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Chuvas em Santa Catarina: Defesa Civil deve decretar emergência em 14 cidades

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Diversos locais ficaram alagados após as fortes chuvas no estado nos últimos dias
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Diversos locais ficaram alagados após as fortes chuvas no estado nos últimos dias

Após as fortes chuvas dos últimos dias, que causaram enxurradas, pontos de alagamento e deixaram um rastro de destruição , ao menos 14 cidades do estado de Santa Catarina devem decretar situação de emergência. A informação foi divulgada pela Defesa Civil na noite desta terça-feira (26).

Segundo informações do portal G1, 30 municípios registraram ocorrências por conta dos temporais , como destruições de residências, instalações públicas e até obras de infraestrutura, que foram danificadas ou destruídas. 

De acordo com o texto divulgado pela Defesa Civil estadual, além de Florianópolis, Rio dos Cedros e Guabiruba, São João Batista, Canelinha, Anitápolis, Palhoça, Major Gercino, Nova Trento, Rodeio, Ascurra, Benedito Novo, Blumenau e Apiúna devem decretar emergência nesta quarta-feira.

Até o momento, foram registradas três mortes por conta das enxurradas e dos deslizamentos de terra. Serviços de meteorologia apontam que o quadro deve permanecer o mesmo até o final desta quarta, com chances de novas pancadas de chuvas em algumas regiões do estado, o que aumenta o risco de novos deslizamentos nas regiões da Grande Florianópolis e parte do Vale do Itajaí.

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Chuvas e temperaturas mais baixas neste sábado em São Paulo

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Previsão do tempo deste sábado é de chuva
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Previsão do tempo deste sábado é de chuva

Tempo nublado e chuvas durante todo o dia marcam a previsão do tempo deste sábado (27), na capital paulista. O Centro de Gerenciamento de Emergências Climáticas (CGE) divulgou que a mínima será de 19ºC e a máxima de 26ºC.

Entre o início da tarde e noite, principalmente, o sábado será marcado por chuva moderada a forte. A umidade do ar em São Paulo oscila entre 48% e 95%.

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Gilmar Mendes tira da Lava-Jato do Rio investigação contra delegado

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Ministro do STF, Gilmar Mendes
NELSON JR./STF

Ministro do STF, Gilmar Mendes

O ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Gilmar Mendes proferiu uma decisão determinando que uma investigação contra delegado da Polícia Civil do Rio de Janeiro saia da competência da Lava-Jato do Rio e seja encaminhada para a Justiça Estadual. O caso envolvia suspeitas de pagamento de propina do empresário Arthur Soares, o rei Arthur, a um delegado da Polícia Civil, Ângelo Ribeiro de Almeida Júnior, em troca de proteção em investigações.

Em sua decisão, Gilmar entendeu que o único elemento usado para justificar a competência do juiz Marcelo Bretas, da 7ª Vara Federal do Rio, era a delação, e que não havia relação dos fatos com a Lava-Jato do Rio. A reclamação foi protocolada pelo advogado do delegado, Rafael da Silva Faria.

“O suposto recebimento, pelo reclamante, de vantagem indevida de Arthur Soares, por intermédio de Danilo Botelho, não é suficiente para sustentar uma conexão com os fatos apurados pela Operação Titereiro –não há envolvimento de agentes públicos, verbas federais ou qualquer vínculo com os delitos praticados na gestão do governo Cabral, dos quais se desdobrou a Operação Titereiro”, escreveu Gilmar Mendes.

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O ministro fez críticas aos processos mantidos sob a competência de Bretas no Rio, apontando que não é possível determinar que os desdobramentos da Lava-Jato do Rio automaticamente teriam que ficar sob a alçada de Bretas. “Importante observar que a regra no processo penal é o respeito ao princípio do juiz natural, com a devida separação das competências entre Justiça Estadual e Justiça Federal”, escreveu.

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Covaxin: MP e TCU pedem suspensão de compra do Ministério da Saúde

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Vacina Covaxin, desenvolvida pelo laboratório Bharat Biotech; MP e TCU contestam compra de vacina que não teve eficácia comprovada
Divulgação/Bharat Biotech

Vacina Covaxin, desenvolvida pelo laboratório Bharat Biotech; MP e TCU contestam compra de vacina que não teve eficácia comprovada

O Ministério Público junto ao Tribunal de Contas da União (TCU) entrou com um pedido nesta sexta-feira (26) para que seja suspensacompra de 20 milhões de doses Covaxin, vacina indiana contra Covid-19 adquirida por meio de acordo com a Precisa Medicamentos, fabricante brasileira do imunizante indiano.

O subprocurador-geral do TCU , Lucas Furtado, contesta o o fato de que o contrato de R$ 1,6 bilhão tenha sido firmado sem que haja eficácia comprovada para plicação no país. Além disso, a Anvisa ainda não autorizou a realização de estudos clínicos da vacina em território brasileiro.

“A aquisição de vacinas ainda não testadas atrasa ainda mais a vacinação dos brasileiros e coloca em risco da vida de milhões, no momento em que enfrentamos a pior fase da doença, com o recorde de mortes diárias atingido recentemente. Cabe notar que, no momento, temos opções de vacinas!”, disse Furtado.

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“Em detrimento da aquisição de imunizantes que não possuem comprovações cientificas, o certo é aplicar os recursos públicos de forma eficiente e buscando a efetividade na proteção dos brasileiros”, continuou.

Ministério da Saúde responde

Em nota, o Ministério da Saúde alega que a aquisição da Covaxin permitirá assegurar e ampliar ainda mais a estratégia de vacinação dos brasileiros contra a covid-19. A aplicação das vacinas, como a de qualquer imunizante incorporado ao Plano Nacional de Operacionalização da Vacinação contra a Covid-19 (PNO), está condicionada à prévia obtenção de registro ou de autorização para uso emergencial pela Anvisa “.

“O pagamento pelo Ministério da Saúde a cada fornecedor de vacina também está condicionado à obtenção de autorização da Anvisa para uso do imunizante”, continua a pasta.

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