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IPVA 2021 da Ferrari F8 Tributo dá para comprar um SUV bem equipado

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Thiago Ventura

Ferrari F8 Tributo foi comprada em uma loja de Belo Horizonte. Superesportivo veio para substituir o 488 GTB

Thiago Ventura

O Governo de Minas Gerais revelou nesta semana a tabela de pagamento do IPVA 2021 MG , que terá uma redução média de 4,12% da base de cálculo adotada. O valor médio de pagamento de Imposto sobre Propriedade de Veículo Automotor ( IPVA ) é de R$ 612,54, porém, se o contribuinte for o proprietário de uma Ferrari F8 Tributo 2020, a conta vai ficar muito salgada.

Segundo tabela divulgada pela Secretaria de Fazenda de Minas Gerais , o superesportivo italiano é o que tem maior valor do imposto no estado. O modelo vai pagar R$ 119.334,78 de IPVA, superando a Ferrari FF 2016, que durante alguns anos foi o mais caro de Minas. Para esse proprietário, o IPVA vai ser um pouco mais em conta: R$ 115.797,60.

Uma unidade da Ferrari F8 Tributo foi vendida pela loja especializada em veículos de luxo AvantGarde Motors, de Belo Horizonte. O bólido na tradicional cor vermelha Rosso Corsa foi vendido por R$ 3.600.000 em plena pandemia de coronavírus. As fotos que abrem essa matéria são da AvantGarde, que atende clientes em todo o Brasil.

Ferrari F8 Tributo 2020: superesportivo em exibição na AvantGarde, em Belo Horizonte. (foto: AvantGarde)

A Ferrari F8 Tributo é o novo superesportivo com motor traseiro intermediário que representa a expressão da berlinetta clássica de dois lugares. O nome é uma homenagem ao layout inflexível do modelo e ao motor que o alimenta – o 3.9 V8 720 cv de potência e 770 Nm de torque. O V8 de 3902 cc ganhou “Melhor Motor” nos prêmios Motor Internacional do Ano por três anos consecutivos em 2016, 2017 e 2018 e, além disso, em 2018, recebeu o título de melhor motor das últimas duas décadas.

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A Ferrari F8 Tributo que tem o IPVA 2021 MG mais caro substitui a 488 GTB, com 50 cv a mais de potência, sem falar em ser mais leve e ganho de 10% a mais na eficiência aerodinâmica. Equipada com transmissão de Fórmula 1 de dupla embreagem e sete marchas, faz de 0 a 100 km/h em 2,9 e de 0-200 km/h em 7,8 s. A velocidade máxima é de 340 km/h.

Confira reportagem sobre a Ferrari F8 Tributo, dona do IPVA 2021 MG mais caro com nossa parceira, Estefânia Farias :

A unidade da F8 Tributo vendida na AvantGarde tem interior em couro Iroko com costuras Bianco, rodas forjadas aro 20″ na cor Grigio Corsa fosco, freios de carbono/cerâmica com pinças na cor Giallo, faróis full led adaptativos, Scuderia shields, bancos elétricos com lombar, aquecimento e memória, conta giros em vermelho.

Dona do IPVA 2021 MG mais caro, a Ferrari F8 Tributo vem com sensor de estacionamento dianteiro e traseiro, câmera de ré, volante em carbono com shift lights , lift system, piloto automático, ADAS (aviso de faixa, farol alto automático, reconhecimento de placas), suspensão magnética e ar condicionado automático dual zone.

Ferrari F8 Tributo – Especificações técnicas

MOTOR
Tipo: V8 – turbo duplo 90 °
Deslocamento geral: 3902 cc
Máx. potência de saída: 720 cv (530 kW) a 7000 rpm
Máx. torque: 770 Nm @ 3250 rpm
Potência de saída específica: 185 cv / l
Máx. velocidade do motor: 8.000 rpm
Taxa de compressão: 9,6: 1
DIMENSÕES E PESO
Comprimento: 4611 mm
Largura: 1979 mm
Altura: 1206 mm
Distância entre eixos: 2650 mm
Peso em bruto: 1435 kg
Peso seco: 1330 kg
Distribuição de peso: 41,5% fr – 58,5% r
Capacidade do porta-malas: 200 l
Capacidade do tanque de combustível: 78 l
PNEUS
Frente: 245/35 ZR 20 J9,0
Traseira: 305/30 ZR 20 J11.0
FREIOS
Frente: 398 x 223 x 38 mm
Traseira: 360 x 233 x 32 mm
TRANSMISSÃO E CAIXA DE VELOCIDADES
F1 caixa de câmbio de dupla embreagem de 7 velocidades
CONTROLES ELETRÔNICOS
E-Diff3, F1-Trac, ABS / EBD de alto desempenho com Ferrari Pre-Fill, FrS SCM-E, SSC 6.1 com FDE
DESEMPENHO
0-100 km / h: 2,90 s
0-200 km / h: 7,8 s
Velocidade máxima: 340 km / h
Tempo da volta de Fiorano: 1’22,5 ”

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IPVA 2021 MG

A escala de pagamento do  IPVA  2021 MG, o Imposto sobre a Propriedade de Veículos Automotores, em Minas Gerais começa em 18 de janeiro e termina em 24 de março, conforme anunciado nesta terça-feira (1/12) pela  Secretaria de Estado de Fazenda (SEF) . O contribuinte que decidir quitar o imposto à vista, na data de vencimento da primeira parcela de sua respectiva placa, terá 3% de desconto.

A tabela contendo as bases de cálculo e os valores do IPVA 2021 MG está disponível no  Diário Eletrônico da SEF . As consultas de valores também podem ser realizadas no  site da secretaria  ou pelo telefone 155 (opção 5) do LigMinas.

Ferrari F8 Tributo 2020: superesportivo em exibição na AvantGarde, em Belo Horizonte. (foto: AvantGarde)

Destinação da receita

Do valor total apurado com o IPVA 2021 MG, 20% são repassados ao Fundo de Manutenção e Desenvolvimento da Educação Básica e de Valorização dos Profissionais de Educação (Fundeb); 40% ao caixa único do Estado e 40% para o município de licenciamento do veículo.

Pagamento

Os contribuintes terão a opção de pagar o IPVA 2021 MG em cota única, com desconto de 3%, ou em três parcelas, nos meses de janeiro, fevereiro e março. O valor mínimo do imposto para parcelamento é de R$ 150. Abaixo desse valor, somente em cota única.

O post IPVA 2021: Ferrari F8 Tributo tem o imposto mais caro de MG; valor é de cair o queixo! apareceu primeiro em Carro Esporte Clube .

Fonte: IG CARROS

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Veja 5 versões da Ford Ranger que não tivemos no Brasil

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A Ford Ranger foi lançada nos Estados Unidos em 1982, como a primeira picape compacta (para os padrões americanos) da marca projetada e produzida no país. Apesar do visual próximo ao das Série-F da mesma época, se diferenciava pelas dimensões menores e pelo uso de motores de quatro cilindros a gasolina.

No Brasil, a Ford Ranger foi mostrada no final de 1994. Já em sua segunda geração, lançada dois anos antes nos EUA, foi a primeira picape média do mercado brasileiro. Era oferecida apenas nas versões XL (cabine simples) e STX (cabine estendida), sempre com o motor 4.0 V6 a gasolina de 162 cv. Importada inicialmente dos Estados Unidos, passou a vir da Argentina em 1997, quando ganhou a opção do motor 2.3 de quatro cilindros e 114 cv.

Desde então, as gerações seguintes da picape vieram importadas do país vizinho, onde o modelo é produzido na fábrica de General Pacheco. Recentemente, a marca do oval anunciou o investimento de US$ 580 milhões para a produção de uma nova geração da Ranger na Argentina, a partir de 2023. Confira abaixo as versões do modelo que nunca tivemos no Brasil.

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1 – Ranger EV

Ford Ranger EV
Divulgação

Ford Ranger EV elétrica da picape tem autonomia de apenas 105 km, com baterias de níquel-hidreto

A Ford desenvolveu nos Estados Unidos a Ranger EV , uma variação da picape média equipada com um conjunto motriz elétrico, que foram oferecidas em contratos de leasing principalmente para clientes corporativos.

O motor, posicionado na dianteira, desenvolvia 60 cv e era alimentado por baterias de chumbo-ácido ou níquel-hidreto metálico posicionadas sob o chassi, que garantiam uma autonomia de até 105 km. Foram produzidas cerca de 1.500 unidades da Ranger elétrica entre 1998 e 2002.

2 – Ranger tailandesa

Ford Ranger
Divulgação

Ford Ranger feita na Tailândia era uma Mazda Serie B, já que a marca americana chegou a ter 33% da japonesa

Em 1998, além da Ford Ranger “original” dos Estados Unidos, a marca do oval azul tinha na Tailândia uma outra Ranger, também uma picape média e vendida para os países do Sudeste Asiático, Oceania, Europa e África do Sul.

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Basicamente era uma Mazda Série B com nova grade frontal, com uma linha de motores composta praticamente apenas por motores diesel, com ou sem turbo. A Ranger atual vendida no Brasil surgiu inicialmente com a proposta de substituir esse modelo asiático.

3 – Thunderbolt

Ford Ranger Thunderbolt
Reprodução

Ford Ranger Thunderbolt: versão esportiva contava com motor V6, capaz de gerar 225 cv de potência máxima

Em 2002, a Ford americana ofereceu aos clientes a opção de encomendar a Ranger Thunderbolt , uma edição limitada que se destacava pelo upgrade visual e mecânico em relação ao modelo normal. As picapes saíam da fábrica e eram personalizadas por uma empresa chamada SLP Engineering.

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Além de itens estéticos como novas rodas, tampa da caçamba rígida com aerofólio e um capô com uma falsa tomada de ar, era possível pedir ainda melhorias nos sistemas de admissão e escape do motor, elevando a potência do motor 4.0 V6 para 225 cv.

4 – Ranger Wildtrak X

Ford Ranger Wildtrak X
Divulgação

Ford Ranger Wildtrak X: versão australiana com visual aventureiro tinha até snorkel entre as diferenças entre as demais

O nome Wildtrak X foi usado no mercado australiano para definir uma edição especial de visual mais aventureiro da Ranger. Disponível apenas com cabine dupla, se diferenciava por detalhes como as rodas especiais de 18″, snorkel e um para-choque de impulsão com uma barra de LEDs.

Mecanicamente, o modelo podia ser equipado com o motor 3.2 turbodiesel de cinco cilindros, combinado ao câmbio automático de 6 marchas (o mesmo conjunto usado na Ranger argentina) ou um 2.0 biturbo de quatro cilindros, que funciona com câmbio de 10 marchas.

5 – Ranger Raptor

Ford Ranger Raptor
Divulgação

Ford Ranger Raptor: versão mais poderosa da picape, que é vendida em vários países. Tem motor de 213 cv e câmbio de 10 marchas

A Ranger Raptor foi revelada na Tailândia em 2018. Como deixa claro em seu nome, trata-se de uma versão mais extrema da picape média, na mesma linha da F-150 Raptor.

Além dos elementos visuais exclusivos, como as rodas, para-choque e a grade frontal, a Ford Ranger Raptor se destaca pela suspensão preparada com amortecedores Fox e pelo motor 2.0 biturbo diesel de 213 cv, combinado a um câmbio automático de dez marchas.

Fonte: IG CARROS

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Projeção antecipa visual da Ford Maverick, futura rival da Fiat Toro

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Ford Maverick
Kleber da Silva

Ford Maverick: nova integrante da família de picapes da Ford, que já conta com Ranger e F-150, todas previstas para virem ao Brasil

A decisão global de fechar suas fábricas em Taubaté (SP) e Camaçari (BA) não afeta o cronograma da Ford , que pretende lançar um novo SUV médio para concorrer com o Compass , o Bronco Sport , e uma picape intermediária para desbancar a Fiat Toro . Esta última vai ser chamar Maverick , e o designer  Kleber da Silva preparou uma projeção mostrando como ela deverá ser.

A projeção foi feita com base em um flagra recente do modelo camuflado, vazado pelo site Maverick Truck Club, na linha de montagem do México. Assim que chegar ao Brasil, o que deverá acontecer no fim do ano, a Ford Maverick terá como alvo a Fiat Toro , líder do segmento de picapes intermediárias.

Ford Maverick aparece na linha de montagem no México antes da estreia
Reprodução/ Maverick Truck Club

Ford Maverick aparece na linha de montagem no México antes da estreia, que deverá acontecer apenas em 2022

A frente da Maverick terá ampla grade e faróis repartidos em três segmentos, em formato de C, seguindo a tendência da Ford nos modelos Ranger e F-150. No Brasil, é provável que a Maverick seja equipada com o mesmo motor 2.0 do EcoSport, acoplado ao câmbio automático de seis marchas e tração dianteira.

A Ford também terá outros lançamentos no Brasil em 2021, como Bronco Sport , Ranger Black e o Mustang Mach 1 , versão mais potente do esportivo, equipado com motor V8 de 480 cv que pode funcionar com câmbio automático de 10 marchas, ou manual de seis.

A Ford Maverick não terá apenas a Fiat Toro e a Renaut Oroch entre os rivais no Brasil, já que a GM acaba de confirmar aporte de R$ 10 bilhões no País para a fabricação de novos modelos . Embora a marca não confirme, um deles será uma picape maior que a Montana.

Além disso, também existe a VW Tarok , que chegou a ser mostrada como protótipo no Salão do Automóvel, no São Paulo Expo, em 2018 (talvez o último no Brasil) e que pode ter uma versão de produção assim que a fabricante decidir tocar o projeto adiante.

Fonte: IG CARROS

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Alta do ICMS em SP provocará fechamento de lojas, aponta entidade

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Segundo a Fenauto, alíquota de ICMS dos usados passou de 0,9% em 207 para 5,52% agora, aumentando bastante os custos dos lojistas

Os revendedores de carros e motos bem que tentaram. Mas apesar de o governo de São Paulo ter suspendido o aumento de ICMS (Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços) para alimentos, medicamento e energia elétrica insumos agrícolas para produtores rurais, os veículos usados não escaparam do reajuste de 207% do tributo, que passou a valer nesta sexta-feira (15).

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A Fenauto (Federação Nacional das Associações dos Revendedores de Veículos Automotores) destacou que a decisão de manter o reajuste do ICMS “vai gerar o fechamento de lojas e a demissão de milhares de profissionais”, podendo afetar cerca de 40 mil empregos apenas nos dois primeiros meses. A entidade que representa os lojistas de carros e motos do país destacou ainda que vai continuar trabalhando para reverter a decisão do governo estadual, inclusive pela via judicial.

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Em comunicado conjunto divulgado nesta semana por cinco entidades empresariais, a Fenauto destacou que, até 2017, um carro de R$ 50 mil pagava R$ 450 de ICMS, com alíquota de 0,9% sobre o valor da nota fiscal de venda. De lá para cá, esse percentual dobrou para 1,8% e agora é de 5,52%.

A medida faz parte do pacote de reajuste fiscal das contas do governo de São Paulo. Segundo dados da Secretaria da Fazenda e Planejamento, o déficit estimado para 2021 é de R$ 10,4 bilhões, resultado da queda da atividade econômica provocada pela pandemia do novo coronavírus.

Além da elevação do ICMS na venda de usados, outra medida polêmica foi a mudança nas alíquotas do IPVA (Imposto sobre a Propriedade de Veículos Automotores), com o aumento das alíquotas para veículos elétricos ou movidos somente a etanol e GNV ou aqueles de propriedade de locadoras, além da cobrança do imposto de donos de veículos PCD sem deficiências graves, que teria impactado 80% dos antigos beneficiados com a isenção.

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Fonte: IG CARROS

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