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Deputado visita municípios afetados pelas chuvas na região oeste

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Checando os estragos com o prefeito Eduardo Vilela e o vice-prefeito Mirim

Foto: ROSE DOMINGUES

As chuvas intensas nos últimos dias afetaram diversos municípios da região oeste de Mato Grosso, onde pontes ficaram submersas pela água e parte do asfalto desmoronou em diversos trechos das rodovias. Um exemplo é a MT-248, entre Araputanga e Jauru e em Figueirópolis D’Oeste, que deixou a população ilhada durante o feriado de carnaval. 

Diante da gravidade da situação, o deputado estadual Dr. Gimenez (PV) foi pessoalmente nesta semana conferir a gravidade dos problemas para pedir apoio emergencial ao governo do estado. “Nós já fizemos contato com a Defesa Civil e a Sinfra (Secretaria de Infraestrutura) que garantiram o envio de equipes para o local”. 

Na MT-248, de Araputanga a Jauru, há alguns trechos perigosos onde o asfalto cedeu e foi levado pela enxurrada, ainda existe risco de deslizamento. Mais a frente, em Figueirópolis D’Oeste, os estragos foram até maiores. Dr. Gimenez conseguiu gravar e fotografar as inundações que cobriram pontes e estradas de terra entre as propriedades e também o asfalto da rodovia. 

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“A situação é muito grave, precisamos da liberação de recursos do governo federal imediatamente, por isso, já falamos com alguns deputados federais para sensibilizar para o problema e também conversei com o superintendente da Defesa Civil. Vamos continuar acompanhar a situação”, afirma o parlamentar.

Além de prejuízos à população local, que não tem conseguido se locomover em diversos locais, a situação poderá impactar a economia da região, tendo em vista que está impedindo o trânsito entre as propriedades rurais, sendo que algumas delas estão totalmente ilhadas por causa de pontes que foram destruídas pelas chuvas. Alguns trechos que ligam à MT 248 ficaram totalmente submersos pela água

Foto: ROSE DOMINGUES

Em Figueirópolis D’Oeste, o prefeito Eduardo Vilela, disse que não conseguirá reverter os problemas apenas com a estrutura do município e pede ajuda do Estado. “Estamos em estado de alerta e já não sabemos o que fazer caso a situação persista, se as chuvas continuarem, pedimos socorro”.
  Municípios aguardam apoio do governo do Estado para situação de emergência

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Foto: ROSE DOMINGUES Algumas pontes entre Araputanga, Jauru e Figueirópolis D'Oeste desabaram e propriedades rurais ficaram isoladas

Foto: ROSE DOMINGUES

Fonte: ALMT
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Projeto permite requisitar administrativamente bens e serviços de pessoas físicas ou jurídicas durante pandemia

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Foto: FABLICIO RODRIGUES / ALMT

O deputado estadual Paulo Araújo (PP) apresentou, durante sessão remota da Assembleia Legislativa de Mato Grosso (ALMT) na segunda-feira (6), projeto de lei n° 260/20 que autoriza o Poder Executivo estadual a requisitar administrativamente bens e serviços de pessoas físicas ou jurídicas, devido a emergência de saúde pública, de importância internacional, ao enfrentamento ao coronavírus (covid-19).

“A proposição tem o objetivo da prevenção e o enfrentamento à pandemia do coronavírus e se justifica tendo em vista que há que se privilegiar o interesse coletivo, que deve se sobrepor ao individual”, disse o parlamentar. 

Conforme a proposta, fica garantido ao particular o direito a indenização pelo uso do bem ou serviço. A requisição administrativa de que trata a lei sugerida deverá ser devidamente fundamentada e se consolidará por meio do ato próprio específico.

Na matéria fica estabelecido que o Poder Executivo regulamentará a presente legislação, que entrará em vigor na data da sua publicação, com vigência enquanto perdurar o Plano de Contingência Estadual para Infecção Humana pelo Novo Coronavírus.

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“Considerando a aprovação da matéria, que junta com os preceitos inscritos no ordenamento jurídico, espero contar com o imprescindível apoio dos nobres pares na aprovação”, finalizou Paulo Araújo.

Fonte: ALMT
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PEC que dá celeridade transferência de recursos é aprovada

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Foto: FABLICIO RODRIGUES / ALMT

Uma Proposta de Emenda à Constituição, de autoria do presidente Eduardo Botelho (DEM), aprovada na sessão de segunda-feira (6), abrevia o repasse de emenda impositiva aos 141 municípios mato-grossenses. 

A PEC 31/2019 define que as emendas individuais impositivas apresentadas pelos parlamentares ao Projeto de Lei Orçamentária Anual (PLOA) podem alocar recursos aos municípios por meio de transferência especial e com finalidade definida.   

De acordo com Botelho, as emendas podem ser repassadas diretamente aos municípios. Isso, segundo ele, já é feito com as emendas impositivas apresentadas pelos deputados federais e senadores ao orçamento anual da União.

“Hoje, aqui em Mato Grosso, tem que ser aprovado, depois disso tem que celebrar convênio. É uma dificuldade. Isso, muitas vezes, é aquela história: um manda rápido e outro não. Existe também aquele que tem mais interesse do que aquele que está no cargo. Agora os recursos podem ser repassados direto para os municípios”, explicou Botelho.

A PEC acrescenta o artigo 164-A à Constituição Estadual. Ela define ainda que os recursos transferidos aos municípios não podem ser utilizados para repartição e para o cálculos dos limites da despesa com pessoal ativo e inativos e no pagamento de encargos referentes ao serviço da dívida.

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Na transferência especial, os recursos devem ser repassados diretamente ao município beneficiado, independente de celebração de convênio. O capital deve ser aplicado em programação finalística de competência do município beneficiado.  A prefeitura pode firmar contratos de cooperação técnica para subsidiar a aplicação dos recursos.

Os recursos, na transferência com finalidade definida, devem ser vinculados à programação estabelecida na emenda parlamentar e, ainda, aplicados nas áreas de competência constitucional do Estado.

Tanto na transferência especial a aplicação dos recursos será fiscalizada pelos órgãos de controle interno, no Estado e no município, e pelo Tribunal de Contas do Estado (TCE). Enquanto que na transparência com finalidade definida, a aplicação dos recursos deve ser fiscalizada pelos órgãos de controle interno estadual e pelo TCE.

De acordo com a emenda constitucional, pelo menos 50% das transferências especiais devem aplicadas em despesas de capital (aquisição de máquinas, equipamentos, realização de obras).

Fonte: ALMT
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Faissal encaminha requerimento à Setas sobre o Pró-Família

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Foto: FABLICIO RODRIGUES / ALMT

O deputado estadual Faissal Calil (PV) encaminhou o Requerimento nº126/2020 de informação para que seja enviado á secretária de Estado de trabalho e Assistência Social (Setas), Rosamaria Carvalho, acerca do funcionamento do Programa Pró-Família durante o período de calamidade em função da disseminação da Covid-19 no estado de Mato Grosso.

“Solicitei durante a sessão, por meio de um equerimento, todas as informações pertinentes ao programa, a população está preocupada, sem saber como ficará a situação dessas pessoas que dependem desse programa do governo”, esclarece o deputado.

No documento, o parlamentar solicita informações como: as novas inscrições durante a epidemia e como funcionará o programa em Mato Grosso com essa crise provocada pelo coronavírus.

Pró-Família: O Programa abrange todos os municípios de Mato Grosso e tem por finalidade  reduzir as  desigualdades sociais, mediante ações de promoção da cidadania, bem como inclusão social de famílias em situação de  vulnerabilidade   em decorrência de  situações  de pobreza e risco social, com a finalidade de   auxiliar os destinatários na superação de tais fatores.

São objetivos específicos do programa:

 I – promover segurança de rendimentos e melhoria de qualidade de vida da família beneficiária;

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 II – possibilitar o mais amplo acesso à rede de serviços públicos, de forma a assegurar proteção social;

 III – articular a transversalidade das políticas públicas em rede colaborativa com os 141 municípios do Estado de Mato Grosso, com o intuito de assegurar o desenvolvimento humano e social através de serviços públicos essenciais, com a finalidade de garantir melhores condições de saúde, educação, cidadania e habitação além de oportunidades de trabalho e geração de renda. 

    

Fonte: ALMT
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