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Clubhouse chega ao Android em fase de testes

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Clubhouse chega ao Android
Unsplash/William Krause

Clubhouse chega ao Android

O Clubhouse está com uma novidade para os seus usuários: a versão do aplicativo está chegando para o Android . A companhia anunciou que a atualização é uma das mudanças para o mês de maio deste ano, junto com a abertura da fase beta do app para o sistema do Google . Além disso, o programa deve chegar para o público geral e não só para usuários selecionados.

O aplicativo de interação por áudio conquistou os internautas no começo de 2021. O Clubhouse teve mais de milhões de downloads e isso somente no iOS , gerando uma movimentação no mercado das redes sociais , que possui uma concorrência acirrada entre TwitterTelegram e Discord .

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“Início do beta para Android. Ainda não está rolando, mas nós começamos a distribuir um beta antecipado para um punhado de usuários selecionados. Se você ouvir que alguém está usando o Clubhouse a partir do app para Android, dê a eles uma recepção calorosa! Mal podemos esperar pela chegada de mais usuários Android nas próximas semanas”, disse o Clubhouse.

Em março de 2021, a atualização para Android tinha sido adiada para pelo menos até fim do ano. Porém, após algumas semanas, uma desenvolvedora publicou no Twitter uma pista que sugeria que a novidade estava a caminho, através de uma captura de tela do Clubhouse de um Google Pixel .

Ainda não há mais informações sobre o Clubhouse para Android . Em fase beta, o aplicativo pode requerer certas limitações aos usuários, como participação restrita a ouvinte ou compartilhar acesso somente por meio de convites.

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YouTube vai pagar R$ 500 milhões para TikTokers migrarem para a plataforma

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YouTube vai pagar para quem publicar conteúdo
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YouTube vai pagar para quem publicar conteúdo

Focado em alavancar a novidade da plataforma, o YouTube irá pagar cerca de US$ 100 milhões (mais de R$ 520 milhões) para as pessoas e criadores de conteúdo – que já fazem vídeos para o TikTok – aderirem ao seu novo recurso, o Shorts . A ideia é começar a testar anúncios nesses clipes curtos e verticais em loop, tornando assim algo mais competitivo em relação ao rival chinês.

A verba será lançado dentre os próximos meses e será pago ainda este ano, de acordo com o comunicado que o YouTube fez em seu blog, nesta terça-feira (11). A plataforma disse que o Shorts está se tornando mais amplo em seu serviço, lançando assim a capacidade de remixar áudio de vídeos em breve.

Antes disso, o rival da área – TikToklançou um fundo de criadores em 2020 , para pagar mais de US$ 1 bilhão para os influenciadores digitais investissem e enchessem a rede social de conteúdo.

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Para fazer isso acontecer, o YouTube arrecadou dinheiro pelos anúncios que geram cerca de US$ 100 milhões em receita durante um dia e meio. No período de um pouco mais de um ano, a plataforma vai investir US$ 100 milhões no Shorts e paga cerca de US$ 15 bilhões para quem se qualificar para adquirir dinheiro com o novo recurso.

De acordo com a marca, o plano é recompensar também “milhares de criadores cujos Shorts receberam mais engajamento e visualizações” a cada mês. O YouTube dará mais detalhes sobre essa distribuição de pagamentos nos próximos meses. 

Portanto, qualquer usuário que poste vídeos no Shorts pode ganhar dinheiro com esta iniciativa, porém, é preciso seguir com as diretrizes da comunidade do YouTube .

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Apple oferece tratamento preferencial para Zoom e mais apps de iOS

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Apple dá prioridade para alguns aplicativos, revela e-mail
Unsplash/Mihai Moisa

Apple dá prioridade para alguns aplicativos, revela e-mail


No ano passado, Tim Cook , CEO da Apple , afirmou que todos os desenvolvedores são tratados de forma igual. Ainda assim, segundo um desenvolvedor, o Zoom recebeu acesso especial a uma API que permite utilizar a multitarefa do iPad em chamadas de vídeo. E-mails anexados no processo com a Epic Games também revelaram um tratamento preferencial oferecido pela fabricante do iPhone ao Hulu .

O caso do Zoom foi apresentado pelo desenvolvedor Jeremy Provost no fim de abril. Em um blog, ele relatou que o aplicativo recebeu acesso a uma API privada para utilizar a câmera do iPad em multitarefa. Dessa forma, os usuários conseguem fazer chamadas de vídeo enquanto dividem a tela com outros apps (Split View).

Na publicação, Provost afirma que entrou em contato com o Zoom , que revelou a ele um processo aparentemente privado, “disponível apenas para aqueles considerados dignos pela Apple”. Depois, o desenvolvedor explica que a habilitação é feita através de um “entitlement” (“direito”, em tradução livre). Ou seja, um “direito ou privilégio que concede capacidades particulares a um executável [aplicativo]”, nas palavras da Apple .

Os entitlements podem ser públicos ou privados. No primeiro caso, trata-se de funções abertas, como as notificações push. No segundo, os direitos são destinados a recursos que dependem de autorização, como a integração de um app com o CarPlay . Para isto, é preciso fazer uma solicitação à Apple e aguardar a aprovação.

A autorização depende de alguns pré-requisitos da empresa. No caso da integração do CarPlay, por exemplo, o aplicativo precisa ser de categorias como áudio, comunicações, navegação, estacionamento, entre outras. Se o pedido for aprovado, a Apple disponibiliza o recurso na conta do desenvolvedor para que seja utilizado no app.

A permissão para utilizar a câmera em multitarefa no iPad , porém, acontece de forma diferente. Segundo Provost, não existe um processo público para solicitar a autorização. O desenvolvedor também relata que não encontrou documentos públicos sobre o recurso. No Google , ele só se deparou com informações em fóruns do Zoom .

Hulu também recebeu acesso especial da Apple

Além do Zoom, outros aplicativos receberam tratamento preferencial pela Apple . É o que mostra alguns e-mails revelados no processo entre a companhia e a Epic Games em relação ao Hulu . Em uma das mensagens trocadas por funcionários da empresa, há o tweet do desenvolvedor David Barnard que questiona sobre o cancelamento automático de assinaturas da App Store.

“Eu não sabia que as assinaturas da App Store poderiam ser canceladas automaticamente por meio da API StoreKit”, publicou Barnard no Twitter, em 2018. “Estou surpreso por não ter visto mais ofertas para mudar o faturamento da App Store”.

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O tweet foi enviado por Matt Fischer, vice-presidente da App Store , para Cindy Lin. Em resposta, Lin disse que o Hulu faz parte de um “conjunto de desenvolvedores com acesso permitido à API de cancelamento/reembolso de assinatura”. Ela ainda explicou que o recurso era utilizado em 2015 para oferecer suporte à atualização instantânea usando uma configuração de duas famílias.

Na mesma conversa por e-mail, Carson Oliver, diretor de gestão de negócios da App Store , afirmou que era preciso “tomar medidas imediatas para nos proteger contra o uso indevido da API”. Atualmente, o Hulu não tem mais acesso ao recurso.

Estes episódios, no entanto, entram em contradição com o que foi dito por Tim Cook em julho do ano passado. Em depoimento durante a audiência do Subcomitê Antitruste da Câmara dos Representantes dos Estados Unidos, o CEO da Apple afirmou que todos os desenvolvedores são tratados de forma igual.

“Tratamos todos os desenvolvedores da mesma forma. Temos regras abertas e transparentes – é um processo rigoroso”, disse. “Como nos preocupamos profundamente com privacidade , segurança e qualidade, analisamos todos os aplicativos antes que eles fiquem disponíveis. Mas essas regras se aplicam igualmente a todos”.

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POCO: Xiaomi traz dois celulares gamers para o Brasil a partir de R$ 4 mil

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POCO X3 Pro
Divulgação/Xiaomi

POCO X3 Pro

A Xiaomi lançou nesta terça-feira (11) dois smartphones da marca POCO no Brasil, o  POCO X3 Pro e o POCO F3 . Ambos são voltados para o público gamer, com especificações que prometem boa performance.

POCO X3 Pro

O POCO X3 Pro vem equipado com processador Snapdragon 860 , da Qualcomm, um dos mais potentes do mercado, aocmpanhado de 6 GB de memória RAM. Na tela, a taxa de atualização de 120 Hz permite que jogos com gráficos mais complexos sejam rodados.

Para acompanhar as especificações, a bateria de 5.160 mAh promete games por até 11 horas, e o carregador rápido de 33W vem incluída na caixa. O smartphone ainda conta com um sistema de resfriamento a líquido e proteção contra quedas Corning Gorilla Glass 6 .

Com dois alto-falantes, a experiência de som promete tornar os jogos no POCO X3 Pro mais imersiva. No que diz respeito às câmera, o celular tem um conjunto quádruplo traseiro, com lente principal de 48MP, ultra grande angular de 8MP, sensor de profundidade de 2MP e câmera macro de 2MP.

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POCO F3

POCO F3
Divulgação/Xiaomi

POCO F3

O POCO F3 é o smartphone mais avançado da marca, equipado com processador Snapdragon 870G , da Qualcomm, e 8 GB de memória RAM. O chipset deixa o celular preparado para as tecnologias de conexão 5G e Wi-Fi 6 .

A tela também tem taxa de atualização de 120 Hz e bateria um pouco menor que a do outro modelo. No POCO F3, são 4.520 mAh de bateria, mas a Xiaomi promete que ela deve durar mais por conta da tela E4 AMOLED que tem redução de até 15% na carga do dispositivo. O conjunto triplo de câmeras traseiras tem principal de 48 MP, enquanto a frontal tem 20 MP.

Preço e disponibilidade

O POCO X3 Pro já está à venda nos canais oficiais e lojas físicas da Xiaomi , enquanto as vendas do POCO F3 começarão no final do mês. Confira os preços:

  • POCO X3 Pro: R$ 3.999,99
  • POCO F3: R$ 6.399,99
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