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Doria sobre vacina: “São Paulo fez, o Ministério da Saúde não”

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Governador João Doria (PSDB)
Governo do Estado de São Paulo/Divulgação

Governador João Doria (PSDB)

O governador João Doria (PSDB) realizou, neste domingo (17), uma coletiva de imprensa para falar sobre a vacinação contra o novo coronavírus (Sars-coV-2) no estado. 

Ao falar sobre o início da imunização, Doria alfinetou Jair Bolsonaro (sem partido) e o minsitro da Saúde, Eduardo Pazuello. “Brasil agora tem uma vacina porque São Paulo fez, não foi Jair Messias Bolsonaro, não foi Pazuello, foram os cientistas do Butantan”, disse. 

São Paulo tem a transferência que o governo federal não tem. 

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Chuvas e temperaturas mais baixas neste sábado em São Paulo

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Previsão do tempo deste sábado é de chuva
Reprodução/CreativeCommons

Previsão do tempo deste sábado é de chuva

Tempo nublado e chuvas durante todo o dia marcam a previsão do tempo deste sábado (27), na capital paulista. O Centro de Gerenciamento de Emergências Climáticas (CGE) divulgou que a mínima será de 19ºC e a máxima de 26ºC.

Entre o início da tarde e noite, principalmente, o sábado será marcado por chuva moderada a forte. A umidade do ar em São Paulo oscila entre 48% e 95%.

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Gilmar Mendes tira da Lava-Jato do Rio investigação contra delegado

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Ministro do STF, Gilmar Mendes
NELSON JR./STF

Ministro do STF, Gilmar Mendes

O ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Gilmar Mendes proferiu uma decisão determinando que uma investigação contra delegado da Polícia Civil do Rio de Janeiro saia da competência da Lava-Jato do Rio e seja encaminhada para a Justiça Estadual. O caso envolvia suspeitas de pagamento de propina do empresário Arthur Soares, o rei Arthur, a um delegado da Polícia Civil, Ângelo Ribeiro de Almeida Júnior, em troca de proteção em investigações.

Em sua decisão, Gilmar entendeu que o único elemento usado para justificar a competência do juiz Marcelo Bretas, da 7ª Vara Federal do Rio, era a delação, e que não havia relação dos fatos com a Lava-Jato do Rio. A reclamação foi protocolada pelo advogado do delegado, Rafael da Silva Faria.

“O suposto recebimento, pelo reclamante, de vantagem indevida de Arthur Soares, por intermédio de Danilo Botelho, não é suficiente para sustentar uma conexão com os fatos apurados pela Operação Titereiro –não há envolvimento de agentes públicos, verbas federais ou qualquer vínculo com os delitos praticados na gestão do governo Cabral, dos quais se desdobrou a Operação Titereiro”, escreveu Gilmar Mendes.

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O ministro fez críticas aos processos mantidos sob a competência de Bretas no Rio, apontando que não é possível determinar que os desdobramentos da Lava-Jato do Rio automaticamente teriam que ficar sob a alçada de Bretas. “Importante observar que a regra no processo penal é o respeito ao princípio do juiz natural, com a devida separação das competências entre Justiça Estadual e Justiça Federal”, escreveu.

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Covaxin: MP e TCU pedem suspensão de compra do Ministério da Saúde

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Vacina Covaxin, desenvolvida pelo laboratório Bharat Biotech; MP e TCU contestam compra de vacina que não teve eficácia comprovada
Divulgação/Bharat Biotech

Vacina Covaxin, desenvolvida pelo laboratório Bharat Biotech; MP e TCU contestam compra de vacina que não teve eficácia comprovada

O Ministério Público junto ao Tribunal de Contas da União (TCU) entrou com um pedido nesta sexta-feira (26) para que seja suspensacompra de 20 milhões de doses Covaxin, vacina indiana contra Covid-19 adquirida por meio de acordo com a Precisa Medicamentos, fabricante brasileira do imunizante indiano.

O subprocurador-geral do TCU , Lucas Furtado, contesta o o fato de que o contrato de R$ 1,6 bilhão tenha sido firmado sem que haja eficácia comprovada para plicação no país. Além disso, a Anvisa ainda não autorizou a realização de estudos clínicos da vacina em território brasileiro.

“A aquisição de vacinas ainda não testadas atrasa ainda mais a vacinação dos brasileiros e coloca em risco da vida de milhões, no momento em que enfrentamos a pior fase da doença, com o recorde de mortes diárias atingido recentemente. Cabe notar que, no momento, temos opções de vacinas!”, disse Furtado.

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“Em detrimento da aquisição de imunizantes que não possuem comprovações cientificas, o certo é aplicar os recursos públicos de forma eficiente e buscando a efetividade na proteção dos brasileiros”, continuou.

Ministério da Saúde responde

Em nota, o Ministério da Saúde alega que a aquisição da Covaxin permitirá assegurar e ampliar ainda mais a estratégia de vacinação dos brasileiros contra a covid-19. A aplicação das vacinas, como a de qualquer imunizante incorporado ao Plano Nacional de Operacionalização da Vacinação contra a Covid-19 (PNO), está condicionada à prévia obtenção de registro ou de autorização para uso emergencial pela Anvisa “.

“O pagamento pelo Ministério da Saúde a cada fornecedor de vacina também está condicionado à obtenção de autorização da Anvisa para uso do imunizante”, continua a pasta.

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