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Economia

Investimento estrangeiro em janeiro é o menor em 15 anos

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Valor representa queda de 30,7% comparado ao mesmo mês de 2020
Lorena Amaro

Valor representa queda de 30,7% comparado ao mesmo mês de 2020

O Banco Central (BC) divulgou nesta quarta-feira (24) as cifras de investimentos estrangeiros no Brasil em 2021. Em janeiro a economia brasileira somou US$ 1,838 bilhão (R$ 9,96 bi) em dinheiro direto do exterior. O valor é o menor em 15 anos , e representa uma queda de 30,7% na comparação com o mesmo mês de 2020, quando foi registrado o ingresso de US$ 2,654 bilhões (R$ 14,407 bi).

A queda no índice acontece devido à tensão nos mercados, causada pela pandemia do novo coronavírus , e também pelas dificuldades para aprovar reformas no Legislativo, enquanto a dívida aumenta, além do fraco nível de atividade (com o fim do auxílio emergencial).

Em todo ano passado, os investimentos estrangeiros somaram US$ 34,167 bilhões (R$ 185,09 bi), queda de 50,6% comparado com 2019. Foi o menor ingresso anual desde 2009.

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Para 2021, o BC espera que os investimentos diretos de estrangeiros no país somarão para US$ 60 bilhões (R$ 325 bi) devido à “redução de incertezas relacionadas à pandemia e um ambiente externo mais favorável para economias emergentes”. O Banco Central também estima maior crescimento doméstico, que deve melhorar a lucratividade das empresas estrangeiras no Brasil.

Balança comercial

As contas externas registraram um déficit de US$ 7,253 bilhões (R$ 39,34 bi) em janeiro, o que representa um rombo 29,6% menor na comparação com o mesmo mês de 2020 (-R$ 55,90 bilhões).

Esse também foi o melhor resultado para o mês de janeiro desde 2018, quando foi registrado um déficit de US$ 6,778 bilhões. Ou seja, foi o menor resultado negativo em três anos.


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Ilhabela ignora medidas de Doria e permite abertura de bares e restaurantes

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Toninho Colucci, prefeito de Ilhabela
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Toninho Colucci, prefeito de Ilhabela

O prefeito de Illabela (SP), Toninho Colucci, passou a permitir o atendimento presencial em bares e restaurantes, mesmo na fase vermelha do Plano SP do governo do estado.

Segundo o decreto de Ilhabela válido para este fim de semana, bares e restaurantes podem funcionar com até 35% da capacidade e distância de 1,5 m entre as mesas, desde que as reservas sejam feitas previamente.

Salões de beleza e áreas comuns em hotéis também foram liberados, além do atendimento presencial em lojas de material de construção com 35% da capacidade.

“Temos queda nos casos e óbitos na cidade, se comparados aos meses anteriores. A população e o comércio têm seguido as regras, o que nos fez decidir pela liberação de alguns setores de forma segura e seguindo os protocolos sanitários”, disse o prefeito Toninho Colucci (PL)

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O governo  deve informar o Ministério Público pelo descumprimento do decreto estadual.

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Os melhores bolões para apostar na Dupla de Páscoa

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Começou a contagem regressiva: faltam apenas 1 semana para o grande sorteio de R$ 30 milhões da Dupla de Páscoa , primeira loteria especial do ano! O concurso está marcado para acontecer no próximo sábado (17), às 20h (horário de Brasília), no Espaço Loterias Caixa, em São Paulo (SP).

Dupla Sena de Páscoa
Caixa/Divulgação

Dupla Sena de Páscoa

As apostas para o sorteio especial estão disponíveis no site do Mega Loterias . Não deixe para a última hora, confira a seguir as melhores dicas de aposta e garanta já a sua participação com muitas vantagens!

Como jogar na Dupla de Páscoa

A mecânica de aposta é exatamente a mesma da Dupla Sena. Para concorrer, basta escolher de 6 a 15 dezenas dentre os 50 números disponíveis no volante de aposta. As faixas de premiação variam entre Sena, Quina, Quadra e Terno, respectivamente 6, 5, 4 e 3 números acertados. Vale lembrar que os apostadores têm chances em dobro, já que são efetuados dois sorteios, assim como em sua loteria recorrente.

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Aposte nos melhores bolões

No Mega Loterias, você encontra os melhores bolões para apostar na Dupla de Páscoa. Desenvolvidos por uma equipe de especialistas, que utilizam de técnicas e métodos matemáticos para otimizar e turbinar suas apostas. Escolha o bolão que mais combina com você e seu bolso:

●     Bolão de R$10

Você viu?

Por apenas R$10 a cota, o bolão TTBA-MM dispõe de 5 fechamentos matemáticos com 14 dezenas e mais um cartão de 9 dezenas que paga premiações multiplicadas. Apostando com este bolão, você aumenta em 484 vezes suas chances de premiação.

●     Bolão de R$30

O bolão SCDA-FS é  composto por três fechamentos matemáticos que utilizam 20 dezenas cada e garantem. Desembolsando apenas R$30, você multiplica em 1200 vezes suas chances de ganhar!

●     Bolão de R$50

Gastando R$50, o bolão SBOA-SX aumenta suas chances em até 1470 vezes e dispõe de 12 cartões de 9 dezenas cada, que se desdobram em 1008 apostas simples e mais 1 cartão de 11 dezenas, que se desdobram em 462 apostas simples, além de garantir premiações multiplicadas.

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Economia

Além das lives: setor de eventos para área empresarial se reinventa na pandemia

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Durante 2020, a MM Eventos realizou transmissões semi-presenciais, com a equipe de produção, e totalmente virtuais
Divulgação / MM Eventos

Durante 2020, a MM Eventos realizou transmissões semi-presenciais, com a equipe de produção, e totalmente virtuais


A pandemia acertou em cheio a economia brasileira. E muitos setores precisaram se reinventar. É o caso das empresas especializadas em eventos. Segundo a Associação Brasileira dos Promotores de Eventos (Abrape), até fevereiro deste ano, mais de 350 mil eventos deixaram de ser realizados em 2020 (entre shows, festas, congressos, rodeios, eventos esportivos e sociais, teatro, entre outros). A situação praticamente não mudou este ano.

Segundo a associação, um terço das empresas fechou as portas em definitivo. Das que permanecem abertas, 97 de cada 100 não está prestando serviço. O ramo deixou de faturar, ao menos, R$ 90 bilhões. E um terço das empresas em atividade vai ter muita dificuldade para reabrir, diz o levantamento

Uma outra pesquisa, feita pelo Sebrae em agosto de 2020, mostrou que, até o terceiro trimestre, empresários tentaram negociar prazos para amenizar os impactos da pandemia: 34% devolveram o dinheiro para o contratante, mas 35% deles contam que conseguiram negociar crédito para utilizar futuramente. Outros apostaram em inovação. 

Como o grupo MM Eventos. Com sede em São Paulo e atuação no país inteiro, desenvolveu uma maneira de inovar as tradicionais lives que, na visão de Ana Carolina Medeiros, diretora de relacionamento da empresa, “já estão batidas”. 

O grupo se dedicou a criação do que Medeiros chama de lives interativas: em vez de assistir a uma transmissão impessoal e pouco interativa, o espectador tem uma experiência dinâmica através de um kit físico entregue na sua casa. “A ideia é transportar a experiência do presencial pró on-line”, explica. 

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A transição não foi fácil. Medeiros conta que, na primeira semana de distanciamento social em todo o país, cerca de 200 eventos da empresa foram cancelados. A equipe entrou em desespero. “Peguei, sentei todo mundo em uma call para discutir: o que faríamos para nos adaptar e inovar?”   

O resultado, no final das contas, foi positivo. Até o final de 2020, a MM Eventos realizou mais de 700 eventos, nas modalidades 100% on-line e alguns semi-presenciais, que contavam com parte da equipe em estúdio. A lista vai desde convenções e feiras a festas de fim de ano e lançamentos de produtos. 

A quantidade de pessoas varia conforme a empresa que solicita o serviço. Algumas, menores, requerem 50 kits. Outras, mais ousadas, chegaram a reunir duas mil pessoas em uma feira, com cada uma delas recebendo seu kit personalizado. 

Um dos novos projetos, e mais ambiciosos, é a realização de um evento de vários dias com a entrega de um kit preparado especialmente para cada dia. Segundo Medeiros, a sensação de experiência personalizada é decisiva para enfrentar o isolamento.

Transição

A empresa de João Geo, que estava acostumada a fazer eventos comemorativos, foi uma das que buscou se reinventar em meio a pandemia. A Seguradora Pottencial, com sede em Belo Horizonte (MG), “tinha essa cultura da festa”, diz o CEO

Além de ser um raro exemplo de empreendimento que registrou alta de faturamento durante a pandemia, a Pottencial também inovou com a sua tradicional festa de fim de ano.

A comemoração, que em 2020 alcançou mais de mil pessoas, foi totalmente virtual, mas igualmente importante para a equipe. Os dois eventos, um para os clientes e outro para a equipe, contaram com a participação do cozinheiro Leo Paixão em uma chamada de vídeo coletiva.


“Cozinheiro com Paixão”

Batizada de “Cozinhando com Paixão”, a organização da live enviou kits de culinária com ingredientes para a elaboração de pratos dirigidos pelo cozinheiro. Foi um momento de reunião familiar que, segundo Geo, “ajudou a manter nossa cultura viva”.

Ele conta que, além da tentativas de manter vivo o espírito da equipe, a empresa também adotou medidas de cuidado da saúde mental de seus funcionários. Semanalmente, a equipe de RH entra em contato com cada um dos trabalhadores, de todos os setores, para oferecer assistência psicológica e, até, física. “Às vezes o cara não tem um notebook bom, um suporte para se manter ereto na cadeira… E é dever da empresa fornecer esta estrutura para o funcionário, né?”, diz o presidente. 

A Pottencial também ofereceu assistência com psicólogos para seus funcionários e uma cartilha de “boas práticas no home office”. 

Para o futuro 

Medeiros crê que o mercado de eventos comece a engatinhar rumo ao que era antes da pandemia em julho deste ano. Os eventos presenciais, “com aquela aglomeração gostosa”, ela diz, só retornarão na medida em que a população se vacinar massivamente.

Ainda assim, certos hábitos da pandemia permanecerão. “Vai demorar para largarmos a máscara, o álcool em gel, o medo do abraço”, conta. Ela também espera que o período de isolamento sirva para criar lealdade e união dentro do setor de eventos que, para ela, ainda é muito desunido. 

“Como muitos dos nossos concorrentes quebraram, acho que, pra criar um novo setor de eventos, já que este está destruído, vamos ter que nos organizar melhor e cooperar mais. Em diretrizes, em protocolos, em organizações que defendam os nossos interesses, por que este ainda é um mercado muito desunido, muito traiçoeiro”, diz. 

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