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Política Nacional

Câmara conclui votação para reduzir doação de vacinas ao SUS de 100% para 50%

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Brasil atualmente faz a imunização da população com a CoronaVac e a vacina de Oxford
Agência Brasil

Brasil atualmente faz a imunização da população com a CoronaVac e a vacina de Oxford

A Câmara concluiu nesta quarta-feira (7) a votação de projeto que flexibiliza a compra de vacinas contra a Covid-19 por empresas. Agora, o texto segue para o Senado.

A proposta altera norma sancionada no mês passado, que obrigava a doação de 100% das doses ao Sistema Único de Saúde (SUS) enquanto os grupos prioritários não fossem imunizados.

Caso seja aprovado sem alterações também pelos senadores, o texto dará acesso à vacinação a empresários e funcionários antes do grupo mais vulnerável. Além disso, a obrigação do repasse ao SUS será reduzido para 50% das doses compradas.

A proposta, relatada pela deputada Celina Leão (PP-DF), foi apoiada por partidos do Centrão e pelo presidente da Casa, Arthur Lira (PP-AL). Partidos de oposição tentaram obstruir a votação que começou na terça-feira, mas a maioria endossou o texto. Na votação do texto principal, foram 317 votos a favor e 120 contrários.

O projeto, apesar da resistência da oposição, impõe um obstáculo para a disponibilidade de doses no curto prazo. A compra feita pela iniciativa privada com os laboratórios que já têm contratos com o governo só poderá ser fechada “após a entrega já pactuada” com o SUS.

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O projeto de lei também prevê a compra de imunizantes que ainda não foram aprovados pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa). A aquisição poderá ser autorizada se o imunizante for aprovado por “qualquer autoridade sanitária estrangeira reconhecida e certificada pela Organização Mundial da Saúde”.

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No início do mês passado, o presidente Jair Bolsonaro sancionou lei aprovada pelo Congresso que liberou a compra de doses pelo setor privado. A lei, porém, impossibilita o acesso ao imunizante por qualquer pessoa antes da vacinação de idosos, pessoas com comorbidades e outros grupos listados no Plano Nacional de Imunização (PNI).

Em versões preliminares do texto, a relatora desobrigava a doação de qualquer dose ao SUS, mas a redação gerou resistência. Na terça-feira, em plenário, depois de suavizar o texto, Celina Leão defendeu a proposta para acelerar o processo de vacinação da população.

“O atual contexto de combate a essa catástrofe sanitária se apresenta sombrio, pois há dificuldade de aquisição de vacinas, e a velocidade de vacinação da população está muito aquém do necessário”, argumentou.

No relatório da proposta, ela detalha o público que será beneficiado com a alteração da legislação: “empregados, associados, assim como de estagiários, profissionais autônomos ou empregados de empresas que prestem serviços a elas”. A oposição tentou argumentar que o projeto atrapalharia o plano de imunização, além de criar a categoria “vacinação de camarote”.

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Política Nacional

Lava Jato e Moro tiveram influência dos EUA, afirma Le Monde

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Sergio Moro
Pedro França/Agência Senado

Sergio Moro

O jornal francês Le Monde publicou  uma reportagem neste domingo (11) na qual afirma que o governo dos Estados Unidos teve influência sobre a Operação Lava Jato a partir de uma conexão com o então juiz Sergio Moro . O jornal afirma que uma apuração que levou “meses de investigação, entrevistas e pesquisas” permitiu a conclusão de que a Lava Jato “serviu a muitos interesses, mas não à democracia”.

A reportagem afirma que a conexão entre EUA e Lava Jato começou ainda no governo George Bush . Na época, a administração do então presidente estadunidense buscou “aumentar a ação antiterrotista de Brasília”, criando uma “rede de especialistas locais, capazes de defender as posições americanas ‘sem parecerem joguetes’ de Washington”.

Na época, Moro teria colaborado com os EUA no caso Banestado e, então, foi convidado para participar do Programa de Visitantes Internacionais do Departamento de Estado. Moro teria aceitado e feito uma viagem aos EUA em 2007, na qual fez contatos dentro do FBI , do Departamento de Justiça e do departamento de Estado.

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Em 2009, Moro teria estado com Karine Moreno-Taxman, procuradora dos EUA especializada na luta contra a lavagem de dinheiro e o terrorismo, em um evento da Polícia Federal em Fortaleza (CE). “Em caso de corrupção, você deve sistematicamente e constantemente ir atrás do ‘rei’ para derrubá-lo”, teria dito Karine em seu discurso.

“Para que o judiciário condene alguém por corrupção , é preciso que o povo odeie essa pessoa. A sociedade deve sentir que esta pessoa realmente abusou de sua posição e exigir sua condenação”, disse a procuradora na ocasião, de acordo com o Le Monde. O jornal ainda afirma que o nome de Lula não foi mencionado como o ‘rei’.

Um pouco depois, quando os EUA estavam sob o comando de Barack Obama , o país teria enviado a Curitiba (PR), em 2015, agentes do FBI e da Polícia Federal estadunidense para receber “explicações sobre os procedimentos em andamento” na Lava Jato. De acordo com o Le Monde, houve um acerto entre a força-tarefa da operação e as autoridades norte-americanas.

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A extensa reportagem do Le Monde ainda detalha diversas outras interferências da política norte-americana na Operação Lava Jato . Por enquanto, nem Sergio Moro nem a Polícia Federal se manifestaram sobre o assunto.

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Governo Bolsonaro sofreu 709 denúncias de ameaças e perseguições a servidores

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Governo Bolsonaro sofreu, desde 2019, mais de 700 denúncias de assédio institucional
Isac Nóbrega/PR

Governo Bolsonaro sofreu, desde 2019, mais de 700 denúncias de assédio institucional

Desde que Bolsonaro se elegeu em 2018, seu governo já foi alvo de 709 denúncias de assédio institucional . As informações são da coluna do jornalista Guilherme Amado , da Época .

O levantamento foi feito pela Associação dos Servidores do Ipea (Afipea) e a Articulação Nacional das Carreiras para o Desenvolvimento Sustentável.

Segundo a classificação de pesquisa, assédio institucional abrange ameaças , perseguições e constrangimentos a servidores públicos , por meio de regras administrativas ou declarações públicas.


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Gentili se reúne com ex-marketeiro de Bolsonaro por candidatura em 2022

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Danilo Gentili pode concorrer à presidência em 2022
Reprodução/SBT

Danilo Gentili pode concorrer à presidência em 2022

Danilo Gentili deve concorrer à presidência em 2022. O apresentador teria se reunido, neste sábado (10), com o ex-marketeiro de Bolsonaro, André marinho, além de membros do MBL (Movimento Brasil Livre). As informações são da jornalista Mônica Bergamo.

O MBL vê como trunfo o fato de Gentili grande alcance entre os jovens. O apresentador seria importante para tirar votos de Jair Bolsonaro (sem partido), em uma tentativa do grupo de tirar o atual presidente do segundo turno .

Segundo a jornalista, líderes do MBL , como Renan Santos e o deputado Kim Kataguiri (DEM-SP) pretendem se agregar em um mesmo partido em 2022 para as candidaturas a cargos eletivos. Nessa estratégia, Gentili seria um bom ‘puxador de votos’.

O grupo teria se animado com a provável candidatura de Gentili após o  ex-juíz e ministro da Justiça, Sergio Moro, dizer que votaria no apresentador.

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