajetória, são 15 anos de muito trabalho e dedicação. Eu sai de casa com 16 anos em busca de um sonho e de lá pra cá já chorei MUITO amargando provas ruins e resultados que eu queria colocar no lixo, mas passado esses anos fui aprendendo que tudo faz parte da caminhada e do processo pra hoje ele conseguir essa medalha”.

 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 

MINHA PRIMEIRA FINAL EM COPA DO MUNDO, MINHA PRIMEIRA MEDALHA ? Que descida, agressivo do começo ao final e se não fosse uma penalidade de 2 segundos eu ganharia a prova! . Escrevo esse texto muito emocionado, talvez um cisco entrou no meu olho hehe só eu sei o que eu já passei para hoje dar um passo especial na minha trajetória, são 15 anos de muito trabalho e dedicação. Eu sai de casa com 16 anos em busca de um sonho e de lá pra cá já chorei MUITO amargando provas ruins e resultados que eu queria colocar no lixo, mas passado esses anos fui aprendendo que tudo faz parte da caminhada e do processo pra hoje ele conseguir essa medalha. Só eu sei o que já passei nesses anos, todas as coisas que tive que abrir mão pelo esporte que eu amo e eu faria tudo novamente! Ver a bandeira do Brasil tremulando no pódio é algo que me deixa orgulhoso e me faz querer mais e mais. Esse é só o começo do que está por vir, pq agora que cheguei eu não vou mais sair daqui ? Meu muito obrigado a toda torcida, todos que de alguma forma contribuíram para esse sonho se tornar realidade. Obrigado @timebrasil (COB) CBCA e Ministeiro do esporte por todo suporte e condições perfeitas para chegarmos aqui e brigar de igual com os europeus! FOTO @ninajelenc ? #bolsapodio #tokyo2020 @peakukkayaking @galasport_composites @duxnutritionlab @icons.agency @nellsalgado @esportegovbr @rededoesporte

Uma publicação compartilhada por PEPE GONÇALVES (@pepehgoncalves) em 17 de Out, 2020 às 5:49 PDT

A brasileira Ana Sátila também competiu neste sábado (17) no K1 (caiaque individual feminino), mas ficou em novo lugar. Ela entra na água novamente amanhã (18) para disputar a semifinal do C1 (canoa individual feminina). O Brasil terá ainda um outro representante neste domingo na competição: Felipe Borges está na semifinal do C1 (canoa individual masculina).

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Ambas as provas terão início às 4h (horário de Brasília) e serão transmitidas ao vivo no Youtube da Federação Internacional de Canoagem.

Edição: Cláudia Soares Rodrigues

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Esportes

Com 11 desfalques, Cuiabá vence Botafogo no Rio pela Copa do Brasil

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Mesmo sem ter 11 atletas do elenco à disposição e atuando fora de casa, o Cuiabá saiu na frente do Botafogo no jogo de ida do confronto pelas oitavas de final da Copa do Brasil. Nessa terça-feira (27), o Dourado bateu o Alvinegro por 1 a 0 no Estádio Nilton Santos, no Rio de Janeiro, assumindo a vantagem do empate para o duelo de volta, que será na Arena Pantanal, em Cuiabá, na próxima terça-feira (19), às 19h (horário de Brasília).

O Cuiabá não pôde contar com os zagueiros Everton Sena e Luiz Gustavo e com os atacantes Felipe Ferreira, Felipe Marques, Élton, Jenison e Marcinho. Os sete chegaram ao clube durante a paralisação do futebol em razão da pandemia do novo coronavírus (covid-19). Como tinham defendido outras equipes na Copa do Brasil, eles não poderiam atuar pelo time do Mato Grosso. Além deles, os laterais Lenon e Romário e os volantes Auremir e Rafael Gava se recuperam de lesão e também foram desfalques.

Administrando a posse da bola e trocando muitos passes, o Botafogo acumulou seis finalizações em cerca de 20 minutos no primeiro tempo, mas sem êxito. Aos poucos, o Cuiabá equilibrou o jogo e passou a assustar em tentativas de fora da área. Na etapa final, a primeira delas foi letal. Aos nove minutos, com o Dourado pressionando o Alvinegro na defesa, o volante Matheus Barbosa aproveitou um passe errado do meia Keisuke Honda e bateu forte, da entrada da área, no canto do goleiro Diego Cavalieri.

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O Botafogo se lançou ao ataque atrás do empate. Tentativas não faltaram. Pontaria sim. Primeiro, uma cabeçada do meia Bruno Nazário. Depois, outra do atacante Pedro Raul (seguida de um arremate que passou rente a trave). Na sequência, um chute do atacante Lecarlos. Por fim, um desvio do também atacante Kelvin, na pequena área. Melhor para o Cuiabá, que festejou a vitória no Rio e a vantagem para o duelo na Arena Pantanal.

As equipes voltam a campo no sábado (31), cada uma por sua divisão. O Botafogo joga às 17h, mais uma vez no Nilton Santos, contra o Ceará, pela 19ª rodada da Série A do Campeonato Brasileiro. O Alvinegro está na 16ª posição do torneio. Já o Cuiabá recebe o CRB às 22h, também pela 19ª rodada, mas da Série B. O Dourado é o terceiro colocado e está na zona de acesso à elite do futebol nacional.

Veja a tabela da Copa do Brasil

Edição: Fábio Massalli

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Esportes

Empate mantém CSA longe do G-4 e impede Chape de disparar na Série B

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Chapecoense e CSA não saíram do zero em partida realizada nesta terça-feira (27) à noite, na Arena Condá, em Chapecó (SC), pela Série B do Campeonato Brasileiro. Apesar de ser o 18º jogo das equipes na competição, o duelo valeu pela segunda rodada. O confronto seria em agosto, mas teve que ser adiado porque o elenco alagoano sofreu um surto de casos do novo coronavírus (covid-19).

O resultado impediu que a Chape, agora com o mesmo número de jogos que os principais adversários, disparasse na ponta da Série B. O Verdão do Oeste continua em primeiro lugar, com 37 pontos, abrindo dois de vantagem para o América-MG, que aparece em segundo. O CSA, com 25 pontos, permanece em oitavo, perdendo a chance de se aproximar do G-4. O Azulão está a três pontos do Juventude, quarto colocado e último time na zona de acesso à Série A.

Depois de um primeiro tempo de pouca intensidade, as equipes fizeram uma etapa final animada, com gols perdidos de ambos os lados. O goleiro Matheus Mendes, do CSA, fez pelo menos duas grandes defesas. Uma com o rosto, em uma cabeçada do atacante Anselmo Ramon, e outra em finalização do meia Paulinho Mocellin. Já pelo time alagoano, o volante Marquinhos acertou o travessão e os atacantes Paulo Sérgio e Pedro Lucas pararam no goleiro João Ricardo.

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Os times voltam a campo neste sábado (31). Às 16h30 (horário de Brasília), a Chapecoense visita o Confiança em Aracaju e pode sacramentar o título simbólico de campeã do primeiro turno da Série B. Já o CSA recebe o Náutico em Maceió às 21h. Os duelos serão válidos pela 19ª rodada da competição.

Confira a classificação da Série B do Campeonato Brasileiro.

Edição: Liliane Farias

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Esportes

Basquete: morre Marlene Bento, da seleção entre os anos 50 e 70

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Faleceu em Niterói-RJ, aos 82 anos, Marlene José Bento, ex-capitã da Seleção Brasileira de Basquete FemininoFaleceu em Niterói-RJ, aos 82 anos, Marlene José Bento, ex-capitã da Seleção Brasileira de Basquete Feminino

Marlene José Bento, ex-capitã da Seleção Brasileira de Basquete Feminino – Divulgação/CBB/Direitos Reservados

Nesta terça-feira (27), o basquete brasileiro está de luto. Aos 82 anos, morreu Marlene José Bento, ex-capitã da seleção nacional. Pivô, a atleta fez parte da geração vitoriosa que fez muito sucesso entre as décadas 50 e 70. Ganhou cinco medalhas em jogos Pan-Americanos (bronze em 1955, prata em 1959 e 1963 e o ouro em 1967 e 1971) e participou da histórica conquista do bronze no Mundial de 1971, disputado em São Paulo.

Ela foi contemporânea de Heleninha, Nilza, Norminha e Maria Helena Cardoso. “A Marlene jogou comigo desde o meu início na seleção em 1957. Foram mais de 50 anos de convivência. Na época, ela era a mais alta. Bastante forte, reboteira. Uma líder com muita personalidade. Trabalhava sempre de forma coletiva. A gente se dava muito bem. Estou muito triste mesmo com a morte dela. Tinha conversado com ela há menos de um mês. Ela ficou muito feliz. Foi uma despedida. Mas essa notícia, realmente, me pegou de surpresa. Lamento muito mesmo. Foi uma grande amiga e merece todas as homenagens”, disse a ex-jogadora e treinadora da seleção brasileira, Maria Helena Cardoso. 

Depois de se aposentar como atleta, Marlene tornou-se técnica e foi uma das responsáveis por revelar a ex-jogadora Hortência, um dos maiores talentos que o basquete nacional já teve. “Uma homenagem e todo meu agradecimento a minha primeira técnica de basquete, a Marlene! Virou uma estrela”, disse a campeã mundial e medalhista de prata olímpica por meio do seu perfil no Twitter.

Marlene nasceu no Rio de Janeiro em 1938 e morreu em Niterói. A família não revelou a causa da morte. Nos clubes, ela começou a carreira no Clube do Sargento, depois passou por Botafogo, Flamengo e São Caetano. Além das conquistas com o uniforme verde e amarelo, venceu os Sul-Americanos de 1958, 1965, 1967, 1968 e 1970.

Edição: Fábio Massalli

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