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Harley-Davidson revela dois lançamentos inéditos: uma off-road e uma esportiva

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Novas Harley-Davidson são as precursoras de novas tecnologias, que estão em conformidade com os novos modelos

A Harley-Davidson acaba de apresentar dois modelos inéditos no Salão de Milão (Itália). São elas a Pan America (big Trail) e a Bronx (naked esportiva), que não só marcam, pela primeira vez, a chegada da fabricante em ambos os segmentos, como também do novo motor bicilíndrico Revolution Max, com dois tamanhos: 1250 cc e 975 cc, respectivamente. A filial brasileira da marca já declarou que estão previstas para chegar entre o fim do ano que vem e o início de 2021.

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A Harley-Davidson Pan America será a primeira da marca a vender no segmento todo o terreno, chamado pela marca de Adventure Touring. Terá 145 cv a partir da maior configuração do novo motor, mais que os 136 cv da rival BMW R 1250 GS Adventure (R$ 99.950). Tanto esta quanto a outra novidade são equipadas com freios Brembo.

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Já a naked esportiva Bronx , desenvolve 115 cv a partir dos 975 cc. Seus maiores destaques são o visual agressivo e a agilidade, que fazem a novidade rivalizar com a Kawasaki Z900 (125 cv e R$ 42.490) e a Yamaha MT-09 (115 cv e R$ 44.190). Infelizmente, maiores detalhes dela e da Pan America ainda permanecem com a fabricante, mas deverão ir soltando cada vez mais.

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Segundo a Harley-Davidson, o novo motor foi projetado para equipar não só ambas as novidades, mas futuros lançamentos também, com a capacidade de oferecer menos vibração, mais torque em baixas rpm, potência em altas rpm, peso e centro de gravidade mais reduzidos, além de durabilidade. Veja os vídeos de divulgação das duas após o fim do texto.

As novas H-D que acabam de chegar ao Brasil

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Harley-Davidson Low Rider S: A mais em conta das três, com visual bruto e proposta mais esportiva

Com o início do plano “More Roads to Harley-Davidson” na América do Sul — marcado pela chegada dos novos modelos — a Low Rider S (R$ 73.600), a Heritage Classic 114 (R$ 78.700) e a Road Glide Limited (R$ 104.500) são as que já se encontram nas concessionárias. Todas trazem o motor Milwaukee-Eight 114, que gera 16,4 kgfm. A primeira, além de mais em conta, é a mais esportiva das três. Traz suspensão regulável, guidão alto, farol de led, assento individual e os acabamentos escurecidos.

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Em seguida, está a Heritage Classic 114, também da família Softail. Em sua nova geração, segue com detalhes cromados e procura destoar um pouco do estilo clássico adicionando acabamentos na cor preta, mesmo que ainda seja marcada por este estilo. Vem equipada com alforjes rígidos vedados e que podem ser trancados, para-brisa removível, assento duplo, controle de velocidade e freios ABS.

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Harley-Davidson Road Glide Limited 2020: O modelo mais refinado das três, com equipamentos de última geração

E, por fim, está a Harley-Davidson Road Glide Limited, da família Touring, que segue a proposta estradeira da Heritage Classic, mas explora mais tecnologias e sofisticação. Isso porque vem com novos grafismos, emblemas e rodas, novo acabamento na carenagem interna e manoplas aquecidas. Isso sem falar do novo pacote que traz controle eletrônico de tração, freios ABS, controle assistente de parada, leitura de pressão dos pneus e multimídia.



Fonte: IG Carros
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Veja as versões híbridas do Renault Clio, Captur e Megane com tecnologia E-Tech

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A Renault prepara o lançamento dos modelos híbridos do compacto Clio e do SUV Captur com a tecnologia E-Tech

As montadoras de automóveis estão sofrendo no mundo. Na França, o ministro das Finanças, Bruno Le Maire, afirmou que a Renaut correria o risco de desaparecer se não tivesse ajuda do seu governo. “Estamos viabilizando um empréstimo de 5 bilhões de euros visando salvar a empresa para que ela seja mais produtiva principalmente com veículos elétricos’.

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No momento, a Renault vem ampliando sua estratégia de veículos eletrificados englobando versões híbridas de baixa emissão. Neste mês de junho, chega na Europa o Clio e o Captur, dois de seus principais modelos, com tecnologia híbrido-total e hibrido plug-in respectivamente.

O Clio e Captur usam o trem de força eletrificado, chamado E-Tech, que tem dois motores elétricos montados em uma transmissão sem embreagem. Um dos motores é um pequeno acionador para dar partida no veículo no modo elétrico, e o outro é maior é usado para acionar as rodas.

Eles combinam com o motor a gasolina 1.6 de quatro cilindros. No Clio E-Tech hibrido produz 140 cv e possui uma bateria de 230 volts. No híbrido-total, a frenagem regenerativa do veículo carrega automaticamente a bateria do sistema de forma constante.

Megane
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O Mègane recebeu um novo visual na sua quarta geração e o destaque vai para a versão híbrida plug-in

Segundo a Renault, no Clio E-Tech, cerca de 80% da condução urbana pode ser feita no modo totalmente elétrico a uma velocidade máxima de até 75 km/h. A eficiência de combustível do Clio híbrido é aprimorada em até 40% em comparação com um motor apenas a gasolina.

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Por sua vez, a versão plug-in do Captur E-Tech produz 160 cv e usa uma bateria de 400 volts. A Renault afirma que o SUV pode rodar até 50 km no modo totalmente elétrico, com um velocidade máxima de 135 km/h. No híbrido plug-in, a bateria pode também ser recarregada diretamente na rede elétrica.

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Ainda este ano, a Renault apresentará uma versão plug-in do seu sedã médio Mègane. Ele terá a mesma configuração de motores do Captur, permitindo rodar 50 km com energia elétrica.

Os modelos híbridos fazem parte do esforço da Renault para una geração na sua gama de veículos eletrificados. Até 2022, a marca francesa venderá oito modelos totalmente elétricos. Atualmente, a montadora francesa oferece quatro modelos 100% elétricos. O compacto Renault Zoe, vendido no Brasil, os utilitário Kango ZE, a van Master ZE, além do pequeno Twizy.

Conceito para 2025

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O conceito Morphoz adota plataforma CMF-EV criada para veículos elétricos das Renault, Nissan e Mitsubishi

Este ano a Renault apresentou o conceito Morphoz, que antecipa os futuros veículos da marca, a serem lançados a partir de 2025. É um modelo SUV que é definido pela marca francesa como um elétrico de uso pessoal dotado de sistema de direção semiautônomo, com maior grau de automação se comparado aos sistemas atuais, mas que ainda não dispensa o condutor.

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O Morphoz é montado sobre a plataforma modular CMF-EV, construída para uso nos futuros elétricos das marcas da Aliança Renault-Nissan-Mitsubishi. Oferece uma carroceria de tamanho ajustável de acordo com a configuração de uso. No modo urbano “City”, o SUV fica com 4,40 m de comprimento e traz um conjunto de baterias de 40 kWh, que garante uma autonomia de 400 km.

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Voltando ao início desta matéria, a Renault deve passar por uma atualização de sua parceria com a Nissan e Mitsubishi. Nesta semana, as três montadoras revisaram seu modelo de negócio visando uma redução de 40% nos investimentos para veículos desenvolvidos em conjunto.

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Com linhas marcantes, o Morphoz é um puro elétrico e terá uma autonomia de 400 km com uma carga

Na América Latina, a plataforma de produtos compactos será reduzidas para uma. Os planos dessa aliança foram anunciados dois dias depois de o governo francês anunciar pacote de auxílio para superar a atual crise acelerada pela epidemia do coronavírus.

Fonte: IG CARROS

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Mercedes A35 AMG:  foguete de bolso

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Mercedes A35 AMG
Carlos Guimarães

Mercedes A 35 AMG é um hatch esportivo de respeito, embora não seja tão viceral quanto os rivais BMW M2 Competition e Audi RS3

Ah, o Mercedes A35 AMG chegou em boa hora na minha garagem. Depois de um tempo em quarentena, estava sentido falta de dar uma volta, mesmo de máscara e tomando todos os cuidados necessários. Consegui pegar um pouco de estrada, nas imediações do Rodoanel, em São Paulo. Foi como o primeiro gole d´água fresca depois de uma longa caminhada no deserto. Serviu para dar ainda mais valor ao prazer ao dirigir, algo que deve estar garantido, ainda mais agora, que a questão dos carros autônomos deve ficar meio de lado, por causa da crise.

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Nada discreto, o esportivo Mercedes A 35 AMG com belas rodas de aro 19 rasga o asfalto como um ponto amarelo no meio de um mar de carros cinzas e pretos. Reduzo uma marcha dentro do túnel, antes da curva à esquerda pelas hastes do câmbio de dupla embreagem, banhada a óleo, de sete marchas. E o ronco encorpado do motor de 306 cv ecoa pelas paredes ao redor. Uma ode aos que curtem estar ao volante de hatches com sobra de fôlego, cada vez mais raros hoje em dia.

O Mercedes A35 AMG é a porta de entrada da marca que domina a Fórmula 1 atualmente. Mesmo assim, ainda estamos falando de um carro para poucos, com preço sugerido que parte de R$ 279.900, que pode assustar, mas lembre-se que o dólar já beira os R$ 6. De qualquer forma o que não falta é sofisticação e equipamentos para quem não quer saber de SUVs e pode ter um esportivo de verdade com jeito invocado e bem mais acertado que as demais versões do Classe A, em todos os aspectos.

Já começa pela tração integral 4 Matic, que distribui com perfeição a força do motor entre os eixos conforme as mais variadas condições de aderência. Com a parafernália eletrônica ligada, o carro gruda no chão, mesmo ao acelerar em curva, como se estivesse sobre trilhos. Mas, se estiver em pista fechada, é possivel desligar tudo e aproveitar todo o potencial do esportivo . Até onde conseguimos ir, ficou claro que o controle de largada funciona perfeitamente, fazendo o carro acelelar de 0 a 100 km/h em 4,7 segundos, tirando seu fôlego nesse pequeno espaço de tempo.

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Ao volante do novo A35 AMG

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Mercedes-Benz A35 AMG tem central multimídia com comando de voz, com tela de alta resolução no painel


Em cada acelerada um pouco mais forte fica claro o sibilar da turbina de sobrealimentação do motor. De tão bem acertado, não se nota o chamado “turbo lag”, nome do atraso para turbina começar a “encher” o motor. Entre outros recursos, há variador de fase dos comandos de válvulas tanto na admissão quanto no escape, levando aos nada desprezíveis 40,8 kgfm de torque a meros 3.000 rpm, mas logo na metade desse regime de rotação o carro já responde bem, o que garante retomadas vigososas.

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Na compação com o  Mercedes GLA 45 AMG  que avaliamos há um pouco menos de um ano, o novo A35 AMG me pareceu bem mais discreto quando o assunto é nível de ruído. Mas a vocação esportiva fica clara por outros detalhes, como os pneus 235/35R 19, que exigem cuidado ao passar por piso irregular.  E pode confiar nos freios as discos ventilados nas quatro rodas, de 350 milímetros na frente e 330 mm na traseira e com pedal de alumínio perfurado.

Com tanta disposição, a tração integral sob demanda é muito bem-vinda, uma vez que o carro tem relação entre peso e potência de 5,1 kg/cv, portanto, bem abaixo dos 7 kg/cv, o que é considerado o limite ideal para ter apenas as rodas da frente tracionado. Aliás, pode-se ajustar o modo de condução por um dos botões no console central. Por outro comando, também dá para selecionar se o câmbio vai funcionar com trocas automáticas ou manuais, pelas hastes atrás do volante multifuncional, revestido de Alcântara e com base achatada.

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Mercedes-Benz A35 AMG vem com bancos do tipo concha com largos apoios laterais

A ergonomia é boa, mas é preciso um certo tempo para se familiarizar com tantos recursos. Bom é mesmo é a nova central multimídia com tela de alta resolução, que pode ter uma série de funções comandadas por voz. O sistema funciona como a Siri da Apple, ou a Bixby dos celulares da Samsung. Basta pronunciar uma saudação, como “Olá, Mercedes”, ou “E aí, Mercedes”, para que a central pergunte o que você deseja fazer. A nova tecnologia atende até mesmo comandos muito específicos, como ligar a luz de leitura do lado esquerdo.

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Os bancos do tipo concha têm largos apoios laterais para segurar o corpo nas curvas. Há teto solar panorâmico com tela escamoteável acionada por comando do tipo “um toque”. Não faltam também itens como câmera de ré de alta resolução, ancoragem ISOFIX, indicador de fadiga, freio de estacionamento elétrico e entradas USB, uma no painel e outra dentro do porta-objetos central, sob o apoio de braço. Para um carro com aspecto irreverente, senti falta de luz ambiente personalizável, como no  Mini JCW (R$ 221.990).

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Conclusão
O Mercedes A35 AMG é um hatch esportivo como poucos hoje em dia. Para quem pode, é um hatch esportivo de verdade que não vai decepcionar. Hoje em dia, tem muito poucos rivais diretos, já que o mais viceral Audi RS3 2020 (400 cv) ainda não chegou e o novo e brutal BMW M2 Competition (410 cv) está com o primeiro que veio ao Brasil esgotado.

Ficha técnica – Mercedes A 35 AMG

Preço:  R$ 279.900
Motor: 2.0, quatro cilindros, turbo, gasolina  
Potência: 306 cv a 5.800 rpm   
Torque: 40,8 kgfm a 3.000 rpm   
Transmissão: automatizado, dupla embreagem, sete marchas, tração integral   
Suspensão: Independente, McPherson (dianteira) / multilink (traseira)   
Freios: Discos ventilados (dianteiros) / discos ventilados (traseiros)   
Pneus: 235/35 R19  
Dimensões: 4,44 m (comprimento) / 1,80 m (largura) / 1,41 m (altura), 2,73 m (entre-eixos)   
Tanque: 51 litros   
Porta-malas: 370 litros   
Consumo gasolina: 9,2 km/l (cidade) / 10,9 km/l (estrada)   
0 a 100 km/h: 4,7 segundos   
Velocidade máxima: 250 km/h




Fonte: IG CARROS

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Honda registra patente que revela novo câmbio para a CB 1100

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Os desenhos revelam que contará com toda uma robótica moderna para a gestão do seu câmbio

Um dos diferenciais dos modelos maiores da Honda é câmbio DCT, automatizado de dupla embreagem, e que atua como câmbio automático para entregar mais desempenho e suavidade. Entretanto, a marca japonesa demonstra estar trabalhando em novas soluções. Patentes registradas nos EUA mostram que a Honda pediu o registro de um sistema de câmbio que permanece sem a operação manual da embreagem, mas com engrenagens de uma transmissão convencional e sem a complexidade do sistema de dupla embreagem DCT.

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Pelos desenhos da Honda , é possível assumir que a marca está estudando um sistema de câmbio semi-automático com embreagem controlada por computador nas saídas e paradas. Para as passagens de marcha, a tecnologia atual do quick-shifter já possibilita as trocas sem embreagem, manipulando o acelerador e a ignição por módulos eletrônicos. O desenvolvimento todo tomará como base a Honda CB 1100 .

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A versão RS é a que mais carrega adereços esportivos, com visual bastante apelativo

Por se tratar apenas de uma patente, não é possível afirmar que a Honda irá realmente aposentar os câmbios de dupla embreagem DCT em favor dessa nova tecnologia tão cedo, mas a marca permanece determinada em oferecer transmissões sem a necessidade de uso da embreagem.

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Não devemos ver grandes mudanças no visual e no seu motor. Com 4 cilindros em linha e 1.140 cc, o modelo clássico-moderno da Honda rende 90 cv e 9,27 kgfm. São números maiores do que a maioria das streetfighters, mas não tão grande quanto as esportivas de cilindrada similar.

Fonte: IG CARROS

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