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Governo retoma e avança obras de reconstrução de escola a pedido do deputado Nininho

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Foto: FABLICIO RODRIGUES / ALMT

O deputado estadual Ondanir Bortolini (PSD), Nininho, acompanha a situação da Escola Estadual de Março desde 2015, quando o vereador de Canarana Ederson Porsch (PSD), o Soni, e outros vereadores levaram ao gabinete do parlamentar a necessidade de obras de reforma e reestruturação do prédio escolar. No ano de 2016 a escola foi demolida e improvisada no parque de exposições do município; posteriormente um prédio foi locado para atender a instituição.

“Acompanho o drama dos alunos e profissionais da educação de Canarana desde o início, uma demanda antiga que o governador Mauro Mendes também assumiu”, ressaltou Nininho.

“No início do mandato do governo atual, em 2019, levei a situação da escola até a Secretaria de Estado de Educação. Naquele momento a única coisa que podia ser feita era um levantamento minucioso da obra, o governo foi sincero quando disse que naquela época a obra não poderia ser iniciada, mas se comprometeu com um cronograma. Mesmo com as aulas paralisadas por conta da pandemia, as reformas e construção estão a todo vapor”, explicou o deputado.

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A reconstrução deve ser concluída no mês de setembro de 2020. A obra é conveniada com a Prefeitura de Canarana, orçada em R$ 3,072 milhões, sendo R$ 2,5 milhões de recursos estadual e R$ 572 mil municipal.

A unidade de ensino será contemplada com um novo e moderno prédio, com 16 salas de aula, refeitório, cozinha, laboratórios, biblioteca integradora, banheiros adaptados para pessoa com deficiência, parte administrativa, além da reforma da quadra poliesportiva, que já existia no local. Com a construção do novo prédio, será possível ampliar a oferta de vagas na escola, que atualmente atende 530 alunos.

Fonte: ALMT

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Governo de MT e prefeitura terão que prestar contas sobre fechamento de hospital

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Foto: ANGELO VARELA / ALMT

O deputado estadual Elizeu Nascimento (DC) protocolou, no dia 5 de agosto, na Assembleia Legislativa do Estado de Mato Grosso, um pedido de informação ao governador, Mauro Mendes (DEM) com cópia ao secretário de Saúde, Gilberto Gomes de Figueiredo, ao prefeito do município de Barra do Bugres/MT, Raimundo Nonato Abreu Sobrinho e à presidente do consórcio intermunicipal que administra o Hospital Regional de Barra do Bugres, Eliane Lins da Silva, referente ao fechamento do Hospital Regional de Barra do Bugres, Roosevelt Figueiredo Lira, (165 km da capital). 

A unidade hospitalar encerrou os atendimentos de internação no dia 28 de julho, deixando a população de 10 municípios sem atendimento médico. Entre os municípios afetados estão Tangará da Serra, Sapezal, Campo Novo do Parecis, Nova Marilândia, Santo Afonso, Arenápolis, Denise, Nortelândia e Porto Estrela.

O parlamentar quer saber, por exemplo, informações sobre os termos que regem o contrato de consórcio público intermunicipal firmado entres os municípios consorciados e o governo do estado, por meio da secretaria de Saúde, a relação das empresas que possuem contrato em vigência junto ao governo, a relação da quantidade de leitos desabilitados com o fechamento do Hospital Regional de Barra do Bugres, qual o orçamento anual do hospital Regional de Barra do Bugres e qual o valor de recursos financeiros destinados pelo governo estadual repassados ao hospital nos últimos 10 anos. Essas e outras perguntas terão que ser respondidas no prazo máximo de 30 dias.

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“A população quer transparência em elação as ações do governo de Mato Grosso sobre o combate à pandemia, e como parlamentar, uma das minhas atribuições é fiscalizar e cobrar explicações dos governantes”, afirmou Nascimento, acrescentando que o pedido de informação é uma oportunidade para os gestores responderem às indagações dos cidadãos mato-grossenses.

 

Fonte: ALMT

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PEDRA PRETA I Pré- candidato pelo Democracia Cristã (DC), Héber Vinícius vence enquete e poderá ser a grande surpresa nas eleições 2020.

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O site notícia em foco mt, realizou na ultima semana uma enquete querendo saber a opinião do eleitor de Pedra Preta em relação aos possíveis prefeitáveis para o pleito de 2020. A enquete que ficou no AR por 05 dias, teve o pré-candidato Héber Vinícius pelo Democracia Cristã (27) como o vencedor da com 31,10 %  dos votos, em segundo lugar ficou o pré-candidato pelo PSDB Teobaldo que obteve 27,28 % dos votos dos internautas, o atual prefeito NÁ (MDB) ficou com a quarta colocação com apenas 10,99 % dos votos da enquete que teve a participação de 1.074 participantes. Héber Vinícius que é natural de Monção SP, e reside em Pedra Preta há 14 anos é casado e pai de uma filha, tem apenas 38 anos de idade, é contador atuando na cidade. Ex-Presidente da ACIP (Associação comercial e Industrial de Pedra Preta), e Rotary Pedra Preta, também secretário do lar dos idosos na cidade, Vinícius vem se destacando por suas atuações e seu carisma, defendendo o conservadorismo onde coloca em seu projeto a valorização da família, a ética e a moralização na política, filiado ao DC 27, o contador acredita que poderá fazer a transformação que a cidade precisa, sobretudo no campo administrativo buscando ampliar a geração de emprego e renda.

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VEJA RESULTADO DA ENQUETE:

Da redação.

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​​​​​​​Situação dos professores e de povos indígenas é tema de reunião

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Foto: FABLICIO RODRIGUES / ALMT

A preparação para o retorno das atividades escolares em todo o estado, a realidade dos povos indígenas e os desafios enfrentados pelos professores durante realização de aulas remotas e híbridas foram os temas discutidos nesta quinta-feira (06) pela comissão especial que analisa o retorno das atividades escolares na rede pública de Mato Grosso.

A presidente do Conselho Estadual de Educação de Mato Grosso, Adriana Tomasoni, apresentou informações acerca da Resolução Normativa nº 003/2020, que dispõe sobre as normas de reorganização do calendário para o ano letivo de 2020, a serem adotadas pelas instituições pertencentes ao sistema estadual de ensino, em razão da pandemia da Covid-19.

Composta por 19 artigos, a resolução destaca a necessidade de atendimento dos direitos e objetivos de aprendizagem, previstos para cada etapa educacional da educação básica e superior; e de cumprimento da carga horária mínima de 800 horas aos estudantes da educação básica e suas modalidades, conforme Art. 24 da Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional.

Nesse sentido, estabelece que as instituições vinculadas ao sistema de ensino de Mato Grosso podem propor, para além de aulas presenciais, a realização de atividades pedagógicas não presenciais, desde que garanta a interação entre o professor, o estudante e a família.

A resolução impõe ainda, entre outros itens, a obrigatoriedade de elaboração de um plano pedagógico estratégico pelas instituições que optarem por desenvolver atividades pedagógicas não presenciais e de apresentação de novo calendário para o ano letivo de 2020 pelas instituições que não realizarem aulas remotas, bem como de atendimento às regras de biossegurança editadas pelos respectivos entes federados para retorno das atividades presenciais.

Indígenas – Valdemilson Ariabo Quezo, representante da aldeia Umutina e da Federação dos Povos e Organizações Indígenas de Mato Grosso (FEPOIMT), demonstrou preocupação com o possível retorno das atividades escolares, por conta do risco de disseminação do vírus da Covid-19 nas aldeias e também pelo fato de os prédios das escolas estarem sendo utilizados para atendimento de pacientes suspeitos e infectados com a doença. Segundo ele, há cerca de 70 escolas indígenas em Mato Grosso e mais de 12 mil estudantes matriculados.

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“A onda mais grave do vírus chegou agora nas aldeias e a população indígena está preocupada. Em muitas aldeias foram estabelecidas barreiras sanitárias e não está autorizada a entrada de pessoas de fora das comunidades, então nesse momento a volta às aulas vai mudar todo esse procedimento. Queremos discutir e construir juntos soluções e medidas que de fato favoreçam a todos”, frisou.

Valdemilson pediu ainda que todos os povos indígenas do estado sejam contemplados com o recebimento de medicamentos e materiais para combate à Covid-19, a exemplo da população Xavante, que tem recebido suporte dos governos federal e estadual.

Professores de MT – A professora da Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG) Lívia Fraga apresentou resultado de pesquisa realizada pela instituição acerca do trabalho docente em tempos de pandemia em todo o Brasil. A pesquisa ouviu 15.654 professores, sendo 711 de Mato Grosso. Deste total, 89% declararam não possuir experiência anterior em ensino remoto; 49% disseram ter habilidade regular para lidar com tecnologias digitais e 20% consideraram difícil ou muito difícil.

Quase 49% dos entrevistados afirmaram não ter recebido nenhum tipo de formação para utilizar tecnologias digitais em sala de aula; 37% declararam que não estão realizando nenhum tipo de atividade, 35% estão realizando atividades em casa e 21% declararam manter interação com os estudantes. Quase 70% dos professores disseram que aumentou o tempo de trabalho para preparação das aulas a distância e 79%, que a participação dos estudantes nas atividades propostas diminuiu um pouco ou drasticamente.

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A secretária-adjunta de Gestão Educacional da Secretaria de Estado de Educação (Seduc), Rosa Maria Luzardo, disse que a Pasta realizou pesquisa com aproximadamente 12 mil professores da rede estadual e o cenário apresentado foi diferente da pesquisa feita pela UFMG. Segundo ela, 97,33% disseram que têm acesso a internet e 37,5%, que utilizam tecnologia na sala de aula. Questionados se a escola fornece recursos digitais, 77% responderam que sim e 23%, que não.

Tecnologia – Professor de Gestão da Educação da Universidade Federal de Mato Grosso (UFMT), Bartolomeu José Ribeiro de Souza expôs alguns projetos de extensão e pesquisa que estão sendo desenvolvidos pelo Observatório da Educação Básica de Mato Grosso na Pandemia de Covid-19, em parceria com outras instituições e representantes da sociedade civil. Entre os objetivos dos projetos, destaca-se o desenvolvimento de soluções tecnológicas para a educação no estado, não apenas para a área do ensino, mas também de gestão.

Relatório – O presidente da Comissão Especial da ALMT, deputado estadual Valdir Barranco (PT), ressaltou a preocupação com a qualidade dos trabalhos desenvolvidos pela comissão e a preservação da saúde e da vida dos estudantes e profissionais da educação. “Quero dizer que nós não temos pressa. Essa comissão não está preocupada apenas com o ‘quando’, mas, sobretudo, com o ‘como’. Prezamos pelo diálogo, pela democracia, por ouvir a todos e, ao final, vamos apresentar um relatório que ficará para sempre nos anais desta Casa e servirá de exemplo também para outros estados”.

Fonte: ALMT

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