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Falso policial preso por ataques sexuais em série é condenado por estuprar mulheres

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Foto: Reprodução/Arquivo

O falso policial que foi assunto nacional há alguns anos, ao ser preso sob suspeita de ter cometido uma série de ataques sexuais contra 26 mulheres em bairro nobre de São Paulo, acabou condenado pela Justiça por estuprar e roubar nove das vítimas. Cabe recurso.

Adson Muniz Santos recebeu penas que, somadas, totalizam 59 anos e oito meses de prisão em regime fechado pelos crimes praticados contra as mulheres entre os anos de 2016 e 2017. As informações são do Tribunal de Justiça (TJ) e da defesa do empresário, que sempre negou todas as acusações.

Das nove condenações contra Adson, seis são por estupros, sendo que algumas delas ainda têm roubo, extorsão, sequestro e abuso de poder. As outras três condenações foram por importunação sexual, ameaça e falsidade ideológica. Adson ainda foi absolvido de uma acusação de estupro e teve ao menos um dos casos arquivados, segundo sua defesa (veja tabela abaixo).

Outra condenação foi confirmada em outubro de 2019: 18 anos e seis meses por estupro, roubo e extorsão. Adson foi acusado de atacar outra mulher nos Jardins, no dia 6 de outubro de 2017.

Defesa e acusação

À Justiça e à imprensa Adson sempre negou as acusações. Chegou inclusive e alegar transtorno mental e pediu tratamento para se “curar”.

Por decisão da Justiça, ele passou por cinco exames psiquiátricos, mas todos os resultados dos testes o consideraram imputável, ou seja, tinha consciência da gravidade dos crimes quando os cometeu, sendo julgado posteriormente como um criminoso normal e não um doente mental. No segundo caso, se fosse considerado inimputável, ou seja, se não tivesse consciência dos seus atos, teria de receber tratamento num hospital psiquiátrico.

Procurado pelo G1, o advogado de Adson, Ariovaldo Stella Alves Filho, reforçou a versão de que seu cliente continua negando todos os crimes e que o sexo com as mulheres e dinheiro que pegava delas foram consentidos.

“ELE [ADSON] ALEGA QUE TUDO O QUE ACONTECIA DE [O SEXO COM AS MULHERES E O DINHEIRO DELAS] ERA DE FORMA VOLUNTÁRIA”, DISSE ARIOVALDO. “ATUALMENTE, O SENHOR ADSON MUNIZ SANTOS NÃO POSSUI SENTENÇAS TRANSITADAS EM JULGADO, OU SEJA, TECNICAMENTE FALANDO AINDA É CONSIDERADO INOCENTE PELAS IMPUTAÇÕES DE CRIME OFERTADAS CONTRA ELE”.

Segundo as acusações feitas pelo Ministério Público (MP) contra Adson, ele abordava as vítimas e cometia os crimes contra elas quase sempre da mesma maneira: se apresentando como policial federal e produtor de TV.

Para isso, de acordo com o MP, exibia credenciais falsas para ameaçar e enganar as mulheres. Depois, de acordo com a denúncia, mostrava uma arma, também falsa, para ameaça-las e obriga-las a fazer sexo com ele. Em seguida roubava seus celulares, relógios e joias. Ainda exigia que elas sacassem dinheiro em caixas eletrônicos e o dessem.

Adson foi acusado de atacar 26 mulheres, tendo nove condenações por crimes contra elas, sendo seis por estupro nos casos

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Investigados por morte no Três Barras são indiciados por homicídio qualificado e ocultação de cadáver

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Assessoria/Polícia Civil-MT

A Polícia Civil, em investigação da Delegacia de Homicídios e Proteção à Pessoa (DHPP) de Cuiabá concluiu o inquérito da morte de Severino Messias Santos de 56 anos, ocorrida na Capital, em maio deste ano, e indiciou os dois homens por homicídio triplamente qualificado e ocultação de cadáver. O delegado responsável pelo inquérito, Caio Fernando Albuquerque, também representou pela conversão das prisões temporárias em preventivas dos investigados.

Os dois presos, de 28 e 18 anos, também foram indiciados por furto qualificado pelo concurso de pessoas. Após praticarem o homicídio, eles levaram da casa da vítima pertences como aparelhos eletrônicos, celular e botijão de gás.

A vítima foi atacada pelos dois autores do crime dentro de sua residência, no bairro Três Barras, na Capital. Ele foi ferido com diversas perfurações de arma branca (faca). Depois, o corpo foi enterrado, sem roupa, pelos dois criminosos, em uma cova rasa nos fundos da residência. O corpo foi encontrado após vizinhos sentirem mau cheiro vindo da casa e acionar a polícia, na tarde do dia 24 de maio.

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Investigação e prisões

Após as investigações realizadas pela DHPP, os dois suspeitos pelo crime foram presos temporariamente no dia 9 de junho, em cumprimento a mandados judiciais decretados pela 12ª Vara Criminal da Comarca de Cuiabá.

Durante a apuração do crime, um dos deles foi ouvido pela Polícia Civil e assumiu a autoria do homicídio.

Conforme o delegado Caio Albuquerque, a vítima foi morta por motivo fútil e com emprego de recurso que impossibilitou sua defesa. “No momento em que foi morta, a vítima encontrava-se nua em seu quarto, sem antever o que lhe ocorreria, quando foi surpreendida pelas inúmeras facadas”, disse o delegado.

Os policiais civis prenderam os envolvidos em suas residências, no mesmo onde ocorreu o crime.  Na casa de um dos presos (de 18 anos) também foi apreendido um aparelho celular roubado de uma mulher no bairro CPA 4.

Fonte: PJC MT

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Jovem apontada com líder do tráfico em Juína tem prisão cumprida em Sinop

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Assessoria | Polícia Civil-MT

Uma jovem apontada como uma das líderes de uma organização criminosa atuante no tráfico de drogas foi presa pela Polícia Civil na noite de quarta-feira (01.07) no município de Sinop (500 km ao norte de Cuiabá). A suspeita de 21 anos estava com o mandado de prisão decretado pela 3ª Vara Criminal e Cível da Comarca de Juína. 

A ação para cumprimento a ordem judicial está inserida na operação “Dominius”, uma vez que a suspeita era a última integrante do grupo criminoso que faltava ser presa, identificada na investigação realizada pela Polícia Civil de Juína. 

A jovem que já foi presa em Alta Floresta é apontada como a responsável por comandar o tráfico de drogas nas regiões das cidades de Juruena, Cotriguaçu e Juína, 

Conforme o delegado regional de Juína, Carlos Francisco de Morais, com a prisão da suspeita a Polícia Civil de Juína conclui o ciclo de investigação, dando cumprimento aos cinco mandados expedidos com base nas investigações de tráfico de drogas no município.

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Conhecida no meio policial por envolvimento nos crimes de tráfico de drogas, associação criminosa  e corrupção de menores, a jovem foi localizada pelos policiais civis em uma residência no bairro Jardim Celeste, em Sinop. 

Ela é esposa de outro suspeito identificado nas investigações que está preso desde março, sendo também investigado como autor de um homicídio em Alta Floresta. Na ocasião em que foi preso, o suspeito foi autuado em flagrante por porte ilegal de arma de fogo, após ser surpreendido na companhia de outros comparsas em poder de três armas (uma submetralhadora 9 milímetros, uma pistola 9 milímetros e uma pistola calibre 22). 

“A Polícia Civil de forma incessante irá trabalhar arduamente para diminuir os índices de furtos, roubos e homicídios, como também o tráfico de drogas que é o maior desencadeador de crimes patrimoniais e homicídios ocorridos na cidade”, destacou o delegado Carlos Francisco Morais.

 

Fonte: PJC MT

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Polícia Civil cumpre dois mandados contra homem envolvido em diversos crimes

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Assessoria/Polícia Civil-MT

Um homem com dois mandados de prisão em aberto foi preso pela Polícia Civil, na quinta-feira (02.07) em Cuiabá, durante ação da Gerência Estadual de Polinter e Capturas (Gepol). 

O procurado de 39 anos estava com as ordens de prisões pendentes por cumprimento de sentença penal condenatória transitada em julgado, por tráfico de drogas. Ele também possui antecedentes criminais pelos crimes de furto qualificado, dano qualificado, porte ilegal de arma de fogo e corrupção ativa. 

Após diligências investigativas os policiais civis conseguiram localizar e prender o suspeito em uma residência no bairro Santa Izabel. No momento da abordagem, o homem tentou dificultar o trabalho da equipe, porém foi contido e conduzido até a Polinter para as providências cabíveis. 

Após o procedimento de cumprimento da prisão, o suspeito foi encaminhado para Unidade Prisional do Estado, onde permanecerá à disposição da Justiça. 

Fonte: PJC MT

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