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Saúde

Gana é o 1º país a receber vacina do consórcio mundial Covax

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Ao todo, mecanismo da OMS já adquiriu mais de 1 bilhão de doses do Instituto Serum da Índia para garantir a vacinação de países subdesenvolvidos e em desenvolvimento
Foto: Pixabay/Creative Commons

Ao todo, mecanismo da OMS já adquiriu mais de 1 bilhão de doses do Instituto Serum da Índia para garantir a vacinação de países subdesenvolvidos e em desenvolvimento

Gana deve receber hoje o primeiro lote de vacinas contra o novo coronavírus (Sars CoV-2, em nível mundial, financiado pelo Covax Facility, organismo liderado pela Organização Mundial da Saúde e que visa a fornecer imunizantes aos países mais desfavorecidos. 

“Gana deve receber 600 mil doses da vacina AstraZeneca/Oxford, fabricada pelo Instituto Serum, da Índia. Essas vacinas foram expedidas pelo Unicef, de Mumbai para Acra, e fazem parte do primeiro lote de imunizantes contra o Covid-19 destinados a vários países” mais desfavorecidos, diz o comunicado. 

Mais de 80 mil pessoas de Gana, país com uma população de cerca de 29,7 milhões de habitantes, já foram infectadas pelo novo coronavírus. Ao menos 580 morreram por complicações da Covid-19.

O Covax, uma coalizão de mais de 150 países criada para impulsionar o desenvolvimento e a distribuição das vacinas contra a Covid-19, entre eles o Brasil, tem acordo com o Instituto Serum de 1,1 bilhão de doses das vacinas Oxford/AstraZeneca e Novavax. “A única maneira de sair desta crise é garantir que as vacinas estejam disponíveis para todos”, disse a representante do Unicef em Gana, Anne-Claire Dufay, em nota.

Ao todo, o Covax já realizou acordos com os fabricantes para a compra de 2 bilhões de doses em 2021, com a opção de aumentar o pedido para mais um bilhão de vacinas, de acordo com a agência France Presse. 

Fonte: IG SAÚDE

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Covid-19: pessoas já infectadas devem esperar um mês antes de tomar vacina

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Vacina contra Covid-19 não pode ser aplicada em pessoas infectadas
Reprodução: BBC News Brasil

Vacina contra Covid-19 não pode ser aplicada em pessoas infectadas

O Brasil registrou até ontem (10) 13.445.006 pessoas infectadas desde o início da pandemia, cerca de 6% da população brasileira. No momento em que a vacinação contra a covid-19 está sendo realizada no país, uma das dúvidas mais comuns é o que muda no caso de quem já teve a doença quando da aplicação da vacina.

Segundo o infectologista Hemerson Luz, quem já teve a covid-19 deve esperar ao menos um mês antes de tomar a vacina contra a doença. Esse intervalo é contado a partir de 14 dias depois do diagnóstico positivo, quando foi convencionado que a pessoa se livra do vírus.

Ele explica que ainda não há publicações e estudos demonstrando efeitos, mas que médicos têm adotado esse tempo mínimo para evitar potenciais efeitos adversos.Se a pessoa tiver com a doença aguda, com febre e com sintomas da covid-19, ela não deve se vacinar. Antes disso, deve procurar um médico para receber orientações e ter um diagnóstico se está ou não com a covid-19.“Se tiver com sintomas vou esperar encerrar o meu quadro.

Se eu tiver com sintomas, tenho que procurar o médico para verificar o diagnóstico. Se tiver infectado, tem que aguardar até resolver o quadro e aí depois de 30 dias”, explica o infectologista. Luz lembra que a vacina pode causar efeitos adversos, em geral no local da aplicação, como inchaço, vermelhidão, febre ou indisposição.

Mas essas reações não duram mais de 48 horas e podem ser tratadas com remédios como analgésicos e antitérmicos.O infectologista alerta que quem já foi infectado pode contrair a covid-19 novamente, mas o quadro deve ser brando.

“A [vacina] CoronaVac tem eficácia de 50% para pegar a doença, mas é 100% eficaz contra o caso grave. A [vacina] Oxford/AstraZeneca é um pouco mais efetiva, a 70%, mas mesmo assim existe possibilidade de ficar doente”, disse.O infectologista ressalta a importância da vacinação mesmo para quem já teve a covid-19. E acrescenta que não é preciso ter receio, pois não há chance da vacina causar doenças. Mesmo aquelas que utilizam vírus inativados não têm qualquer possibilidade de replicação do vírus no organismo.

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Fonte: IG SAÚDE

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Saúde

Países mais pobres ainda não têm uma única dose da vacina contra Covid-19

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Vacina contra a Covid-19 ainda não chegou a diversos países
Pixabay

Vacina contra a Covid-19 ainda não chegou a diversos países

Enquanto países avançam na vacinação contra a Covid-19 , alguns lugares do mundo sequer receberam uma única dose do imunizante. De acordo com a Organização Mundial da Saúde ( OMS ), mais de 600 milhões de doses foram aplicadas em todo o mundo, mas a distribuição ainda é bastante desigual.

Segundo apuração do Deutsche Welle, há uma faixa inteira de países africanos ainda esperando a chegada de doses da vacina contra a Covid-19, que vai da Líbia a Madagascar – as nações sequer estão nas estatísticas da OMS. Países na Ásia Central e outros como Coreia do Norte, Cuba e Bósnia-Herzegóvina também estão com a campanha de vacinação bastante atrasada.

“Com relação à África, temos a boa notícia de que 44 países já receberam o fornecimento de vacinas. Mas, ao mesmo tempo, isso também significa que dez países não receberam até agora nenhuma vacina”, diz Clemens Schwanhold, da ONG de combate à pobreza ONE, ao Deutsche Welle.

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Foi pensando nos países mais pobres que surgiu o programa Covax , que prevê o acesso global à vacinação contra a Covid-19. Para isso, os Estados-membros da OMS foram divididos em dois grupos: os 98 países mais ricos estão financiando vacinas para os 92 países mais pobres.

“O problema é que não há muito mais doses de vacinas disponíveis porque a UE e os Estados Unidos já asseguraram a grande maioria delas”, diz Sonja Weinreich, responsável pelas questões de saúde na organização Brot für die Welt (pão para o mundo), uma agência de assistência administrada pelas igrejas protestantes na Alemanha, ao Deutsche Welle. “Portanto, este mecanismo não vem sendo capaz de se impor adequadamente porque essa solidariedade simplesmente não existe”.

O principal objetivo do Covax é vacinar pelo menos 20% da população desses 92 países até o final de 2021. O sucesso, porém, depende de “todos os participantes se unirem quando se trata de financiamento e do fornecimento de matérias-primas”, afirma Schwanhold.

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Fonte: IG SAÚDE

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Serrana conclui vacinação em massa contra Covid-19 neste domingo

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Cidade de Serrana encerra vacinação em massa neste domingo
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Cidade de Serrana encerra vacinação em massa neste domingo

A cidade de Serrana (SP) conclui neste domingo (11) a vacinação em massa contra a Covid-19 . O município está sediando um estudo do Instituto Butantan , chamado de Projeto S.

Neste domingo, a segunda dose da CoronaVac será aplicada no restante dos cerca de 28 mil imunizados em Serrana. A cidade tem 45,6 mil habitantes, e só não receberam a vacina grupos que não participaram dos testes clínicos do imunizante , como crianças e mulheres grávidas.

O Projeto S vai analisar a eficácia da CoronaVac contra a transmissão do novo coronavírus (Sars-Cov-2), bem como a queda de óbitos pela Covid-19. Os vacinados no estudo serão monitorados pelo Butantan ao longo de um ano, através de um programa de vigilância que tem a ajuda de uma inteligência artificial criada em parceria com o WhatsApp.

“Na maior pandemia do século e a maior crise sanitária do Brasil, Serrana está sendo protagonista de um projeto único no mundo de pesquisa, podendo contribuir com a ciência do Brasil e do mundo”, afirma o prefeito Léo Capitelli (MDB), ao G1.

Mesmo com a vacinação em massa, que tem deixado a população de Serrana esperançosa por um futuro mais tranquilo, a retomada das atividades na cidade não será imediata. De acordo com o prefeito, o uso de máscaras e hábitos de higiene, como o uso de álcool em gel, serão mantidos, e a flexibilização das medidas de restrição serão discutidas junto ao Butantan .

“Vamos conversar com o Butantan para que a gente faça uma retomada consciente, que sirva de referência para todo o Brasil para uma retomada planejada, organizada, e que, acima de tudo, vise a saúde e a segurança do munícipe”, diz ao G1.

Fonte: IG SAÚDE

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