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Colisão entre duas carretas faz vítima fatal, motorista morreu carbonizado, vídeo com imagens chocantes

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Motorista morreu em acidente de trânsito. Foto: Rones Cezar/Alvorada informa

Um grave acidente de trânsito entre caminhão-tanque carregado com combustível e uma carreta, ocorrido no final da manhã do último domingo (23), em Nova Alvorada do Sul, a 120 quilômetros de Campo Grande. Teve como vítima fatal o motorista William Ramos que morreu carbonizado.

Com o impacto, os veículos pegaram fogo e a vítima ficou presa entre as ferragens.

Conforme o site Alvorada Informa, os fatos ocorreram na rodovia BR-267, nas proximidades de uma usina de álcool da região. Não há detalhes sobre as circunstâncias da batida, no entanto, após o impacto, a esposa e dois filhos de William conseguiram sair do caminhão-tanque a tempo, assim como o motorista da outra carreta.

Willian ficou preso e morreu carbonizado. Em razão do impacto, o tanque pegou fogo e esparramou combustível pela pista. Para conter as chamas, foram utilizados sete caminhões da brigada de incêndio de uma indústria e mais dois do Corpo de Bombeiros. O trecho ficou interditado por várias horas, com apoio da PRF (Polícia Rodoviária Federal).

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Informações site Alvorada.

DA REDAÇÃO.

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Covid-19: Prefeitura de SP recebe doações para programa social

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Agência Brasil

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Rovena Rosa/Agência Brasil

Os beneficiários têm o seguinte perfil: idade igual ou superior a 60 anos e apresentam estado de saúde fragilizado, com doenças pré-existentes


A prefeitura de São Paulo lançou, nesta terça-feira(7), o programa Cidade Solidária (www.spcidadesolidaria.org), voltado para o auxílio de pessoas enquadradas no grupo prioritário do Estratégia de Saúde da Família (ESF). As famílias que pertencem a essa categoria se encontram em situação de extrema vulnerabilidade social, necessitando de proteção durante a pandemia do coronavírus (Covid-19). 

Segundo o secretário municipal de Desenvolvimento Urbano, Fernando Chucre, os beneficiários têm o seguinte perfil : idade igual ou superior a 60 anos e apresentam estado de saúde fragilizado, com doenças pré-existentes. Ele disse, ainda, que muitos deles são pessoas com deficiência ou que têm algum membro familiar com deficiência e que residem em ocupações.

Como será

Na primeira etapa do programa, a prefeitura coletará produtos para distribuir entre os beneficiários. Qualquer pessoa pode doar cestas de alimentos ou de produtos de higiene e limpeza, que estarão sendo recebidas em oito pontos da cidade, em esquema de drive-thru. 

Para que todas as famílias sejam atendidas em suas necessidades, as cestas de alimentos e as cestas de higiene e limpeza deverão conter itens específicos, com produtos não perecíveis, como arroz, feijão e macarrão. Caso haja interesse em se fazer uma contribuição em grande quantidade de produtos listados, a orientação é para que se entre em contato com a coordenação do programa. 

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De acordo com a assessoria de imprensa da prefeitura, diversas entidades já aderiram à mobilização, como a Fundação Tide Setubal, de luta pelo direitos das pessoas que vivem em periferias urbanas, o Instituto Alana, de defesa dos direitos das crianças, a Cruz Vermelha, a União dos Movimentos de Moradia, o banco Itaú e o movimento Todos pela Educação. 

Além dessas entidades, outras estão sendo convidadas para participar da ação , que resulta de uma articulação entre as secretarias municipais de São Paulo.

O que pode ser doado

Confira quais itens podem ser doados e os endereços onde devem ser entregues:

Cesta Básica de Alimentos
1) Leite em pó integral para bebida: dois pacotes de leite em pó instantâneo, 400 gramas cada;

2) Arroz agulinha: 5 kgs;

3) Feijão carioquinha: 1 kg;

4) Farinha de mandioca: branca, 1,5 kgs;

5) Açúcar: refinado: 1 kg;

6) Óleo de soja: 900 ml;

7) Sal: 1 kg;

8)Macarrão: 1 pacote de tipo espaguete;

9) Polpa ou purê de tomate: 1 embalagem em caixa; 

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10) Sardinha em óleo comestível: 2 latas.

Cestas de higiene
Sabonete;

Escova dental;

Creme dental;

Absorvente higiênico;

Papel higiênico.

Cesta de limpeza
Água sanitária;

Detergente em pó;

Desinfetante;

Esponja multiuso.

Onde se pode doar
1) Biblioteca Mário de Andrade

Rua da Consolação, 94 – República

2) Centro Cultural São Paulo

Viaduto Beneficência Portuguesa – Paraíso Acesso de veículos ao Centro Cultural São Paulo (20 metros antes da esquina com a Rua Vergueiro)

3) Teatro Arthur Azevedo

Avenida Paes de Barros, 955 – Mooca

4) Centro Cultural da Diversidade

Rua Lopes Neto, 206 – Itaim Bibi

5) Tendal da Lapa

Rua Constança, 72 – Lapa

6) Casa de Cultura Vila Guilherme

Praça Oscár da Silva, 110 – Vila Guilherme

7) Casa de Cultura do Butantã

Avenida Junta Mizumoto, 13 – Jardim Peri

8) Centro Cultural Santo Amaro

Avenida João Dias, 822 – Santo Amaro

Horário de funcionamento dos pontos de coleta do drive thru: das 10h às 17h.

O programa também está aceitando doações de qualquer valor em dinheiro. As informações bancárias para transferência ou depósito são: Banco do Brasil, agência 1897-X, C/C 2020-6 – PMSP/SMDU-Cidade Solidária, CNPJ: 46.395.000/0001-39. 

*Com informações da assessoria de imprensa da prefeitura de São Paulo.

Fonte: IG Nacional
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“Não há nenhuma importância no que eu tomei”, diz David Uip sobre cloroquina

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Rprodução/Governo do Estado de Sâo Paulo

David Uip em coletiva de imprensa sobre coronavírus em São Paulo

Questionado sobre o uso de cloroquina ou hidroxicloroquina para tratar o próprio quadro de Covid-19, o infectologista Davi Uip – que coordena o Centro de Contingência do Coronavírus em São Paulo – foi enfático ao afirmar que o seu caso deve ser tratado de maneira individual, e não como modelo para a aplicação de qualquer medicamento.

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A dúvida sobre o tratamento do profissional de saúde tornou-se recorrente nas redes sociais após a confirmação do seu diagnóstico positivo para Covid-19, no dia 23 de março. Desde então e até o início desta semana, David Uip permaneceu em isolamento domiciliar, afastado do trabalho que desenvolve junto à secretaria de saúde de São Paulo.

De acordo com o infectologista , porém, o assunto não merece atenção e pede cautela. “Não há nenhuma importância no que eu tomei ou deixei de tomar. Eu não me prescrevi nenhum medicamento, não fui responsável pela minha recuperação. Fui tratado por profissionais em quem eu confio”, explicou. “As drogas que tomei durante a doença é um assunto extremamente pessoal e eu não quero transformar meu caso em modelo para coisa alguma”, acrescentou o médico.

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Sobre o uso da hidroxicloroquina para tratar casos de Covid-19 , o infectologista recordou uma reunião da qual participou recentemente junto ao Ministério da Saúde e outros representantes da medicina com o objetivo de discutir o protocolo.

Na ocasião, a recomendação sobre o uso da droga foi alterado pelo Ministério, que agora aconselha sua aplicação em casos hospitalizados por infecção do novo coronavírus (Sars-CoV-2) desde que haja consenso formal entre o médico e o paciente. Antes, o medicamento era indicado apenas em casos graves avançados, também com autorização formal do paciente ou família.

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O governo federal ainda chegou a elaborar um decreto para para alterar o protocolo em relação ao medicamento e flexibilizar seu uso no tratamento da doença. Na tarde desta terça-feira, porém, o ministro da Saúde, Luiz Henrique Mandetta, se recusou a assinar o decreto após a reunião no Palácio do Planalto.

A hidroxicloroquina e cloroquina são medicamentos de uso considerado experimental no tratamento do Covid-19, ainda sem evidências científicas sobre sua eficácia. Apesar disso, o presidente Jair Bolsonaro é um dos entusiastas pela liberação do medicamento, cuja produção chegou a ser ampliada nos laboratórios do exército.

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As buscas pelo medicamento  aumentaram pelo menos 17.633% nas farmácias on-line brasileiras. O dado, divulgado pela plataforma Consulta Remédios, foi registrado a partir do dia 15 de março, quando o medicamento – endossado pelo presidente – passou a fazer parte do noticiário nacional. O aumento excessivo das buscas trazem um novo problema: a falta do medicamento para aqueles que realmente precisam, como portadores de lúpus e artrite, por exemplo.

Fonte: IG Nacional
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Rio permitirá que municípios sem coronavírus reduzam isolamento

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Agência Brasil

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Tania Rego / Agencia Brasil

Witzel irá publicar ainda nesta terça-feira um decreto com a lista das cidades que poderão ter a redução das medidas restritivas


O governador do Rio de Janeiro, Wilson Witzel, anunciou, nesta terça-feira (7), que irá permitir a redução das medidas restritivas de circulação em municípios que ainda não têm casos do novo coronavírus. A maior parte deles, localizada no Noroeste do estado. Apesar da redução em alguns locais, o governador afirmou que irá manter as regras de isolamento no estado, que deverão ser prorrogadas até o final do mês. 

Witzel irá publicar um decreto com a lista das cidades que poderão ter a redução das medidas restritivas. Nesses locais, o comércio poderá funcionar, sem aglomerações. As escolas, no entanto, seguirão sem aulas presenciais. A circulação de pessoas deverá se restringir a própria cidade. A recomendação é que a população não receba visitas de outras localidades e nem circule entre municípios. 

“O Noroeste do estado apresenta alguns municípios com ausência do vírus, portanto, podemos permitir a circulação interna no município. A nossa preocupação é salvar vidas. É com a pessoa humana. Mas, também precisamos nos preocupar com economia. Sempre em primeiro lugar as vidas, mas precisamos olhar para o futuro”, disse o governador, em entrevista coletiva à imprensa nesta terça-feira (07). 

Segundo ele, as prefeituras desses municípios foram todas acionadas e ficará a critério dos prefeitos a aplicação do decreto. A condição para que isso seja feito é que a cidade tenha condições de garantir uma barreira sanitária, impedindo que pessoas entrem e saiam da cidade, o que aumenta o risco de contágio. 

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O governo esclarece que o decreto não se trata de uma flexibilização e nem mudança na orientação do estado, que segue apostando no isolamento social para evitar a propagação do novo coronavírus. A lista das cidades será revista diariamente e, caso apresentem algum caso da doença, o decreto deixará de valer para elas e elas deverão aumentar as medidas restritivas. 

O secretário de estado de Saúde, Edmar Santos, explicou que o estado tomou medidas mais duras conforme foi aumentando o contágio. Essas cidades estariam ainda no estágio inicial, não sendo necessárias ainda, como não foi nas demais, medidas mais restritivas. “A gente só iniciou esse isolamento amplo quando começou a circulação [do vírus]. Nesse momento é absolutamente coerente que municípios que não têm caso confirmado possam funcionar. Não é mudança de paradigma e nem flexibilização”.

Somente delivery 

Em todo o estado, Witzel disse que as medidas restritivas deverão ser prorrogadas até o fim do mês. No dia 30 de março, o governador estendeu as medidas por 15 dias. Agora, elas deverão valer até o fim do mês. “Nossa previsão é que [o decreto] será renovado por 15 dias. Com a estrutura que temos, a previsão é renovar até final do mês de abril”. 

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O governador também irá publicar uma medida que permite a todo o comércio do estado apenas entregas por delivery . A medida foi discutida, segundo ele, com entidades representativas dos comerciantes, como a Federação das Indústrias do Rio de Janeiro (Firjan) e a Federação do Comércio (Fecomércio). “Não haverá o drive thru apenas o comércio delivery”, disse Witzel. 

Tanto governador, quanto secretário reforçaram a importância das medidas de isolamento para evitar a transmissão da Covid-19 , doença causada pelo novo coronavírus. Eles ressaltaram que o estado ainda não está pronto para um aumento expressivo no número de casos, que equipamentos e materiais ainda estão sendo adquiridos e que eles estão enfrentando problemas de logística, inclusive com aquisições internacionais. 

“Saúde agora é ficar em casa, esperar este momento crítico”, enfatizou, Santos. “Todas as medidas que o estado tem tomado vêm surtindo efeito. Não é para relaxar e ir para a rua”. 

O governador citou a possibilidade de cobrança de multa , caso aprovado pela Assembleia Legislativa do Estado do Rio de Janeiro (Alerj) àqueles que descumprirem as medidas, algo que têm sido feito em países como a Itália. 

De acordo com o último balanço divulgado pela Secretaria de Estado de Saúde do Rio de Janeiro, o estado registrava, até segunda-feira (6), 1.461 casos confirmados e 71 óbitos por Covid-19. Há 75 mortes em investigação. A maioria dos casos confirmados está na cidade do Rio de Janeiro, 1.110.

Em todo o país, de acordo com o Ministério da Saúde, 553 pessoas morreram em decorrência da infecção e 12.056 estão com Covid-19. 

Fonte: IG Nacional
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