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Em live, Bolsonaro ataca a imprensa e afirma que vai vetar lei das fake news

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bolsonaro
Marcos Corrêa/PR

Presidente Jair Bolsonaro fez sua tradicional live de quinta-feira e disse que pretende vetar lei das fake news

O presidente Jair Bolsonaro (sem partido) declarou, durante sua ‘live’ semanal nas redes sociais, que pretende vetar o projeto de lei das fake news, caso o mesmo chegue em suas mãos para a sanção presidencial. Bolsonaro considera a lei representa “censura e ataque à liberdade de expressão”. O presidente também voltou a atacar a imprensa: “Estão batendo tanto e eu só estou crescendo”, disse o presidente.

Bolsonaro se posicionou contra o cerceamento da liberdade de expressão. Para ele, o projeto de lei das fake news vai acabar com as liberdades individuais. “Quando se fala em liberdade de expressão, se fala em democracia. Só que muitos falam em democracia da boca para fora, mas aprovam projetos que cerceiam a liberdade de imprensa. A gente não pode admitir isso daí”, afirmou o presidente.

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Segundo Jair Bolsonaro, ele é umas das pessoas mais criticadas nas midias sociais e, mesmo assim, é contra o projeto: “Eu duvido qual cidadão no Brasil é mais criticado do que eu”, disse.

O presidente também voltou a alfinetar a imprensa, dizendo que a mídia tradicional sempre o critica. “Eu sou extremamente favorável à liberdade total da mídia, até dessas tradicionais que vivem dando pancada em mim o tempo todo. Acho que tem que continuar batendo. Estão batendo tanto e eu só estou crescendo”, declarou.

“Continuem batendo, não tem problema nenhum, mas não podemos admitir a censura aqui, pelo amor de Deus”, concluiu o presidente.

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Acidente envolvendo 22 veículos deixa pelo menos oito mortos no Paraná

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carros na rua
RPC TV / Reprodução

Pelo menos 20 veículos estão envolvidos no acidente

Pelo menos oito pessoas morreram e 21 ficaram feridas após um engavetamento envolvendo 22 veículos no quilômetro 77 da BR-277,  na cidade de São José dos Pinhais, no Paraná, na noite deste domingo (2)

Segundo a Ecovias, empresa responsável pela administração da pista, o acidente ocorreu pouco antes das 23h no sentido Litoral próximo à saída da Avenida Rui Barbosa. A via ficou completamente interditada nos dois sentidos por horas, sendo liberada apenas na manhã desta segunda.




Segundo a PRF, um primeiro acidente envolvendo dois veículos foi o que iniciou a sequêcia de colisões por causa da pouca visibilidade na pista. Quatro pessoas que estavam nos primeiros veículos foram atropeladas por outro carro que trafegava na via e esse veículo foi atingido por outros veículos, inclusive por um carro de polícia encaminhado para prestar socorro.

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Um nevoeiro denso somado com a fumaça de queimada de uma região de preservação ambiental foram responsáveis pelas colisões.

Pelo menos 10 ambulâncias e 15 viaturas foram encaminhadas ao local do acidente. Duas pessoas foram socorridas em estado grave para hospitais da região, uma delas morreu na unidade de saúde. Outras 21 apresentaram ferimentos leves. 

Ao todo, quinze carros de passeio, cinco motocicletas, uma viatura da polícia militar e um caminhão estão envolvidos no acidente. Ainda não há informações sobre as identidades das vítimas.

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Conselho afasta professora de estudante picado por naja após troca de mensagens

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cobra
Ivan Mattos/Zoo de Brasília

Cobra naja em ensaio fotográfico

O Conselho Regional de Medicina Veterinária do Distrito Federal afastou na última sexta-feira (31) uma docente que trocou mensagens com o amigo de Pedro Krambeck , estudante picado por uma naja no começo de julho .

Na troca de mensagens com Gabriel Ribeiro, divulgada pela Polícia Civil do Distrito Federal, Fabiana Volkweis, que é veterinária e dá aula na universidade em que Pedro e Gabriel estudam, pergunta sobre a situação do aluno e instrui que ele solte as cobras nativas da região no mato.

Gabriel, responsável por abandonar a naja dentro de uma caixa de plástico em um barranco, foi preso provisoriamente e solto na última sexta, assim como Pedro Krambeck. O estudante picado é investigado por envolvimento com tráfico de animais.

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A universidade ainda não se pronunciou sobre o assunto. O conselho vai manter a docente afastada até o fim das investigações e pode abrir um processo ético contra ela se ela for considerada culpada.

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Em um mês, casos de Covid-19 em presídios cresce 134% no País

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Apesar das altas taxas, especialista que monitora a Covid-19 nos presídios afirma que os números do Depen são defasados Foto: Gláucio Dettmar/CNJ / Divulgação
Foto: Gláucio Dettmar/CNJ / Divulgação

Apesar das altas taxas, especialista que monitora a Covid-19 nos presídios afirma que os números do Depen são defasados

O número de casos confirmados de Covid-19 em presos no Brasil aumentou 134% entre 28 de junho e 27 de julho. No mesmo período, os diagnósticos confirmados da doença na população em geral aumentaram 82%. Os dados são do Departamento Penitenciário Nacional (Depen), órgão do Ministério da Justiça e Segurança Pública , englobam detentos dos regimes fechado, aberto e semiaberto e foram fornecidos a pedido do jornal Extra .

O crescimento aconteceu em meio ao aumento na testagem, que subiu 136% no mesmo período, apesar de o total de testes aplicados representar pouco mais de 4% da população carcerária do país. O número de mortes aumentou 22%, subindo de 59 para 72. Entidade que monitora o avanço da Covid-19 nos presídios , no entanto, afirma que os dados do Depen são defasados e subestimados.

Há alguns meses, o Depen lançou uma plataforma online com dados atualizados sobre a Covid-19 nos presídios. A ferramenta, porém, não permite consultas retroativas. Por isso, a reportagem pediu ao Depen que liberasse dados referentes ao intervalo de um mês. O período informado foi entre 28 de junho e 27 de julho.

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De acordo com o órgão, havia 10.471 casos confirmados da doença nos presídios de todo o Brasil, no dia 27 de julho, contra 4.473, no dia 28 de junho — um crescimento 134%. No mesmo período, segundo dados levantados pelo consórcio de veículos de imprensa do qual o EXTRA faz parte, o número de casos confirmados em todo o Brasil (dentro e fora de presídios) aumentou 82%, saltando de 1,34 milhão de casos no dia 28 de junho para 2,44 milhões de casos em 27 de julho.

Em relação ao número de testes feitos no sistema penitenciário, ele saiu de 13.057 no dia 28 junho para 30.838 no dia 27 de julho, alta de 136%. Mesmo com o aumento na testagem, esse número representa apenas 4,1% do total da população carcerária brasileira, estimada em 748.009 pelo Depen.

Dados do Depen até 30 de julho, São Paulo era o estado com mais casos confirmados nos presídios: 2.512. Também é o com a maior população carcerária do Brasil. Em seguida, em número de casos, estão Distrito Federal (1.485), Bahia (920), Pernambuco (790), Santa Catarina (733) e Rio Grande do Sul (731). Mas o documento aponta que o número de infectados em São Paulo pode ser maior do que o registrado. Isso porque o número de testes lá era igual ao de casos, o que indicaria que só são testados casos com sintomas. No Distrito Federal, por exemplo, onde há 1.485 casos confirmados, foram feitos cinco vezes mais testes: 7.737.

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São Paulo e Rio concentram óbitos

São Paulo também lidera o ranking de detentos mortos pela Covid-19. Foram 19 até o dia 30 de julho. Logo atrás estão Rio de Janeiro (14), Pernambuco e Roraima (6, em cada um). Na avaliação do coordenador do Projeto Observatório do Avanço da Pandemia — Infovírus, Felipe Freitas, as informações do Depen são pouco confiáveis. Segundo ele, os dados são subestimados e defasados.

— A gente compara esses dados com os relatos que recebemos, tanto da imprensa quanto de dentro do sistema carcerário, e sabemos que há problemas quanto à confiabilidade dos dados. Eles são subestimados e defasados. Não refletem a realidade que temos hoje nos presídios — disse Freitas.

O Depen, por sua vez, diz que apenas compila os dados repassados pelos governos estaduais e soma com os dados do sistema penitenciário federal.

Procurada, a Secretaria de Administração Penitenciária (SAP) do estado de São Paulo rebateu as críticas e disse que a política adotada pelo governo paulista é de testagem em massa de presos e funcionários do sistema carcerário do estado. Em nota enviada à reportagem, informou ainda que testou 10.791 presos, e não apenas 2.512, como indica a apresentação do Depen. O jornal Extra procurou o Depen para comentar os dados, mas, até a conclusão desta reportagem, não recebeu retorno.

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