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Saúde

Conheça o cão terapeuta que ajuda profissionais de saúde a aliviarem estresse

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o cão henry está vestindo uma capa verde e botinhas de tecido amarelas. ele também usa uma proteção transparente nos olhos
Claudio Cruz/AFP

Henry, de três anos, é chamado pela equipe de hospital de “El Tuerto” (O Caolho, em português) por não ter um de seus olhos


Os profissionais de saúde do Centro Médico Nacional 20 de Noviembre, na Cidade do México, estão em ótima companhia. Isso porque, para reduzir o estresse da rotina de combate ao novo coronavírus , um cãozinho que foi “contratado” há 50 dias como terapeuta durante a pandemia .

Harley é um pug de três anos que foi apelidado pela equipe do hospital como El Tuerto, que em português significa O Caolho. Isso porque, há um ano, ele perdeu um dos olhos em um acidente.

A dona de Harley é Lucía Ledesma, que atua como psicóloga no hospital. Ela explica que o cachorrinho teve treinamento especial desde que era filhote e passa duas horas por dia nas instalações para acalmar os profissionais de saúde que ficam horas tratando de casos da Covid-19 .

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Lucía explicou à imprensa local que o cão estava sendo preparado para trabalhar no hospital durante a pandemia desde fevereiro.

Ela explica que a ação faz toda diferença para quem está na linha de frente. Ao interagir com Henry, os funcionários podem se sentir aliviados e distraídos, conseguindo um momento para não focar na situação estressante a qual estão submetidos.

Fonte: IG SAÚDE

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Saúde

Covid-19: Senado aprova produção de equipamentos por universidades

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Agência Brasil

mão segura máscara
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Máscaras, álcool em gel e respiradores estão entre EPIs que podem ser prooduzidas



O Senado aprovou nesta quinta-feira, 28, projeto de lei (PL) que autoriza as universidades federais a produzir equipamentos de proteção individual (EPIs) e outros aparelhos para combater a Covid-19 , doença transmitida pelo novo coronavírus .

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Conforme o PL, as instituições poderão fabricar, para fins de doação, itens como máscaras , respiradores e álcool em gel. O texto segue para apreciação da Câmara dos Deputados.

“Em muitas partes do país, o sistema de saúde já está em colapso, o que implica a morte também de pessoas acometidas de outras doenças. Além disso, milhões de brasileiros tiveram sua renda afetada em consequência da necessidade de respeito à quarentena”, disse o relator da matéria, Cid Gomes (PDT-CE), em seu parecer.

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De acordo com o senador, nesse contexto, as universidades federais devem ser consideradas importantes aliadas do Poder Público e da sociedade no enfrentamento da pandemia . “Com efeito, é o que já tem ocorrido de norte a sul”, acrescentou.

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Gomes afirmou que já existem iniciativas em várias universidades pelo país e citou a Universidade de Santa Catarina (UFSC), que desenvolveu o protótipo de um ventilador pulmonar, e a Universidade Federal de São Paulo (Unifesp), que trabalha no desenvolvimento de peças para respiradores artificiais e outros equipamentos para unidades de terapia intensiva ( UTIs ).

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As universidades federais do Piauí (UFPI), do Ceará (UFCE) e do Acre (UFAC), dentre outras, também estariam trabalhando na produção de máscaras e outros equipamentos para hospitais.

Fonte: IG SAÚDE

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Saúde

20% dos norte-americanos recusariam vacina contra Covid-19, diz pesquisa

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Entidades de saúde dos EUA apontam preocupação com pessoas que podem se recusar a receber vacina contra Covid-19

Uma pesquisa realizada pelo NORC Center for Public Affairs apurou que apenas metade dos estadunidenses afirmam que estão ansiosos por uma vacina contra o novo coronavírus ( Sars-Cov-2 ). O dado é ainda mais alarmante quando aponta que, entre os pesquisados, 20% diz que não aceitaria uma  imunização contra a doença.

A pesquisa também destaca 31% das respostas, que afirmam “ainda não ter certeza” sobre a possibilidade de aceitar ou não a vacina. O estudo preocupa profissionais da ciência e da saúde por apontar, principalmente, um desafio para a saúde pública – que destaca o alto grau de contágio do vírus.

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Entre os argumentos apresentados por quem recusaria a vacina, o mais frequente é “temor pela segurança”, considernado o fato de que a vacina será um medicamente recém-descoberto. “Eu não sou anti-vacina “, afirma Melanie Dries, de 56 anos, ao portal DailyMail. “Mas me sinto mais segura se esperar um ano ou dois até receber a minha dose, pois tenho medo que os efeitos colaterais não sejam testados ainda”, explica.

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O diretor do Instituto Nacional de Saúde dos Estados Unidos, porém destaca que em qualquer processo de produção de vacinas a segurança é o ponto mais importante. “Estamos criando um plano gigante de testes para cada vacina . Isso significa que queremos nos certificar da eficácia e segurança do que desenvolvemos”, diz.

Fonte: IG SAÚDE

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Saúde

Distância de 2 metros não evita contágio por Covid-19, diz estudo

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Maioria das transmissões são feitas por pessoas assintomáticas
Agência Brasil/Fernando Frazão

Maioria das transmissões são feitas por pessoas assintomáticas

De acordo com um estudo publicado na revista Science, se manter 2 metros distante de outras pessoas não é suficiente para evitar o contágio pelo novo coronavírus (Sars-Cov-2) — diferentemente do que apontam as recomendações desde o início da pandemia. O resultado do estudo reforça o uso universal de máscara para evitar a transmissão.

Segundo a publicação intitulada “Reduzindo a transmissão do Sars-CoV-2”, especialistas da Universidade de Taiwan e da Universidade da Califórnia afirmam que algumas evidências indicam que a Covid-19 está se espalhando silenciosamente em aerossóis expelidos por pessoas altamente contagiosas, mas que não apresentam sintomas.

Por isso, dizem, é preciso “realização regular e ampla de testes” para mapear casos assintomáticos. O estudo também reforça a necessidade do máscaras para o controle do vírus.

As recomendações da Organização Mundial da Saúde podem não ser suficientes em todos os casos, dizem Chia Wang, Kimberly Prather e Robert Schooley, autores do artigo.

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“Aumentaram as evidências que sugerem que os dois metros de distância recomendados pela OMS não são suficiente em muitas situações em ambientes internos onde gotículas permanecem no ar por horas, acumulando-se com o passar do tempo e se espalhando pelo ar em distâncias maiores que dois metros”, escreveram.

Os pesquisadores explicam que as gotículas se espalham no momento da respiração e da fala, “podem se acumular, permanecer no ar de ambientes internos por horas e podem ser inalados facilmente para dentro dos pulmões”.

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O centro de controle e prevenção de doenças dos EUA, o CDC, focou também em gotículas de tossidas e espirros. Nestes casos, a permanência no ar é menor, mas existe o risco de que as gotículas caiam diretamente no nariz ou boca de outras pessoas.

“Para que a sociedade retome suas atividades, é preciso de medidas para reduzir a emissão destes aerossóis, incluindo uso universal de máscaras”, concluiu o estudo.

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Fonte: IG SAÚDE

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