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Como foi o primeiro trimestre da Ford após fim da produção nacional?

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Em janeiro de 2021, a Ford fechou suas três fábricas no Brasil e anunciou redução na rede de concessionárias. A medida, vale lembrar, faz parte da estratégia global de abandonar segmentos pouco lucrativos. Antes de encerrar a produção no Brasil, a marca também encerrou o funcionamento de linhas de produção na Alemanha e na França.

Com o fim do mês de março, é possível fazer o balanço do primeiro trimestre da Ford em 2021 . Atualmente, a marca conta com quatro modelos em linha no Brasil: a picape Ranger , os SUVs Territory e Edge ST e o esportivo Mustang . Veja qual foi o resultado, segundo a Fenabrave (Federação Nacional de Distribuição de Veículos Automotores).

Ranger

Após começo difícil, Ford Ranger Black 2022 foi destaque entre as picapes médias em março
Divulgação

Após começo difícil, Ford Ranger Black 2022 foi destaque entre as picapes médias em março

Com o fim de Ka , Ka Sedan e EcoSport , a Ford Ranger se tornou o principal produto da fabricante no Brasil. Em janeiro, ainda durante o anúncio do fechamento das fábricas em Taubaté (SP), Camaçari (BA) e Horizonte (CE), o modelo feito na Argentina emplacou 1.926 unidades.

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As vendas caíram em fevereiro, quando a Ranger emplacou 1.307 unidades e continuou atrás de Chevrolet S10 e Toyota Hilux . O resultado voltou a surpreender no mês seguinte, pois em março a picape média emplacou 2.386 unidades, tornando-se a vice-líder e respondendo por 25% do segmento.

A Ranger é oferecida em cinco versões (Storm, XLS, XLT, Limited e Black), com preços entre R$ 165.990 e R$ 215.590. A Ford já prepara a próxima geração, que será produzida na Argentina e tem previsão de estrear no segundo semestre de 2022.

Territory

Importado da China, Ford Territory viu suas vendas caírem no primeiro trimestre de 2021
Divulgação

Importado da China, Ford Territory viu suas vendas caírem no primeiro trimestre de 2021

Após o encerramento da produção do EcoSport , o Territory se tornou o SUV mais barato na linha da Ford . Em janeiro de 2021, o modelo emplacou 168 unidades, número que caiu para 105 unidades em fevereiro, segundo o levantamento mais recente publicado pela Fenabrave.

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O mês de março foi ainda pior, com o Territory emplacando apenas 90 unidades. O SUV da Ford está disponível em duas versões, SEL (R$ 179.990) e Titanium (R$ 197.990), sem oferecer perigo aos principais rivais.

Em maio, a Ford terá um novo produto na categoria dos SUVs médios: o Bronco Sport . O modelo chega do México com a importante missão de abocanhar parte da fatia do mercado dominada pelo Jeep Compass.

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Edge ST

Ford Edge ST é alternativa esportiva entre os SUVs premium; desempenho não agrada em 2021
Divulgação

Ford Edge ST é alternativa esportiva entre os SUVs premium; desempenho não agrada em 2021

O Ford Edge ST é um SUV de nicho que parte de R$ 351.950. O modelo não consta no levantamento divulgado pela Fenabrave pelo baixíssimo volume de vendas em uma categoria muito impulsionada.

Só é possível apontar que o Edge ST não chega nem a ser um dos 40 SUVs mais vendidos do Brasil, ficando atrás até mesmo do Peugeot 3008 que teve apenas 183 emplacamentos nos três primeiros meses de 2021.

Mustang

Ford Mustang Black Shadow foi bem em janeiro, mas viu suas vendas caírem em fevereiro e março
Cauê Lira/iG Carros

Ford Mustang Black Shadow foi bem em janeiro, mas viu suas vendas caírem em fevereiro e março

A situação também não foi positiva para o Mustang . Segundo os dados da Fenabrave, o muscle car da Ford emplacou 85 unidades em janeiro, obtendo um dos melhores resultados entre os esportivos.

Em fevereiro, o esportivo teve apenas 28 emplacamentos. A situação piorou em março, quando a Fenabrave listou apenas 11 unidades vendidas. O Mustang é oferecido apenas na versão Black Shadow , por R$ 396.900. Ainda em 2021, a marca vai iniciar a importação do modelo de alta performance Mach 1 .

Resultado geral

Apesar do desempenho de Territory , Edge ST e Mustang , o produto mais lucrativo da Ford no Brasil está fortalecido. Além de Bronco e Mach 1 , que prometem ser veículos de sucesso, a marca também iniciará as importações da nova geração da van Transit em 2021, com produção no Uruguai.

Fonte: IG CARROS

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Veja cinco versões do Volkswagen Up! que nunca tivemos no Brasil

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A Volkswagen anuncia o fim da produção do hatch subcompacto Up! no Brasil. Apresentado em 2011 na Europa, onde segue em produção, o modelo estreou por aqui em 2014, com produção em Taubaté (SP) e a proposta de unir um visual descolado a um conjunto mecânico atualizado.


Elogiado pela crítica, o Volkswagen Up! não se tornou sucesso de público. Mesmo maior do que o carro europeu e com a opção da motorização 1.0 TSI (que fez o modelo ganhar uma pequena legião de fãs), o subcompacto nunca atingiu grandes volumes de venda. Situação que complicou ainda mais com o lançamento do Polo, em 2017.

No mercado brasileiro, o Up! teve variações de apelo esportivo e aventureiro, equipadas com câmbio manual ou automatizado de cinco marchas, além do motor 1.0 MPI de 75/82 cv (gasolina/etanol) e o 1.0 TSI de 101/105 cv. Mas na linha 2021, tinha somente a versão Extreme, com espaço limitado a quatro pessoas por conta da legislação e apenas o motor turbo. Confira abaixo algumas configurações que nunca chegaram ao nosso mercado.

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1 – e-up!

Volkswagen e-Up!: versão elétrica do subcompacto disponível na Europa, mas que nunca veio do Brasil
Divulgação

Volkswagen e-Up!: versão elétrica do subcompacto disponível na Europa, mas que nunca veio do Brasil


O Volkswagen Up! europeu também não atingiu o sucesso esperado pelo fabricante. Uma exceção é a versão elétrica e-up! , que segue garantindo a sobrevida do modelo por lá.

Voltado para uso urbano, traz um motor com potência equivalente a 83 cv e autonomia de até 260 km. Custa na Alemanha a partir de 21.421 euros (cerca de R$ 141.700). Valor pouco maior do que o cobrado por um SUV compacto T-Cross por lá.

2 – e-load Up!

Volkswagen e-load Up: versão feita para levar cargas leves também nunca apareceu no mercado brasileiro
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Volkswagen e-load Up: versão feita para levar cargas leves também nunca apareceu no mercado brasileiro


A variação elétrica do Up! chegou a ser oferecida no mercado europeu numa configuração de cinco portas adaptada para uso como furgão.

Você viu?

Com o nome de e-load Up! , o modelo perdia o banco traseiro e ganhava um compartimento de carga separado dos assentos dianteiros por uma tela.

3 – Up! GTI

Volkswagen Up! GTI: versão esportiva, de 115 cv, bem que poderia ter chegado ao Brasil, para deleite dos fãs do modelo
Divulgação/Volkswagen

Volkswagen Up! GTI: versão esportiva, de 115 cv, bem que poderia ter chegado ao Brasil, para deleite dos fãs do modelo


A versão esportiva GTI, que ainda é oferecida para o Up! europeu, traz tudo o que se espera de um Volkswagen GTI : carroceria de três portas, kit aerodinâmico esportivo com rodas de 17″ e os bancos forrados em tecido xadrez.

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Já o motor é o mesmo 1.0 TSI usado no finado Up brasileiro. Porém em com uma calibração mais esportiva, que garante 10 cv adicionais (115 cv) em relação ao “nosso” Up!, e um câmbio manual de seis marchas.

4 – up! beats

Volkswagen Up! Beats vem com sistema de som de 300 watts de potência, algo sofisticado para um subcompacto no Brasil
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Volkswagen Up! Beats vem com sistema de som de 300 watts de potência, algo sofisticado para um subcompacto no Brasil


No Brasil, apenas o Polo chegou a ser oferecido com um sistema de som especial desenvolvido pela fabricante Beats. Já na Europa, o subcompacto Up também conta com o projeto de áudio assinado pela empresa.

O Up Beats  traz seis alto-falantes, amplificador digital de oito canais, subwoofer instalado no lugar do estepe e um aparelho de som de 300W. Tudo isso combinado a um painel com revestimento exclusivo e vários detalhes externos na cor vermelha.

5 – Special up!

Volkswagen Special Up: série limitada vem com belas rodas de aro 17 e pintura exclusiva. Nada mau, hein?
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Volkswagen Special Up: série limitada vem com belas rodas de aro 17 e pintura exclusiva. Nada mau, hein?


Numa homenagem a uma série especial do Fusca oferecida em 1982 na Europa, o Up! teve com uma edição limitada com o pouco original nome de Special up!

A carroceria poderia ser dourada, com rodas de 17″ e capas de retrovisores na cor preta, ou preta com rodas douradas. O  Volkswagen Up! especial trazia um motor 1.0 MPI de 68 cv, calibrado para funcionar com gás natural.

Fonte: IG CARROS

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Descubra como são produzidas as cores para a repintura automotiva

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Cada cor tem uma formulação específica, que demanda uma combinação de pigmentos para chegar ao resultado desejado
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Cada cor tem uma formulação específica, que demanda uma combinação de pigmentos para chegar ao resultado desejado


Independente da cor da carroceria do seu carro. O processo de desenvolvimento da tinta na tonalidade correta para o processo de repintura é um trabalho complexo, que envolve profissionais com treinamento específico. É o que explica o gerente técnico da divisão de Repintura da fabricante de tintas PPG, Ricardo Vetorazzi.


“A mistura de concentrados é o procedimento mais adequado para se chegar a qualquer cor. A PPG possui sistemas tintométricos dedicados especialmente para essa etapa, com linhas de produtos de diferentes tonalidades e efeitos, como os metálicos e perolizados. Cada cor tem uma formulação específica, que demanda uma combinação de pigmentos para chegar ao resultado desejado”, destaca.

Segundo ele, além da formulação da tinta , a qualidade do resultado final depende do profissional encarregado do serviço. Diferente do processo automatizado utilizado na fábrica, em um processo de repintura o trabalho é realizado manualmente pelo pintor, que precisa conhecer a técnica correta.

Processo de repintura exige profissional treinado para garantir a tonalidade das peças
Divulgação/BMW

Processo de repintura exige profissional treinado para garantir a tonalidade das peças


Cores especiais, por exemplo, também requerem técnicas de pinturas especiais, como a pintura tricoat , ou tri camada, que vai combinar a camada base, pérola e verniz para obter o resultado esperado para um cor e reduzir as chances de problemas de tonalidade entre a pintura original e a peça repintada.

“Ao longo dos anos, as tonalidades foram modernizadas para agradar ao público em todos os sentidos. Essa evolução também trouxe muitos efeitos visuais e cores cada vez mais translucidas, o que passou a exigir composições específicas que, muitas vezes, são alcançadas com a ajuda de um primer. A coloração do primer pode variar e ajudar na tonalidade dessa cor, tornando-a mais fiel ao resultado ideal”, completa Vetorazzi, da PPG .

Veja Também:  Honda Accord chega no 2º semestre híbrido e com visual atualizado
Fonte: IG CARROS

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Honda Accord chega no 2º semestre híbrido e com visual atualizado

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Honda Accord híbrido, em 2021, será o único modelo eletrificado no Brasil e pode fazer até 17,6 km/l, diz a marca
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Honda Accord híbrido, em 2021, será o único modelo eletrificado no Brasil e pode fazer até 17,6 km/l, diz a marca


Modelo mais caro da Honda no mercado brasileiro, o sedã grande Accord será o primeiro híbrido da marca japonesa a desembarcar por aqui. Importado dos Estados Unidos, o modelo chega no segundo semestre trazendo o visual atualizado lançado no ano passado no exterior. O preço da novidade ainda não foi divulgada pela fabricante no Brasil. 


A filial brasileira da Honda adianta algumas informações do Accord híbrido para o Brasil. De acordo com a empresa, este será o primeiro dos três carros eletrificados que a Honda irá vender por aqui até 2023. A nova configuração será a única disponível para o sedã em nosso mercado, substituindo o motor 2.0 turbo, a gasolina, de 256 cv utilizado desde o lançamento da atual geração, em 2018.

O Accord híbrido emprega um conjunto motriz chamado pela Honda de e:HEV , composto por um motor 2.0, a gasolina, de ciclo Atkinson, e 145 cv e dois propulsores elétricos, sendo um para geração de eletricidade e outro para a tração, de 184 cv. No sistema híbrido da marca, nos modos EV Drive e Hybrid Drive, o motor a combustão funciona em conjunto com o gerador para alimentar a bateria do motor elétrico.


Já no modo Engine Drive, o conjunto elétrico é desativado e apenas o propulsor 2.0 a gasolina passa a ser o responsável por mover o veículo. Com isso, o Accord híbrido atinge um rendimento energético de 1,20 MJ/km, com consumo de 17,6 km/l de gasolina na cidade e 17,1 km/l na estrada.

No visual, as mudanças do Accord híbrido em relação ao carro atualmente oferecido no Brasil estão na adoção de novas rodas de 17″, novos para-choque e grade frontal e faróis de neblina em LED redesenhados, enquanto na traseira a novidade é o novo acabamento inferior no para-choque.

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Em termos de equipamentos, o sistema multimídia do Honda Accord passa a contar com espelhamento de celular (via Android Auto e Apple CarPlay) sem fio e alerta de uso do banco traseiro, além do pacote de assistentes eletrônicos Sensing ganhar frenagem autônoma em manobras de baixa velocidade.

Fonte: IG CARROS

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