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Política Nacional

Celso de Mello dá cinco dias para Pazuello explicar uso da cloroquina no SUS

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General Eduardo Pazuello, ministro interino da Saúde
José Dias/PR

General Eduardo Pazuello, ministro interino da Saúde

O ministro Celso de Mello, decano do Supremo Tribunal Federal (STF), deu prazo de cinco dias para que o ministro da Saúde, o general Eduardo Pazuello, dê esclarecimentos sobre o uso da cloroquina e da hidroxicloroquina para combate à Covid-19 , doença causada pelo novo coronavírus (Sars-CoV-2), no Sistema Único de Saúde.

A decisão do decano da Corte foi tomada para atender pedido da Confederação Nacional dos Trabalhadores da Saúde (CNTS) e outras centrais sindicais em uma ação que contesta o Planalto pelo uso dos medicamentos. Na ação, os requerentes questionam especificamente o protocolo divulgado pelo Ministério da Saúde no dia 20 de maio, que libera a cloroquina para casos leves de contaminação pelo novo coronavírus.

O Supremo entrou em recesso nesta quinta-feira (2) e retoma as suas atividades no dia 30 de julho. Por causa disso, os prazos processuais ficarão suspensos nesse período. Assim, todos os prazos que começam ou continuam nesse período ficam automaticamente prorrogados para o primeiro dia útil subsequente. No caso dessa ação, portanto, o prazo de cinco dias úteis começará a contar a partir do dia 31 de julho.

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A recomendação da cloroquina é a principal bandeira do presidente Jair Bolsonaro para as medidas de combate à Covid-19, juntamente com medidas de flexibilização para que a economia não deixe de funcionar. Essas duas pautas foram os principais motivos para a demissão de dois chefes do Ministério da Saúde: Luiz Henrique Mandetta e Nelson Teich.


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Política Nacional

Maia diz que novo imposto semelhante à CPMF será negativo para economia

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Divulgação

Após encontro com Guedes, Maia diz que o mais importante é olhar para os mais vulneráveis, que ficam sem empregos


O presidente da Câmara dos Deputados, Rodrigo Maia, disse, neste domingo (02), que a criação de um novo imposto semelhante à CPMF vai resultar em aumento de carga tributária e terá impacto negativo na economia como um todo.


“Não é apenas aumento da carga tributária. Tem todo o impacto negativo na economia de um imposto parecido com a CPMF”, respondeu Maia, ao ser procurado para comentar a fala do presidente Jair Bolsonaro, neste domingo, de que autorizou a equipe econômica a defender a criação de um novo imposto, mas sem elevar a carga.

O presidente disse neste domingo que autorizou o ministro da Economia, Paulo Guedes, a propor um novo imposto, mas sem aumento de carga tributária. Segundo ele, o novo tributo tem que ser compensado com extinção de outro imposto ou desoneração.

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“O que eu falei com o Paulo Guedes é que pode ser o imposto que você quiser . Tem que ver do outro lado o que vai deixar de existir. Se vai diminuir o IR (Imposto de Renda), desonerar folha de pagamento, acabar com o IPI (Imposto sobre Produto Industrializado)”, disse o presidente.

Como O Globo informou na sexta-feira, Bolsonaro deu aval para Guedes testar a aceitação do novo imposto sobre pagamentos, nos moldes da antiga CPMF, embora o presidente não deva fazer nenhum movimento de apoio público ao tributo.

Guedes sugeriu uma cobrança sobre transações eletrônicas, como transferências e pagamentos digitais, nos moldes da antiga CPMF. Bolsonaro garantiu  que só haverá um novo imposto sem aumento de carga tributária. Em caso de rejeição da proposta pela população, o presidente disse  que não irá fazer alterações.

Segundo especialistas é “ilusão” acreditar que o novo tributo vai tornar o sistema tributário mais equilibrado , porque o objetivo do governo é arrecadar mais para conseguir fechar as contas públicas.

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Política Nacional

Bolsonaro deixa Palácio da Alvorada para passear de moto

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Reprodução

Presidente saiu do Palácio do Alvorada pilotando, assim como fez no sábado passado


Durante a manhã deste domingo (02), o presidente Jair Bolsonaro (sem partido) saiu para passear de moto. Ele saiu do Palácio do Alvorada pilotando, assim como fez no sábado passado e, como registraram imagens da TV por assinatura GloboNews, Bolsonaro não usava máscara .


O presidente estava acompanhado de um comboio de seguranças, foi a uma padaria e visitou uma concessionária de motocicletas.

No dia último 25, logo depois de tuitar que havia testado negativo para Covid-19 após pouco mais de duas semanas de isolamento, Bolsonaro foi de moto à loja onde havia comprado o veículo em novembro do ano passado. Depois, visitou a deputada Bia Kicis (PSL-DF).

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Política Nacional

Advogados de Bolsonaro negam defesa a Allan Santos

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O blogueiro Allan Santos, um dos investigados no inquérito das Fake News, procurou advogados do presidente Jair Bolsonaro

blogueiro bolsonarista Allan Santos, um dos investigados no inquérito das Fake News, procurou advogados do presidente Jair Bolsonaro. Por meio de um intermediário, ele pediu que fosse defendido de graça, mas teve o pedido negado pela equipe judicial do presidente. As informações são da coluna de Lauro Jardim, do Globo.

Segundo essa pessoa ligada à Santos, o blogueiro bolsonarista considera uma questão de dignidade o apoio dos advogados do presidente, já que ele atua nas redes exclusivamente em favor de Bolsonaro.

Na quinta-feira passada, em uma live, ele disse que  deixou o Brasil e que sua vida corre risco.

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Allan Santos é alvo de dois inquéritos que investigam suposto esquema de divulgação de informações falsas (Fake News), e teria ido ao México, segundo a suspeita de investigadores.

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