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Conheça a CB 350, a mais popular das Honda dos anos 60

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A Honda CB 350 K0 de 1968 era mais confortável que suas rivais com motores 2T
Acervo pessoal/Gabriel Marazzi

A Honda CB 350 K0 de 1968 era mais confortável que suas rivais com motores 2T

Você é um cinquentão? E gosta de motocicletas? Então deve conhecer bem a história da Honda CB 400, modelo nacional que chacoalhou o mercado a partir de 1980 e se manteve como uma das motocicletas mais desejadas por mais de uma década. Mas você precisaria ser um pouco mais velho para ter vivenciado a chegada da linha CB da Honda no Brasil, com a Honda CB 350, ainda nos anos 60.

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Até meados da década, antes da Honda CB 350 , as poucas motocicletas que circulavam por aqui eram de origem européia, como as inglesas Norton, BSA, Ariel ou Triumph. Havia também algumas italianas como Gilera ou Ducati, as alemãs BMW, as enormes norte-americanas Harley-Davidson e outras menos conhecidas, como a checa Jawa. Até que começou a invasão japonesa, com a importação de modelos das marcas Honda, Yamaha, Suzuki e Kawasaki.

Um dos modelos mais bem sucedidos nessa nova fase do nosso mercado motociclístico era a Honda CB 350, média cilindrada de aparência bem moderna e muito mais ágil do que as motocicletas até então conhecidas, e que acabou se tornando a mais popular da família CB.

Tanque de duas cores com protetores de borracha eram suas características
Acervo pessoal/Gabriel Marazzi

Tanque de duas cores com protetores de borracha eram suas características

A Honda CB 350 K0 de 1968 foi, então, a primeira a chegar por aqui, seguida da sua irmã quase gêmea, a CB 250, da menorzinha mas nem tanto CB 125 e da grandona CB 450 DOHC, que ficou conhecida como Black Bomber. Todas bicilíndricas, esta última, que era a mais potente porém pesada e pouco ágil, perderia seu posto de top de linha para a CB 750 Four de quatro cilindros, que chegaria no ano seguinte.

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A Honda CB 350 K0 1968 das fotos foi restaurada em seus mímimos detalhes e, assim como acontece com a quadricilíndrica CB 750 , a primeira versão K0, a mais rara, tem suas particularidades, como a carcaça do farol e as tampas laterais brancas, o banco liso e a lanterna traseira oval. Um gosto pessoal do restaurador desta CB 350 K0 foi trocar o cromo das canecas dos amortecedores traseiros pela pintura na cor do tanque.

Carcaça do farol na cor branca e banco liso eram características da versão K0
Acervo pessoal/Gabriel Marazzi

Carcaça do farol na cor branca e banco liso eram características da versão K0

Uma das características das motocicletas Honda nessa época era o extremo conforto de pilotagem de todos os seus modelos, mesmo que isso custasse uma boa parcela do desempenho, quando comparadas com suas concorrentes, principalmente as que utilizavam motores dois tempos. A confiabilidade era outra de suas virtudes.

A Honda CB 350 tinha tudo isso a seu favor, o que facilitava muito a vida de quem rodava muito com sua motocicleta. Era leve, ágil, fácil de ser pilotada e com mais equipamentos, como, por exemplo, a partida elétrica, inexistente na Yamaha RD 350 e nas Suzuki de mesma cilindrada.

Sem poder ainda mostrar aos leitores novos modelos disponíveis, por conta da interminável quarentena a que fabricantes, veículos de comunicação e jornalistas estão se submetendo, vocês conhecerão, nas próximas semanas, a história de outras motocicletas da linha CB dos anos 60, inclusive uma rara versão Scrambler da CB 350.

Relógios padrão na linha CB, que ficaram inclinados na última versão da CB 350
Acervo pessoal/Gabriel Marazzi

Relógios padrão na linha CB, que ficaram inclinados na última versão da CB 350

Conheça as diferenças entre as várias versões da Honda CB 350
A Honda CB 350 K1, de 1969, é praticamente igual à K0, apenas com uma faixa branca adicional na pintura do tanque, que aumentou sua capacidade mas manteve as joelheiras de borracha, o banco passa a ser plissado e a lanterna traseira ganha a parte superior retangular.

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Já as diferenças para a CB 350 K2, de 1970, são a supressão dos protetores de borracha do tanque, a pintura da carcaça do farol e das tampas laterais na mesma cor principal do tanque e a adição da cor dourada na linha.

A Honda CB 350 K3, de 1971, não tem mais a pintura em duas cores nem a asa da Honda nas laterais do tanque, tornando-se a versão mais popular do modelo, que permaneceu assim até o seu último ano, 1973. A K4, de 1972, ganhou uma maior lanterna traseira e novos emblemas laterais.

Esta é a Honda CB 350 K4 de 1972
Acervo pessoal/Gabriel Marazzi

Esta é a Honda CB 350 K4 de 1972

E a última versão, a CB 350 K5 de 1973, também conhecida por CB 350G, teve ligeira modificação nas faixas do tanque, os amortecedores dianteiros trocaram a cor do tanque por borrachas sanfonadas, os relógios do painel foram inclinados para melhor visualização e, o mais importante, a motocicleta ganhou freio dianteiro a disco com acionamento hidráulico.

As duas últimas versões da Honda CB 350 são as mais conhecidas no Brasil, sendo que a K5 a mais desejada, devido ao freio a disco. Foi o seu último ano de produção (1973), mas, como era comum naquela época, as unidades que não eram vendidas no mesmo ano eram emplacadas como se fossem do ano seguinte, razão de conhecermos algumas CB 350 com o ano 1974 marcado nos documentos. Nesse ano ela foi substituída pela Honda CB 360 , mais moderna, mais bonita, até, mas sem o apelo esportivo nem o sucesso de sua antecessora.

Fonte: IG CARROS

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Mercado de usados fecha com queda de 33,7% em um ano

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usados
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Além dos carros novos, os seminovos e usados também sofrem com a crise econômica causada pela pandemia do novo coronavírus

Impactado pela pandemia no novo coronavírus, o mercado de automóveis começa a ganhar impulso nas vendas. Foram negociados 752.173 veículos em junho. Alta de 69,2% na comparação com o mês anterior, embora ainda 33,7% abaixo dos números de junho de 2019. Os dados são da Fenauto (Federação Nacional das Associações dos Revendedores de Veículos Automotores).

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De acordo com dados do Renavam, o Volkswagen Gol foi o modelo usado mais negociado no período, com 47.274 unidades, seguido de Fiat Uno (26.469) e Fiat Palio (25.780).

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Embora esteja distante dos três primeiros lugares do ranking de novos, o Ford EcoSport ainda é o preferido no mercado de usados e lidera o ranking dos SUVs, com 7.622 unidades, seguido pelo Renault Duster (3.783). Dentre as picapes, a líder é a Fiat Strada (17.284), enquanto o modelo médio mais procurado foi a picape Chevrolet S10 (10.168).

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Fonte: IG CARROS

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VW Fox da linha 2021 ganha novos itens de segurança

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VW Fox
Divulgação

VW Fox é um dos projetos que menos se modificou com o tempo dentro da marca. Mas agora traz novidades importantes

O Volkswagen Fox já viu dias melhores no mercado. Com 8.321 unidades emplacadas 1º semestre, foi apenas o quarto modelo mais vendido da marca no Brasil, ficando atrás de Gol, T-Cross e Polo. Mas não quer dizer que a montadora tenha esquecido dele. A linha 2021 do modelo passa a contar com isofix e com cintos de três pontos e apoios de cabeça para todos os ocupantes.

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O Volkswagen Fox com as novidades — que também foram estendidas aos modelos Gol e Voyage — chegam por conta das mudanças na legislação brasileira, que passou a exigir esses itens de segurança em todos os veículos produzidos a partir deste ano.

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O Fox está disponível em duas versões: Connect (R$ 54.600) e Xtreme (R$ 59.630). A primeira traz de série rodas de liga leve de 15″, sistema multimídia com tela de 6,5″ vidros elétricos, controle automático de velocidade de cruzeiro e ar-condicionado.

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Já a topo de linha Volkswagen Fox Xtreme traz um visual mais aventureiro, com rodas diamantadas de 16″, faróis auxiliares com luzes de neblina e de longo alcance, câmera de ré, barras de teto e faróis com máscara negra. Ambos são equipados com o mesmo motor 1.6, de até 104 cv e o câmbio manual, de cinco marchas.

Fonte: IG CARROS

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Chevrolet Tracker Premier e Hyundai Creta Prestige: SUVs bem equipados

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Tracker
Carlos Guimarães/iG

Chevrolet Tracker e Hyundai Creta: nova geração do SUV da GM de mostra mais eficiente que o rival, que logo vai mudar

A escalada dos SUVs no mercado atinge patamar recorde na história, com nada menos que 38,6% de participação, conforme dados de junho da Fenabrave (Federação dos Distribuidores de Veículos) . E entre os modelos que mais vendem hoje em dia está o recém-lançado Chevrolet Tracker, que já atingiu cerca de 4 mil unidades vendidas por mês, mesmo volume atual do líder do segmento, o Jeep Renegade.

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Para enfrentar o novo Chevrolet Tracker Premier (R$ 112.000), escolhemos a versão mais equipada do Hyundai Creta 2020, a Prestige (R$ 107.990). O SUV da marca coreana logo também vai passar de geração, assim como acaba de acontecer com o rival da GM. Mas está entre os modelos que ainda mais de aproximam do novato em termos de preço, itens de série, porte e comportamento dinâmico.

Apesar disso, nota-se o peso da idade do utilitário esportivo da marca corena, que fica na frente do concorrente da Chevrolet apenas em poucos quesitos, entre os quais porta-malas (431 litros ante 393 l do Tracker) e autonomia, principalmente na estrada, como mostraremos com mais detalhes em seguida. Em vários outros aspectos, o GM fica na frente, como a eficiência do conjunto mecânico e a modernidade da central multimídia com acesso a internet nativo.

Antes de mais nada é bom deixar claro que tanto Tracker quanto Creta não estão entre os melhores SUVs para dirigir. O GM é o que pode animar um pouco mais, com novo motor 1.2, turbo, com boa dose de força desde as primeiras marcações do contagiros. São 21,4 kgfm a menos 2.100 rpm, ante 20,5 kfgm a estratosféricos 4.700 rpm do Hyundai . Isso se traduz na agilidade nas ultrapassagens. No Creta, se não mantiver o giro do motor mais alto, falta fôlego, ainda mais de aparecer algum aclive pelo caminho.

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Nos dois também não existem hastes atrás dos volantes para trocas sequenciais dos câmbios automáticos de seis marchas, o que também é desanimador para quem gosta de dirigir, além de incômodo ter que fazer as trocas por um botão na alavanca (no caso do GM) e por toques para frente e para trás (no Hyundai). A alta posição de guiar de ambos os SUVs também não é para tem gasolina nas veias, embora a dupla conte com regulagens de altura nos volantes e bancos.

Ao volante dos SUVs 

Dirigindo o Chevrolet Tracker Premier você terá alguma ajuda de dispositivos como alerta de colisão iminente e de ponto cego, algo que o Hyundai Creta Prestige não oferece. De qualquer forma, a visibilidade é boa nos dois, inclusive a proporcionada pelos retrovisores. A direção é elétrica em ambos e o raio de giro é semelhante (10,6 m no Creta e 10,8 m no Tracker), item que deve ser levado em consideração nas manobras em espaços apertados. No GM, o volante de base achatada dá uma pitada de esportividade.

Quando ao consumo, o problema do Tracker é o tanque pequeno, de 44 litros, contra o de 55 litros do Creta 2.0. Mesmo assim, o conjunto mais eficiente do GM, o torna mais econômico. Conforme dados do Inmetro, o Chevrolet 1.2 turbo faz 7,7 km/l na etanol na cidade e 11,2 km/l na estrada, ante 6,9 km/l e 10 km/l do Hyundai, respectivamente. Com apenas o combustível vegetal, o Tracker pode rodar até 413,6 km em trecho rodoviário, ante 451 no Creta, que tem ainda mais autonomia com gasolina.

Os dois também não têm muita fome de curva. Mas o Creta tem maior vão livre do solo (19 cm, ante 15,7 cm do GM), o que ajuda a superar obstáculos, mas leva a maior inclinação da carroceria. Entranto, vale lembrar que os dois SUVs vêm equipados com controle eletrônico de estabilidade.

Na questão da central multimídia, item com cada vez mais relevância hoje em dia, o GM fica bem na frente do Hyundai. A nova geração do Mylink se tornou o melhor sistema hoje em dia entre os carros fabricados no Brasil , com acesso à internet nativo, tela de alta resolução e funcionamento rápido e intuitivo. No Creta, há acesso à sinal de TV, mas já ficou defasado na comparação não apenas com o Chevrolet, mas de outros rivais, como o Renegade .

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Se for considerar a versão mais equipada do Creta, entre os equipamentos mais interessantes estão os retrovisores com rebatimento automático e o banco do motorista com ventilação (dois itens que o GM não tem). E nos dois há carregador de celular por indução, chave presencial, bancos revestidos de couro, luz diurna de LED, entre outros itens. O que pode fazer falta no Hyundai é o teto-solar panorâmico, que é mérito do GM.

Conclusão

No cômputo geral, o Chevrolet Tracker vence o comparativo pelo conjunto mais eficiente e por ter itens mais modernos na nova geração. O Hyundai é confortável e espaçoso, mas logo vai mudar, o que acaba implicando em certa defasagem na comparação com o rival.

Ficha técnica

Chevrolet Tracker Premier 1.2 turbo

Motor: 1.2, três cilindros, flex

Potência (cv): 133 (E) / 132 (G) a 5.500 rpm

Torque (kgfm): 21,4 (E) / 19,4 (G) a 2.000 rpm

Transmissão:  Automático, 6 marchas, tração dianteira

Suspensão:Independente (dianteira) e eixo de torção (traseira)

Freios: Discos ventilados na dianteira e tambores na traseira

Pneus: 215/55 R17 

Dimensões: 4,27 m (comprimento) / 1,79 m (largura) / 1,63 m (altura), 2,57 m (entre-eixos)

Tanque : 44 litros

Porta-malas: 393 litros

Consumo: 11,2 km/l (cidade) /13,5 km/l (estrada) com gasolina

0 a 100 km/h: 9,4 segundos 

Vel. Max: 185 km/h

Ficha técnica

Hyundai Creta Prestige 2.0

Motor: 2.0, quatro cilindros,  flex

Potência: 166 cv a 6.200 rpm

Torque: 20,5 kgfm a  4.700 rpm

Transmissão:  Automático, 6 marchas, tração dianteira

Suspensão:Independente (dianteira) e eixo de torção (traseira)

Freios: Discos ventilados na dianteira e tambores na traseira

Pneus: 215/60 R17 

Dimensões: 4,27 m (comprimento) / 1,78 m (largura) / 1,63 m (altura), 2,59 m (entre-eixos)

Tanque : 55 litros

Porta-malas: 431 litros

Consumo: 10 km/l (cidade) /11,4 km/l (estrada) com gasolina

0 a 100 km/h: 9,7 segundos 

Vel. Max: 188 km/h


Fonte: IG CARROS

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