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iG Carros Podcast: veja como reduzir o preço do seguro do seu carro

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Veja como proteger o seu carro pagando menos no episódio do iG Carros Podcast da semana
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Veja como proteger o seu carro pagando menos no episódio do iG Carros Podcast da semana

A Minuto Seguros publicou os preços dos seguros dos 10 carros mais vendidos do Brasil, segundo os dados da Fenabrave (Federação Nacional de Distribuição de Veículos Automotores).

Nota-se que 8 dos 10 modelos que compõem a lista registram queda no preço do seguro. Além de ter sido um dos mais vendidos do país, o Fiat Mobi também apresenta os valores de apólice mais em conta. Os valores mais elevados ficam por conta do Jeep Compass . Mas algumas práticas simples podem reduzir ainda mais estes valores. Este é o tema do iG Carros Podcast desta semana.

Seguro é um “mal necessário”, ainda mais em um país como o Brasil, onde os preços são tão elevados. Apenas uma cobertura completa trará tranquilidade ao parar o carro na rua ou durante algum acidente mais intenso. 

O ideal é fechar um plano de seguro antes mesmo do carro ser retirado da concessionária. Dessa forma, você estará protegendo o seu patrimônio de infelicidades que podem acontecer.

Modelo SP     RJ     SC     PE     DF    
Mobi R$ 1.625 R$ 2.209 R$ 1.444 R$ 1.975 R$ 1.427
HB20 R$ 1.779 R$ 2.403 R$ 1.509 R$ 1.669 R$ 1.557
Renegade R$ 2.665 R$ 4.220 R$ 1.801 R$ 2.783 R$ 2.851
Gol R$ 1.783 R$ 3.075 R$ 1.797 R$ 2.196 R$ 1.824
Onix R$ 1.835 R$ 2.487 R$ 1.491 R$ 2.314 R$ 1.555
Creta R$ 2.432 R$ 4.107 R$ 2.391 R$ 2.379 R$ 2.377
Compass R$ 4.591 R$ 6.193 R$ 3.646 R$ 4.433 R$ 4.829
Argo R$ 1.762 R$ 2.157 R$ 1.198 R$ 2.306 R$ 1.424
Tracker R$ 3.388 R$ 4.707 R$ 2.127 R$ 3.401 R$ 2.352
Onix Plus R$ 2.304 R$ 3.275 R$ 1.370 R$ 1.981 R$ 1.615

Se você pretende retirar o veículo da concessionária sem um plano de seguro contratado, terá que dirigir com atenção redobrada e defensiva. Estacionar na rua ou colocar o veículo em situações de risco estão fora de cogitação para evitar a “sorte para o azar”.

Fonte: IG CARROS

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Veja 5 clássicos esportivos batizados com nomes de pistas de corrida famosas

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Em 1969, durante o Salão de Genebra, na Suíça, a Maserati lançava oficialmente o Indy
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Em 1969, durante o Salão de Genebra, na Suíça, a Maserati lançava oficialmente o Indy

É fato que muitas das tecnologias dos automóveis de hoje vem dos carros de Fórmula 1. São exemplos disso o sistema de freios ABS, controle de tração, suspensão ativa, entre outros itens. O esporte além de arrecadar muito dinheiro, funciona como uma espécie de “laboratório a céu aberto” cuja aprovação acaba indo parar nos modelos de rua, sobretudo nos superesportivos.

Por conta disso, seja por estratégia de marketing ou por puro sentido emocional, a verdade é que algumas marcas premium acabam homenageando seus esportivos com o nome dos circuitos automobilísticos como uma forma de intimidade entre o motorista e o piloto.

Confira a seguir alguns dos cinco principais exemplos dessa “homenagem ao pódio”.

1 – MASERATI INDY

O Indy foi uma homenagem ao modelo 8CTF, pilotado por Wilbur Shaw
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O Indy foi uma homenagem ao modelo 8CTF, pilotado por Wilbur Shaw

A primeira aparição do esportivo italiano ocorreu em 1968 – sobre a forma de conceito – durante o Salão do Automóvel de Turim cujo desenho era assinado por Alfredo Vignale, autor de obras como o 3500 GT, México e Sebring. Já no ano seguinte, durante o Salão de Genebra, na Suíça, a Maserati lançava oficialmente o Indy.

O Indy foi uma homenagem ao modelo 8CTF, pilotado por Wilbur Shaw, até então o único a obter vitória ao lado da equipe Dallara, na lendária 500 Milhas de Indianápolis em 1939 e 1940.

2 – DODGE CHARGER DAYTONA

Dodge Daytona  é o clone do Plymouth Superbird, com aerofólio de mais de 1 metro de altura
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Dodge Daytona é o clone do Plymouth Superbird, com aerofólio de mais de 1 metro de altura

O Daytona surgiu em 1969, cujo nome homenageava o primeiro circuito onde um carro com motor Hemi , um V8 426 de 7,0 litros e 425 cv competiu. Em 1974, o Charger Daytona vencia pela quinta vez consecutiva as 500 Milhas de Daytona (EUA) , pilotado por Richard Petty.

Apesar de não oficial, a Ferrari 365 GTB/4 também era conhecida como Daytona , após a vitória na tradicional prova 24 Horas de Daytona , ocupando os três primeiros lugares, em 1963.

3 – PONTIAC LE MANS

Você viu?

O nome pegou tão bem que em toda a trajetória da Pontiac, surgiram outras versões com a nomenclatura
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O nome pegou tão bem que em toda a trajetória da Pontiac, surgiram outras versões com a nomenclatura “Le Mans”

A Pontiac tem tradição em batizar seus carros com nomes alusivos às corridas. O Tempest Le Mans de 1961 é um exemplo. O nome pegou tão bem que em toda a trajetória da Pontiac, surgiram versões, como a esportiva GTO na década de 70, e até em carrocerias hatch (o nosso Kadett ) fabricado na Coréia do Sul pela Daewoo Motors de 1986 e 1994.

Porém para o mercado norte-americano o modelo foi importado até 1993. A Audi aproveitaria o mesmo nome para apresentar o conceito Le Mans Quatro , em 2003, depois de três sucessivas vitórias com um R8 na prova de longa duração das 24 horas de Le Mans, em 2000, 2001 e 2002.

4 – DE TOMASO VALLELUNGA

O primeiro carro de rua da De Tomaso, o Vallelunga surgiu em 1963, no Salão de Turim, na Itália
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O primeiro carro de rua da De Tomaso, o Vallelunga surgiu em 1963, no Salão de Turim, na Itália

O primeiro carro de rua da De Tomaso , o Vallelunga surgiu em 1963, no Salão de Turim , na Itália, ainda como carro-conceito, mas em 1965, ganhou a versão definitiva. Era equipado com motor de 1,5 litro emprestado do Ford Cortina que desempenhava 105 cv e torque máximo de 17,7 kgfm que o levava a 200 km/h de velocidade final.

O nome do esportivo vem do circuito romano, onde seu fundador, Alejandro DeTomaso , obtivera grande sucesso em corridas e, como era de se esperar testaria os próximos protótipos no mesmo traçado.

5- MASERATI 3500 GTiS SEBRING

O 3200 GTiS “Sebring”, lançado em 1962, cujo nome era uma homenagem à vitória da marca nas 12 Horas de Sebring
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O 3200 GTiS “Sebring”, lançado em 1962, cujo nome era uma homenagem à vitória da marca nas 12 Horas de Sebring

Com uma tacada certeira de marketing cujo alvo principal e importante era o mercado norte-americano, a Maserati apresentou durante o Salão de Genebra , em 1962, o 3200 GTiS “Sebring” , em homenagem à vitória da marca nas 12 Horas de Sebring , na Flórida (EUA), em 1957.

Em 1968, o Sebring seria exibido em um evento, na cidade de Turim, na Itália repetindo o mesmo sucesso de público. Quem também adotaria o nome, em 1971, seria a divisão da Chrysler com o Plymouth Satellite e mais tarde, 1995, com o Chrysler Sebring em versões coupé e no ano seguinte um conversível.

Fonte: IG CARROS

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Nissan confirma que terá novo Sentra no Brasil e prepara Kicks híbrido

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Novo Nissan Sentra: enfim, virá ao Brasil, mas ainda sem definições de data nem da versão que será importada
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Novo Nissan Sentra: enfim, virá ao Brasil, mas ainda sem definições de data nem da versão que será importada

O novo presidente da Nissan Mercosul e diretor geral no Brasil, Airton Cousseau, se apresenta à imprensa automotiva e atualiza alguns assuntos sobre como a marca vai se posicionar no pais.

Entre os principais pontos sobre os quais o executivo comentou, destaca-se o desenvolvimento de um veículo movido a célula a combustível que gera energia elétrica a partir do uso do etanol e funciona conforme o sistema e-Power cujo funcionamento pode ser visto no vídeo abaixo.

Não disseram nada sobre qual modelo que deverá adotar essa tecnologia, mas sabe-se que a ideia é lançar uma versão eletrificada do SUV compacto Kicks . Segundo dados divulgados pela fabricante, a utilização desse tipo de sistema combinado com a alta eficiência dos motores elétricos e o sistema de bateria garantem uma autonomia superior a 600 km com somente 30 litros de etanol.

Nissan Kicks ePower: vem com motor elétrico alimentado por outro a combustão que funciona apenas como gerador
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Nissan Kicks ePower: vem com motor elétrico alimentado por outro a combustão que funciona apenas como gerador

Segundo Cousseau, “ainda estamos em fase de pesquisa, mas já vi que podemos trazer isso para o Brasil”, referindo-se ao veículo movido a célula a combustível. Ainda sobre o tema eletrificação, o executivo disse que a marca trabalha para que t oda a rede de 180 distribuidores do país passe a vender o elétrico Leaf e não apenas oito, como acontece atualmente.

Além disso, Cosseau comentou que a Nissan está engajada a firmar acordo com empresas do ramo de energia para contribuir com o desenvolvimento da eletrificação no Brasil, com a distribuição de carregadores e que, no México, chegou a trabalhar em conjunto com a BMW .

Outro ponto importante que o principal executivo da Nissan do Brasil disse durante sua apresentação virtual foi a confirmação da chegada da nova geração do sedã médio Sentra ao Brasil. Também não quiseram adiantar nada sobre qual versão que deverá ser trazida, o que é um ponto-chave em um segmento que está em queda no Brasil e com o Honda Civic prestes a deixar de ser fabricado em Sumaré (SP) para passar a vir importado .

O novo Sentra ficou mais parecido com o sedã Altima , e agora mede 4,64 metros de comprimento (contra 4,63 m do Corolla), 1,81 m de largura (contra 1,78 m), 1,45 m de altura (1,44 m) e 2,71 m de entre-eixos (2,70 m). O porta-malas tem capacidade para 466 litros, ficando na mesma faixa do Toyota Corolla , que pode levar 470 litros.

Você viu?

O sedã leva o novo motor 2.0 aspirado de 151 cv e 20,2 kgfm a 4.000 rpm. Segundo a fabricante, o novo modelo ficou 12% mais potente e tem 13% mais “torcudo” que a geração anterior. O câmbio é sempre automático, do tipo CVT.

Por estar fazendo tanto mistério sobre a versão do Sentra que deverá vir ao Brasil, tudo indica que o carro poderá chegar apenas em 2022, na versão híbrida , que ainda não é produzida no México e será lançada primeiramente na China, como a tecnologia e-Power.

Com isso, a marca teria um diferencial importante para ganhar apelo entre os sedãs médios no Brasil, onde o segmento está se transformando em um nicho de mercado , cujo líder de vendas é o Toyota Corolla , que tem versão híbrida.

Nissan Magnite requer uma série de mudanças em relação ao vendido na Índia para chegar ao Brasil
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Nissan Magnite requer uma série de mudanças em relação ao vendido na Índia para chegar ao Brasil

Ainda entre as novidades que a Nissan reserva para o Brasil nos próximos anos, está em pauta voltar a ter mais opções entre os SUVs no país, já que hoje em dia a marca oferece apenas o Kicks. O médio X-Trail está esperando a cotação do dólar ficar mais favorável e sua chegada por aqui é um assunto “um pouco mais complexo”, como chegou a comentar Cosseau.

Mas o pequeno SUV Magnite é um carro “que a gente começa a colocar na nossa pauta”, conforme disse o executivo da Nissan à imprensa. Ainda segundo ele, do jeito que o carro está na Índia não daria para vendê-lo no Brasil, já que precisaria ter uma série de mudanças. É tido como uma oportunidade no mercado brasileiro , onde a marca precisa ter um carro entrada (com a saída do March ), mas ainda vai demorar um pouco.

De qualquer forma, a Nissan vê várias oportunidades no Brasil e espera que em 2021 o país feche com 2,4 milhões de unidades vendidas. Além disso, quer transformar o país em um polo exportador para a América Latina .

Fonte: IG CARROS

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Ford testa vans autônomas com entregas urbanas na Europa

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Van adaptada simula não ter motorista é acompanhada por entregadores que trabalham com ajuda de um aplicativo no celular
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Van adaptada simula não ter motorista é acompanhada por entregadores que trabalham com ajuda de um aplicativo no celular

A Ford em parceria com a Hermes, uma das principais empresas de entregas da Europa, estão usando uma van Transit customizada com sensores que imitam um veículo autônomo novo para o programa de pesquisa de veículos autônomos iniciado na Europa.

Na verdade, ela tem um motorista disfarçado de “banco” e quem olha de fora tem a impressão de que não há ninguém na direção . O objetivo é estudar como essa tecnologia pode beneficiar as empresas de entregas urbanas e, também, como as pessoas interagem com ela nas ruas.

Nessa pesquisa, o motorista só dirige. Entregadores a pé fazem o resto da operação, usando um aplicativo no celular para chamar o veículo e destravar o compartimento de carga quando ele estaciona em um local seguro.

Lá dentro, o mensageiro é orientado por comandos de voz e telas digitais ao armário com os pacotes a serem entregues. O foco é que as empresas do setor comecem a projetar como suas equipes poderão trabalhar com veículos sem motorista.

A Ford planeja investir cerca de US$ 7 bilhões em veículos autônomos até 2025, sendo US$ 5 bilhões a partir de 2021, como parte de suas iniciativas de mobilidade. E também está testando a tecnologia de direção autônoma em seis cidades dos Estados Unidos.

Fonte: IG CARROS

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