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Política Nacional

Longe do STF, Moro terá ano que vem para decidir se tentará ser presidente

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IstoÉ

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Marcos Corrêa/PR – 29.8.19

Longe do STF, Moro terá ano que vem para decidir se tentará ser presidente

As movimentações políticas sempre apresentam surpresas. Especialmente em um País como o Brasil. Na maior parte do ano, Jair Bolsonaro sinalizou que queria exercer o protagonismo único de seu governo. Não admitiu compartilhar o palco com mais ninguém. Os ministros deveriam ser meros coadjuvantes, sempre no fundo da cena, quase como meros figurantes. Havia implicitamente um receio de que Sergio Moro fosse a grande estrela e ofuscasse o próprio presidente. Até o início do segundo semestre, este movimento foi realizado tendo à frente Bolsonaro, com auxílios eventuais de figuras próximas ao chefe do Executivo.

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Contudo, nos últimos meses — certamente analisando as pesquisas de opinião — o presidente começou a se aproximar publicamente de Moro . Fez elogios e chegou a sugerir — sempre por meio de seus acólitos — que o ex-juiz federal poderia ser o seu companheiro de chapa em 2022. A mudança tem como objetivo tentar capturar o prestígio popular do ministro da Justiça, melhorar a avaliação de seu governo e, indiretamente, potencializar a sua popularidade.

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Também tenta associar Moro ao seu governo, especialmente por causa das medidas de viés autoritário. Desta forma, almeja associar o ministro ao campo ultraconservador , que é o seu, impedindo que Moro transite pelo espaço liberal-conservador , onde poderia alçar voo solo, ampliando seu cacife eleitoral.

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E Sergio Moro, o que pensa? Provavelmente já abandonou o sonho de ser ministro do STF . Sabe que a vaga aberta pela aposentadoria de Celso de Mello não será sua. Teria de aguardar 2021, quando será a vez de Marco Aurélio Mello. Para seus planos, nada indica que tanta espera possa valer a pena, já que o desgaste político é inevitável para quem está no governo — mais ainda com as inevitáveis ações intempestivas de Bolsonaro.

Também não é possível cravar que a recuperação econômica alcance um ritmo que conduzirá para uma sensível queda da taxa de desempregados. Portanto, será recomendável ao ministro ir serpenteando as armadilhas lançadas pelos adeptos do presidente. Eles encaram Moro como rival e não como aliado em 2022. O ex-juiz foi picado pela mosca azul da política desde que aceitou o convite para a pasta da Justiça. Agora, terá de provar sua habilidade. Não será fácil ficar no governo até o momento em que o processo sucessório estiver aberto. A travessia será em 2020. Depois, deverá ter Bolsonaro como seu adversário.

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Com o STF cada vez mais longe, resta ao ministro arriscar uma candidatura ou ser vice na chapa à reeleição. A decisão será em 2020.

Fonte: IG Política
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Prefeita troca carnaval por doação de moradias populares e ajuda a famílias carentes

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A prefeitura de Granja informou que os R$ 1,2 milhões que poderiam ser gastos na realização do carnaval este ano, poderão custear as ações preventivas e de contingenciamento.

A decisão da Prefeita Amanda Aldigueri, de cancelar a realização do carnaval em Granja, em 2020, rendeu críticas e elogios a administração  como já era esperado. Contudo, a prioridade, permanece sendo as ações de prevenção de desastres e danos que poderão ser provocada pelas cheias causadas pelas chuvas do período. Já são mais de 300 milímetros acumulados no município mais chuvoso do Ceará, percentual acima do esperado para o período.

A prefeitura de Granja informou que os R$ 1,2 milhões que poderiam ser gastos na realização do carnaval este ano, poderão custear as ações preventivas e de contingenciamento. Segundo divulgou o radialista Miqueias Santos, o governo municipal vai construir e doar 52 moradias populares com recursos próprios para moradores de áreas de risco, de acordo com o um pré-cadastro social realizado ano passado.

Além disso, como fez ano passado, em caso de desalojados e desabrigados, a prefeitura estará empenhado na oferta de aluguel social, ajuda para remoção e doação de mantimentos como água, colchão e cestas básicas.

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Desde o dia 7 de janeiro, máquinas atuam na recuperação de córregos, rios, riachos, drenagens, recuperação de pontes, manutenção de passagens molhadas e bueiros, para o destino correto de resíduos.

Com indicadores sociais e educacionais considerados satisfatórios, Granja se mantém confortável para tomar tal decisão de cancelar o carnaval de 2020, embora desagrade parte da população.

Prêmio pela qualidade dos gastos públicos

A Prefeitura de Granja ficou em 2º lugar no ranking divulgado pela Sudene (Superintendência do Desenvolvimento do Nordeste), que premia os municípios pela qualidade nos gastos dos recursos financeiros. O resultado saiu ontem (8).

Entre os indicadores que foram avaliados estão “Gastos em Investimentos”, “Gastos na área social” e “Equilíbrio financeiro”, para os municípios com até 20 mil habitantes, entre 20 mil e 50 mil, entre 50 mil e 150 mil e acima de 150 mil habitantes. Os dados são coletados diretamente do Tesouro Nacional.

Obra do Dique de proteção do Rio Coreaú

Os recursos de R$ 1.500.000,00 para a construção da 2ª etapa do dique de contenção das cheias do Rio Coreaú foi liberada para início da obra há cerca de um mês. A Referida obra, cujo projeto foi encomendado pela Prefeita de Granja, irá resolver de forma definitiva as enchentes causadas pelo Rio Coreaú na cidade.

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Política Nacional

‘Você não acredita na Justiça?’, diz Bolsonaro sobre denúncia contra Glenn

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Bolsonaro comentou denúncia a Glenn Greenwald arrow-options
Jorge William / Agência O Globo

Bolsonaro comentou denúncia a Glenn Greenwald

O presidente Jair Bolsonaro disse nesta terça-feira (21) acreditar na Justiça, ao ser questionado sobre a denúncia contra o jornalista Glenn Greenwald , pela invasão do Telegram de autoridades públicas. Bolsonaro chegou a se equivocar, dizendo que a “Justiça” foi responsável pela denúncia, mas depois corrigiu-se, ao ser avisado de que o responsável pela denúncia era o Ministério Público Federal (MPF).

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“Quem denunciou foi a Justiça. Você não acredita na Justiça?”, disse Bolsonaro , ao sair do Palácio da Alvorada, corrigindo depois: “MP”.

Inicialmente, ao ser questionado sobre o caso, Bolsonaro questionou se Greenwald estava no Brasil. O jornalista é americano, mas mora no Brasil desde 2005. Ele é casado com o deputado federal David Miranda (PSOL-RJ), com quem tem dois filhos adotivos. “O que, o Greenwald, que foi? Não devia nem estar…Onde que está esse cara? Está no Brasil, ele?”

O caso é investigado na Operação Spoofing . Para o procurador Wellington Divino Marques de Oliveira, da Procuradoria da República no Distrito Federal, Glenn Greenwald foi “partícipe” nos crimes de invasão de dispositivos informáticos e monitoramento ilegal de comunicações de dados, além de ter cometido o crime de associação criminosa.

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Em julho, quando o site The Intercept Brasil , fundado por Glenn Grenwald , começou a publicar mensagens de autoridades ligadas à Operação Lava Jato , Bolsonaro chegou a dizer que Bolsonaro poderia “pegar uma cana”. O presidente fez a afirmação enquanto comentava a edição de uma portaria, depois prevista, que permitia deportação sumária de estrangeiros.

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“Eu teria feito um decreto porque quem não presta tem que mandar embora. Tem nada a ver com esse Glenn. Nem se encaixa na portaria o crime que ele está cometendo. Até porque ele é casado com outro homem e tem meninos adotados no Brasil. Malandro para evitar um problema desse, casa com outro malandro ou adota criança no Brasil. O Glenn não vai embora, pode ficar tranquilo. Talvez pegue uma cana aqui no Brasil, não vai pegar lá fora não”.

Fonte: IG Política
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Política Nacional

Viúva de Marielle diz que ficou ‘feliz’ com nova posição de Moro

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Reprodução

Marielle ao lado da viúva Mônica Benício

A viúva da ex-vereadora do PSOL Marielle Franco , Mônica Benício, disse estar feliz com a nova posição do ministro Sergio Moro , que passou a defender a continuidade das nvestigações do caso com as autoridades do Rio. A declaração foi feita nessa terça-feira (21) por meio de nota.

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“Fico feliz que o ministro tenha revisto sua posição, e que agora está de acordo com aquilo que nós, familiares, pedimos. Caso futuramente surjam evidências que apontem para a necessidade de federalizar, eu também não me incomodarei em mudar de posição, entendendo que a resolução desse caso é fundamental para a democracia brasileira”, disse Mônica , em nota enviada ao Estadão.

“Defendemos, sobretudo, a segurança e a isenção na investigação e esperamos uma resposta para esse crime que completará dois anos sem que se saiba quem mandou matar Marielle . O sentimento de dor e injustiça permanece. Até quando?”.

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O processo de federalização do caso fica a cargo da Terceira Seção do Superior Tribunal de Justiça, que vai avaliar o caso ainda neste semestre.

Fonte: IG Política
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