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Caso Henry: Jairinho mandou mensagem para amante 2h antes de ‘socorrer’ menino

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Jairinho conversou com amante e não mencionou morte de Henry
Tânia Rêgo/Agência Brasil

Jairinho conversou com amante e não mencionou morte de Henry

O relatório da Polícia Civil aponta que o padrasto do menino Henry Borel , Jairo Souza Santos Junior, o Dr. Jairinho , mandou mensagem para a amante aproximadamente duas horas antes do horário que ele diz ter encontrado a criança caída no chão, na madrugada do dia 8 de março.

“Pelo amor de Deus”, escreveu Jairinho a Débora Mello Saraiva, às 1h57. De acordo com a polícia, a frase foi uma tentativa de impedir o fim do relacionamento anunciado pela mulher no dia anterior, às 15h57. “Tô cansada de você!”, disse ela.

Segundo o relatório, Jairinho voltou a conversar com a amante na manhã da morte do menino, às 11h47, sem mencionar o ocorrido, chamando a atenção dos investigadores.

Outras agressões

À polícia, Débora disse que ela e o filho foram agredidos pelo político. Eles começaram o relacionamento em 2014 e ficaram juntos por seis anos, terminando em outubro de 2020, após a mulher descobrir que o vereador estava com  Monique Medeiros, mãe da vítima. No entanto, Débora disse que voltou a ter contato com Jairinho em dezembro de 2020 e eles se reencontraram três vezes em janeiro de 2021.  

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Defesa dos acusados

O advogado do padrasto do menino, Braz Sant’Anna, disse que vai aguardar a citação do cliente para falar nos autos do processo. Já a defesa de Monique , afirmou que “o Inquérito Policial foi finalizado prematuramente com erros investigativos. Foram reinquiridas várias pessoas e admitida mudança de seus relatos. Monique não teve igual direito, em ‘dois pesos e duas medidas’. Mesmo a reconstituição dos fatos, baseada em versão irreal de Monique sob coação e dissimulação, é imprestável”.

O casal foi indiciado por tortura e homicídio duplamente qualificado com emprego de tortura na morte de Henry. 

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Fortes chuvas e possibilidade de alagamentos nesta quarta em São Paulo

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Previsão do tempo de São Paulo indica chuvas fortes e possibilidade de alagamentos
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Previsão do tempo de São Paulo indica chuvas fortes e possibilidade de alagamentos

Nova frente fria e fortes chuvas marcam a previsão do tempo desta quarta-feira (12), na capital paulista. O Centro de Gerenciamento de Emergências Climáticas (CGE) divulgou que a mínima será de 14ºC e a máxima de 22ºC.

As chuvas vão se concentrar entre o fim da tarde e noite, podendo ser acompanhadas de rajadas de vento e trovoadas. Há potencial para a formação de alagamentos. A umidade do ar em São Paulo oscila entre 55% e 95%.

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Polícia indicia mulher por suspeita de matar o filho Gael, de 3 anos, em SP

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Gael de Freitas Nunes, de 3 anos, foi encontrado pela tia-avó já desacordado na cozinha do apartamento
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Gael de Freitas Nunes, de 3 anos, foi encontrado pela tia-avó já desacordado na cozinha do apartamento

SÃO PAULO — A Polícia Civil de São Paulo indiciou uma mulher por suspeita de matar o filho de 3 anos, Gael de Freitas Nunes, na capital paulista.  Ela é suspeita de espancar o menino, que foi levado ao Hospital Santa Casa e não resistiu aos ferimentos. O caso aconteceu na noite da última segunda-feira.

Uma das linhas de investigação é de que a mãe teria passado por um surto psicótico no momento da agressão. Os investigadores também pediram à Justiça a conversão da prisão em flagrante da mãe para prisão preventiva.

Gael morava com a mãe, a tia-avó e uma irmã de 13 anos no bairro da Bela Vista, no centro de São Paulo. Em depoimento à polícia, a tia-avó que deu mamadeira para a criança por volta das 7 horas e ficou com ele na sala assistindo à televisão. Após alguns minutos, o garoto foi até a cozinha. A tia-avó disse que começou a ouvir choros, mas achou que o garoto estava apenas pedindo colo para a mãe.

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Cerca de cinco minutos depois, começou a ouvir barulhos fortes de batidas na parede e acreditou que viriam de outro apartamento. Em seguida, ela passou a ouvir o barulho de vidro quebrando na cozinha e, quando chegou ao cômodo, a criança estava deitada no chão com vômito e coberta por uma toalha de mesa.

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Ainda de acordo com o G1, a testemunha conta que perguntou à mãe o que teria acontecido, mas ela não respondeu. A tia-avó pediu ajuda para a irmã de Gael, que ligou para o Samu e seguiu as orientações dos socorristas. A criança foi levada até o hospital, onde foi confirmada a morte.

A mulher, em estado de choque, foi encaminhada na mesma noite até o Hospital do Mandaqui, na Zona Norte, para ser medicada. Depois foi para a delegacia para prestar depoimento. Ela foi presa na madrugada desta terça-feira.

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Em nota, a Secretaria da Segurança Pública de São Paulo informou que o caso está sendo registrado pela 1ª Delegacia de Defesa da Mulher.

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PF revida ataque e troca tiros com garimpeiros em terra Yanomami

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Agentes de segurança em diligência na comunidade de Palimiú, em Roraima
Polícia Federal

Agentes de segurança em diligência na comunidade de Palimiú, em Roraima

Agentes da Polícia Federal trocaram tiros com garimpeiros na Terra Indígena Yanomami nesta terça-feira (11) durante uma diligência para apurar o confronto ocorrido ontem entre invasores e indígenas , na comunidade de Palimiú, que teria deixado três garimpeiros mortos e seis feridos, entre eles um indígena.

Policiais federais e militares do Exército chegaram na tarde de hoje para dar início à investigação sobre o confronto. Segundo a PF, não foram encontrados corpos de garimpeiros mortos no local, embora os indígenas mantenham a versão de que três invasores teriam sido mortos e seus corpos levados pelos outros garimpeiros.

Quando os agentes se preparavam para retornar à Boa Vista, uma embarcação de garimpeiros passou no rio Uraricoera e disparou contra os agentes, que revidaram. De acordo com a PF, não há registro de feridos.

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“Quando a equipe de policiais federais estava prestes a embarcar de volta a Boa Vista, uma embarcação de garimpeiros passou no rio Uraricoera efetuando disparos de arma de fogo. A equipe se abrigou e respondeu a injusta agressão, sem contudo haver registro de atingidos de nenhum dos lados”, diz nota da PF.

A PF confirma também que apenas um indígena foi atingido de raspão, sem nenhuma gravidade. As informações corroboram as do presidente do Conselho de Saúde Indígena Yanomami e Ye´kuanna, Júnior Hekurari Yanomami, que esteve ontem no local horas após o conflito.

Hoje pela manhã, dois aviões Cesnna Caravan fretados pela Fundação Nacional do Índio (Funai) levaram militares do Exército e investigadores da PF, num total de 15 agentes, para investigar o caso.

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