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Empresário cotado para cargo no governo diz que números da Covid são manipulados

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carlos wizard
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Nota do Conselho Nacional de Secretários de Saúde repudiou declarações do empresário

O Conselho Nacional de Secretários de Saúde divulgou, neste sábado (06), uma nota chamando as declarações de Carlos Wizard de “levianas”. Wizard é apoiador do presidente Bolsonarocotado para assumir a Secretaria de Ciência, Tecnologia e Insumos Estratégicos.

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O empresário Carlos Wizard causou polêmica ao afirmar que os números da Covid-19 estão sendo inflados por gestores estaduais e municipais para receber mais recursos do governo federal.

As declarações de Wizard foram publicadas pela coluna da jornalista Bela Megale, do jornal “O Globo”.

Segundo a coluna, o empresário disse que “tinha muita gente morrendo por outras causas e os gestores públicos, puramente por interesse de ter um orçamento maior nos seus municípios, nos seus estados, colocavam todo mundo como covid.”

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O empresário ainda não assumiu oficialmente a Secretaria de Ciência, Tecnologia e Insumos Estratégicos, mas disse que fará uma contagem do número de casos para comprovar sua teoria.

Ainda segundo a coluna de “O Globo”, Carlos Wizard disse que o número de mortos pela pandemia é “fantasioso ou manipulado”.

Sobre a nota de repúdio

A nota, divulgada neste sábado (06), assinada pelo Conselho Nacional de Secretários de Saúde, afirma que o empresário mostrou “profunda ignorância sobre o tema” e que as declarações foram um insulto à memória de quem perdeu a vida em decorrência da Covid-19.

“A tentativa autoritária, insensível, desumana e anti-ética de dar invisibilidade aos mortos pela covid-19, não prosperará”, diz o documento.

E continuam: “Sua declaração grosseira, falaciosa, desprovida de qualquer senso ético, de humanidade e de respeito, merece nosso profundo desprezo, repúdio e asco”, continua a nota.

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“Caipirinha”: Família contesta leilão judicial de obra de Tarsila do Amaral

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quadro
Romulo Fialdini/ Reprodução Enciclopédia Itaú Cultural

O quadro Caipirinha (1923) de Tarsila do Amaral; Dono está envolvido na operação Lava Jato

A Justiça determinou que o quadro “Caipirinha” de Tarsila do Amaral, pertencente ao empresário Salim Taufic Shahin, será  leiloado  com lance inicial de  R$ 42,5 milhões.   Mas o advogado da família de Sahin, Adelmo Silva Emerenciano, garante que irá recorrer da decisão.





Ele afirma que na última quinta-feira (25), houve uma decisão judicial, favorável à família, que pode reverter a situação. A Justiça havia definido que a transferência da obra para o filho de Salim, Carlos Shahin, teria sido fraudulenta. Segundo Emerenciano, entretanto, uma nova decisão derruba esse veredito.

“O Tribunal de Justiça de São Paulo, na última quinta-feira, entendeu uma coisa importante: que não teve fraude. A razão de eu falar com imprensa é somente essa, porque nós nunca falamos sobre isso”, diz Emerenciano.

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“O Tribunal reconheceu que não houve nenhum tipo de fraude, que os documentos foram objetos da antecipação de herança, e um dos contratos era o do quadro”, explica o advogado. Ele afirma que decisão será publicada oficialmente  nesta quinta-feira (2).

“Só tenho o extrato do julgamento, mas o texto inteiro, não foi publicado ainda. Só tenho o resultado do julgamento. Mas nós somos os apelantes e isso não reverteu a decisão [do leilão]”, acrescenta o advogado.

A família tenta recorrer e fazer a suspensão do leilão. “Vamos para Brasília”, declara Emerenciano sobre o processo, que correu até agora em São Paulo. Segundo ele, seus clientes terão 15 dias para recorrer após a publicação da decisão favorável.

Entenda o caso

“Caipirinha” foi pintado em 1923 e faz parte do movimento modernista na arte brasileira. O quadro foi produzido quando Amaral estava em Paris com seu namorado, o escritor Oswald de Andrade. Shahin teria comprado o quadro na década de 1990, segundo a defesa da família, por ser um grande colecionador de arte.

A obra vai a leilão  depois de o dono do quadro ter falido, gerando dívidas estimadas na casa dos bilhões. Shahin é acionista em uma empresa perolífera que faliu depois que a  Petrobras começou a ser investigada por não apresentar balanços , relacionada à operação Lava Jato.

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Há cinco anos, Shahin é cobrado por bancos como Bradesco e Itaú em cerca de R$ 2,3 bilhões. Outros bens do empresário também foram penhorados como forma de quitar as dívidas.

A defesa da família diz que o quadro foi comprado pelo filho de Salim, Carlos Shahin, em uma forma de antecipação de herança, em 2012.

Na época, Salim estava doente. Carlos apresentou à Justiça um documento que comprovaria a aquisição do quadro por R$ 240 mil, mas a prova foi desconsiderada, tratando o papel como uma  fraude.

O advogado afirma também que as dívidas empresariais foram geradas pela omissão da Petrobras em 2014, mas que a antecipação de herança que Shahin fez para o filho (incluindo o quadro de Tarsila do Amaral) aconteceu entre 2011 e 2012, quando o empresário estava doente.

Segundo a defesa, apenas em 2015 os bancos iniciaram os processos sobre dívidas e a antecipação de herança do quadro foi feita em forma de compra pelo filho.

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Em SP, negros são 2,5 mais infectados por coronavírus que brancos

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Testes rápidos para a Covid-19
Foto: Bruno Concha/Fotos Públicas

Pesquisa testou 1.183 pessoas em 15 regiões diferentes da cidade, por sorteio


Um estudo da Universidade de São Paulo (USP) e da Universidade Federal de São Paulo (Unifesp) indicou que a população negra da capital paulista  é 2,5 vezes mais infectada pelo novo coronavírus do que a população branca. É o que indicam amostra de sangues que foram colhidas pelos pesquisadores entre 15 e 24 de julho.


Além de traçar perfis sobre a situação epidemiológica na capital do Estado de São Paulo, esse estudo chegou a afirmar que cerca de 91,6 % dos casos de Covid-19 não entram na contabilização oficial.

Exames sorológicos foram aplicados em 1.183 pessoas em 115 regiões da capital. Em cada região, 12 municípios eram sorteados para que os moradores realizassem a testagem. Destes, 19,7 % das pessoas negras já criaram anticorpos contra Covid-19 , enquanto o mesmo só pode ser afirmado a 7,9 % das pessoas brancas.

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O estudo, que é apoiado pelo Instituto Semeia e conta com participação de profissionais do Laboratório Fleury e Ibope Inteligência, também fez separação das regiões com base em renda. Dados do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) foram utilizados para fazer o mapeamento das áreas ricas e pobres.

Além disso, foi constatado pela equipe que pessoas que cursaram ensino superior se infectam 4,5 menos que pessoas que não finalizaram o ensino fundamental. A taxa de infecção é de 22,9 % para quem completou o ensino superior e 5,1 % para os que não completaram o ensino fundamental.

O estudo avalia também maior taxa de contágio em pessoas que compartilham a residência com cinco ou mais, com 15,8% maior índice; diferente de pessoas que vivem com uma a duas pessoas a mais, cuja taxa cai para 8,1 %

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Carlos Bolsonaro perde foro especial em investigação sobre funcionários fantasma

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Carlos Bolsonaro
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Investigação contra Carlos Bolsonaro volta à primeira instância

O vereador da cidade do Rio de Janeiiro,  Carlos Bolsonaro, perdeu o foro especial. O vereador é alvo de duas investigações do Ministério Público do Rio de Janeiro sobre ele ter empregado funcionários fantasmas em seu gabinete na Alerj. Agora, a investigação volta à primeira instância, sem o direito ao foro especial para Carlos Bolsonaro.

A medida do Ministéro Público do estado é baseada na decisão do Supremo Tribunal Federal, que julgou inconstitucional a prerrogativa de foro especial estabelecida em favor dos parlamentares municipais. Além do caso de Carlos Bolsonaro, pelo menos outras 160 ações penais e procedimentos investigatórios também vão retornar à primeira instância.

Entenda a investigação contra Carlos Bolsonaro

O Ministério Público do Rio de Janeiro investiga Carlos Bolsonaro, filho do presidente Jair Bolsonaro (sem partido), sobre a suspeita de contratação de funcionários fantasmas em seu gabinete. Durante boa parte dos 5 mandatos como vereador, Carlos Bolsonaro empregou a ex-mulher do presidente Jair Bolsonaro, Ana Cristina Valle, e outros sete parentes dela, mesmo sem algumas dessas pessoas nem morarem no Rio de Janeiro.

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