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Gilmar Mendes tira da Lava-Jato do Rio investigação contra delegado

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Ministro do STF, Gilmar Mendes
NELSON JR./STF

Ministro do STF, Gilmar Mendes

O ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Gilmar Mendes proferiu uma decisão determinando que uma investigação contra delegado da Polícia Civil do Rio de Janeiro saia da competência da Lava-Jato do Rio e seja encaminhada para a Justiça Estadual. O caso envolvia suspeitas de pagamento de propina do empresário Arthur Soares, o rei Arthur, a um delegado da Polícia Civil, Ângelo Ribeiro de Almeida Júnior, em troca de proteção em investigações.

Em sua decisão, Gilmar entendeu que o único elemento usado para justificar a competência do juiz Marcelo Bretas, da 7ª Vara Federal do Rio, era a delação, e que não havia relação dos fatos com a Lava-Jato do Rio. A reclamação foi protocolada pelo advogado do delegado, Rafael da Silva Faria.

“O suposto recebimento, pelo reclamante, de vantagem indevida de Arthur Soares, por intermédio de Danilo Botelho, não é suficiente para sustentar uma conexão com os fatos apurados pela Operação Titereiro –não há envolvimento de agentes públicos, verbas federais ou qualquer vínculo com os delitos praticados na gestão do governo Cabral, dos quais se desdobrou a Operação Titereiro”, escreveu Gilmar Mendes.

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O ministro fez críticas aos processos mantidos sob a competência de Bretas no Rio, apontando que não é possível determinar que os desdobramentos da Lava-Jato do Rio automaticamente teriam que ficar sob a alçada de Bretas. “Importante observar que a regra no processo penal é o respeito ao princípio do juiz natural, com a devida separação das competências entre Justiça Estadual e Justiça Federal”, escreveu.

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Covid-19: MPF investiga denúncias de aglomeração em base da Marinha no Rio

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Covid-19: MPF investiga denúncias de aglomeração em base da Marinha no Rio
ESTADÃO CONTEÚDO

Covid-19: MPF investiga denúncias de aglomeração em base da Marinha no Rio

Após receber denúncias de possíveis aglomerações em uma base da Marinha do Brasil no Rio de Janeiro, o Ministério Público Federal (MPF) iniciou uma investigação para apurar os fatos. De acordo com o “G1”, militares do Centro de Instrução Almirante Alexandrino (CIAA), na Zona Norte da capital fluminense, relataram que o quartel tem descumprido as medidas protetivas e as normas de segurança durante a pandemia da Covid-19.

Imagens obtidas pelo site, que foram captadas no local, mostram alojamentos lotados, alunos e militares sem máscara de proteção, e pouco distanciamento em atividades ao ar livre.

Ainda de acordo com a reportagem, não há aferição de temperatura na entrada, não é oferecido álcool em gel para os alunos e reclamações são contidas com ameaça de punição. Além, disso, há aglomerações em todos os espaços do loca, como banheiros, refeitórios, sala de aula e alojamentos. Só no quarto, são cerca de 25 pessoas em um pequeno espaço trocando de roupa.

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Hoje, o CIAA tem aproximadamente 2,7 mil alunos. O curso para cabo, por exemplo, teve início no dia 7 de janeiro e tem duração de aproximadamente um ano. Conforme as denúncias, há muitos casos de Covid na unidade da Marinha.

“Tem muitos casos de Covid lá dentro. Tem campanhas (colega) que perderam pais, estão com filho com Covid e mesmo assim continuam indo pro curso. Quando um praça chega lá com sintomas, eles dão a dispensa, mas quando o militar apresenta uma dispensa de um outro hospital eles dizem que quando entramos em janeiro estávamos bons de saúde. E desconsideram o atestado”, relatou um militar ao “G1”.

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Depois das denúncias, o MPF convocou o comandante da unidade da Marinha, o contra-almirante Alexander Reis Leite, para prestar esclarecimentos dos fatos. Ao procurador da República do Rio de Janeiro, Fábio de Lucca Seghese, o militar afirmou que o CIAA segue o Plano de Atividades para Acompanhamento da Evolução da Pandemia no Brasil e na Família Naval. Segundo o comandante, o planejamento tem o propósito de orientar a progressão das atividades e a manutenção da capacidade operacional da unidade militar.

“No âmbito desta Organização Militar foram elaborados memorandos, onde contêm as informações sobre o retorno das aulas com os protocolos a serem adotados contra a Covid-19. Adicionalmente, houve a implementação de regras a serem cumpridas pelos militares do comando do corpo de alunos e pelo próprio corpo de alunos, em função de medidas de enfrentamento adotadas”, disse o contra-almirante.

O EXTRA entrou em contato com a Marinha do Brasil e com o Ministério Público Federal, mas até o momento não recebeu retorno dos questionamentos feitos.

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Caso Henry Borel: Monique foi recebida na cadeia aos gritos de “vai morrer”

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Monique no momento em que chega ao presídio, em Niterói
Tânia Rêgo/Agência Brasil

Monique no momento em que chega ao presídio, em Niterói

Monique Medeiros , mãe de Henry Borel , morto aos 4 anos, foi recebida no Instituto Penal Ismael Sirieiro, em Niterói (RJ), aos gritos de “uh, vai morrer”, segundo informações da jornalista Juliana Dal Paiva, do UOL .

Presos na quinta-feira (8), Monique e o vereaor Dr. Jairinho são investigados pelo assassinato da criança e foram acusados de estarem atrapalhando as investigações.

Relatos dizem que Monique passa os dias chorando e gritando em sua cela, isolada, porém não solicitou atendimento médico . O advogado o casal, André França Barreto nega que Dr. Jairinho tenha solicitado atendimento no presídio de Bangu 8, onde está preso.

“Ele me disse que não pediu atendimento nenhum. Ele está sem os medicamentos que precisa para dormir e isso causa certa ansiedade. Mas está bem. Disse que nem saiu da cela”, afirmou Barreto. Servidores, porém, contam uma versão contrária.

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A defesa entrou com um pedido de habeas corpus no sábado (11) alegando iegalidades cometidas durante as investigações.

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Silas Malafaia fala bobagens e Padre Fábio de Melo responde com uma lição de moral, veja o vídeo!

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Padre Fábio de Melo em mais uma de suas pregações serenas, respondeu as imbecilidades proferidas pelo Pastor Silas Malafaia, assista o vídeo!

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