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Economia

Governo de Pernambuco se une a  Instituto Êxito para ajudar empreendedores

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Com o objetivo de contribuir ainda mais para o estímulo ao empreendedorismo em Pernambuco, o governador Paulo Câmara assinou, nesta quinta-feira (27), um acordo com o Instituto Latino-Americano de Empreendedorismo , Inovação e Desenvolvimento Sustentável (Instituto Êxito de Empreendedorismo).

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A parceria, firmada com o presidente da Instituição, Janguiê Diniz , visa disponibilizar, de forma gratuita, conteúdos digitais por meio da plataforma do Instituto, a exemplo de palestras ao vivo e cursos online, contribuindo com a qualificação profissional de trabalhadores e empreendedores do Estado.

Parceria com Instituto Êxito arrow-options
Instituto Êxito/Divulgação

Autoridades durante a assinatura da parceria entre o governo de Pernambuco e o Instituto Êxito


“Estamos muito felizes com essa parceria, sobretudo, porque desejamos proporcionar uma verdadeira transformação no empreendedorismo de Pernambuco ”, afirmou Janguiê . “A educação transforma, o empreendedorismo transforma, e tudo isso só será possível se unirmos forças em prol do desenvolvimento do nosso país”, finalizou.

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Divulgação/Instituto Êxito

Parceria pode capacitar profissionais pernambucanos na área do empreendedorismo





A parceria vai beneficiar, especialmente, os profissionais que passarem pelo Qualifica PE , programa que abriga vários cursos voltados para o desenvolvimento do trabalhador. “Estamos sempre buscando alternativas que nos ajudem a gerar mais oportunidades para os pernambucanos. E apostamos no reforço do empreendedorismo no nosso Estado, seja através do Crédito Popular ou da qualificação profissional”, afirmou Paulo Câmara .

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Com a iniciativa, cursos de desenvolvimento pessoal serão disponibilizados por meio de uma plataforma, além de técnicas de empreendedorismo, interação com empreendedores reconhecidos no mercado, mentorias e salas virtuais. A parceria permitirá ainda a realização de consultorias gratuitas online, de acordo com a disponibilidade de atendimento da equipe do Instituto.

Plataforma

Os cursos online contidos na plataforma do Êxito estarão disponíveis gratuitamente e poderão auxiliar na formação e qualificação dos profissionais pernambucanos.

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“No ano passado, cerca de 16 mil trabalhadores e empreendedores foram beneficiados com as ações de qualificação, capacitação e treinamento da Secretaria do Trabalho . Esse ano, vamos qualificar muito mais pessoas, que ainda terão essas plataformas digitais como apoio”, frisou o secretário do Trabalho, Emprego e Qualificação, Alberes Lopes .

Outro benefício do acordo é abrir portas para os trabalhadores cadastrados nos desafios e concursos realizados pelo Instituto Êxito, sem ônus financeiro na inscrição.

Participaram da assinatura do convênio o governador do Estado, Paulo Câmara ; o secretário estadual do Trabalho, Emprego e Qualificação, Alberes Lopes ; o vice-presidente do Instituto Êxito, Cláudio Castro ; Rafael Figueiredo e Luiz Augusto , sócios-fundadores da instituição; e o coordenador do Comitê de Responsabilidade Social do Êxito, Sérgio Murilo Filho .

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Os profissionais que tiverem interesse poderão realizar o cadastro acessando o site do Instituto Êxito .

Fonte: IG Economia
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Economia

Bolsonaro reinvindica autoria do auxílio emergencial de R$ 600

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⚠️ Atenção ⚠️ Fonte: Governo Federal

Uma publicação compartilhada por SecomVc (@secomvc) em 9 de Abr, 2020 às 11:49 PDT

A Secretaria de Comunicação do governo publicou nesta quinta-feira (9) uma campanha destinada a explicar que o  auxílio emergencial de R$ 600  a informais é pago pela administração federal, em oposição a governadores e prefeitos.

“O auxílio emergencial não é fornecido por prefeituras nem governos estaduais. O auxílio emergencial é fornecido pelo governo federal, para a população, graças aos impostos pagos pela própria população”, diz a campanha do governo federal.

Nesta quinta-feira, o presidente criticou o “uso político” do auxílio emergencial por parte de governos estaduais durante live nas suas redes sociais. “Isso aí é uma fraude. Não vou acusar o governador porque não temos prova de que foi feito pelo governador”, disse, sem especificar a qual governador nem a que ação estava se referindo.

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Antes, a equipe econômica de Bolsonaro queria conceder R$ 200 aos informais. Depois, a ideia passou a ser sobre o valor de R$ 300. Após críticas do Congresso, o valor foi elevado a R$ 500. Como forma de finalizar o processo com protagonismo, Bolsonaro decidiu que o valor final seria de R$ 600.

Com a pandemia do novo coronavírus (Sars-CoV-2), Bolsonaro e a maior parte dos governadores tiveram divergências. Isso porque o presidente  critica as medidas restritivas impostas pelos governadores estaduais para conter a expansão da doença, seguindo recomendações do Ministério da Saúde e da Organização Mundial de Saúde.

O presidente perdeu o apoio de alguns daqueles que foram seus aliados, como os governadores João Doria (PSDB-SP), Ronaldo Caiado (DEM-GO) e Wilson Witzel (PSC-RJ) e tem constantemente ameaçado o cargo do atual ministro da saúde, Luiz Henrique Mandetta.

Fonte: IG Economia
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Economia

Dólar fecha abaixo de R$ 5,10 pela primeira vez em duas semanas

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Agência Brasil

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MARCELLO CASAL JR./AGÊNCIA BRASIL

Dólar fecha abaixo de R$ 5,10

Em reação à desaceleração de casos do novo coronavírus em diversos países da Europa e em algumas regiões norte-americanas, o dólar caiu para o menor nível em duas semanas. A bolsa de valores caiu depois de três altas seguidas, mas fechou a semana com alta de 12%. Mesmo assim, o dólar comercial encerrou a quinta-feira (9) vendido a R$ 5,091, com recuo de R$ 0,053 (-1,02%). 

A moeda chegou a operar em alta nos primeiros minutos de negociação, mas reverteu a tendência ainda durante a manhã. Na mínima do dia, por volta das 12h, a cotação chegou a atingir R$ 5,05. A cotação está no menor nível desde 26 de março, quando tinha fechado em R$ 4,996.

O Banco Central (BC) interveio no mercado. A autoridade monetária não vendeu dólares das reservas internacionais hoje, mas leiloou US$ 297 milhões em contratos de swap cambial, que equivalem à venda de dólares no mercado futuro. Em 2020, o dólar comercial acumula alta de 26,85%.

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Bolsa de valores

Depois de três dias seguidos de alta, o índice Ibovespa, da B3 (bolsa de valores brasileira), fechou o dia aos 77.682 pontos, com recuo de 1,2%. Mesmo assim, o índice acumula valorização de 12% na semana.

Há várias semanas, os mercados financeiros em todo o planeta atravessam um período de nervosismo por causa da recessão global provocada pelo agravamento da pandemia de coronavírus. As interrupções na atividade econômica associadas à restrição de atividades sociais travam a produção e o consumo, provocando instabilidades.

Petróleo

A bolsa subiu durante quase todo o dia, mas reverteu a tendência depois do fim da reunião da Organização dos Países Exportadores de Petróleo (Opep). Os países fecharam um acordo para reduzir a produção global em 10 milhões de barris por dia em maio e junho. No entanto, dúvidas se países de fora da Opep também reduzirão a produção fizeram diversas bolsas internacionais cair.

A guerra de preços de petróleo começou há cerca de um mês, quando Arábia Saudita e Rússia aumentaram a produção, mesmo com os preços caindo por causa da baixa demanda provocada pela pandemia. Na semana passada, a cotação do barril do tipo Brent chegou a operar próxima de US$ 20, no menor nível em 18 anos. Segundo a Petrobras, a extração do petróleo na camada pré-sal só é viável para cotações a partir de US$ 45.

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Por volta das 18h30, o Brent era vendido a US$ 31,99, com recuo de 2,59%. As ações da Petrobras, as mais negociadas na bolsa, também caíram. Os papéis ordinários (com direito a voto em assembleia de acionistas) desvalorizaram-se 3,66% nesta quinta. Os papéis preferenciais (com preferência na distribuição de dividendos) recuaram 2,89%.

Fonte: IG Economia
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Economia

Conservadorismo do Bacen é muito arriscado, segundo especialista

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Especialista se preocupa com "tom conservador" do Bacen durante crise do coronavírus

O Banco Central do Brasil (Bacen) tem se mantido “conservador” durante a crise causada pelo novo coronavírus (Sars-CoV-2) e, conforme falou o diretor de investimentos da Persevera Asset Management ao Valor Investe na última quarta (8), tal postura é “muitíssima arriscada” neste momento.

Guilherme Abbud afirma que “deixar os juros altos às vésperas de uma depressão como nunca vimos antes é algo super agressivo”.

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Queda na Selic

Abbud defendeu que a Selic seja levada a níveis “bem menores” do que os 3,75% atualmente praticados, sequer descartando a utilização do juro básico em zero no país.

O diretor de investimentos da Persevera também acrescenta que o Bacen pode estar dividido. Ele afirma:

“Vejo que ele quer ser liberal no câmbio, mas se põe numa armadilha porque entorta o modelo e usa a política monetária para não deixar o câmbio ir embora. Esse problema tem de ser resolvido com reservas, não com juros.”

Ele defende ainda que a recessão causada pela Covid-19  pode ocasionar em um encolhimento do PIB de 5% a 10%, além de inflação de 1% para 2020. Abbud acrescenta:

“É necessário mudar a percepção neste momento. Saímos muito rápido do inferno para o céu e agora estamos indo para outro tipo de inferno. A inflação estava em 12% e caiu para perto de 3%. Isso foi bastante comemorado e tinha de ser mesmo porque reancoramos as expectativas. Mas agora, a inflação em 1% não é mais algo a se comemorar. É um problema para o qual o Brasil não está treinado. Quedas de inflação a partir de agora têm de ser combatidas porque passam a ser sintoma de uma doença muito grave, que é a depressão econômica.”

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Política monetária para tempos de recessão

Abbud defende ainda que uma política monetária de tempos de “recessão econômica” deve ser empregada no atual momento, onde é preciso agir rapidamente e de maneira forte “já que os riscos de inflação são inexistentes”. Ele explica:

“O BC usa a palavra conservador de forma errada. Em períodos recessivos, ser conservador é agir rápido. O BC está desconexo da realidade sendo que estamos em uma situação de absoluta emergência.”

Por fim, Abbud defende uma maneira diferente para achatar a curva de juros neste momento. Para ele, o Brasil deve ter uma “curva baixa e achatada”, acreditando que uma redução de juros “de forma corajosa e muito rápida” deve ser feita, comunicando-se que “o inimigo a ser combatido é a desinflação”. Ele conclui:

“Se o BC mudar de postura rapidamente e adotar essa visão mais firme, a curva de juros vai despencar e poderemos ter um juro longo real próximo de zero.”

Fonte: IG Economia
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