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Política Nacional

Comissão de Educação da Câmara pode ficar com deputados bolsonaristas

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Deputada federal Aline Sleutjes (PSL-PR)
Gustavo Sales/Câmara dos Deputados

Deputada federal Aline Sleutjes (PSL-PR)

Com o adiamento das definições dos presidentes das comissões da Câmara para a semana que vem , deputados bolsonaristas começaram a negociar para que eles sejam os escolhidos para o comando da comissão de Educação da Casa. A informação é do jornal Folha de S.Paulo

Os nomes mais fortes para assumir o órgão colegiado são os dos deputados Carlos Jordy (RJ) e Aline Sleutjes (PR). Os dois são da ala bolsonarista do PSL e têm forte apelo nos posicionamentos ideológicas de apreço do governo Jair Bolsonaro (sem partido), sendo alguns dos principais aliados do presidente na Câmara .

Sleutjes ainda é investigada no inquérito que apura financiamento a atos antidemocráticos, que é conduzido sob relatoria do ministro Alexandre de Moares, do Supremo Tribunal Federal (STF). A definição é prevista para os próximos dias.

Desde o início das negociações, o grupo bolsonarista da legenda manteve como alvo principal a Comissão de Constituição e Justiça (CCJ), considerada a mais importante da Câmara. Já é quase certo que a CCJ fica com a deputada bolsonarista Bia Kicis  (PSL-DF), também investigada no inquérito que apura atos antidemocráticos e ​​no das fake news.

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No caso da Comissão de Educação, no entanto, ela também é considerada estratégica para o grupo. Assim como Bolsonaro, seus apoiadores veem o tema como o campo de batalha para pautas ideológicas no governo, que guarda pouca conexão com os problemas reais do Brasil.

O objetivo da conquista do comando da comissão seria a suposta proeminência da esquerda no setor e o fortalecimento de pautas de fundo religioso.

Nas últimas semanas, a comissão de Educação chegou a ser prometida para o DEM durante negociações tocadas pelo presidente da Câmara, Arthur Lira (PP-AL). A legenda ainda mantém articulação para ficar com o colegiado.

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Política Nacional

Governo Bolsonaro sofreu 709 denúncias de ameaças e perseguições a servidores

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Governo Bolsonaro sofreu, desde 2019, mais de 700 denúncias de assédio institucional
Isac Nóbrega/PR

Governo Bolsonaro sofreu, desde 2019, mais de 700 denúncias de assédio institucional

Desde que Bolsonaro se elegeu em 2018, seu governo já foi alvo de 709 denúncias de assédio institucional . As informações são da coluna do jornalista Guilherme Amado , da Época .

O levantamento foi feito pela Associação dos Servidores do Ipea (Afipea) e a Articulação Nacional das Carreiras para o Desenvolvimento Sustentável.

Segundo a classificação de pesquisa, assédio institucional abrange ameaças , perseguições e constrangimentos a servidores públicos , por meio de regras administrativas ou declarações públicas.


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Política Nacional

Gentili se reúne com ex-marketeiro de Bolsonaro por candidatura em 2022

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Danilo Gentili pode concorrer à presidência em 2022
Reprodução/SBT

Danilo Gentili pode concorrer à presidência em 2022

Danilo Gentili deve concorrer à presidência em 2022. O apresentador teria se reunido, neste sábado (10), com o ex-marketeiro de Bolsonaro, André marinho, além de membros do MBL (Movimento Brasil Livre). As informações são da jornalista Mônica Bergamo.

O MBL vê como trunfo o fato de Gentili grande alcance entre os jovens. O apresentador seria importante para tirar votos de Jair Bolsonaro (sem partido), em uma tentativa do grupo de tirar o atual presidente do segundo turno .

Segundo a jornalista, líderes do MBL , como Renan Santos e o deputado Kim Kataguiri (DEM-SP) pretendem se agregar em um mesmo partido em 2022 para as candidaturas a cargos eletivos. Nessa estratégia, Gentili seria um bom ‘puxador de votos’.

O grupo teria se animado com a provável candidatura de Gentili após o  ex-juíz e ministro da Justiça, Sergio Moro, dizer que votaria no apresentador.

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Política Nacional

Senador Alessandro Vieira pede para CPI da Covid investigar estados e municípios

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Senador Alessandro Vieira (Cidadania)
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Senador Alessandro Vieira (Cidadania)

O senador Alessandro Vieira (Cidadania) pediu que a CPI da Covid investigue também estados e municípios. Neste sábado (10), o presidente Jair Bolsonaro (sem partido) fez o mesmo pedido , acusando a CPI de “perseguir” seu governo.

“Garantimos a abertura da CPI da Covid e agora apresentamos o pedido para ampliar o seu escopo, incluindo os atos praticados por governadores, prefeitos e outros agentes administrativos”, escreveu Alessandro Vieira, em sua conta no Twitter.

O senador, que não é da base aliada do governo, ainda disse que “é preciso apurar a verdade em todas as esferas” e que “quem não deve não teme”.

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