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Política Nacional

Com rouquidão, Bolsonaro divulga vídeo tomando hidroxicloroquina; assista

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Presidente Jair Bolsonaro mostra comprimido de hidroxicloroquina
Reprodução/Facebook

Presidente Jair Bolsonaro mostra comprimido de hidroxicloroquina

O presidente Jair Bolsonaro (sem partido) publicou vídeo em rede social nesta terça-feira (7) no qual ele aparece tomando um compromido de hidroxicloroquina para tratar da contaminação pelo novo coronavírus (Sars-CoV-2). Ele  testou positivo para a Covid-19 após um exame realizado nesta segunda-feira no hospital das Forças Armadas, em Brasília.

Com um pouco de rouquidão, o presidente diz no vídeo que já está tomando a terceira dose do medicamento, que não tem comprovação científica confirmada por especialistas nem autoridades médicas. “Hoje, terça-feira, eu já estou muito melhor do que no sábado. Então, com toda a certeza, ele está dando certo”, afirma.

“Sabemos que, hoje em dia, existem outros remédios que podem ajudar a combater o coronavírus. Sabemos que nenhum deles tem sua eficácia cientificamente comprovada, mas mais uma pessoa que está dando. Eu confio na hidroxicloroquina. E você?”, completa Bolsonaro.

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O presidente teve diagnóstico positivo para a Covid-19 nesta terça após apresentar sintomas como febre, dores musculares e baixa taxa de oxigenação no sangue. Sabendo que estava contaminado, ele deu entrevista presencial a jornalistas no Palácio da Alvorada e  chegou a tirar a máscara que estava usando enquanto falava com os repórteres.

Assista ao vídeo:

– Eu tomei a Hidroxicloroquina e estou me sentindo muito bem. – Uma boa tarde a todos.

Publicado por Jair Messias Bolsonaro em  Terça-feira, 7 de julho de 2020

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Política Nacional

Celso de Mello já considerou Moro parcial e vai decidir suspeição no caso Lula

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Carlos Moura/SCO/STF

Ministro Celso de Mello durante sessão do STF


O decano do STF (Supremo Tribunal Federal), Celso de Mello, é responsável pelo voto de desempate no julgamento sobre a suspeição do ex-juiz Sérgio Moro na Segunda Turma da corte. O ministro do STf já voltou diversas vezes contra a Lava Jato nas principais deliberações sobre a operação.


Celso de Mello já julgou um caso parecido envolvendo moro, em 2013, um doleiro acusava Moro de ser imparcial em um julgamento do caso Banestado. O ministro julgou que Moro errou ao quebrar o sigilo do doleiro e votou pela suspeição do ex-juiz da Lava Jato, mas foi voto vencido. 

Os ministros Gilmar Mendes e Ricardo Lewandowski votaram pela suspeição de Moro no julgamento do ex-presidente Lula pela Lava Jato no casp do Triplex do Guarujá e criticam a atuação do ex-juiz nos processos. Já o ministra Carmén Lúcia e o relator da Lava Jato no STF, Edson Fachin, votaram contra o pedido de suspeição de Moro. Celso de Mello deve votar até o final de outubro, pois se aposenta em novembro. 

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Celso de Mello pode anular a condenação de Lula no caso do triplex, único em que Moro julgou o ex-presidente. A votação pela suspeição pode significar a anulação de decisões tomadas por Moro em outros processos, como do sítio de Atibaia e do Instituto Lula. O decano historicamente se posicionou contra as decisão da Lava Jato, mesmo em momento de forte apelo popular. 

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Política Nacional

Olavo apoia Wajngarten em perseguição armada contra assaltante: “Não dê moleza”

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Olavo de Carvalho
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Olavo de Carvalho apoiou a perseguição armada do secretário de Comunicação de Bolsonaro

O guru do presidente Jair Bolsonaro (sem partido), Olavo de Carvalho , fez elogios à perseguição armada do secretário de Comunicação, Fábio Wajngarten, contra um assaltante . A tentativa de assalto aconteceu nos Jardins, em São Paulo. O homem foi preso após ser rendido no local.

“Boa, amigo Fábio. Não dê moleza mesmo”, escreveu Olavo de Carvalho no Facebook após circularem as notícias sobre o crime contra o secretário de Comunicação do governo Bolsonaro.

Crime

Wajngarten estava com os pais na porta do prédio onde eles residem quando um assaltante os abordou. O suspeito pediu que ele entregasse o relógio e outros pertences.

Para evitar que o assalto ocorresse, Wajngarten sacou a arma e saiu correndo atrás do homem. Uma pessoa conseguiu dar uma rasteira no suspeito, que caiu no local e foi rendido pelo secretário de Comunicação do presidente.

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Política Nacional

Perto de 100 mil mortos, Brasil precisa “tocar a vida”, diz Bolsonaro

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Jair Bolsonaro em transmissão ao vivo no Facebook nesta quinta-feira (6)
Reprodução/Facebook

Jair Bolsonaro em transmissão ao vivo no Facebook nesta quinta-feira (6)

O presidente Jair Bolsonaro (sem partido) lamentou nesta quinta-feira (6) a  aproximação do Brasil da marca de 100 mil mortes pela Covid-19 , doença causada pelo novo coronavírus (Sars-CoV-2), mas disse que o Brasil precisa “tocar a vida”.

“A gente lamenta todas as mortes, vamos chegar a 100 mil, mas vamos tocar a vida e se safar desse problema”, afirmou o presidente em sua tradicional live semanal no Facebook ao lado do ministro interino da Saúde, o general Eduardo Pazuello.

Antes do comentário de Bolsonato, o chefe da pasta disse que a população terá que se acostumar a mudar certos hábitos. Isso porque, segundo ele, o novo coronavírus continuará perigoso até a “vacina chegar e medicamentos tiverem comprovação científica”.

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Nesta quinta, o  governo federal assinou uma MP que liberou R$ 1,9 bilhão para a produção da vacina de Oxford. O valor será suficiente para produzir mais de 100 milhões de doses do imunizante.

Pazuello ainda fez um comparativo da Covid-19 com a Aids, que causada pelo vírus do HIV, na década de 1980.

“Essa historia do HIV é interessante fazer comparativo. Nós vivemos essa pandemia e os hábitos mudaram. As pessoas usam preservativo, diminuem convivência social em alguns casos, trocam gilete no barbeiro. Isso tudo não existia. O HIV continua existindo, o maior se trata e vida que segue. Vai ser assim com o coronavírus”, avaliou o ministro.

Durante a live, Bolsonaro voltou a fazer propaganda sobre o uso da hidroxicloroquina para o tratamento da Covid-19. O medicamento não tem sua eficácia comprovada e especialistas e autoridades sanitárias não fazem a sua recomendação.

“Quem não quer tomar cloroquina, não tente proibir, impedir quem queira tomar, afinal de contas, ainda não temos uma vacina e não temos um remédio comprovado cientificamente”, disse o presidente.

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