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Conectando a vizinhança: rede social é criada para incentivar o consumo local

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Unsplash/ROBIN WORRALL

Novidade conecta pessoas que moram perto


A primeira rede social de consumo local foi criada no Brasil, e busca incentivar vizinhos a se conectarem. Chamada de MeuVizinho.me, ela une pequenos negócios com clientes em potencial, e já está presente em mais de 200 cidades do país. 

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Para fomentar o comércio local, a plataforma utiliza a geolocalização para unir pessoas que precisam de determinados serviços e outras que os prestam na vizinhança. 

“Neste momento difícil que estamos vivendo no Brasil, com a pandemia e o desemprego aumentando, fomentar o comércio local é uma saída positiva para todos”, conta Carlos Ávila, fundador da rede social.

Como funciona

Qualquer pessoa pode se cadastrar gratuitamente na plataforma, que funciona através de um  webapp e sequer precisa de download para funcionar. 

Para quem quer procurar um comércio ou prestador de serviço, é só acessar a plataforma, realizar um cadastro rápido e indicar a localização. Em seguida, basta pesquisar pelo serviço desejado no campo de busca.

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Para os pequenos negócios , o processo de cadastro é o mesmo. Depois, é só clicar no ícone do comércio e cadastrar sua empresa. De acordo com o criador da rede social, toda a operação funciona de forma gratuita, sem nenhuma taxa de inscrição, comissões ou tarifas. 

Para Carlos, o objetivo do MeuVizinho.me é conectar pessoas e ajudá-las, sobretudo no momento da pandemia de Covid-19 . “Por isso, não faria sentido ter uma cobrança, já que queremos ajudar o pequeno profissional a aumentar as vendas, e muitas vezes, ele não possui verba para divulgação. É aí que entra o MeuVizinho”, justifica.

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Xiaomi lança Poco M3 com bateria de 6.000 mAh

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xiaomi poco m3
Divulgação/Xiaomi

Poco M3, novo celular da Xiaomi

A Xiaomi estreou o mais novo celular da Poco nesta terça-feira (24), o Poco M3 . Com bateria de 6.000 mAh, o smartphone chinês possui ficha técnica intermediária com processador Qualcomm Snapdragon 662 , armazenamento de até 128 GB e câmera tripla de 48 megapixels. Os preços do telefone começam em US$ 149.

A bateria é um dos grandes destaques do lançamento. O componente conta com capacidade de 6.000 mAh e recarga rápida de 18 watts. O smartphone ainda possui carregamento reverso para repor a energia de outros dispositivos através de um cabo compatível com a funcionalidade, que não vem na caixa.

O conjunto fotográfico triplo está alocado em uma base retangular na parte de trás, em lado oposto à marca “Poco”. A câmera principal tem 48 megapixels e é acompanhada por outras duas, de 2 megapixels, sendo uma para capturar a profundidade de campo e outra dedicada a macro. Para selfies , o sensor frontal tem 8 megapixels.

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A tela LCD mede 6,53 polegadas e tem resolução Full HD+ (2340 x 1080 pixels), certificações L1 Widevine e TÜV Rheinland, Gorilla Glass 3 , um notch em forma de gota d’água para abrigar a câmera frontal e bordas reduzidas. Segundo a fabricante, o painel ocupa mais de 90% da porção frontal.

A ficha técnica é intermediária, com o processador Qualcomm Snapdragon 662 , memória RAM de 4 GB e opções com armazenamento de 64 GB e 128 GB. O smartphone ainda conta com entrada dedicada para fones de ouvido, leitor de digitais, emissor de infravermelho e Android 10 de fábrica, com a interface MIUI 12 .

O celular chegará às lojas nesta sexta-feira, 27 de novembro de 2020, pelo preço sugerido de US$ 149 (64 GB) e US$ 169 (128 GB), o equivalente a cerca de R$ 810 e R$ 920, respectivamente, em conversão direta. Durante a Black Friday , ambos os smartphones terão desconto de US$ 20 (por volta de R$ 110).

Não há previsão de data e preço de lançamento do Xiaomi Poco M3 no Brasil .

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Xiaomi Poco M3 – ficha técnica

  • Tela:IPS LCD de 6,53 polegadas com resolução Full HD+ (2340 x 1080 pixels), ocupa 90,34% da frontal, Gorilla Glass 3 e certificações L1 Widevine e TÜV Rheinland
  • Processador:Qualcomm Snapdragon 662, octa-core de até 2 GHz e chip gráfico Adreno 610
  • RAM:4 GB (LPDDR4X)
  • Armazenamento:64 GB e 128 GB (UFS 2.2), expansível via cartão de memória microSD de até 512 GB
  • Câmera traseira tripla:
    • principal:48 megapixels, f/1,79
    • macro:2 megapixels, f/2,4
    • profundidade de campo:2 megapixels, f/2,4
  • Câmera frontal:8 megapixels
  • Bateria:6.000 mAh, recarga rápida de 18 watts e carregamento reverso
  • Sistema operacional:Android 10 (MIUI 12)
  • Conectividade:entrada dedicada para fones de ouvido (3,5 mm), USB-C, Bluetooth 5.0, Wi-Fi 802.11a/b/g/n/ac e GPS
  • Mais:leitor de impressões digitais na lateral, emissor de infravermelho (controle remoto) e som estéreo
  • Dimensões:162,3 x 77,3 x 9,6 mm
  • Peso:198 gramas
  • Cores:amarelo, azul e preto

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PS5 quase triplica de preço no mercado cinza do Brasil

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PS5
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PS5 é vendido a preços altos no mercado cinza

O PS5 pode ser encontrado por até R$ 11 mil, atualmente, no Brasil. Acontece que o console esgotou em todos os revendedores oficiais e uma nova leva de unidades é prometida apenas para o final de dezembro. Enquanto isso, o “mercado cinza” oferece videogames a pronta entrega, mas com custo bem mais elevado.

O Tecnoblog fez um levantamento em sites como Mercado Livre e OLX e encontrou alguns anúncios com valores bem mais altos do que os praticados pela Sony , que variam entre R$ 4.199 e R$ 4.599, dependendo do modelo.

Em um dos anúncios, o vendedor oferece o PS5 a pronta entrega por R$ 10.900, mas promete vender por R$ 9 mil se o comprador pagar à vista, em dinheiro. Anúncios similares cobram uma faixa de preço sempre acima de R$ 9 mil pelo videogame .

O mesmo acontece em um famoso mercado popular no Rio de Janeiro, conforme apuração por telefone. Alguns vendedores prometem conseguir o PS5 por valores similares, chegando a até R$ 12 mil. Tudo com a mesma justificativa: falta de estoque da Sony fez crescer a demanda para quem perdeu a pré-venda, que foi iniciada por aqui ainda em setembro.

Os Xbox Series X e Series S também são encontrados no mercado cinza, mas com valores mais próximos dos oficiais do oferecido pela Microsoft e por revendedores oficiais.

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No Brasil e no mundo

O fenômeno, porém, não é exclusivo do Brasil . De acordo com o site Business Insider, isso também tem ocorrido no Reino Unido , mas de maneira um pouco mais “organizada”.

O site alega que um único grupo se organizou para comprar milhares de unidades do PS5 e revender a preços mais elevados, após o lançamento. Mais de três mil consoles foram obtidos com este intuito na região.

No eBay é possível encontrar os novos consoles da Sony vendidos por £ 990, o que equivale a mais de R$ 7 mil, em conversão direta.

O PS5 voltou a ficar disponível para venda em alguns sites brasileiros, como a Amazon , mas voltou a esgotar. Não se sabe quando o anúncio voltará ao ar de maneira oficial.

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Philips lança luminária capaz de inativar o novo coronavírus por R$ 1.300

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Divulgação/Signify

Luminária é capaz de matar o novo coronavírus

A Signify, marca detentora da linha de iluminação da Philips , lançou nessa segunda-feira (23) uma luminária com luz UV-C capaz de inativar o novo coronavírus (Sars-Cov-2), causador da Covid-19 .

A luminária já está à venda no Brasil pelo preço sugerido de R$ 1.299 e promete esterilizar ambientes completos em alguns minutos. O modelo é compacto e destinado para o uso doméstico e, a depender do ambiente, pode levar 15, 30 ou 45 minutos para eliminar vírus e bactérias do local. 

De acordo com a Signify, a Universidade de Boston, nos Estados Unidos, atestou a eficácia da nova luminária para inativar germes, bactérias, mofos, ácaros e vírus perigosos, incluindo o  novo coronavírus .

A novidade, porém, só pode ser utilizada em ambientes vazios, já que a exposição ao UV-C pode ser danosa aos olhos e à pele. Para isso, o usuário precisa ativar a luminária , sair do ambiente e esperar até que um alarme de voz avise que a limpeza foi finalizada.

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Para trazer mais segurança, a luminária conta com sensores de micro-ondas que identificam movimentações no ambiente, como pessoas ou animais. Ao identificar, ela desliga a luz.

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