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Justin Chambers deixa Grey’s Anatomy após 15 anos; veja real motivo da saída do ator

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O ator de Grey’s Anatomy, Justin Chambers, anunciou na sexta-feira (10) que está saindo da série de sucesso depois de 15 anos para “diversificar os papéis e escolhas de carreira”.

De acordo com o Page Six, a estrela também estava lidando recentemente com alguns problemas de saúde mental nas mesmas instalações de luxo em que Selena Gomez e Kit Harington, estrela de Game of Thrones, foram pacientes.

Uma fonte disse ao Page Six que Chambers passou algum tempo no Privé-Swiss em Connecticut antes de sair na quarta-feira (8) para voar de volta para Los Angeles.

“Justin esteve no Privé-Swiss por estresse. Ele foi visto na área em diferentes lugares ao longo de várias semanas, inclusive em um restaurante em Old Saybrook – onde ele foi legal e conversava com outros clientes, mas parecia muito magro.”

Uma segunda fonte disse que “Justin estava no Privé-Swiss sendo tratado de estresse e depressão. Há muita coisa acontecendo nos bastidores de Grey’s Anatomy.”

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O que o ator diz

Em comunicado, Chambers disse: “Não há tempo bom para me despedir de um programa e personagem que definiu muito da minha vida nos últimos 15 anos. Há algum tempo, porém, espero diversificar meus papéis de ator e minhas escolhas de carreira. Sou abençoado com minha esposa notável e solidária e cinco filhos maravilhosos. Agora é a hora.”

Ele acrescentou: “À medida que deixo Grey’s Anatomy, quero agradecer à família da ABC, Shonda Rimes, membros originais do elenco, como Ellen Pompeo, Chandra Wilson e James Pickens, o resto do elenco e equipe e, é claro, aos fãs. Foi uma aventura extraordinária.”

Um representante da instalação disse: “O Privé-Swiss não comenta sobre seus clientes, passados ​​ou presentes.”

Mais de uma década atrás, Chambers revelou ter um distúrbio do sono de longa data que o levou a entrar no mesmo Centro Médico da UCLA onde Britney Spears já foi tratada.

Ele disse à People em 2008: “É um distúrbio biológico do sono. Sua mente continua acelerada e seu corpo está cansado. Eu quero dormir, mas não consigo.”

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Soldados dos Estados Unidos embarcam para o Oriente Médio: “Vamos para a guerra”

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Para muitos dos soldados, será a primeira missão. Eles empacotaram munição e fuzis, fizeram ligações de última hora para familiares e amigos e entregaram os celulares. Alguns doaram sangue. Os 600 soldados majoritariamente jovens em Fort Bragg, no estado norte-americano da Carolina do Norte (EUA), estavam a caminho do Oriente Médio e eram parte de um grupo de cerca de 3.500 paraquedistas enviados para a região. O Kuwait é a primeira parada de muitos. Seus destinos finais são confidenciais.

“Estamos indo para a guerra”, comemorou um, fazendo sinal positivo com os polegares. Ele estava entre dezenas de soldados que carregavam caminhões diante de um edifício de concreto que abriga diversos auditórios com mesas e bancos compridos. Dias depois de o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, ordenar o assassinato do comandante militar iraniano Qassim Suleimani com um dreno, provocando temores de um novo conflito no Oriente Médio, os homens e mulheres da célebre 82ª Divisão Aérea do Exército estão partindo no maior “destacamento rápido” desde o terremoto de 2010 no Haiti.

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O general do Exército James Mingus atravessou o mar de homens e mulheres de uniforme camuflado enquanto estes se preparavam para deixar a base próxima de Fayetteville, no domingo. Ele trocou apertos de mãos com as tropas, desejando-lhes sorte. Um soldado de 27 anos de Ashboro, na Virgínia, disse que não se surpreendeu quando a ordem chegou. “Estava assistindo ao noticiário, vendo como as coisas estão acontecendo por lá”, disse ele, um dos vários soldados que a Reuters teve permissão de entrevistar sob a condição de não identificá-los. “Aí recebi uma mensagem de texto do meu sargento dizendo ‘não vá a lugar nenhum’. E foi isso”.

O perigo parecia distante das mentes dos jovens soldados, mas muitos encheram a capela da base depois do café da manhã. Um deles pegou uma correia presa a um caminhão de transporte e tentou prendê-la no cinto de um amigo distraído, uma última brincadeira antes de embarcar. Os soldados mais velhos, na faixa dos 30 a 40 anos, estavam visivelmente mais contidos, tendo a experiência de ver camaradas voltarem para casa com uma perna ou dentro de um caixão. “Esta é a missão, cara”, disse Brian Knight, veterano aposentado do Exército que participou de cinco operações no Oriente Médio. “Eles estão empolgados para ir. O presidente chamou a 82ª”.

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“Lembra-me a ‘Guerra dos Mundos'”. Drones invadem estados nos EUA

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Os drones costumam surgir à noite e em grupos. Autoridades ainda não conseguiram identificá-los. A FAA, a reguladora da aviação civil norte-americana, está a investigar o caso.

"Lembra-me a 'Guerra dos Mundos'". Drones invadem estados nos EUA

Algumas comunidades dos estados do Colorado e do Nebraska, nos Estados Unidos, têm sido invadidas por drones desde dezembro, um fenómeno que até está a confundir as autoridades, que ainda não identificaram os drones nem sabem qual a sua origem, segundo a BBC.

O chefe da polícia de Yuma County, no Colorado, Todd Combs, descreve os residentes desta localidade rural como “muito nervosos e ansiosos” face à presença dos drones, que surgem habitualmente nos céus à noite e em grupos.

“Lembra-me a ‘Guerra dos Mundos’ (…) O céu ilumina-se com os drones como se fossem luzes de Natal”, refere Michelle Eckert, uma residente no Colorado. Os residentes nestas cidades queixam-se que o barulho dos drones é ouvido nas planícies, e que assusta animais de estimação e gado.

A situação está a perturbar de tal forma os habitantes de várias comunidades no Colorado e no Nebraska, que o chefe da polícia de Perkins County, no Nebraska, James Brueggemann, tem avisado os residentes para não dispararem contra os drones, como deu conta ao Washington Post.

“Eu acho que isto faz parte de uma brincadeira, mas temos de nos lembrar da parte do país onde vivemos. Aqui as pessoas não gostam que a sua privacidade seja invadida”.

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FAA, a Administração de Aviação Federal, a reguladora de aviação civil nos Estados Unidos, já abriu uma investigação para descobrir a origem dos drones.

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