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Mato Grosso

Encontro de mulheres rurais reúne 250 pessoas na Comunidade Agrovila das Palmeiras

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Com o tema “mulher rural promotora do desenvolvimento sustentável no campo”, a Empresa Mato-grossense de Pesquisa, Assistência e Extensão Rural (Empaer), em parceria com Cooperativa Agropecuária Mista de Santo Antônio de Leverger (Coopamsal), realizou na quinta-feira (05.12) o primeiro encontro de mulheres rurais. O evento foi na propriedade do agricultor Manoel Teixeira, na Comunidade Agrovila das Palmeiras e reuniu mais de 250 pessoas.

O presidente da Empaer, Renaldo Loffi, destacou a importância da comunidade que possui 800 famílias e oito Assentamentos Rurais. Ele colocou a empresa à disposição no atendimento as mulheres no serviço de assistência técnica, linhas de crédito, área social e outros. A vice-prefeita do município, Francieli Magalhães, falou que este tipo de evento proporciona a integração e entretenimento entre as mulheres e jovens das comunidades rurais.

Exposição e comercialização de produtos da agricultura familiar

A extensionista social da Empaer, Malvineide de Miranda Freitas, explicou que o objetivo do encontro foi a valorização da mulher no processo do desenvolvimento rural sustentável com atividades recreativas, culturais e informações que possam ajudá-las a investir em sua propriedade, na vida pessoal e a promover mudanças. O encontro contou com representantes de 19 comunidades rurais. “Acredito que foi um dia com atividades voltadas para a autoestima e bem estar de todas”, enfatiza.

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A vice-presidente da Cooperativa Agropecuária Mista de Santo Antônio de Leverger (Coopamsal) e produtora rural, Valdete Alves de Paula Lima, comentou que possui uma área de quase 10 hectares e a renda da família decorre do que produzem na propriedade. Atualmente fabrica óleo de coco de babaçu e comercializa por R$ 100,00 o litro. Vende também polpa de frutas de araçá boi, tamarindo, acerola e cupuaçu. Tem ainda criação de pequenos animais e está diversificando a produção de alimentos com a implantação dos Sistemas Agroflorestais (Saf’s).

De acordo com Valdete, o encontro de mulheres foi um dia diferente, ou seja, de reflexão que abordou temas sobre o valor do trabalho da mulher, troca de informações e interação entre as comunidades. A produtora rural, Maria José Wakinaguni, mora na Agrovila há 23 anos, possui uma área de 14 hectares e produz farinha, melado e outros. Ela comentou que a realização do encontro foi importante e deveria acontecer mais vezes. Ela sugere que nos próximos encontros seja debatida a sucessão familiar na área rural. “Tenho três filhos e sinto que não faremos sucessores da terra e sim herdeiros”, esclarece.

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A produtora rural Isabel Siqueira Camargo e sua filha, Silmara Siqueira Camargo participaram do evento pela primeira vez. A produtora Isabel, cultiva mandioca, frutas e possui criação de bovinos, suínos, frangos e outros. A produtora Silmara, está organizando a sua propriedade para fazer o pré-processamento da mandioca. Tem um cultivo de 15 hectares da cultura, das variedades Liberata e Camanducaia. “Eu adoro o que faço no campo e espero continuar o meu trabalho por muito tampo”, enfatiza Isabel.

As mulheres receberam atendimento para tratar da beleza e autoestima

Durante o evento foi realizada exposição e comercialização de artesanato, produção de doces, mel, melado, farinha de mandioca, óleo de babaçu, rapadura, pinturas em tecido, pano de prato, tapetes, bordados e outros. As participantes também receberam um atendimento diferenciado para tratar da beleza e autoestima com o apoio de profissionais, cabeleireiros, maquiadores e outros.

Fonte: GOV MT
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Mato Grosso

Em redes sociais, digital influencer ”Carla Bora” mostra hematomas e acusa namorado em Cuiabá

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Reprodução

A digital influencer Carla Reis, conhecida como “Carla Bora”, conhecida pelo bordão “bora? Bora tomar uma?”, que viralizou o Brasil no ano de 2016, usou sua página no Instagram para denunciar um caso de violência doméstica. Carla é de Várzea Grande.

Na madrugada desta sexta-feira, ela postou stories informando que foi agredida pelo namorado, um empresário do ramo de construção civil. “Carla Bora” relata que já realizou a denúncia para as autoridades policiais. Na sua página, contudo, não relatou como ocorreram as agressões, mas mostrou hematomas no braço.

A digital influencer ainda pede que as mulheres tenha coragem para denunciar, “mesmo quando ama”. Carla faz os relatos nos stories e não aparece de corpo inteiro como de costume. Nos vídeos, mostra apenas parte de seu rosto.

Além das fotos e dos vídeos, “Carla Bora” mostra uma suposta mensagem de seu namorado lhe pedindo desculpa e prometendo um noivado para reatar o relacionamento. “É difícil sair de um relacionamento ainda mais quando AMA, mas precisamos nos AMAR em primeiro lugar”, diz a postagem.

Antes de revelar o ocorrido na rede social, Carla ainda fez uma postagem de um folder que descreve e explica como a mulher pode identificar os sinais de um relacionamento abusivo.

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Na manhã desta sexta-feira (24), Carla postou um foto desejando “bom dia” a seus seguidores.

Recentemente, no mundo das celebridades e famosos, muitas mulheres tem tomado coragem para denunciar namorados e maridos que também tem status e fama. Essas ações tem dado um apoio para casos que ocorrem corriqueiramente.

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Mato Grosso

Trabalhador é atacado por abelhas durante limpeza de área em zona rural de Rondonópolis

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Corpo de Bombeiros – MT

Um trabalhador foi atacado por abelhas, enquanto fazia a limpeza de uma área na localidade Marajá, zona rural de Rondonópolis, a 218 km de Cuiabá. O caso foi registrado no sábado (18). Uma equipe do Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu) esteve no local para fazer o atendimento.

Um vídeo feito por uma testemunha mostrar o momento em que Juraci Belarmino da Rocha, de 58 anos, é socorrido. Ele foi levado para uma Unidade de Pronto Atendimento, chegou a ficar internado, mas já foi liberado.

Juraci estava acompanhado de outro trabalhador, cujo nome não foi divulgado. Entretanto, ele conseguiu correr e não foi atacado.

Falta de equipamentos

De acordo com o Sargento Reinaldo Souza, do Corpo de Bombeiros, houve dificuldade no resgate, porque o núcleo de Rondonópolis não têm roupas específicas para atendimentos como este.

Os militares usaram capa de chuva, capacetes e lençóis para conseguir fazer o resgate sem que também fossem atacados por abelhas.

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Esportes

Operário de Várzea Grande desiste de contratar goleiro Bruno

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Reprodução

O Clube Esportivo Operário Várzea-Grandense (CEOV) informou, nesta quarta-feira (22), que não irá mais contratar o goleiro Bruno Fernandes, condenado a mais de 20 anos de prisão pelo sequestro, assassinato e ocultação do cadáver de Eliza Samudio, em 2010. Um comunicado foi emitido à imprensa, entretanto, não justifica o motivo da desistência. Sabe-se que nos últimos dias, a Eletromóveis Martinello desautorizou o uso da marca em uniformes do Clube, assim como a cooperativa Sicredi.

Contra a vinda do goleiro o time, na noite de terça-feira (21), manifestantes se reuniram no entorno do estádio Dito Souza, instalado no bairro Cristo Rei, em Várzea Grande, onde seria realizada uma partida de futebol do tricolor. As mulheres estavam vestidas de preto e, além de cartazes, seguravam um cartão vermelho nas mãos, que indica a expulsão de um jogador em uma partida de futebol.

O ato organizado pelo Bloco das Mulheres contou também com a presença de homens. Diversos cartazes foram expostos com frases do tipo: ‘Feminicida não pode ser exemplo’; ‘Matar mulher é grave sim’; ‘Não compre ingresso, não pague para ver feminicida’; ‘Operário sim, assassino não’.

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Manifestantes repudiam contratação do goleiro Bruno pelo Operário

Também na terça-feira, a Martinello anunciou que desautorizou o uso da marca nos uniformes do time e em painéis utilizados em entrevistas. A empresa alegou não concordar “que condenado por crime tão grave e torpe seja elevado ao patamar de ídolo esportivo, pois o esporte é para cidadãos exemplares que cultivam a vida, o respeito ao próximo e o espírito de equipe”.

Na segunda-feira (20), a cooperativa Sicredi anunciou que irá retirar sua marca dos uniformes, mas alegou que ausência do logo nas camisetas do Operário ocorre em função da estratégia da empresa. Ao Olhar Direto, a assessoria informou que o Sicredi patrocina a Federação Mato-Grossense para o Campeonato Estadual de Futebol 2020 e não o Operário. Acrescentou ainda, por meio de nota, que não comenta as contratações de jogadores feitas pelos clubes.

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