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Eleições 2020 I Candidatura de Luizão é irreversível e poderá unificar projeto de oposição

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O empresário Luiz Homem de Carvalho “LUIZÃO” (Republicanos) que há alguns meses lançou sua pré-candidatura à prefeitura de Rondonópolis, resolveu acreditar no projeto e na possibilidade de um projeto de unificação da oposição com vistas a bater o atual prefeito de Rondonópolis, Zé do Pátio. Trabalhando nos bastidores de forma cautelosa Luizão tem se aproximado das comunidades conversando com moradores e lideranças afim de apresentar-se e falar de seu projeto para o futuro de Rondonópolis, enquanto isso, seu grupo vem trabalhando nos bastidores junto à outros postulantes ao cargo com o intuito de trabalharem um consenso em torno do seu nome, para isto, o empresário já se antecipou e procurou montar toda estrutura necessária para sua campanha. Enquanto o cenário encontra-se indefinido para alguns, a certeza de Luizão é só uma, a de que não recuará da disputa e que só a união dos grupos de oposição que querem o bem de Rondonópolis fará o resultado positivo. Fontes que chegaram até esta redação dão conta de que Luizão teria hoje quase como certa em seu grupo, o (PODEMOS) de Medeiros, além do seu partido, o Republicanos, mas que estaria bem próximo de fechar também com PSL de Claudinei, tendo a possibilidade de ter em seu arco de aliança o PSDB e outros que estariam ensaiando candidatura própria. O fato é que com a desistência dada quase como certa de Thiago Silva (MDB), muita coisa poderá mudar no cenário político até 16 de setembro, último prazo para convenções partidárias  data em que o Republicanos de Luizão fará sua convenção. Outra novidade que poderá acontecer é a retirada da candidatura de Bonotto que teve neste dia 03/09 sua convenção realizada pelo PRTB de forma aberta e por isso não está descartado seu recuo em prol de um projeto de grupo, no mesmo passo segue a candidatura do Democrata Cristão Cláudio Ferreira DC (27), que vem ficando de certa forma isolado na formação de um grupo competitivo, e as rodadas de negociações podem trazer o Paisagista para a unificação do projeto, uma vez que o mesmo defende os mesmos ideais e vem pontuando muito bem em todas as pesquisas, vale lembrar que, com a desistência de Thiago Silva, Cláudio Ferreira traz consigo grande parcela do eleitorado evangélico, uma vez que o mesmo é Assembleiano  e bem quisto entre os fiéis. por outro lado, Luizão que é do segmento católico, bem relacionado no meio empresarial poderá construir uma dobradinha e porque não dizer um projeto vitorioso.

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Nunca é demais lembrar que, o atual prefeito José Carlos do Pátio acumula uma grande rejeição por parte do eleitorado, resolveu lançar neste último ano uma enxurrada de obras e mesmo com a máquina na mão  corre o risco de ver sua reeleição não passar de uma utopia, pois, sendo considerado de esquerda, terá que dividir parte do seu eleitorado com grupos como o de Ubaldo Barros que fez parte do seu projeto de eleição e ainda a candidatura de Kleber Amorim que representa o Partido dos trabalhadores e tem como objetivo abocanhar parte deste eleitorado visando eleger vereadores pela sigla.

Contra Zé do Pátio constam ainda os acontecimentos ligados a crise do novo coronavírus, que vão desde desvios de recursos, a falta de investimentos na saúde que deixou claro para a população a falta de capacidade de gestão e descaso com a população Rondonopolitana, que ao invés de aplicar recursos na saúde, preferiu investir em obras eleitoreiras visando  seu projeto de reeleição

Uma coisa é certa e unânime entre todos que fazem oposição a Pátio, ou há uma união e dispensa de vaidades ou Rondonópolis continuará nas mãos do atual prefeito.

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Poder Legislativo busca soluções efetivas e de longo prazo para o Pantanal

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Destruição pelas chamas causa impactos incalculáveis sobre a fauna e a flora

Foto: MARIO FRIEDLANDER / ALMT

Com mais de 20% de sua área destruída pelas chamas e impactos incalculáveis sobre a fauna e a flora, o Pantanal passa a ser foco do Poder Legislativo em âmbito estadual e federal. Neste sábado (19), uma comitiva de senadores, deputados federais e estaduais, técnicos legislativos e imprensa vai ver de perto a situação do Pantanal mato-grossense e conversar com a comunidade local. Este será o segundo passo da Assembleia Legislativa de Mato Grosso (ALMT) em busca de soluções para a atual situação na região e de prevenir novos incêndios futuramente. Na quinta-feira (17), uma audiência pública abriu a programação da frente parlamentar da Câmara Federal, do Senado e da ALMT.

Devido à gravidade da situação e a preocupação com relação ao tema, foram criadas três comissões, uma na Câmara, uma no Senado e uma na Assembleia Legislativa, porém esta primeira diligência é articulada entre as três casas. Outros trabalhos conjuntos, entretanto, deverão ocorrer ao longo de todo o processo, como destacou o presidente da ALMT, deputado Eduardo Botelho (DEM). “Vamos trabalhar nesse projeto, a Assembleia Legislativa vai estar à frente dele, junto com a Comissão de Meio Ambiente desta Casa de Leis. Vamos elaborar propostas tanto para a Câmara Federal, como Senado e Assembleia Legislativa”, destacou.

A coordenadora da Comissão Temporária Externa na Câmara Federal, deputada Rosa Neide (PT-MT), explica que a iniciativa legislativa deverá acompanhar e promover uma estratégia nacional para enfrentar as queimadas em biomas brasileiros. “Vamos envidar esforços conjuntos e dialogados que envolvam autoridades públicas, cientistas, organizações da sociedade civil, proprietários rurais, comunidades tradicionais e toda a população. A finalidade é articular esforços para enfrentar a crise, contextualizar bem as raízes do problema e indicar o que pode ser feito para enfrentar e evitar queimadas”, explicou a deputada.

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Cerca de 3 milhões de hectares do Pantanal já foram consumidos pelas chamas

Foto: Karen Malagoli / Secretaria de Comunicação Social

O senador Wellington Fagundes (PL-MT) vai presidir a comissão no Senado e destacou que os trabalhos poderão resultar, inclusive, num estatuto para o Pantanal. “Partimos do princípio de que não tem uma norma federal, um estatuto que contemple princípios, objetivos e diretrizes que orientem o desenvolvimento socioeconômico sustentável da região”, afirmou o senador.

Neste sábado (19), o grupo político deverá partir logo cedo para o Pantanal, onde ficará até domingo. Na programação estão previstos um sobrevoo à região atingida, conversa com as equipes em campo e contato com lideranças locais de trabalhadores rurais e urbanos, povos indígenas, quilombolas e comunidades tradicionais. 

A previsão é que os trabalhos das comissões sejam realizados por um período de até 90 dias, porém algumas medidas de curto prazo poderão ser apresentadas e propostas para respostas imediatas ao problema atual.

Integração – Para a professora doutora e pesquisadora do Departamento de Botânica e Ecologia do Instituto de Biociência da Universidade Federal de Mato Grosso (UFMT), Viviane Layme, a construção de uma legislação específica para ordenar a ocupação e as atividades socioeconômicas no Pantanal pode contribuir muito para evitar que tragédias como a registrada este ano voltem a ocorrer. Mas, segundo ela, para que seja realmente eficiente e realista, é preciso ouvir todos as partes envolvidas, inclusive pesquisadores, comunidades tradicionais, pecuaristas e políticos.

 “Precisamos desenvolver um trabalho integrado de longo prazo. Não adianta cada parte ficar isolada, é hora de tirarmos proveito dessa tragédia para trabalhar de forma integrada”. De acordo com a pesquisadora, os povos tradicionais e indígenas precisam ser incluídos no processo porque muitas vezes são os mais atingidos.

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Do ponto de vista do médico-veterinário e produtor rural em Poconé (a 102 km de Cuiabá) Ricardo Figueiredo Arruda, o excesso de restrições legais para o uso do Pantanal afastou o humano, deixando a região altamente preservada, porém vulnerável a incêndios como o registrado neste ano. De acordo com Ricardo, o desenvolvimento sustentável da região requer um equilíbrio ambiental, econômico e social. “Uso restrito não pode ser uso impedido. As atividades econômicas geram renda e podem ser desenvolvidas em harmonia com o meio ambiente. Vimos que atender só um lado desta tríade não dá certo”, afirma.

Em Mato Grosso, existem atualmente 2,8 milhões de cabeças de gado em uma área de 5,3 milhões de hectares. Isso representa 14,79% do rebanho total em 87,74% da área de total do Pantanal.

Integrante do Comitê Popular do Rio Paraguai há mais de 20 anos, Vanda Aparecida Santos afirma que a falta de infraestrutura e de logística deixa as comunidades lindeiras sem nenhum amparo. “Não temos carros bombeiros, equipes. Semana passada, o fogo atingiu uma comunidade que precisou se mobilizar e combater o fogo sozinha. Já estamos sofrendo com a estiagem, não precisávamos do fogo”, afirma.

Sob diferentes óticas, os três entrevistados defendem a ampla discussão e inclusão de todos os agentes na construção de uma legislação específica para o Pantanal.

Incêndio histórico – Dados do Centro Nacional de Prevenção e Combate aos Incêndios Florestais (Prevfogo) apontam que 20% de todo o Pantanal já foram consumidos pelas chamas, atingindo cerca de 3 milhões de hectares. O Instituto Nacional de Pesquisa Espacial (Inpe) identificou 15.756 focos de calor no Pantanal, maior registro para o período desde 2005.

Fonte: ALMT

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Deputado Claudinei solicita reforma de centro comunitário em Rondonópolis

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Indicação do deputado Delegado Claudinei contempla centro comunitário

Foto: Ronaldo Mazza

O Centro Comunitário da Associação de Moradores do Bairro Santa Clara I, em Rondonópolis (MT), enfrenta problemas de estrutura e de fornecimento de energia elétrica para a realização de ações educativas à população da região. Diante desse fato, o deputado Delegado Claudinei apresentou a Indicação nº 3.877/2020 para a Secretaria de Infraestrutura do município e ao governo de Mato Grosso para resolverem a situação.

De acordo com a presidente da associação, a professora aposentada Maria do Carmo Alves Barbosa, o espaço garantia que a comunidade pudesse participar de importantes cursos de capacitação. “Infelizmente, a prefeitura de Rondonópolis tirou a nossa energia e, isso, vem nos impedindo de realizar os cursos para os moradores. Tanto que já perdemos um importante curso do Senai (Serviço Nacional de Aprendizagem Industrial) que aconteceria por agora, por falta de energia. O nosso trabalho é na linha de incentivar as pessoas para terem o seu próprio negócio”, explica.

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Ela conta que no local não tem energia elétrica desde novembro de 2019.  Em relação à parte estrutural do imóvel, é preciso fazer algumas adequações, como pintura, colocação de novas portas devido a arrombamentos, instalação de novos canos de água por terem sido destruídos, reposição de utensílios domésticos que foram roubados e a retirada da vegetação que está grande.

 “Avalio a importância do centro comunitário para este bairro de Rondonópolis. Parabenizo dona Maria do Carmo por essa iniciativa de levar educação com cursos de capacitação. E, claro, para continuar este trabalho é preciso adequação do local e energia elétrica. É importante resolver essa situação, já que há importantes trabalhos do movimento comunitário, que promove o desenvolvimento local e social e a promoção da cidadania”, posiciona Claudinei.

Maria do Carmo aposentou-se como educadora nos três níveis de ensino, infantil, fundamental e médio. Ela conta que atualmente faz dois cursos superiores – ciências contábeis e direito – e tem uma grande satisfação de levar educação para aqueles que mais precisam e, assim, proporcionar oportunidades de trabalho.

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A Associação de Moradores do Bairro Santa Clara I foi criada em 1987. Atualmente, conta com sete bairros e cerca de 2.500 famílias.

Fonte: ALMT

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Assembleia Social entrega kits a 10 famílias atendidas pelo Caps do CPA para marcar o Setembro Amarelo

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A equipe do Caps do CPA preparou ambiente acolhedor para as famílias contempladas

Foto: Karen Malagoli

Kits foram doados por parceiros à Assembleia Social, que repassou às famílias mais necessitadas

Foto: Karen Malagoli

Há muitas formas de acolher quem procura sentido na vida, quem está em aflição. A Assembleia Social, para marcar o Setembro Amarelo, estendeu o abraço a 10 famílias atendidas pelo Centro de Atenção Psicossocial (Caps) do CPA (região populosa de Cuiabá), por meio de um kit que garantia socorro para o corpo e para a alma.

A ação, realizada na manhã desta sexta-feira (18), entregou para kits formados por uma cesta básica, um cobertor (já para atender os meses de frio), quatro livros literários (clássicos sortidos para várias idades) e um folheto da CVV, elaborado em parceria com a Assembleia Social.

A unidade do Caps tem cadastrados 537 usuários, mas selecionou 10 pacientes para essa ação direta. “Convidamos as 10 famílias mais vulneráveis, cujo familiar tenha manifestado ideação suicida ou mesmo tenha tentado o ato”, explicou o gerente Élvio dos Anjos. O centro de atendimento psicossocial estava com as atividades coletivas suspensas e está retornando aos poucos, com número reduzido de usuários.

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A equipe do Caps preparou o ambiente e um lanche para os convidados e a Assembleia Social repassou os kits preparados com doações de parceiros. “É o segundo ano que nos aproximamos deste Caps e, desta vez, decidimos fazer esta ação de atenção mais precisa. Foi feita uma triagem, essas 10 famílias recebem um atendimento psicológico e recebe hoje este afago, inclusive com livros, porque a gente acredita nesta transformação através da literatura”, contextualizou a diretora da Assembleia Social, Daniella Paula Oliveira.

O Setembro Amarelo, Mês de Prevenção ao Suicídio ou Mês de Valorização da Vida, é a campanha para orientar as pessoas a identificar quem esteja em aflição e sofrimento e esteja pensando em acabar com a vida (ideação suicida), na tentativa de acabar com a dor. É o período para se lembrar de como acolher e orientar para tratamento pacientes com depressão ou com outros transtornos psicológicos, que precisam de suporte para encontrar sentido na vida. “É um tema tão delicado, tão sensível, que mexe com o emocional das famílias mas, por mais doloroso que seja, a gente tem que falar, sem tabu e de forma consciente”, comenta Daniella Paula.

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Ivanete Lins de Souza, ou Nete, como prefere, estava sorrindo com os olhos. Uma alegria estimulante, já que, meses atrás, se sentia tão profundamente tomada pela depressão que chegou a pensar em suicídio. “Eu tinha uma angústia muito grande e sentia que não servia para mais nada neste mundo”, conta. Mesmo assim, acredita ter sido salva por alguma força maior, porque “quando eu ia [tentar contra a vida], eu sentia que algo estava errado e caía no sono”.

Hoje, dona Nete se sente muito disposta e ativa. “Eu sinto vontade de viver, sinto que posso ajudar as pessoas, ser útil para alguém”, conta a usuária do Caps, que comemora os nove meses sem uso de psicotrópicos.

Sua rotina está bem diferente e vivaz! “Faço muita caminhada, muitos exercícios, faço artesanato de tudo e ainda sou voluntária no Lar dos Idosos!”, exclama sobre sua trajetória de superação e reconhece a importância do tratamento, que depressão é doença e precisa de uma rede de atenção.

Fonte: ALMT

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