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Durante crise, entidades civis pedem proteção social e defendem SUS

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Agência Brasil

Em texto de Pacto pela Vida e pelo Brasil, entidades civis defendem SUS, ciência e pedem por sociedade justa


Nesta terça-feira, 7, entidades civis aproveitaram a data do Dia Mundial da Saúde para lançar o documento Pacto pela Vida e pelo Brasil, que propõe alternativas e orientações para enfrentar a crise do novo coronavírus, ao que se referem como uma “grave crise sanitária, econômica, social e política”. Entre outros tópicos, os dirigentes das entidades defendem Sistema Único de Saúde ( SUS ) e orientações de órgãos sanitários internacionais, e ainda citam a importância de uma “liderança ética, arrojada, humanística” e de “sociedade mais justa, sustentável e fraterna”. 

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O texto deve ser entregue ainda hoje a Rodrigo Maia (DEM), presidente da Câmara dos Deputados;  David Alcolumbre (DEM), presidente do Senado Federal; e ministro Dias Toffoli, presidente do Supremo Tribunal Federal (STF). Governadores também devem ter acesso ao Pacto.

As entidades envolvidas acreditam que é preciso haver um acordo entre cidadãos, governos e Poderes da República. Entre a lista de assinaturas, estão dirigentes da Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB), da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB), da Comissão Arns, da Academia Brasileira de Ciências (ABC), da Associação Brasileira de Imprensa (ABI) e da Sociedade Brasileira para o Progresso da Ciência (SBPC).

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Segundo o documento, a humanidade está sendo testada e momento exige “exercício de uma cidadania guiada pelos princípios da solidariedade e da dignidade humana”. Para isso, entidades sugerem que representantes e cidadãos estabeleçam diálogo “maduro e corresponsável” para encontrar soluções, principalmente, para a parcela mais carente da população.

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Sobre a pandemia, o Pacto reforça a necessidade de cumprir isolamento social, já que é o “único meio de desacelerar a transmissão do vírus e seu contágio”. A carta fala ainda sobre repúdio a falas que possam colocar em risco “a saúde e sobrevivência do povo brasileiro”. “Devemos apoiar e seguir as orientações dos organismos nacionais de saúde, como o Ministério da Saúde, e dos internacionais, a começar pela Organização Mundial de Saúde – OMS”.

As entidades civis dizem, ainda, que é “necessário e inadiável um aumento significativo do orçamento” ao SUS para conseguir combater com segurança e eficácia os efeitos e a propagação da Covid-19 .

A carta chama atenção ao aumento da desigualdade social no país e a necessidade de fazer com que nenhuma pessoa fique desamparada, seguindo o caminho da dignidade humana e da solidariedade. Entre os que necessitam de apoio, são citadas populações em situação de rua, moradores de comunidades carentes, idosos, povos indígenas, população prisional e aos demais pertencentes a grupos vulneráveis.

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Os dirigentes afirmam que o Estado precise estabelecer diálogos e políticas claras até que situação se estabilize. É sugerida a expansão de programas como o Bolsa Família e da Renda Básica Emergencial, além da criação de impostos sobre grandes fortunas.

As entidades civis alfinetam, ainda, a gestão por trás do Governo Federal e aponta que o diálogo seja promovido, “presidindo o processo de grandes e urgentes mudanças em harmonia com os poderes da República, ultrapassando a insensatez das provocações e dos personalismos, para se ater aos princípios e aos valores sacramentados na Constituição de 1988″.

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Suspeito de matar a mulher gravou vídeo pedindo ‘desculpas’; veja o vídeo

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Gilton e Thayane
Reprodução

Gilton e Thayane eram vistos como um casal feliz nas redes sociais

Gilton Santos Pinto, apontado como o principal suspeito de matar a arquiteta Thayane Nunes da Silva, em Campo Grande, Zona Oeste do Rio, gravou um vídeo nas redes sociais em que pede “mil desculpas pelo que aconteceu”, mas não especificou o motivo das desculpas. Na sequência, ele apagou o vídeo. Mas, algumas pessoas gravaram antes que ele pudesse apagar.

“Gente, eu estou aqui pedindo mil desculpas pelo que aconteceu hoje, para depois não me julgarem, julgarem os meus familiares. Porque a vida, é, ninguém sabe o que se passa com um casal”, afirma Gilton no vídeo.

O vídeo foi gravado antes de Gilton ser preso pela polícia após se envolver em um acidente de carro em Angra dos Reis. Ele fugiu de carro depois do crime e bateu em outros dois veículos. Oito pessoas ficaram feridas no acidente.

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De acordo com a Polícia Militar do Rio, o casal brigou em um quarto do apartamento onde viviam e os vizinhos ouviram a discussão e chamaram a PM. Quando os policiais chegaram ao condomínio, o marido teria fugido e Thayane já estava morta. Ela foi estrangulada por Gilton.

Veja, na sequência, o vídeo publicado por Gilton Santos Pinto:



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Deputado Knoploch do PSL baleou um advogado durante festa clandestina

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Divulgação/ Paulo A. Santos

Deputado Alexandre Knoploch (PSL-RJ) atirou em homem durante festa clandestina.


O deputado estadual Alexandre Knoploch (PSL-RJ) se envolveu em uma confusão durante uma festa clandestina que descumpria as ordens das autoridades de saúde de isolamento social para evitar a proliferação do novo coronavírus. O caso ocorreu na madrugada desta quinta-feira, em Brasília, e o parlamentar ainda é acusado de atirar contra um dos frequentadores do evento, um advogado de 39 anos.


A Polícia Civil do Distrito Federal confirmou a informação. O caso foi registrado como lesão corporal e está sendo investigado pela 1ª Delegacia Policial de Brasilia.

A vítima foi socorrida ao Hospital de Base (HBB), onde passou por cirurgia e segue internada.

Ao O DIA , a vítima informou que todos estavam na festa quando Knoploch chegou ao local acompanhado de mais dois parlamentares. Os deputados ameaçaram denunciar o evento caso não entrassem.

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Durante a confusão, um homem foi agredido com um soco . A vítima diz que Knoploch sacou a arma e efetuou os disparos . “É uma mistura de revolta e medo. Não sei muito bem o que fazer”, desabafou o homem.

Em nota a assessoria de Knoplocho disse que: “Na última quinta-feira, o deputado estadual Alexandre Knoploch se dirigiu a uma delegacia de Polícia Civil, em Brasília, para registrar que foi vítima de uma agressão covarde , quando saía de um restaurante. Ao deixar o estabelecimento, recebeu socos pelas costas e foi derrubado no chão.

Para paralisar seu agressor, desferiu um tiro em seu pé.

De acordo com o relatado pelo agressor após o incidente, o deputado foi confundido com outra pessoa.

Vale a pena ressaltar que o próprio deputado foi quem procurou as forças policiais, para registrar o caso.

O deputado pediu, por conta própria, ainda, que além do exame de corpo delito, fossem também feitos os exames toxicológico e de alcoolemia, comprovando que ele não havia ingerido bebida alcoólica. E esclareceu que possui porte de arma”.

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Mineiros têm mais risco de quadros graves da Covid-19, diz estudo

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Segundo um levantamento realizado pela Fundação Oswaldo Cruuz, as pessoas que vivem em Minas Gerais tem mais chance avançarem para quadros graves quando contaminadas pelo novo coronavírus (Sars-coV-2). A resposta apontada pela pesquisa é que o estado é o terceiro com maior número de pessoas com comorbidades.

Com base na Pesquisa Nacional da Saúde (IBGE), os cientistas reuniram dados de seis agravantes da Covid-19 mais encontradas entre os mineiros, que são a idade avançada, doenças cardíacas, hipertensão, diabetes, doenças pulmonares e pessoas com pelo menos uma enfermidade crônica não transmissível para identificar as populações mais frágeis.

Leitos de UTI para tratamento contra o novo coronavírus em Guanhães%2C no Vale do Rio Doce (MG)
Gil Leonardi / Imprensa MG

Leitos de UTI para tratamento contra o novo coronavírus em Guanhães, no Vale do Rio Doce (MG)

Nesses quesitos, em média, os mineiros só são menos vulneráveis que os gaúchos e paulistas. De acordo com esse cenário e na situação da pandemia no país, a fundação emitiu uma nota em que reforça a necessidade de distanciamento social , principalmente em capitais como Belo Horizonte, que retrocedeu na flexibilização de atividades.

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“Em face de toda a incerteza, parece oportuno que as medidas de isolamento sejam pensadas de maneira conjunta, e é preciso estar atento especialmente à pressão do serviço de saúde, uma vez que a redução da curva nas capitais pode significar a interiorização da epidemia, o que possivelmente vai trazer, em médio prazo, uma explosão da demanda por serviços de média e alta complexidades nas capitais novamente”, informa a Fiocruz.

Observando os dados selecionados pela fundação, Minas Gerais se destaca negativamente como o estado com a maior população com doenças cardíacas do Brasil, com um percentual de 6,28% dos moradores acima dos 18 anos sendo portadores dessa condição. A média nacional é de 4,18%. Somado a isso, os mineiros são a segunda população de mais hipertensos do país, com uma impressionante taxa de 24,5%, atrás apenas do Rio Grande do Sul, com 25,34%, sendo que, na média, 22,6% dos brasileiros são hipertensos.

Os mineiros ainda reúnem mais condições adversas, sendo a quarta população do Brasil com maior quantidade de pacientes com pelo menos uma doença crônica não transmissível, o que acomete 20,65% da população acima de 18 anos. É também o quarto no ranking percentual de idosos, que chegam a representar 19,4% do total da população. 

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Ainda acima da média brasileira e na oitava posição nesse quesito, 7,19% dos habitantes adultos de Minas Gerais são diabéticos. O índice médio do Brasil é de 7,05%. 

A única condição médica considerada crítica para pacientes do novo coronavírus em que os mineiros figuraram em situação melhor do que a média nacional se refere às doenças pulmonares. Esse tipo de quadro está presente em 1,31% da população de Minas, o 14º pior resultado, mas ainda assim melhor do que o nacional, de 1,78%.

De acordo com boletim, da última quinta-feira (02), da SES sobre a Covid-19 , 82% das 1.059 pessoas que morreram em decorrência da doença no estado tinham uma ou mais comorbidades. A grande maioria dos que morreram, 74%, tinha 60 anos ou mais de idade. As informações são do jornal Estado de Minas Gerais .

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