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Copa do Brasil: Atlético-GO marca nos acréscimos e elimina Fluminense

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Com amplo domínio da partida, o Atlético-GO sufocou o Fluminense do início ao fim e saiu de campo com a vitória por 3 a 1, nesta quinta (24), no Estádio Olímpico (GO). Com o resultado, a equipe do técnico Vagner Mancini avançou para as oitavas de final da Copa do Brasil, já que o Tricolor havia vencido o confronto de ida apenas por 1 a 0, no Maracanã.

Dragão é o dono do jogo

Precisando vencer, o Atlético-GO começou o jogo partindo para cima do Fluminense. Logo aos 3 minutos, Marlon Freitas aproveitou boa jogada de Janderson pela direita e chutou cruzado, passando perto do gol Tricolor. Aos 9 minutos, o Dragão contou com uma grande ajuda de Muriel para abrir o placar. Hyuri lançou Ferrareis pela esquerda, o camisa 11 cruzou na área em bola fácil para Muriel. No entanto, na hora de encaixar a defesa, o goleiro acabou entregando a bola nos pés de Chico, que não teve problemas para fazer o primeiro.

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Mesmo diminuindo o ritmo na parte final do primeiro tempo, o Atlético-GO criou boas chances para ampliar, sendo a melhor aos 42 minutos. Dudu avançou pela direita e jogou na área do Fluminense. Ferrareis cabeceou com perigo, tirando tinta da trave direita de Muriel.

Na única oportunidade real de gol que teve, o Fluminense empatou aos 50 minutos da etapa inicial. Cobrança de escanteio de Egídio pela esquerda e Luccas Claro subiu mais que toda a defesa para cabecear com força e deixar tudo igual.

O segundo tempo começou em ritmo mais lento, mesmo assim o Atlético-GO continuou melhor. O Fluminense mal conseguiu passar do meio de campo e o Dragão não criava muitas chances para finalizar.

A partir dos 25 minutos, o Atlético-GO começou a chegar com mais perigo. Primeiro com Matheus Vargas, que finalizou de perna direita para Muriel encaixar. No minuto seguinte, Janderson avançou pela direita e tentou cruzamento. O atacante quase marcou o gol mesmo sem querer.

Aos 33 minutos, o Atlético-GO marcou o segundo. Janderson soltou a bomba e Muriel fez grande defesa. No rebote, Marlon Freitas estufou as redes do Fluminense. Cinco minutos depois, Matheus Vargas invadiu a área e, na hora de chutar, Luccas Claro conseguiu evitar o gol da classificação do Dragão.

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O Fluminense teve a chance do empate aos 44 minutos. Nenê entrou na área pela esquerda e finalizou rasteiro, cruzado. A bola desviou na zaga e foi pela linha de fundo.

O Atlético-GO garantiu a vaga nas oitavas de final aos 47 minutos do segundo tempo. Matheuzinho subiu pela esquerda e tocou na medida para Matheus Vargas chutar, decretar a vitória por 3 a 1 e colocar o Dragão na próxima fase da Copa do Brasil.

Veja a tabela da Copa do Brasil.

Edição: Fábio Lisboa

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EUA e Reino Unido denunciam Rússia por ciberataques contra Olimpíada

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O Reino Unido e os Estados Unidos condenaram nesta segunda-feira (19) o que chamaram de ciberataques que teriam sido orquestrados por agentes de serviços de espionagem russos, incluindo tentativas de atingir os Jogos Olímpicos de Tóquio.

Autoridades britânicas e norte-americanas afirmaram que os ataques foram conduzidos pela Unidade 74455 da agência de espionagem militar russa GRU, também conhecida como Centro Principal de Tecnologias Especiais. O Departamento de Justiça dos EUA afirmou que seis membros da unidade tiveram papéis importantes nos ataques contra alvos que variaram desde a Organização para a Proibição de Armas Químicas às eleições de 2017 na França. As acusações envolvem quatro anos de atividades entre 2015 e 2019.

As autoridades dos EUA não comentaram se o momento da revelação, há poucas semanas da eleição nos Estados Unidos, foi escolhido para alertar sobre a atividade de grupos de hackers apoiados por governos estrangeiros. Já autoridades britânicas afirmaram que os hackers do GRU também conduziram operações de “ciber reconhecimento” contra os organizadores dos Jogos Olímpicos de Tóquio, que seriam realizados neste ano, mas acabaram sendo adiado para 2021 por causa da pandemia do novo coronavírus (covid-19).

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As autoridades britânicas se recusaram a dar mais detalhes sobre os ataques ou a afirmar se foram bem sucedidos, mas disseram que tinham como alvo os organizadores das Olimpíadas, fornecedores e patrocinadores. O secretário do Exterior do Reino Unido, Dominic Raab, afirmou que as “ações do GRU contra as Olimpíadas são cínicas e imprudentes. Condenamos elas nos termos mais fortes possíveis”.

O vice-diretor da polícia federal dos EUA (FBI) David Bowdich afirmou: “O FBI repetidamente tem alertado que a Rússia é um adversário altamente capaz em ciberataques e a informação revelada neste indiciamento ilustra como as atividades cibernéticas da Rússia são invasivas e destrutivas”.

Em dezembro de 2019, a  Rússia foi banida dos Jogos Olímpicos por quatro anos por causa de acusações de doping de seus atletas.

As autoridades britânicas e norte-americanas afirmaram nesta segunda-feira (19) que os hackers russos se envolveram em outros ataques, como o que comprometeu sistemas de computadores dos Jogos de Inverno em 2018, durante a cerimônia de abertura na Coreia do Sul. Este ataque comprometeu centenas de computadores, derrubou acesso à internet e interrompeu as transmissões de mídia.

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Série D: em partida truncada, Brasiliense vence Villa Nova por 1 a 0

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O Brasiliense (DF) chegou a terceira vitória consecutiva pela Série D do Campeonato Brasileiro. Nesta segunda-feira (19), em uma partida muito truncada, o Jacaré venceu o Villa Nova (MG) por 1 a 0, pela sétima rodada da primeira fase da competição. O jogo no estádio Elmo Serejo Farias, o “Serejão”, em Brasília (DF), teve transmissão ao vivo na TV Brasil.

O clube do Distrito Federal foi a 14 pontos, permanecendo na segunda posição do Grupo 6, a cinco pontos do líder e rival Gama (DF). O Leão do Bonfim, estacionado nos sete pontos, segue em sexto lugar e perdeu a chance de entrar na zona de classificação. As equipes se reencontram já na quarta-feira (21), às 19h (horário de Brasília), no estádio Castor Cifuentes, em Nova Lima (MG).

O primeiro tempo teve transpiração, mas pouquíssima inspiração de ambos os lados. Ter a posse de bola não fazia do Brasiliense necessariamente um time perigoso. Na única chance real, aos 36 minutos, o meia Luquinhas aproveitou a sobra de uma dividida na grande área e chutou forte, próximo à marca do pênalti, parando em grande defesa do goleiro Deola.

Após o intervalo, o Jacaré subiu as linhas e intensificou a presença no campo do Villa Nova. Os mineiros se seguraram como puderam até os 14 minutos, quando o árbitro Jose Ricardo Vasconcellos Laranjeira viu um toque de mão na grande área do atacante João Guilherme, do Leão do Bonfim, após cruzamento do lateral Peu. De pênalti, o centroavante Zé Love abriu o marcador.

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Aos 19 minutos, o atacante Marcos Aurélio, batendo falta, acertou o travessão e quase ampliou. A partir daí, o cenário do jogo mudou. O Villa se lançou ao ataque e pressionou o Brasiliense no campo de defesa. A dependência da bola parada e os erros no passe final, porém, dificultaram a vida dos mineiros, que não conseguiram assustar o goleiro Fernando Henrique.

Em outro jogo iniciado às 15h, o Bragantino (PA) venceu o Rio Branco (AC) por 2 a 1, de virada, no estádio Diogão, em Bragança (PA). O duelo pelo Grupo 1 seria domingo (18), mas, foi adiado após 17 atletas do time acreano terem indisposição estomacal. O Tubarão do Caeté manteve a ponta da chave, agora com 16 pontos. O Estrelão, que perdeu a invencibilidade, caiu para terceiro, com três pontos a menos.

A primeira fase da edição 2020 da Série D reúne 64 clubes, abrange os 26 estados brasileiros e o Distrito Federal. Sob critérios regionais, as equipes foram divididas em oito grupos com oito times em cada. Os quatro melhores de cada chave avançam ao mata-mata. Os quatro classificados para a semifinal ganham o direito de disputar a Série C em 2021.

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Confira a classificação da Série D do Campeonato Brasileiro.

Edição: Cláudia Rodrigues

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Coluna – Yohansson para a história

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Seis medalhas paralímpicas, 11 em Mundiais e oito em Jogos Parapan-Americanos, ao longo de 15 anos. Um retrospecto que, por si só, mostra o tamanho de Yohansson Nascimento no paradesporto brasileiro. No fim de semana, ele anunciou que estava encerrando a carreira nas pistas. Foram várias as mensagens em redes sociais publicadas por companheiros do atletismo e até outras modalidades (paralímpicas ou não), que dirimiram qualquer dúvida que pudesse existir sobre o que representa o alagoano de 33 anos para o movimento.

Não significa que Yo, como é chamado pelos amigos, esteja dando adeus ao esporte. No próximo dia 30, o alagoano será candidato à vice-presidência do Comitê Paralímpico Brasileiro (CPB), em disputa com o atual vice, Ivaldo Brandão Vieira. Em condições normais, ele até teria conseguido se despedir na Paralimpíada de Tóquio (Japão) – para a qual já tinha índice – mas o adiamento dos Jogos, devido à pandemia do novo coronavírus (covid-19), antecipou os planos do atleta.

“A próxima eleição só seria em quatro anos. Vi que seria a melhor hora para tomar essa decisão. Ela é difícil para qualquer atleta, independente do rumo. Não foi algo do dia para noite. Essa decisão foi tomada aos poucos, muito pensada”, explica Yo. A minha intenção era terminar a carreira em uma Paralimpíada. De qualquer forma, fico feliz porque, no ano passado, fui para meu sexto Mundial, em Dubai [Emirados Árabes], consegui outra medalha [bronze nos 100m] e fiz o melhor resultado da minha vida [10s69]”, completa.

 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 

Não é o fim de uma carreira e sim o início de uma nova jornada. Foi uma decisão difícil de ser tomada, por todas as circunstâncias, de ter índice para Tokyo, de ter feito na minha última competição o melhor resultado da minha vida e saber que eu podia melhorar. Abri mão de um sonho individual por um sonho coletivo. Quero poder devolver tudo que o esporte me proporcionou, da oportunidade aos atletas chegarem ao lugar mais alto do pódio. Saber que estou contribuindo com tudo isso que vem sendo feito ao longo desses anos no esporte paralímpico, que toda criança com deficiência que um dia sonha em se tornar um grande atleta, possa representar sua cidade, seu estado e até nosso Brasil. Agradeço a todos que estão e estiveram ao meu lado nesses 15 anos de uma carreira repleta de medalhas. Continuarei dando meu melhor…

Uma publicação compartilhada por Yohansson Ferreira (@yohanssonf) em 17 de Out, 2020 às 4:02 PDT

 

Yohansson nasceu sem as duas mãos. Natural de Maceió (AL), abraçou o atletismo paralímpico em 2005, aos 17 anos. Dois anos depois, representou o país no Parapan do Rio de Janeiro e arrebatou três medalhas de ouro, nos 100m, 200m e 400m. Em 2008, na primeira Paralimpíada da vida, não se intimidou com o estádio de Pequim (China) lotado, com cerca de 80 mil pessoas, e subiu duas vezes ao pódio, com o bronze nos 100m e a prata no revezamento 4 x 100 metros. Já na edição seguinte, em Londres (Reino Unido), a glória máxima: ouro nos 200m e recorde mundial.

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A conquista na capital britânica veio acompanhada do pedido de casamento à então namorada Thalita. Desse amor, nasceu Yan, que comemora dois anos nesta terça-feira (20) e foi presentado com as duas últimas medalhas do pai – antes do bronze em Dubai, teve a prata dos 100m no Parapan de Lima (Peru). “Acho que consegui ser totalmente realizado na minha carreira”, afirma Yohansson, que, a julgar pela disposição do filho, terá que manter o preparo físico em dia, mesmo aposentado.

“Ele tem muita energia. Nunca vi um menino que gosta tanto de correr [risos]. Com certeza, vou incentivá-lo à prática esportiva. O esporte é muito transformador. Não sei se ele seguirá a vida de atleta, mas tem muito do meu DNA. Quando ele corre, eu tenho que estar preparado para correr atrás dele”, brinca o agora ex-velocista da classe T-46 (amputados de membros superiores).

Legado e referência

“Apesar de ter uma tristezinha no coração de todo mundo, pois teve muito atleta que chorou sabendo da notícia, eu sei que fica muita gratidão, muita energia boa. O Yo é muito além de medalhas” afirma Verônica Hipólito.

O que a velocista fala do amigo resume muitas das mensagens direcionadas a Yohansson após o anúncio da aposentadoria. Várias das postagens foram de atletas agradecendo pelo apoio em algum momento das respectivas carreiras. A própria Verônica guarda, com carinho, o auxílio antes da prova de 200m que a consagrou campeã mundial em Lyon (França), há sete anos, na classe T-38 (paralisia cerebral).

 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 

22/07/2013. . . . Há exatos 7 anos e 1 dia eu me tornei campeã mundial. Para muitos é somente mais uma página na minha vida, mas para mim foi um divisor de mares. E a parte mais irônica disso tudo é que eu queria desistir. Na final dos 200 metros, na câmara de chamada, eu estava me tremendo de medo. E foi aí que chegou o cara mais mal encarado que eu já tinha conhecido : Yohansson. Senhor Yohansson. Eu nem o conhecia e já não gostava dele. A prova dele ,também final dos 200 metros, seria uns 5-10 minutinhos após a minha. Ele perguntou na lata “Tá com medo do que?” quando me viu, e me encorajou, talvez até sem saber disso, e quando eu estava indo correr, gritou “VERÔNICA, SE DIVIRTA”. . . . Eu não sei o que teria acontecido se eu tivesse desistido. Na verdade, nem penso nisso. Eu sei que eu corri a final. Foi um dos momentos mais loucos e divertidos da minha vida. Até hoje, quando me lembro, me dá forças. E foi após ter ganho esse mundial que minha vida – e de toda a minha família, mudou: assinei com a Nike, Petrobras, Nissan, Coca Cola, Ajinomoto, Nescau, passei a receber Bolsa Pódio, fazer palestras e receber por isso, matérias na Folha, Estadao, Veja, Uol, Vogue, OTD, Globo; conheci o mundo, ganhei amigos, aprendi muito entre tantas outras coisas. . . . E foi aí que o Senhor Yohansson virou o Yo. O cara que bato no peito e falo que é meu melhor amigo. E desde então tivemos risadas e brigas. Você me ensinou muito, estava ao meu lado quando gritei aos céus ” POR QUE COMIGO??” quando descobri que iria operar em 2017, e quando perdi o chão por saber que iria operar em 2018 novamente. Você estava me esperando no banheiro feminino enquanto eu chorava escondida, e me acalmou todas as vezes que eu iria fazer besteira. Ligou para mim para contar que teu sonho de ser pai se tornou realidade, e até para me contar ações que estavam descontadas ?♥️ . . . @yohanssonf, você me disse há muito tempo sobre realidade e ilusão. Que a realidade era meu pai, minha mãe e meu irmão. E hoje eu discordo completamente de você. Você é realidade também. . . . Obrigada por tudo, irmão.

Uma publicação compartilhada por Verônica Hipólito (@vehipolito) em 23 de Jul, 2020 às 3:39 PDT

Sucessor, de certa forma, da trajetória do alagoano, o campeão (e recordista) mundial e paralímpico Petrúcio Ferreira também fez reverência ao amigo, com quem dividiu muitos pódios internacionais. O último deles exatamente no Mundial de Dubai, quando a dupla – Petrúcio ouro, Yohansson bronze – ainda teve a companhia de Washington Júnior, em uma premiação 100% brasileira.

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Outro que manifestou gratidão foi Fabrício Ferreira. Medalhista de bronze nos 100m do Mundial do ano passado, na classe T-12 (baixa visão), o velocista teve auxílio do alagoano para adquirir uma sapatilha própria para corrida, no início da carreira. “Meu ídolo e grande amigo. Você sempre foi e sempre vai ser minha referência”, comentou Fabrício, na postagem em que Yohansson anunciou a despedida das pistas.

Campeonato Mundial de Atletismo em Dubai, Emirados Árabes - 100m T47 - Yohansson Nascimento no meio, com  Petrúcio Ferreira à esquerda, e Washington Júnior à direita. Campeonato Mundial de Atletismo em Dubai, Emirados Árabes - 100m T47 - Yohansson Nascimento no meio, com  Petrúcio Ferreira à esquerda, e Washington Júnior à direita.

Yohansson Nascimento no Mundial de Atletismo em Dubai ( Emirados Árabes):  atleta no meio, entre Petrúcio Ferreira à esquerda, e Washington Júnior à direita. – Daniel Zappe/Exemplus/CPB/Direitos Reservados

“As pessoas me auxiliaram tanto no meu início que eu também queria poder fazer isso com o que recebi. Quando se chega ao auge, o atleta se torna uma inspiração a novos atletas. Essa foi sempre uma responsabilidade que carreguei. Não como uma pressão, mas como gratidão”, conta Yo, fazendo menção a duas referências que teve no atletismo paralímpico.

“A Rosinha [Roseane Ferreira dos Santos, arremessadora], que conquistou dois ouros nos Jogos de Sydney [Austrália, em 2000], foi uma pessoa com quem aprendi muito sobre o que é ser atleta, o que é ganhar uma medalha, ser exemplo. Outro foi o Antônio Delfino [velocista], que ganhou dois ouros em 2004, em Atenas [Grécia]. Lembro uma vez, em uma competição em Porto Alegre. Eu não tinha um bloco de partida [onde o atleta se posiciona para a largada] e ele me deu um. Fiquei pensando: que coração bom o dele. Ele sabe que sou da mesma categoria, que vou competir contra ele, e está me dando um material esportivo para que eu melhorar minhas marcas. Fiquei com aquilo no coração e carrego até hoje”, conclui.

Edição: Cláudia Soares Rodrigues

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