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Da várzea a herói do Flamengo: em 7 anos, Bruno Henrique cumpre profecia do avô

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Arquivo pessoal

Bruno Henrique, há 10 anos, defendia o Inconfidência

Maracanã, Rio de Janeiro. Bruno Henrique arranca e bate cruzado para marcar o segundo gol do Flamengo contra o Internacional , pelas quartas de final da Copa Libertadores. A 450km dali, o bairro de Concórdia, em Belo Horizonte, também vibra ao ver uma de suas crias brilhando no futebol brasileiro. Foi nos campos de terra da várzea mineira que o camisa 27 deu seus primeiros passos.

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Essa história começa em 2009, quando Bruno Henrique era apenas “Bruninho” ou “mosquito”, apelido que ganhou na infância pois passava voando pelos zagueiros. Vindo de uma família humilde, precisou conciliar a rotina de estudos, trabalhos informais e de treinos na equipe de futebol amador do bairro: o Inconfidência Futebol Clube .

“Nessa época, ele já trabalhava como office boy. Ganhava dinheiro durante a semana e jogava aos domingos. Com 16 anos, nós víamos que ele tinha talento quando jogava contra os adultos. Foi no futebol amador que ele teve suas primeiras oportunidades”, conta Ronnie Hudson, de 36 anos, o primeiro técnico do atacante.

Antes do sucesso, Bruninho precisou ouvir diversos “nãos”. No início da carreira, foi recusado em peneiras do Atlético-MG e do América-MG e, por isso, não teve formação em categorias de base. Descoberto por Ronnie, passou a disputar a Copa Itatiaia, torneio promovido por uma rádio do estado, e lá chamou atenção.

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“Ele entrava e todo mundo já dava para ver que ele era acima da média. Tinha velocidade para conduzir a bola nos campos de terra. Ele foi se destacando, ganhando popularidade”, conta o treinador.

Bruno Henrique marcou os dois gols do Flamengo contra o Inter arrow-options
Libertadores / Twitter / Reprodução

Bruno Henrique marcou os dois gols do Flamengo contra o Inter

Em 2012, o Independência conquistou o título da Copa Itatiaia e Bruno Henrique foi eleito o craque e o artilheiro da competição. Despertou interesse do olheiro do Cruzeiro , que convidou a ele e ao seu irmão Vander Nunes, quatro anos mais velho, para um período de testes na Toca da Raposa.

Foi também onde seu Genésio faria uma profecia para o neto: um dia veria o garoto vestindo a camisa da seleção brasileira – o que se tornará realidade no mês de setembro. Na última sexta-feira,  o atacante foi convocado pela primeira vez pelo técnico Tite para participar de dois amistosos nos Estados Unidos.

“É muito gratificante e prazeroso para todos daqui de Concórdia. Nós que começamos com ele, vimos surgindo no futebol. Não tem felicidade maior que essa. Parece que estamos vivendo um sonho, ele estava aqui com a gente e vai vestir a camisa da seleção brasileira”, completa Ronnie.

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Junior Neymar, o irmão que era a aposta de craque

Bruno Henrique era uma das promessas do Concórdia, mas quem despertava mais expectativa era o irmão Vander. Na época de Inconfidência, ele era o camisa 10 da equipe e visto como “o mais certo para vingar” pelos treinadores. Não à toa, ganhou o apelido de “Juninho Neymar”.

“Eu me destacava mais, fazia mais gols do que o Bruno Henrique. Bruninho finalizava melhor, era talentoso, mas eu participava mais dos gols”, lembra Vander, ou Juninho, que aos 29 anos ainda atua no futebol amador da cidade.

No título conquistado em 2012, Juninho foi a revelação da competição. O topetinho louro, aliado ao talento com os pés, lhe rendeu o apelido de “Neymar”.

Bruno Henrique no Santos arrow-options
Twitter/Reprodução

Bruno Henrique no Santos

“Ele estava surgindo no Santos e tinha aquele cabelo. Por isso, eu ganhei o apelido aqui na várzea”, brincou.

Assim como o irmão, Juninho seguiu para o Cruzeiro e foi emprestado ao Uberlândia, também de Minas Gerais. No entanto, as diversas lesões atrapalharam a carreira até que ele decidiu voltar para a cidade natal. Hoje, comemora o sucesso do irmão e companheiro.

“Nossa convivencia é boa, a gente conversa todo dia. É uma felicidade imensa, né? Não só para mim, mas para a família toda. É um sonho de qualquer jogador vestir a camisa da seleção brasileira. Eu e todos nós da cidade ficamos orgulhosos com as conquistas dele”

Fonte: IG Esportes
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Paralimpíada 2020: coronavírus cancela evento da bocha adaptada

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O Centro de Treinamento (CT) Paralímpico de São Paulo recebe até amanhã (23) a 2ª fase de treinamento da Seleção Brasileira de Bocha Adaptada. Entre os convocados, estão oito membros da comissão técnica, 12 atletas e seis assistentes esportivos. A previsão inicial era que todos eles seguissem na segunda-feira (24) para Tóquio, para o evento-teste. Mas a crise do Covid-19 (novo coronavírus) mudou tudo.

A BISFed (entidade internacional da modalidade) informou que a Federação Japonesa (JPSA – Japan Para Sport Association) decidiu cancelá-lo. “Viemos para cá com tudo pronto para a ida a Tóquio. Bem tensos por causa da situação da saúda na China e no Oriente. O cancelamento só nos foi passado aqui mesmo no CT em São Paulo. Mas acabou sendo bom. Ninguém sabe a real dimensão que essa epidemia pode atingir. Pelo lado esportivo, a nossa ida a Tóquio ia ser muito proveitosa para o preparo da equipe quanto ao fuso horário, tempo de viagem e clima”, comentou Bianca Bargas, staff da atleta Natali de Faria (classe BC2).

“A gente já esperava alguma ação. Mas não tão perto da viagem. Quando a gente acaba uma missão, que foi a primeira etapa de treinos em janeiro, já começamos a trabalhar na próxima. Até a nossa convocação para essa etapa foi visando ao evento-teste “, afirmou Moisés Fabrício, coordenador da modalidade. “Do evento-teste só participariam os campeões continentais. Assim, nós iríamos com uma equipe mais “enxuta”, com oito atletas, três calheiros e três assistentes técnicos”, disse o dirigente.

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Piso

Wagner Lima, comandante da equipe da classe BC 3 (atletas com paralisia cerebral ou não cerebral, ou de origem degenerativa), reconhece que o cuidado com a saúde dos integrantes das seleções é importante, mas mostra uma preocupação também com o lado técnico das disputas. “Não vai mudar muito o nosso cronograma de preparação. Mas seria interessante irmos até lá, principalmente para conhecermos mais o piso. Em São Paulo, treinamos no piso utilizado na “Rio 2016″. Tudo indica que o modelo será o mesmo lá em Tóquio. Mas, lá em Lima, nos Jogos Parapan-americanos, o piso foi mais rápido e tivemos um pouco de dificuldade de adaptação. Demorou um pouco até chegarmos aos 100%”, lembrou.

Próximas competições e vagas 

Antes dos Jogos Paralímpicos (previstos para o período de 29 de agosto a 5 de setembro), a seleção tem dois eventos que ainda contarão para o ranking internacional e para a definição dos participantes dos Jogos de Tóquio. De 23 a 30 de abril, será o BISFed 2020 Laval World Open, no Canadá. Entre 13 e 20 de julho, haverá o BISFed 2020 Póvoa World Open, em Portugal.

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Ainda dependendo da confirmação oficial, a chegada da deleção brasileira para a aclimatação na cidade de Hamamatsu (Japão) está prevista para ocorrer entre os dias 4 e 5 de agosto. Até o momento, o Brasil já tem confirmadas nove vagas para os jogos. A classificação é para o país e não nominal. Os atletas que representarão o Brasil em Tóquio ainda serão definidos e convocados.

Surto do novo coronavírus

O coronavírus já infectou mais de 75 mil pessoas na China e mais de 1.000 em mais 25 países, incluindo o Japão. Na quinta-feira (20), duas pessoas de 80 anos, contaminadas em um navio de cruzeiro em quarentena, morreram.

 

Edição: Graça Adjuto

Fonte: IG Esportes
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Rumo à Olimpíada, ídolo crê em medalha inédita no tênis de mesa

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No masculino, são cinco atletas entre os 100 melhores do mundo, sendo um deles (Hugo Calderano) no top-10. No feminino, uma jogadora (Bruna Takahashi) está, pela primeira vez, entre as 50 do planeta. O tênis de mesa brasileiro vive a melhor fase desde a chegada ao país, em 1905, trazido por turistas ingleses. O bom momento será colocado à  prova na Olimpíada de Tóquio, no Japão, e a possibilidade de uma medalha inédita é real. Ao menos é o que avalia um dos maiores nomes da história do esporte no Brasil.

Com a experiência de seis participações olímpicas como atleta e uma como treinador, o ex-mesatenista Hugo Hoyama acredita que Calderano, hoje o sétimo do mundo entre os homens, é candidato ao pódio. Aposta também que a seleção masculina, número sete do mundo por equipes, pode surpreender.

“Ter um atleta como ele (Calderano) faz com que os outros o acompanhem. Eles sabem que, tendo-o ali, a chance existe. Motiva mais. No último Mundial (por equipes, em 2018, na Suécia), o Brasil ficou em quinto. Quem sabe, pegando uma chave boa, (a equipe) possa brigar por um pódio”, disse Hoyama à Agência Brasil, em atividade do programa Sesc Verão, na unidade da Avenida Paulista, em São Paulo. “E o Hugo é um cara para esse tipo de torneio. É acostumado a finais importantes e não sente pressão”, completou sobre o “xará” – que nos Jogos do Rio de Janeiro em 2016 repetiu sua campanha de Atlanta, nos Estados Unidos, em 1996, parando nas oitavas de final.

O tênis de mesa brasileiro estará completo no Japão, já que as seleções masculina e feminina – comandada por Hugo – venceram o Pré-Olímpico disputado em outubro do ano passado em Lima, no Peru. Cada equipe terá três atletas, sendo os dois melhores do país pelo ranking da Federação Internacional de Tênis de Mesa (ITTF, sigla em inglês) e um indicado por critério técnico. Dos três de cada naipe, dois competirão na chave individual: o número um e uma escolha do treinador.

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Entre os homens, Calderano e Gustavo Tsuboi (40º) seriam hoje os confirmados na seleção. Vitor Ishiy (56º) fez parte do trio titular no Pré-Olímpico, enquanto Eric Jouti (88º) foi o terceiro elemento do time medalhista de bronze nos Jogos Pan-Americanos, também disputados em Lima. Entre eles, há ainda Thiago Monteiro (69º), que acumula participações nos Jogos de 2004 (Atenas, na Grécia) e 2008 (Pequim, na China).

Já no feminino, pelo ranking de fevereiro, a equipe teria Bruna Takahashi (45ª) e Jéssica Yamada (150ª). Caroline Kumahara (152ª), atual número 3 do país, foi quem integrou o grupo brasileiro nos dois torneios. Hoyama deve anunciar, no início de abril, a equipe que levará para sua segunda Olimpíada como técnico. “Não é que é mais fácil ser jogador, mas, quando se é técnico, é preciso cuidar das três atletas, das adversárias, estudar mais. Mas, é legal. Como disputei na mesa, na motivação, na preparação posso ajudar bastante. Na parte tática também. Estou ali, principalmente, para ajudar as meninas a alcançar um sucesso”, afirmou.

“Chegar a Tóquio e conquistar uma vitória (nas disputas individuais) sobre uma top-50, top-30 ou top-20 já seria um grande resultado. Em termos de equipe, também. Pelo ranking, entre as seleções que estarão lá, nossa posição não é muito boa (25ª do mundo). E então, pode ser como no Rio e, na primeira rodada, pegar a China (1ª). Mas, não temos que esperar a sorte. Temos de nos preparar para qualquer adversário”, completou.

Do provável trio que representará a seleção feminina no Japão, a que vive melhor momento é a mais jovem delas, que caminha para a primeira participação olímpica. Não significa, porém, que Bruna Takahashi, de 19 anos, e que ganhou 29 posições no ranking nos últimos sete meses, seja inexperiente. “Para estar bem no ranking, é preciso participar dos campeonatos internacionais, ganhar jogos e ter boas colocações. É por isso que ela subiu bem. É uma menina aguerrida, joga com sangue nos olhos e vai para cima desde o primeiro saque. Lógico, a gente trabalha a paciência e a concentração dela, mas é algo que vem com a experiência”, disse o técnico.

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Otimismo pós-Tóquio

Mas, e após Tóquio? A perspectiva é de uma disputa mais acirrada na seleção comandada por Hoyama. No Pré-Olímpico, por exemplo, a “número 4” do time foi Laura Watanabe, 15 anos. Já no Mundial por equipes deste ano, marcado para o período de 22 a 29 de março na Coreia do Sul, está prevista a participação de Giulia Takahashi (irmã de Bruna), 14 anos, como quarto nome. As duas costumam jogar juntas em torneios internacionais na base e, na temporada passada, chegaram a ser vice-campeãs sul-americanas entre os adultos.

“No ano passado, houve uma seletiva nacional e meninas novas chegaram às finais. Tenho certeza que, após Tóquio, duas ou três dessas atletas terão chance de lutar por vagas no próximo ciclo olímpico”, afirmou Hoyama, que vê as novas gerações em condições de se inspirar no bom momento da safra atual.

“Vejo que os jogadores de hoje têm situação melhor que na minha época. Hoje, você tem o Bolsa Atleta, os clubes investindo mais. São épocas. Pouca gente sabe, mas não é fácil o atleta se manter no alto nível. Sem, por exemplo, um patrocinador de raquete e borracha. Uma raquete boa custa entre R$ 1,5 mil e R$ 2 mil. Cada borracha sai de R$ 300 a R$ 350. Um jogador de alto nível troca de borracha toda semana. Como a maioria joga estilo clássico (utiliza os dois lados da raquete), são R$ 600, R$ 700 por semana em borracha. Os atletas da seleção (principal) já conseguem viver do esporte. E isso é legal. Mostra aos mais novos que há chances caso queiram seguir esse caminho”.

Edição: Graça Adjuto

Fonte: IG Esportes
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Paralimpíadas 2020: coronavírus cancela evento da bocha antecipada

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O Centro de Treinamento (CT) Paralímpico de São Paulo recebe até amanhã (23) a 2ª fase de treinamento da Seleção Brasileira de Bocha Adaptada. Entre os convocados, estão oito membros da comissão técnica, 12 atletas e seis assistentes esportivos. A previsão inicial era que todos eles seguissem na segunda-feira (24) para Tóquio, para o evento-teste. Mas a crise do Covid-19 (novo coronavírus) mudou tudo.

A BISFed (entidade internacional da modalidade) informou que a Federação Japonesa (JPSA – Japan Para Sport Association) decidiu cancelá-lo. “Viemos para cá com tudo pronto para a ida a Tóquio. Bem tensos por causa da situação da saúda na China e no Oriente. O cancelamento só nos foi passado aqui mesmo no CT em São Paulo. Mas acabou sendo bom. Ninguém sabe a real dimensão que essa epidemia pode atingir. Pelo lado esportivo, a nossa ida a Tóquio ia ser muito proveitosa para o preparo da equipe quanto ao fuso horário, tempo de viagem e clima”, comentou Bianca Bargas, staff da atleta Natali de Faria (classe BC2).

“A gente já esperava alguma ação. Mas não tão perto da viagem. Quando a gente acaba uma missão, que foi a primeira etapa de treinos em janeiro, já começamos a trabalhar na próxima. Até a nossa convocação para essa etapa foi visando ao evento-teste “, afirmou Moisés Fabrício, coordenador da modalidade. “Do evento-teste só participariam os campeões continentais. Assim, nós iríamos com uma equipe mais “enxuta”, com oito atletas, três calheiros e três assistentes técnicos”, disse o dirigente.

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Piso

Wagner Lima, comandante da equipe da classe BC 3 (atletas com paralisia cerebral ou não cerebral, ou de origem degenerativa), reconhece que o cuidado com a saúde dos integrantes das seleções é importante, mas mostra uma preocupação também com o lado técnico das disputas. “Não vai mudar muito o nosso cronograma de preparação. Mas seria interessante irmos até lá, principalmente para conhecermos mais o piso. Em São Paulo, treinamos no piso utilizado na “Rio 2016″. Tudo indica que o modelo será o mesmo lá em Tóquio. Mas, lá em Lima, nos Jogos Parapan-americanos, o piso foi mais rápido e tivemos um pouco de dificuldade de adaptação. Demorou um pouco até chegarmos aos 100%”, lembrou.

Próximas competições e vagas 

Antes dos Jogos Paralímpicos (previstos para o período de 29 de agosto a 5 de setembro), a seleção tem dois eventos que ainda contarão para o ranking internacional e para a definição dos participantes dos Jogos de Tóquio. De 23 a 30 de abril, será o BISFed 2020 Laval World Open, no Canadá. Entre 13 e 20 de julho, haverá o BISFed 2020 Póvoa World Open, em Portugal.

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Ainda dependendo da confirmação oficial, a chegada da deleção brasileira para a aclimatação na cidade de Hamamatsu (Japão) está prevista para ocorrer entre os dias 4 e 5 de agosto. Até o momento, o Brasil já tem confirmadas nove vagas para os jogos. A classificação é para o país e não nominal. Os atletas que representarão o Brasil em Tóquio ainda serão definidos e convocados.

Surto do novo coronavírus

O coronavírus já infectou mais de 75 mil pessoas na China e mais de 1.000 em mais 25 países, incluindo o Japão. Na quinta-feira (20), duas pessoas de 80 anos, contaminadas em um navio de cruzeiro em quarentena, morreram.

 

Edição: Graça Adjuto

Fonte: IG Esportes
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