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Brasileiro jogará ao lado de CR7 na Juventus, na próxima temporada

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A partir de agosto, quando encerrar a temporada europeia, o volante Arthur vai jogar ao lado de Cristiano Ronaldo na Juventus. O jogador da seleção brasileira, de 23 anos, que pertencia ao Barcelona, foi oficialmente confirmado hoje (29) pelo time italiano. A clube da cidade de Turim (Itália) desembolsou  € 72 milhões de euros – o equivalente a R$ 440,6 milhões na cotação atual – pelo passe do atleta.

“Agora focados no presente, temos objetivos importantes no  Barcelona e continuarei até o final dando tudo: para meus companheiros de equipe e todos os fãs”, publicou o jogador em sua conta no Twiiter, em tom de despedida.

 

As negociações entre espanhóis e italianos envolveram ainda um outro jogador: o bósnio Pjanic que vai deixar a Juve para defender o time catalão. A transação também vai beneficiar o Grêmio, que receberá € 2,45 milhões (R$ 14,97 milhões), por ter sido um dos clubes de formação do volante brasileiro. O direito a 3,5% do valor da transferência está previsto no Mecanismo de Solidariedade da Fifa, que favorece os clubes que investem em divisões de base. 

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 Arthur chegou ao Barcelona em 2018, onde já atuou em 72 partidas e marcou quatro gols.

Edição: Cláudia Soaes Rodrigues

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Flamengo confirma mais um infectado pela covid-19

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O Flamengo confirmou mais um jogador infectado com o novo coronavírus, causador da covid-19. Agora, são sete atletas diagnosticados com a doença e sem condições de entrar em campo nesta terça-feira (21), no Equador, contra o Barcelona de Guayaquil  na Copa Libertadores da América.

Pela conta oficial do clube no twitter, o clube carioca comunicou que recebeu “a última contraprova dos exames realizados no elenco”. O nome desse último atleta não foi oficialmente revelado. Em outra publicação, o Rubro-Negro explica que o jogador está assintomático, isolado e aos cuidados do Departamento Médico.

Mais cedo, o meia Diego Ribas publicou um vídeo no YouTube no qual confirmava estar com a covid-19 e sentindo dores na garganta.

O time fez o último treino hoje, no Estádio George Capwell, do Emelec.

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O treinador espanhol Domènec Torrent ainda tem outros problemas para  escalar o Rubro-Negro, porque terá que  substituir mais cinco desfalques. Os atacantes Gabriel Barbosa e Pedro Rocha, além do lateral-direito João Lucas, estão se recuperando de lesão na coxa. Já o goleiro Diego Alves segue em tratamento de lesão no ombro, e o zagueiro Gustavo Henrique, que foi expulso na goleada por 5 a 0 contra o Independiente Del Valle, vai cumprir suspensão automática.

No Grupo 1 da Libertadores, o Flamengo ocupa a segunda posição, com 6 pontos conquistados. Do outro lado, está o lanterna Barcelona de Guayaquil que ainda não marcou nenhum ponto. Os brasileiros também estão pressionados pela humilhante goleada por 5 a 0 contra o Independiente Del Valle, na capital equatoriana.

Edição: Nádia Franco

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Novidade na seleção, Ary Borges quer influenciar luta contra racismo

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Convocada pela primeira vez para a seleção principal, Ary Borges quer dar exemplo dentro e fora de campo. No gramado, a meio-campista é uma das revelações da nova geração do futebol feminino e um dos destaques do Palmeiras na Série A1 (primeira divisão) do Campeonato Brasileiro. Além disso, a jogadora de 20 anos é ativa na luta contra o preconceito, seja ele de gênero ou racial, e deixa isso claro nas redes sociais. Na entrevista coletiva que concedeu na Granja Comary, em Teresópolis (RJ), onde está reunida com a seleção, não foi diferente.

“Quando falo sobre esses assuntos, muito sobre racismo, que é algo constante nos últimos dias, saio um pouquinho do lado Ary como atleta e entro mais no lado Ary como pessoa, que acaba usando esse lado atleta para influenciar outras pessoas a falar sobre isso. Infelizmente, é por infelicidades que acontecem, por mortes, por casos de racismo no esporte, mas é bacana que mais atletas estejam se pronunciando. O futebol é o maior influenciador em nosso país. Há muito tempo o assunto merecia essa importância”, afirma.

Apesar de ser uma das novidades da técnica Pia Sundhage para o período de treinos na Granja Comary, iniciado no último dia 14, Ary não é novata quanto o assunto é seleção. A meia é parte de uma geração que disputou o Mundial sub-20 de 2018, na França, ao lado da zagueira Tainara, da lateral Isabella e da meia-atacante Victória Albuquerque, que também integram a equipe da sueca.

“É muito importante essa transição da sub-20 para a principal. A gente fica feliz de ver que as meninas da nossa geração estão tendo oportunidade de mostrar o trabalho. É algo que é muito cobrado, de meninas mais novas terem chance na seleção. A gente está aqui para mostrar nosso trabalho, que temos muito o que aprender e dar também, para ajudar nessa renovação. Estou muito feliz por ter vindo e mais ainda ao saber que elas puderam vir comigo. Estamos colhendo os frutos do que fizemos na sub-20 e também na sub-17”, avalia Ary.

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Devido às restrições de viagem em razão da pandemia do novo coronavírus (covid-19), Pia Sundhage só pôde chamar atletas que atuam no Brasil. O objetivo de Ary é seguir entre as convocadas da técnica quando a sueca tiver todas as atletas à disposição. “Tenho vivido um grande momento e tenho sentido isso. Estou aqui para ajudar, quero me consolidar, virar frequente na seleção, porque acho que com a experiência que ela [Pia] tem, posso contribuir muito com o que ela planeja na seleção”, destacou.

“Desde que a gente chegou aqui, vários assuntos foram tratados, entre eles, a questão da transição do meio-campo. Por ser da minha posição, óbvio que eu posso muito contribuir com isso. Mas, estou aqui também para mostrar que posso ajudar em outras fases do campo e deixar uma pulguinha atrás da orelha dela [Pia], caso precise de alguém para essa questão do jogo”, finalizou a meio-campista.

Nova chance

Outra novidade na convocação de Pia foi a defensora Pardal. Experiente, a jogadora do Corinthians, que completa 27 anos em outubro, havia sido chamada apenas uma vez – em 2017 –  pela então técnica Emily Lima. De lá para cá, foi eleita a melhor zagueira do último Campeonato Brasileiro e a melhor da posição nos Paulistas de 2018 e 2019. Mesmo assim, a oportunidade com a sueca a pegou de surpresa.

“É algo que eu não esperava para este ano, pelo fato de terem acontecido algumas coisas pessoais e pela pandemia. Recentemente, perdi meu pai. Mas, vida que segue. Eu realmente esperava oportunidade anos anteriores e não tive. Entreguei nas mãos de Deus e a chance veio. Estou muito feliz e quero abraçar a chance, buscar uma vaga na Olimpíada [de Tóquio, no Japão, em 2021]. Se não for para ser, continuarei trabalhando, pois haverá outras e estarei em campo”, declarou Pardal, também durante entrevista coletiva.

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Para assegurar presença em Tóquio, a defensora se colocou à disposição para atuar em outros setores do campo. A polivalência das atletas é uma das características que Pia Sundhage mais procura, já que só 18 jogadoras podem ser convocadas para a Olimpíada. “Sou zagueira, mas se ela precisar que jogue em outras funções, com certeza, estarei aqui para ajudar. Comecei a carreira como volante, é uma posição que sei fazer também”, garantiu Pardal, que vê semelhanças entre o estilo da técnica sueca e o do técnico Arthur Elias, do Corinthians.

“Cada um tem sua forma de jogar, seus princípios, mas [a forma da Pia] não foge muito [à do Corinthians]. Intensidade o tempo todo, ficar com a bola, recuperar rápido. São coisas que venho fazendo há bastante tempo. É manter o que ela pede. Está sendo um aprendizado muito grande”, reconheceu a zagueira.

Ouça na Rádio Nacional

 

Bola rolando

O período de treinos na Granja Comary segue até esta terça-feira (22). Clubes que tiveram jogadoras convocadas para as seleções principal e sub-20 – que está reunida em Pinheiral (RJ) – só voltam a jogar pelo Brasileiro a partir de quarta-feira (23). Único jogo a envolver times sem representantes nas duas listas, Vitória e Flamengo abriram a décima rodada da competição nacional no domingo (20). O Rubro-Negro carioca venceu por 1 a 0, com gol da atacante Rafa Barros, aos 32 minutos do primeiro tempo.

 

O resultado levou o Flamengo ao oitavo lugar, na zona de classificação, com 15 pontos. O time, porém, ainda pode ser ultrapassado na rodada por São Paulo, São José e Cruzeiro. O Vitória permanece zerado, na lanterna da Série A1, com dez derrotas em dez jogos.

Confira AQUI a tabela de classificação da Série A1 do Brasileiro Feminino.

Edição: Cláudia Soares Rodrigues

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Ymanitu Silva é vice-campeão do Toyota Open de Tênis, na França

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Os brasileiros Ymanitu Silva e Daniel Rodrigues, tenistas em cadeira de rodas, começaram com pé direito na primeira de duas competições internacionais,  após seis meses de paralisação de disputadas da modalidade, em decorrência da pandemia do novo coronavírus (covid-19). O catarinense Ymanitu foi vice-campeão do Toyota Open International, na Ilha de Ré (França), perdendo apenas para o número cinco do mundo, o japonês Koji Sugeno, por 2 sets a 0, com um duplo 6/2. O vice-campeonato valeu ao atleta premiação de US$ 25 mil, o equivalente a quase R$ 135 mil.

Perto da classificação para os Jogos Paralímpicos de Tóquio (Japão), Ymanitu Silva ocupa atualmente 10º posição entre os melhores do mundo da categoria quad (com deficiência nos membros inferiores e superiores), no ranking da Federação Internacional de Tênis (ITF, sigla em inglês). 

“Só estar voltando a competir já é muito importante. O jogo deste domingo mostrou que o trabalho durante a quarentena surtiu efeitos. Agora, é seguir para a próxima semana”, disse o tenista ao final da competição.  

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Em razão da pandemia, houve o “congelamento” das posições da edição de março do ranking mundial. Para assegurar vaga em Tóquio, o brasileiro precisa estar entre as 12 primeiras colocações, em junho do ano que vem.  “Estou quase dentro. Falta bem pouco. Quero conquistar a vaga e depois brigar pela tão sonhada medalha em 2021”, afirmou o atleta.

O catarinense segue para o French Riviera Open, com premiação de US$ 30 mil e início no próximo dia 28, em Nice, na academia de Patrick Mouratoglou, técnico da norte-americana Serena Williams.

Daniel Rodrigues, semifinalista

Quem também brilhou na Ilha de Ré foi o mineiro Daniel Rodrigues que chegou às semifinais da chave masculina da categoria open (deficiência nos membros inferiores). Número 11 do mundo, o brasileiro superou o austríaco Nico Langmann por 2 sets a 0 (6/3 e 6/1) e o holandês Ruben Spaargaren por 2 a 1 (3/6, 6/4 e 7/5), antes de cair para o francês Nicolas Peifer, sétimo do ranking mundial da ITF, por 2 a 0 (6/3 e 6/2).

Daniel também alcançou as semifinais nas duplas, ao lado do japonês Daisuke Arai. Na estreia, eles bateram a parceria formada por Nico Langmann e o belga Jef Vandorpe por 2 sets a 0 (7/5 e 6/2). Na fase seguinte, perderam para os franceses Pelter e Frederic Cattaneo – que acabaria ficando com o título – por 2 a 0 (6/2 e 6/3).

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“Para mim, o resultado foi muito bom, após seis meses sem competir. Eu vinha treinando pouco, pois, na minha cidade [Belo Horizonte], até hoje, o clube em que treino está fechado [devido à pandemia]. Eu sabia que a maioria dos atletas já estavam competindo em torneios internos nos seus países e, com isso, eles estavam com mais ritmo”, analisou Daniel, que segue na França e também disputará o French Riviera Open.

Edição: Cláudia Soares Rodrigues

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