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Eleições 2020 I Cláudio do Povo apresenta à sociedade Rondonopolitana sua história, suas lutas e Biografia

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Aqui, você poderá saber um pouco mais sobre minha história, minha luta e minha biografia!

#QUEMÉCLÁUDIODOPOVO?

 

Natural do Estado de Alagoas, filho dona de casa e Pedreiro, na infância trabalhou na roça e também na construção civil, porém sempre considerado aluno nota 10 em todas as escolas por onde passou, nunca repetiu o ano e sempre dedicado aos estudos, sempre obtinha nota máxima. Aos 17 anos, trabalhando na construção civil como ajudante de pedreiro, cursando o ensino médio e participando de projetos sociais e comunitários em sua comunidade, logo fora indicado aos 18 anos de idade para coordenar uma ONG internacional “VISÃO MUNDIAL”, projeto que ajudava famílias carentes do nordeste, daí pra frente CLÁUDIO DO POVO, tornava-se de vez um defensor nato das causas sociais, e um combatente à política de opressão que imperava nas regiões mais pobres do nordeste. Em determinado momento, a política local e a falta de apoio aos seus projetos e a sua luta, fez com que CLÁUDIO DO POVO deixasse sua terra natal, passando a morar na Capital de São Paulo por 08 (oito) anos, em 2001, CLÁUDIO volta ao nordeste determinado mais uma vez enfrentar os poderosos e combater as mazelas que a política local propiciou àquela gente. Entendendo que o futuro de uma nação se dar pela forma com que tratamos nossas crianças, jovens e adolescentes, CLÁUDIO DO POVO CRIOU A INSTITUIÇÃO (UNIJOV), União Jovem Vilelense, instituição esta que era mantida com recursos próprios através de sua empresa, uma escola de informática, e com ajuda de comerciantes local, uma vez que o poder público ali, não investia em projetos de interesse social. Através da rádio comunitária Liberdade FM, Cláudio criou o programa “COMUNIDADE EM AÇÃO”, que tinha por objetivo interagir com a sociedade, debatendo os problemas existentes e buscando solucioná-los cobrando do poder público a efetiva solução e fomentando críticas ao sistema de política suplantada naquela cidade. Pois bem, numa região de políticos corruptos e poderosos onde prevalece a velha máxima de que “manda quem pode, obedece quem tem juízo”, CLÁUDIO do POVO sofrera tentativa de suborno, ameaças e passou a ser perseguido politicamente, desta vez era chegada a hora de mais uma vez deixar sua terra natal, seus ideais e seu sonho de lutar por sua gente. Em janeiro de 2005 chega À Rondonópolis tentando esquecer as frustrações e lutas em vão, para definitivamente dedicar-se a sua vida pessoal, assim começara a trabalhar numa multinacional e logo em seguida, observando o grande número de nordestinos que aqui chega todos os anos em busca de oportunidade de trabalho, resolve criar uma empresa de consultoria e assessoria em serviços, visando facilitar o ingresso destes ao mercado de trabalho. Nada obstante, esse rapaz nasceu mesmo para ser líder, defensor do POVO, e lutar pelas causas mais nobres!. Após mais de um ano e meio atuando com sua empresa, passou por sérios problemas de saúde, submetendo-se a três complicadas cirurgias o que o obrigou a fechar seu escritório e dedicar-se a sua recuperação. Mais adiante, em 2010, com a criação do novo residencial Padre Lothar, um projeto do município que possibilitava a aquisição de lotes e em seguida a construção de moradias pelo governo federal em parceria com a caixa econômica federal, CLÁUDIO, passou a ser um desses novos moradores, num bairro totalmente sem infraestrutura e em condições sub-humanas, ”diga-se de passagem,”, foi aí que mais uma vez renasceu seu espírito de liderança e inicia-se mais uma vez a luta pelas causas sociais em defesa do POVO e de sua comunidade. CLÁUDIO DO POVO Cria a comissão para o interesse do bem comum, lidera o movimento e conquista muitas melhorias para a comunidade. A partir daí, não restavam mais dúvidas, este era o verdadeiro representante que a comunidade precisava e o elegeram presidente do bairro em 15 de novembro de 2012, com uma expressiva votação. O trabalho foi sua marca e importantes projetos fora criado com a finalidade de beneficiar sua comunidade e região, Cláudio também ficou marcado por grandes eventos realizados na região, o que o credenciou EM 2015, a ser indicado e eleito DIRETOR DE EVENTOS na União das Associações de Moradores de Bairro (URAMB). Também em 2015, Cláudio do POVO se reelege novamente Presidente do seu bairro para o segundo mandato e cresce o apelo de sua comunidade, amigos e vários setores da sociedade para que este venha apresentar seu nome como uma opção na eleição para representar a sociedade na câmara municipal. Em função disto, CLÁUDIO DO POVO resolve apresentar seu nome como CANDIDATO a VEREADOR pela cidade de Rondonópolis, pelo

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Pertb Rondonopolis Prtb

 

 

Ficando suplente de vereador, mesmo assim, continuou sua luta em defesa da comunidade sendo eleito para o terceiro mandato consecutivo, adiante CLÁUDIO DO POVO cria o Conselho de Comunidades da Região Oeste de Rondonópolis, (COREO) sendo eleito presidente. Além de líder comunitário, #CláudiodoPovo também é Jornalista graduado em gestão pública e atualmente comanda o site NOTÍCIA EM FOCO MT. Recentemente, Cláudio do Povo se filiou ao partido PSC e disputará uma vaga ao legislativo municipal, é PRÉ-CANDIDATO A VEREADOR.

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#sualutaéemdefesadopovo

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Poder Legislativo busca soluções efetivas e de longo prazo para o Pantanal

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Destruição pelas chamas causa impactos incalculáveis sobre a fauna e a flora

Foto: MARIO FRIEDLANDER / ALMT

Com mais de 20% de sua área destruída pelas chamas e impactos incalculáveis sobre a fauna e a flora, o Pantanal passa a ser foco do Poder Legislativo em âmbito estadual e federal. Neste sábado (19), uma comitiva de senadores, deputados federais e estaduais, técnicos legislativos e imprensa vai ver de perto a situação do Pantanal mato-grossense e conversar com a comunidade local. Este será o segundo passo da Assembleia Legislativa de Mato Grosso (ALMT) em busca de soluções para a atual situação na região e de prevenir novos incêndios futuramente. Na quinta-feira (17), uma audiência pública abriu a programação da frente parlamentar da Câmara Federal, do Senado e da ALMT.

Devido à gravidade da situação e a preocupação com relação ao tema, foram criadas três comissões, uma na Câmara, uma no Senado e uma na Assembleia Legislativa, porém esta primeira diligência é articulada entre as três casas. Outros trabalhos conjuntos, entretanto, deverão ocorrer ao longo de todo o processo, como destacou o presidente da ALMT, deputado Eduardo Botelho (DEM). “Vamos trabalhar nesse projeto, a Assembleia Legislativa vai estar à frente dele, junto com a Comissão de Meio Ambiente desta Casa de Leis. Vamos elaborar propostas tanto para a Câmara Federal, como Senado e Assembleia Legislativa”, destacou.

A coordenadora da Comissão Temporária Externa na Câmara Federal, deputada Rosa Neide (PT-MT), explica que a iniciativa legislativa deverá acompanhar e promover uma estratégia nacional para enfrentar as queimadas em biomas brasileiros. “Vamos envidar esforços conjuntos e dialogados que envolvam autoridades públicas, cientistas, organizações da sociedade civil, proprietários rurais, comunidades tradicionais e toda a população. A finalidade é articular esforços para enfrentar a crise, contextualizar bem as raízes do problema e indicar o que pode ser feito para enfrentar e evitar queimadas”, explicou a deputada.

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Cerca de 3 milhões de hectares do Pantanal já foram consumidos pelas chamas

Foto: Karen Malagoli / Secretaria de Comunicação Social

O senador Wellington Fagundes (PL-MT) vai presidir a comissão no Senado e destacou que os trabalhos poderão resultar, inclusive, num estatuto para o Pantanal. “Partimos do princípio de que não tem uma norma federal, um estatuto que contemple princípios, objetivos e diretrizes que orientem o desenvolvimento socioeconômico sustentável da região”, afirmou o senador.

Neste sábado (19), o grupo político deverá partir logo cedo para o Pantanal, onde ficará até domingo. Na programação estão previstos um sobrevoo à região atingida, conversa com as equipes em campo e contato com lideranças locais de trabalhadores rurais e urbanos, povos indígenas, quilombolas e comunidades tradicionais. 

A previsão é que os trabalhos das comissões sejam realizados por um período de até 90 dias, porém algumas medidas de curto prazo poderão ser apresentadas e propostas para respostas imediatas ao problema atual.

Integração – Para a professora doutora e pesquisadora do Departamento de Botânica e Ecologia do Instituto de Biociência da Universidade Federal de Mato Grosso (UFMT), Viviane Layme, a construção de uma legislação específica para ordenar a ocupação e as atividades socioeconômicas no Pantanal pode contribuir muito para evitar que tragédias como a registrada este ano voltem a ocorrer. Mas, segundo ela, para que seja realmente eficiente e realista, é preciso ouvir todos as partes envolvidas, inclusive pesquisadores, comunidades tradicionais, pecuaristas e políticos.

 “Precisamos desenvolver um trabalho integrado de longo prazo. Não adianta cada parte ficar isolada, é hora de tirarmos proveito dessa tragédia para trabalhar de forma integrada”. De acordo com a pesquisadora, os povos tradicionais e indígenas precisam ser incluídos no processo porque muitas vezes são os mais atingidos.

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Do ponto de vista do médico-veterinário e produtor rural em Poconé (a 102 km de Cuiabá) Ricardo Figueiredo Arruda, o excesso de restrições legais para o uso do Pantanal afastou o humano, deixando a região altamente preservada, porém vulnerável a incêndios como o registrado neste ano. De acordo com Ricardo, o desenvolvimento sustentável da região requer um equilíbrio ambiental, econômico e social. “Uso restrito não pode ser uso impedido. As atividades econômicas geram renda e podem ser desenvolvidas em harmonia com o meio ambiente. Vimos que atender só um lado desta tríade não dá certo”, afirma.

Em Mato Grosso, existem atualmente 2,8 milhões de cabeças de gado em uma área de 5,3 milhões de hectares. Isso representa 14,79% do rebanho total em 87,74% da área de total do Pantanal.

Integrante do Comitê Popular do Rio Paraguai há mais de 20 anos, Vanda Aparecida Santos afirma que a falta de infraestrutura e de logística deixa as comunidades lindeiras sem nenhum amparo. “Não temos carros bombeiros, equipes. Semana passada, o fogo atingiu uma comunidade que precisou se mobilizar e combater o fogo sozinha. Já estamos sofrendo com a estiagem, não precisávamos do fogo”, afirma.

Sob diferentes óticas, os três entrevistados defendem a ampla discussão e inclusão de todos os agentes na construção de uma legislação específica para o Pantanal.

Incêndio histórico – Dados do Centro Nacional de Prevenção e Combate aos Incêndios Florestais (Prevfogo) apontam que 20% de todo o Pantanal já foram consumidos pelas chamas, atingindo cerca de 3 milhões de hectares. O Instituto Nacional de Pesquisa Espacial (Inpe) identificou 15.756 focos de calor no Pantanal, maior registro para o período desde 2005.

Fonte: ALMT

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Deputado Claudinei solicita reforma de centro comunitário em Rondonópolis

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Indicação do deputado Delegado Claudinei contempla centro comunitário

Foto: Ronaldo Mazza

O Centro Comunitário da Associação de Moradores do Bairro Santa Clara I, em Rondonópolis (MT), enfrenta problemas de estrutura e de fornecimento de energia elétrica para a realização de ações educativas à população da região. Diante desse fato, o deputado Delegado Claudinei apresentou a Indicação nº 3.877/2020 para a Secretaria de Infraestrutura do município e ao governo de Mato Grosso para resolverem a situação.

De acordo com a presidente da associação, a professora aposentada Maria do Carmo Alves Barbosa, o espaço garantia que a comunidade pudesse participar de importantes cursos de capacitação. “Infelizmente, a prefeitura de Rondonópolis tirou a nossa energia e, isso, vem nos impedindo de realizar os cursos para os moradores. Tanto que já perdemos um importante curso do Senai (Serviço Nacional de Aprendizagem Industrial) que aconteceria por agora, por falta de energia. O nosso trabalho é na linha de incentivar as pessoas para terem o seu próprio negócio”, explica.

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Ela conta que no local não tem energia elétrica desde novembro de 2019.  Em relação à parte estrutural do imóvel, é preciso fazer algumas adequações, como pintura, colocação de novas portas devido a arrombamentos, instalação de novos canos de água por terem sido destruídos, reposição de utensílios domésticos que foram roubados e a retirada da vegetação que está grande.

 “Avalio a importância do centro comunitário para este bairro de Rondonópolis. Parabenizo dona Maria do Carmo por essa iniciativa de levar educação com cursos de capacitação. E, claro, para continuar este trabalho é preciso adequação do local e energia elétrica. É importante resolver essa situação, já que há importantes trabalhos do movimento comunitário, que promove o desenvolvimento local e social e a promoção da cidadania”, posiciona Claudinei.

Maria do Carmo aposentou-se como educadora nos três níveis de ensino, infantil, fundamental e médio. Ela conta que atualmente faz dois cursos superiores – ciências contábeis e direito – e tem uma grande satisfação de levar educação para aqueles que mais precisam e, assim, proporcionar oportunidades de trabalho.

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A Associação de Moradores do Bairro Santa Clara I foi criada em 1987. Atualmente, conta com sete bairros e cerca de 2.500 famílias.

Fonte: ALMT

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Assembleia Social entrega kits a 10 famílias atendidas pelo Caps do CPA para marcar o Setembro Amarelo

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A equipe do Caps do CPA preparou ambiente acolhedor para as famílias contempladas

Foto: Karen Malagoli

Kits foram doados por parceiros à Assembleia Social, que repassou às famílias mais necessitadas

Foto: Karen Malagoli

Há muitas formas de acolher quem procura sentido na vida, quem está em aflição. A Assembleia Social, para marcar o Setembro Amarelo, estendeu o abraço a 10 famílias atendidas pelo Centro de Atenção Psicossocial (Caps) do CPA (região populosa de Cuiabá), por meio de um kit que garantia socorro para o corpo e para a alma.

A ação, realizada na manhã desta sexta-feira (18), entregou para kits formados por uma cesta básica, um cobertor (já para atender os meses de frio), quatro livros literários (clássicos sortidos para várias idades) e um folheto da CVV, elaborado em parceria com a Assembleia Social.

A unidade do Caps tem cadastrados 537 usuários, mas selecionou 10 pacientes para essa ação direta. “Convidamos as 10 famílias mais vulneráveis, cujo familiar tenha manifestado ideação suicida ou mesmo tenha tentado o ato”, explicou o gerente Élvio dos Anjos. O centro de atendimento psicossocial estava com as atividades coletivas suspensas e está retornando aos poucos, com número reduzido de usuários.

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A equipe do Caps preparou o ambiente e um lanche para os convidados e a Assembleia Social repassou os kits preparados com doações de parceiros. “É o segundo ano que nos aproximamos deste Caps e, desta vez, decidimos fazer esta ação de atenção mais precisa. Foi feita uma triagem, essas 10 famílias recebem um atendimento psicológico e recebe hoje este afago, inclusive com livros, porque a gente acredita nesta transformação através da literatura”, contextualizou a diretora da Assembleia Social, Daniella Paula Oliveira.

O Setembro Amarelo, Mês de Prevenção ao Suicídio ou Mês de Valorização da Vida, é a campanha para orientar as pessoas a identificar quem esteja em aflição e sofrimento e esteja pensando em acabar com a vida (ideação suicida), na tentativa de acabar com a dor. É o período para se lembrar de como acolher e orientar para tratamento pacientes com depressão ou com outros transtornos psicológicos, que precisam de suporte para encontrar sentido na vida. “É um tema tão delicado, tão sensível, que mexe com o emocional das famílias mas, por mais doloroso que seja, a gente tem que falar, sem tabu e de forma consciente”, comenta Daniella Paula.

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Ivanete Lins de Souza, ou Nete, como prefere, estava sorrindo com os olhos. Uma alegria estimulante, já que, meses atrás, se sentia tão profundamente tomada pela depressão que chegou a pensar em suicídio. “Eu tinha uma angústia muito grande e sentia que não servia para mais nada neste mundo”, conta. Mesmo assim, acredita ter sido salva por alguma força maior, porque “quando eu ia [tentar contra a vida], eu sentia que algo estava errado e caía no sono”.

Hoje, dona Nete se sente muito disposta e ativa. “Eu sinto vontade de viver, sinto que posso ajudar as pessoas, ser útil para alguém”, conta a usuária do Caps, que comemora os nove meses sem uso de psicotrópicos.

Sua rotina está bem diferente e vivaz! “Faço muita caminhada, muitos exercícios, faço artesanato de tudo e ainda sou voluntária no Lar dos Idosos!”, exclama sobre sua trajetória de superação e reconhece a importância do tratamento, que depressão é doença e precisa de uma rede de atenção.

Fonte: ALMT

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