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Google Assistente ganha recursos para ajudar pessoas com deficiência; conheça

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Unsplash/Mitchell Luo

Google lança novos recursos para pessoas com deficiência


O Google anunciou algumas atualizações nos recursos de acessibilidade do Android para o Dia Mundial da Conscientização sobre a Acessibilidade, que acontece toda terceira quinta-feira do mês de maio. A data tem o objetivo de aumentar a conscientização a respeito da acessibilidade das pessoas com deficiência.

O principal anúncio é o lançamento público dos Action Blocks, que permitem criar botões grandes e personalizados para ações complexas, como tocar música ou fazer uma ligação – tarefas difíceis para alguém com deficiência cognitiva. Novos recursos também foram adicionados ao Live Transcribe, suporte Bluetooth ao Sound Amplify e melhores opções de navegação ao Voice Access.

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Todos esses recursos podem ser extremamente importantes para pessoas com deficiência, além de serem úteis para todos os usuários. Os Action Blocks, por exemplo, podem ajudar a configurar pequenas ações do Google Assistente para automatizar coisas comuns que seriam feitas com a voz, como pedir para desligar as luzes da casa.

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Após instalar o Action Blocks, você pode configurá-lo escolhendo uma lista de ações predefinidas ou digitando por conta própria. Isso também pode ser feito por voz, com o Google Assistente. Depois de configurado e testado, você pode salvar o botão na tela inicial.

O app permite colocar sua própria foto personalizada no botão, afinal o objetivo é ajudar pessoas com deficiências cognitivas a realizar tarefas em seus telefones. Portanto, definir uma foto grande de um membro da família para fazer uma chamada de vídeo é essencial.

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O Live Transcribe é um dos recursos mais úteis criados pelo Google. Ele faz exatamente o que o nome diz: transcreve automaticamente um discurso para texto – inclusive em mais de um idioma. A novidade é que agora é possível definir palavras específicas que o mecanismo pode não reconhecer, como um nome difícil ou um termo técnico. Basta digitar a palavra nas configurações do Live Transcribe; não é necessário falar em voz alta.

O app já oferecia a possibilidade de salvar transcrições localmente, mas agora o Google permite a pesquisa por palavras-chave. A empresa observa que, apesar do recurso de pesquisa, os dados não são baseados nos servidores do Google, e sim no próprio celular. As transcrições são enviadas para a nuvem apenas para serem processadas, mas não são salvas lá.

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Por fim, o Live Transcribe permitirá que o usuário defina seu nome como uma palavra-chave que vibrará o telefone. Isso pode ajudar pessoas com deficiência auditiva a identificar quando alguém quer falar com elas.

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A amplificação de som do Android permite usar o telefone para amplificar e esclarecer o áudio. Não substitui um aparelho auditivo, mas é útil. Antes ele funcionava apenas com fones de ouvido com fio, agora ele passa a suportar fones Bluetooth.

Por último, o Google Maps no Android e no iOS dará aos usuários a opção de mostrar o acesso de cadeira de rodas imediatamente quando pesquisarem, sem precisar acessar os detalhes do local. Os mapas mostram também vários tipos de acesso, incluindo o próprio edifício, banheiros, áreas de estacionamento e áreas de estar.

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O que é o Anonymous e como eles conseguem vazar dados? Entenda

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O grupo de hackers Anonymous voltou, após um período de hiato, à internet. Entre domingo (31) para segunda (1), depois do início dos protestos pela morte de George Floyd , nos EUA, os hackers tornaram público uma suposta ação judicial contra Donald Trump .

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Na suposta ação, o presidente dos EUA estaria sendo acusado de estupro, abuso sexual, violência física além de outros crimes.

Anonymous voltaram à internet após período de hiato
Tarik Haiga/Unsplash

Anonymous voltaram à internet após período de hiato


Na noite da última segunda, o grupo expôs dados pessoais do presidente do Brasil, Jair Bolsonaro e de seus filhos, o vereador Carlos Bolsonaro (Republicanos-RJ) e o deputado federal Eduardo Bolsonaro (PSL-SP) além do ministro da educação, Abraham Weintraub , e da Mulher, Família e Direitos Humanos, Damares Alves .

Os hackers divulgaram os CPFs do presidente e de seus filhos, além de telefones, endereços e dados sobre imóveis da família do presidente.

Quem são os Anonymous?

O grupo de hackers é um coletivo descentralizado e sem líder formado em 2003. Por isso eles se chamam de “legião” e defendem que são “uma ideia”. Qualquer pessoa que se identifique com isso e seja um hacker pode ajudar a vazar informações. O lema dos Anonymous é: “Somos uma Legião. Não perdoamos. Não esquecemos. Somos os Anonymous”.

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Anel com inteligência artificial prevê sintomas de Covid-19

Gregg Housh , ativista na internet e filiado ao Anonymous na ocasião, afirmou no documentário We Are Legion : “O que as pessoas parecem não entender é que nossa habilidade de ser qualquer um é o nosso poder”.

“Fui chamado de simpatizador de terroristas. Fomos chamados de crianças, valentões, arruaceiros. Às vezes, essas palavras não são totalmente injustas, mas esse é um movimento político sério” afirmou Peter Fein, hackativista e filiado ao Anonymous na ocasião, no mesmo documentário que conta sobre o grupo.

Como agem

O grupo age como qualquer outro ataque cibernético de roubo de dados. Mas ao invés de ter uma ação maliciosa com esses dados, eles os divulgam.

Além disso, eles derrubam sites (geralmente de governos) através de uma tática antiga que consiste em colocar muitas máquinas para acessar determinado site ao mesmo tempo, fazendo com que ele fique sobrecarregado e saia do ar.

Anonymous no Brasil

No País, os Anonymous não se manifestavam desde 2013 em meio aos protestos que ocorriam contra a então presidente Dilma Rousseff (PT). Naquela época, a presidente, e seu vice, Michel Temer (MDB), tiveram suas redes sociais invadidas. O site do Exército brasileiro foi invadido e ficou fora do ar por cerca de 15 horas. No ano, as Forças Armadas haviam informado que nenhum dado havia sido roubado.

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Anel com inteligência artificial prevê sintomas de Covid-19

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coronavírus covid-19
Divulgaçao/PMG

Anel pode identificar sintomas de pessoas infectadas pelo novo coronavírus


Um dos maiores desafios no combate ao novo coronavírus  (Sars-Cov-2) é impedir que pessoas assintomáticas espalhem o vírus. Em abril, pesquisadores do Instituto de Neurociências Rockefeller, da Universidade de West Virginia (RNI), nos EUA, desenvolveram um anel com inteligência artificial para tentar prever os sintomas. Agora, após um período de testes, a equipe afirma que seu equipamento conseguiu, com 90% de precisão, prever os sintomas da doença até três dias antes de eles se manifestarem.

Para fazer a previsão, o anel coleta dados como temperatura corporal, variação da frequência cardíaca, frequência respiratória e padrões de sono. Depois, combina todos as informações e, por meio de modelos guiados por inteligência artificial, consegue prever os sintomas da Covid-19 .

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Apesar de eficiente, a precisão de 90% ainda cria um espaço para alguns assintomáticos não serem detectados. Por conta disso, pode levar um tempo até que o equipamento esteja realmente pronto para o uso, embora seja promissor.

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Atualmente, são mais de 600 profissionais da saúde e socorristas testando a tecnologia. A RNI também está trabalhando com novos parceiros para incluir mais de 10 mil participantes para novos testes .

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Pulseira inteligente Mi Band 5, da Xiaomi, ganha data de lançamento

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Mi Band 5
Divulgação/Xiaomi

Xiaomi Mi Band 5 será apresentada no dia 11 de junho


A nova pulseira inteligente da Xiaomi já tem data para ser apresentada: 11 de junho. Em uma publicação na rede social Weibo, a marca chinesa confirmou o lançamento da Mi Band 5 , que começa a ser vendida na China no próximo dia 18. 

Além da data do anúncio, a Xiaomi não divulgou outras informações sobre a smartband. Apesar disso, algumas informações já vazaram, e uma delas é de que a Mi Band 5 terá suporte à Alexa , assistente virtual da Amazon

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Além disso, a pulseira deve ter, ainda, sensores para medir o nível de oxigênio no sangue do usuário. Recursos adotados nas versões anteriores da Mi Band devem permanecer, como o monitoramento de passos e batimentos cardíacos para controlar atividades físicas. 

Outra novidade interessante é que a Mi Band 5 pode trazer o pagamento por aproximação para o mercado mundial de pulseiras inteligentes. Por enquanto, apenas smartbands chinesas possuem suporte à tecnologia NFC .

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O preço da Mi Band 5 não foi divulgado pela Xiaomi , mas a expectativa é que ele fique em torno de 200 yuan (cerca de R$150 em conversão direta). Após o início das vendas na China, não se sabe quando o dispositivo chegará ao mercado global e brasileiro.

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