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‘Ele é minha única companhia’, disse Jairinho ao reclamar de Monique com Henry

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Mãe de Henry Borel, Monique está com o vereador desde o ano passado
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Mãe de Henry Borel, Monique está com o vereador desde o ano passado

Uma mensagem recuperada no celular de Monique Medeiros da Costa e Silva, que consta no processo em que ela e o namorado, o médico e vereador Jairo Souza Santos Júnior, o Dr. Jairinho (sem partido), são réus por homicídio triplamente qualificado contra Henry Borel Medeiros , mostra o parlamentar reclamando de sua ausência no quarto do casal. Na conversa ocorrida na madrugada de 24 de fevereiro, 12 dias após a professora ter conhecimento de agressões dele contra o menino, o parlamentar afirma que a moça, que “todo dia tem uma desculpa”, ainda não foi deitar o seu lado e ele então dormiria “na cama de baixo” com o enteado.

Às 2h57 daquela madrugada, Jairinho escreve: “Minha companhia deve ser mesmo bem desagradável. Pois até agora você não veio deitar do meu lado. Coloquei a cama do Henry no chão para você não ter mais desculpa de deitar no outro quarto. Todo dia uma desculpa. Hoje você não teve uma. Mas simplesmente não veio. Obrigada por me mostrar o quão importante eu sou para você. Pois depois de um dia inteiro de trabalho, que só chegou a noite, nem ao meu lado quis dormir. Tudo bem. Vou deitar na cama de baixo com Henry. Ele é minha única companhia”.

Uma hora e 11 minutos depois, às 4h08, Monique responde: “Não é desagradável. Você não foi me chamar”. A conversa aconteceu menos de duas semanas depois de a professora ser informada, em tempo real, pela babá Thayna de Oliveira Ferreira, que Jairinho trancou Henry no quarto, por volta de 16h de 12 de fevereiro, e ao deixar o cômodo, o menino mancava, apresentava hematomas nos braços e nas pernas, reclamava de dores de cabeça e dizia ter sido vítima de “chutes” e “bandas” pelo então padrasto .

Por esse episódio, os dois respondem por tortura contra o menino — Monique, na modalidade omissiva. O casal também foi denunciado pelo promotor Marcos Kac por agressões acontecidas no dia 3 de fevereiro e Jairinho por o utra sessão de violência em data incerta, no fim desse mesmo mês. Na última sexta-feira, dia 7, a juíza Elizabete Louro Machado, titular do II Tribunal do Júri, decretou a conversão da prisão temporária de ambos em preventiva .

A troca de mensagens entre eles estava no aparelho apreendido com a professora em 26 de março, na casa de seus pais, em Bangu, na Zona Oeste do Rio. O telefone passou por uma perícia do Instituto de Criminalística Carlos Éboli (ICCE), que encaminhou ao delegado Henrique Damasceno, titular da 16ª DP (Barra da Tijuca), um laudo detalhado, na ocasião. Treze dias depois, eles foram presos temporariamente.

No depoimento que prestaram na delegacia, dia 18 de março, Monique e Jairinho contaram que assistiam, no quarto de hóspedes, uma série na televisão, na madrugada de 8 de março, quando pegaram no sono e, por volta de 3h30, ela o acordou para irem dormir no cômodo do casal. Ao chegar, a professora disse ter encontrado Henry no chão, com mãos e pés gelados e olhos revirados e sem responder ao seu chamado.

Indagada se havia lido o laudo de necropsia com a causa da morte de Henry , Monique afirmou acreditar que ele possa ter acordado, ficado em pé sobre a cama, se desequilibrado ou até tropeçado no encosto da poltrona e caído no chão. O documento apontou hemorragia interna e laceração hepática , provocada por ação contundente, além de equimoses, hematomas, edemas e contusões.

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Ministério da Saúde pediu 50 milhões de doses da Covaxin 10 dias após acordo

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Vacina indiana Covaxin, que custou ao Brasil 1000% a mais do que o valor inicial informado pela fabricante
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Vacina indiana Covaxin, que custou ao Brasil 1000% a mais do que o valor inicial informado pela fabricante

O Ministério da Saúde encaminhou à Precisa Medicamentos um ofício pedindo a compra de mais 50 milhões de doses da vacina Covaxin menos de dez dias após fechar a compra de 20 milhões de doses em um contrato no valor de R$ 1,6 bilhão . As informações são de Caio Junqueira , da CNN Brasil.

No dia 6 de março, a pasta encaminhou o Ofício nº 561 do Ministério da Saúde com o tema “Aquisição de 50 milhões de doses de vacina contra a COVID-19 adicionalmente aos Contratos celebrados entre a União e a empresa Bharat Biotech Limited International, representada pela empresa Precisa Comercialização de Medicamentos Ltda”.

Nove dias depois, em 15 de março, o ministério volta a pressionar a empresa por mais vacinas por meio de um novo ofício “solicitando a antecipação do máximo possível de doses ao Brasil”.

A informação está na Nota Informativa Nº 24 do Ministério da Saúde enviada à CPI da Covid, que atende a um pedido do vice-presidente da comissão, Randolfe Rodrigues (Rede-AP). A Precisa Medicamentos e o Ministério da Saúde ainda não se pronunciaram sobre o assunto.

MPF vê indícios de crime em contrato

Ministério Público Federal (MPF) identificou indícios de crime na compra feita pelo Ministério da Saúde de 20 milhões de doses da vacina indiana Covaxin e pediu que o caso seja investigado na esfera criminal. Até então o caso vinha sendo apurado dentro de um inquérito que tramitava na esfera cível. O contrato para a compra da Covaxin totalizou R$ 1,6 bilhão.

Você viu?

Nesta terça-feira, o senador Randolfe Rodrigues (Rede-AP) deu a entender que o  contrato entre o governo federal e a Precisa Medicamentos pela compra da vacina Covaxin deve ser alvo de investigação da CPI da Covid.

“A Comissão Parlamentar de Inquérito entra em uma terceira e decisiva fase, que é a investigação de outros crimes além dos anteriores. Até então, os indícios eram de crimes contra a ordem de saúde sanitária, de prevaricação, basicamente estes. Nós vamos entrar agora na área de investigação em relação à corrupção ativa e passiva de agentes públicos e privados”, disse.


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Lázaro teria atravessado rio para voltar a mata fechada, acredita a polícia

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Pastor alemão Sauke é carregado no ombro por PM após se ferir em rio de Cocalzinho de Goiás durante as buscas por Lázaro
Foto: Reprodução/Polícia Militar de Goiás

Pastor alemão Sauke é carregado no ombro por PM após se ferir em rio de Cocalzinho de Goiás durante as buscas por Lázaro

Com duas semanas completas de buscas pelo serial killer do DF, Lázaro Barbosa,  a polícia de Goiás acredita que o criminoso tenha fugido fugido pelo rio dos Macacos e depois pelo rio da Areia para chegar em uma área a cerca de 20 km do perímetros de buscas da polícia — que trabalha região entre Águas Lindas e Santo Antônio. As informações são da Record TV.

Segundo a emissora, Lázaro está com um celular, entrou em contato com a família e diz que conta com a ajuda de comparsas. Os agentes não sabem se o criminoso fez o percurso de fuga a pé ou se tem alguém ajudando a dar cobertura.

Diferentemente da semana passada, as buscas agora estão sendo realizadas em uma região de mata aberta — que não é de domínio de Lázaro. Por isso ele teria optado por atravessar o rio para dificultar o trabalho da polícia.

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Governo diz a Barroso que 72% dos indígenas já estão imunizados contra Covid-19

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Vacinação na aldeia indígena Umariaçu
MARCELO CAMARGO/AGÊNCIA BRASIL

Vacinação na aldeia indígena Umariaçu

 O ministro da Saúde, Marcelo Queiroga, informou ao ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Luís Roberto Barroso que 72% dos indígenas de terras homologadas e não homologadas já estão vacinados contra a Covid-19, com primeira e segunda dose — e que o governo adotou toda a proteção possível às comunidades.

Barroso é o relator da ação que pede maior proteção aos povos indígenas durante a pandemia da Covid-19 e recebeu presencialmente no gabinete no Tribunal Superior Eleitoral (TSE), além de Queiroga; o ministro da Defesa, general Braga Netto, e o advogado-geral da União, André Mendonça, para tratar do cumprimento das decisões proferidas na ADPF 709.

No julgamento desta ação, concluído na última sexta-feira, o Supremo determinou que o governo federal adote imediatamente todas as medidas necessárias para garantir proteção da vida, da saúde e da segurança das populações indígenas nas terras Yanomami e Munduruku.

O ministro da Defesa esclareceu que questões orçamentárias estavam superadas e que as Forças Armadas darão apoio à Polícia Federal para a execução do plano de isolamento de invasores em terras indígenas (Plano Sete Terras Indígenas).

Você viu?

De acordo com a assessoria de imprensa do Supremo, após o encontro com os integrantes do governo federal Barroso agradeceu a colaboração dos Ministérios da Saúde e da Defesa, que classificou como indispensáveis para a preservação da vida e da saúde das comunidades.

No início da tarde, o ministro se reuniu por videoconferência com lideranças das comunidades indígenas Munduruku e Yanomami. As comunidades narraram grandes dificuldades e riscos para a segurança em razão da presença de invasores em suas áreas e reforçaram a importância do Supremo para a sua proteção.

A ação que pede maior proteção aos povos indígenas na pandemia foi apresentada em 2020 pela Articulação dos Povos Indígenas do Brasil (APIB) e seis partidos políticos — PSB, PSOL, PCdoB, Rede, PT, PDT — que apontavam omissão do governo federal.

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