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Saúde

Mãe entra em desespero ao ver filha cheia de sangue após ataque de pastor alemão

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Em janeiro deste ano, Sophie Evans, de sete anos, foi atacada por um pastor alemão do lado de fora da sua casa em Wombwell, na Inglaterra. Por conta do ataque, a menina quase perdeu o olho e ficou com parte do seu crânio exposta. A mãe ficou desesperada ao ver a filha ferida e encharcada de sangue.

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Reprodução/dailymail.co.uk

A pequena Sophie Evans, de sete anos, foi atacada por um pastor alemão desconhecido e quase ficou cega do olho direito

“Recebi um telefonema no trabalho para dizer que Sophie havia sido atacada e fiquei com o coração partido quando a vi”, diz a mãe , Lyndsey, segundo informações do Daily Mail . “Até hoje, eu não posso acreditar como ela era corajosa quando cheguei. Ela apenas estendeu a mão e disse: ‘Mamãe, eu estou bem’”, conta.

Sophie foi levada ao hospital e, na manhã seguinte, passou quase cinco horas em cirurgia . Dois dias depois, ela recebeu alta. “Graças às mãos mágicas da equipe do departamento de emergência, suas cicatrizes são quase imperceptíveis hoje. Eles consertaram minha Sophie e ela é perfeita para nós mais uma vez”, continua.

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A mãe elogia os profissionais do The Children’s Hospital Charity mais uma vez. “Todos os funcionários que nos ajudaram foram absolutamente surpreendentes. Palavras nunca serão suficientes para explicar como seremos eternamente gratos. No pior dia de nossas vidas, eles garantiram que todos fôssemos cuidados e tranquilizados”, pontua.

Família quer ajudar hospital 

Depois de todos os cuidados com a menina, a mãe e todo a família se dedicam a arrecadar fundos para construir um novo departamento de emergência. David Vernon-Edwards, diretor do hospital, diz que a área foi construída para receber 32 mil pacientes todos os anos, mas, no ano passado, viu quase 57 mil. 

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Além da sala de espera ampliada e do espaço clínico, a reforma também criará um espaço dedicado para crianças que precisam de cuidados com a saúde mental ou dificuldades de aprendizado e uma área separada para adolescentes. “Somos muito gratos à família de Sophie por compartilhar sua história e por sua fantástica captação de recursos”, diz Vernon-Edwards.

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Fonte: IG Saúde
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Saúde

Covid-19 tem relação de 96,2% com vírus do morcego-ferradura, aponta novo estudo

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Morcego
Wikipedia

Pesquisa apontou que animal pode ser o principal responsável pelo início da transmissão para os humanos

Um novo estudo realizado em parceria por cientistas chineses e norte-americanos identificou que o Covid-19 pode ter derivado de um grupo de vírus originários de morcegos-ferradura, corroborando teses anteriores de que o animal poderia ser o responsável pela transmissão original em humanos .

Segundo informações da revista Science, onde o artigo foi publicado, os pesquisadores analisaram mais de 781 vírus da família do  novo coronavírus (Sars-Cov-2) e apontaram fortes indícios de que o morcego-ferradura também possa ser o responsável pela transmissão de outras variações do coronavírus, como o Sars-Cov-, por serem uma espécie de “reservatório” da doença.

Apesar das conclusões do estudo, apontando a maior troca genética entre os morcegos da familia Rhinolophidae e citando o gênero  Rhinolophus como “reservatório” da Sars, os pesquisadores não conseguiram confirmar que o vírus tenha sido originado nos animais.

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“Em nossa análise filogenética, que inclui todos os coronavírus de morcegos conhecidos da China , descobrimos que o Sars CoV-2 é provavelmente derivado de um grupo de vírus originários de morcegos-ferradura. Parece que, por pura má sorte histórica e evolutiva, os Rhinolophus são o principal reservatório de coronavírus”, afirmou Peter Daszk, autor do estudo.

Ao lado da também pesquisadora Shi Zheng-li, Daszk construiu uma “árvore genealógica” das espécies, o que possibilitou a identificação de que o vírus atual tem quase 100% de igualdade com o encontrado nos Rhinolophus. Entretanto, a grande variedade genética do coronavírus impossibilita a confirmação de que a transmissão tenha ocorrido desta forma.

Fonte: IG SAÚDE

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Saúde

Saiba onde fazer o teste da Covid-19 em São Paulo

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Teste rápido para Covid-19
Reprodução Jornal Nacional

Teste rápido para Covid-19

A procura por testes  de detecção da Covid-19 em São Paulo tem aumentado desde que a Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) aprovou a realização dos exames para ampliar a oferta e a rede de testagem, além de reduzir a alta demanda em serviços públicos de saúde durante a pandemia.

Devido à praticidade e a não necessidade de pedido médico, interessados têm buscado as melhores opções para descobrirem se estão ou já foram infectados pelo novo coronavírus (Sars-Cov-2).

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Em alguns locais, é possível realizar o teste através da modalidade drive-thru, que possibilita fazer a detecção dos anticorpos sem que seja necessário sair do o automóvel. Há também coletas realizadas em domicílio.

Tipos de testes oferecidos sem pedido médico

Diferentemente da modalidade RT-PCR — que deve ser feita no período em que a infecção está ativa no organismo, detectando o material genético do vírus numa amostra de secreção nasal ou da garganta, coletada com uma espécie de cotonete — os testes rápidos, que já são oferecidos emm São Paulo sem necessidade de pedido médico e mediante ao pagamento de um valor, utilizam uma amostra de sangue para detectar a presença de dois tipos de anticorpos: o IgM e o IgG .

O igM é considerado um marcador eficiente para a fase aguda da doença e começa a ser produzido entre cinco e sete dias após a infecção pelo vírus; já o igC, é um anticorpo que permanece circulando mesmo após o fim da fase aguda, indicando que a pessoa está, teoricamente, protegida de futuras infecções.

Para potencializar a eficácia do diagnóstico, é recomendado que o teste seja realizado, pelo menos, 10 dias após o início dos sintomas, uma vez que a produção de anticorpos no organismo demora um certo período depois da exposição ao vírus.

A amostra de sangue pode ser colhida de duas formas: por um furo no dedo, no caso do teste de imunocromatografia,  ou pela coleta de sangue a partir de uma veia, o chamado teste sorológico

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É bom reforçar, porém,  que esses testes auxiliam o diagnóstico, mas não possuem finalidade comprobatória, já que há possibilidade de que o exame apresente resultado “falso negativo”. Isso ocorre quando o paciente é testado no estágio inicial da doença em razão da ausência ou de baixos níveis de anticorpos de Sars-CoV-2 na amostra.

Saiba onde realizar o teste em São Paulo:

Farmácia Pague Menos

Os exames de detecção dos anticorpos igM e igC são realizados em diversas unidades, mediante agendamento prévio, por meio do telefone 0800 022 8282. Cada teste custa R$ 193 e é feito no perído das 10 às 16 horas.

Antes da realização do teste, é feita uma breve entrevista e é combinado local e hora da aplicação do exame. O resultado do teste, atestado por clínicas especializadas e notificado ao Ministério da Saúde, sai dentro de 30 minutos e é compartilhado por e-mail.

Drogaria São Paulo

A Drogaria São Paulo realiza o teste rápido de detecção dos anticorpos igC e igM, também sem necessidade de pedido médico. Para realizar o exame, o cliente deve pagar o valor de R$ 139 e fazer o agendamento pelo site

I-group Care

A empresa oferece a realização de testes rápidos de anticorpos em domicílio.  

Uma equipe multidisciplinar, composta por enfermeiro e técnico de enfermagem devidamente paramentados com equipamentos de proteção individual se desloca até o endereço com os testes rápidos de identificação de anticorpos IgG e IgM. É necessário agendamento prévio via Whatsapp (95866-1111). 

O valor varia entre R$ 250 e R$ 230. No mais caro, a enfermeira aguarda o resultado junto com o paciente. No mais em conta, o resultado do exame é enviado por SMS ou foto. 

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Grupo Pardini

Teste rápido de detecção dos anticorpos igC e igM disponível no sistema drive-thru nas unidades Tatuapé e Morumbi, de segunda a sexta-feira. O valor é de  R$ 190 e não há necessidade de pedido médico. O cliente deve fazer agendamento no site

Labi Exames

A coleta para o teste dos anticorpos igM e igC pode ser feita em domicílio ou de forma presencial nas unidades Pinheiros, Vila Mariana e Guarulhos. O valor cobrado é de R$ 298 e o resultado sai em um dia útil. Também é necessário fazer agendamento pelo site do laboratório

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Instituto CURA

O instituto cura realiza o teste que detecta os anticoropos igC e igM na modalidade drive-thru, situado na unidade Jardins (Av. Brigadeiro Luiz Antonio, 4487). O valor para realizar o teste rápido é R$ 229 e o resultado sai em até 2 horas. O agendamento deve ser feito pelos canais de atendimento: telefone (3056-4707) ou WhatsApp (97135-2766).


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A realização do teste na modalidade drive-trhu traz mais segurança e menos risco de contágio
Renato Alves/Agência Brasil

A realização do teste de Covid-19 na modalidade drive-trhu traz mais segurança e menos risco de contágio

Shopping Golden Square 

Não há necessidade de agendamento e nem pedido médico, basta pagar o valor de R$ 310. 

O interessado realiza um cadastro no local e depois segue para a área destinada à coleta das amostras, que serão testadas conforme a metodologia de anticorpos (IgM/igC). O resultado sai em até 4 horas.

Shopping Eldorado

A coleta acontece todos os dias da semana, sempre das 8h às 20h. Para a realização do exame, não há necessidade de pedido médico e nem de agendamento prévio. O teste realizado é o de imunocromatografia. O valor é de R$ 310,00.

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Rappi – Movimento #2em2

Através de uma parceria com várias empresas, o aplicativo de delivery Rappi está disponibilizando  testes sorológicos para COVID-19 a preço de custo (R$ 251) em sua plataforma. Por meio da iniciativa Movimento #2em2, a companhia vende os exames e disponibiliza outro para pessoas que não podem pagar pelo teste.

Ao abrir o aplicativo, clique no menu “Teste COVID-19” e escolha o melhor horário disponível para você. Há, ainda, a possibilidade de realizar uma doação na aba “Deseja doar outro exame?”.

Para que o exame seja realizado, o Shopping Iguatemi São Paulo cedeu o seu estacionamento para a testagem em esquema de drive-thru. A coleta é realizada por profissionais da área da saúde que foram treinados pela Cia. da Consulta. Laboratórios parceiros do Movimento #2em2 farão as análises dos testes.

Fonte: IG SAÚDE

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Saúde

UFMG e Fiocruz desenvolvem teste mais preciso e barato para Covid-19

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Agência Brasil

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Reprodução

Além de mais barato, novo teste possui a vantagem de ser mais preciso

O CT Vacinas, núcleo formado por pesquisadores da Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG) e da Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz), desenvolveu um teste para diagnosticar a Covid-19, que diminui as chances de o resultado ser de falso negativo ou falso positivo. Trata-se de um teste Elisa, nome que deriva da abreviação de “ensaio de imunoabsorção enzimática” (em inglês, enzyme-linked immunosorbent assay ), em referência à técnica usada. Pelo mundo, o método consolidou-se, há anos, como ferramenta de detecção do HIV.

Além de rápido, o teste concebido pelo CT Vacinas tem a vantagem de ser mais barato que outra opção existente, o RT-PCR (do inglês reverse-transcriptase polymerase chain reaction), cujo custo varia de R$ 280 a R$ 470 na capital paulista, conforme apurou a Agência Brasil , após contatar três redes de laboratórios.

Como os testes rápidos, o Elisa também é sorológico (feito a partir da procura por anticorpos no sangue), com a diferença de que pode ser realizado somente em laboratórios, ainda que o equipamento necessário seja relativamente simples. Após as validações iniciais, a próxima etapa é obter a certificação da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa).

“No caso do Elisa, de metodologia completamente diferente [em relação aos testes rápidos], tira-se uma amostra de sangue maior, precisa-se de 1 mililitro, pelo menos. Então, é necessária uma agulha para coletar o sangue. O processo de detecção da presença do anticorpo é muito mais sensível”, diz a coordenadora do CT Vacinas, Santuza Ribeiro.

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“Por isso, mesmo que a pessoa tenha baixas quantidades de anticorpo, não se detecta naquele teste rápido, mas pode-se detectar no Elisa. Não se consegue fazer o Elisa em um balcão de farmácia, por exemplo. Por outro lado, há uma sensibilidade muito maior. Outra vantagem é que, com o Elisa, consegue-se uma redução não só de falso negativo, mas de falso positivo, que é quando se tem uma reação que parece positiva, e, na verdade, é um anticorpo contra outro vírus, que não o Sars-CoV-2 , como o de gripe comum”, explica Suzana.

Com o Elisa desenvolvido pelos pequisadores do CT Vacinas, consegue-se mostrar que, em pessoas que têm anticorpos contra outras viroses, como dengue, não se detecta positivo. “O teste rápido não é capaz de diferenciar as outras infecções”, acrescenta.

Na prática, o que se faz é fixar o antígeno em uma placa de poliestireno e ligá-lo a um anticorpo com marcador enzimático. Caso haja reação de defesa do organismo contra o agente patogênico – no caso, o novo coronavírus -, na forma de anticorpos, o material depositado sobre a placa muda de cor.

Em virtude da estrutura exigida para aplicação do teste, a equipe agora busca o apoio de órgãos federais, como o Ministério da Ciência, Tecnologia, Inovações e Comunicações e outros entes públicos e também de empresas, para possibilitar a produção em larga escala e a disponibilização a uma parcela significativa da população. Duas pontes que estão sendo negociadas envolvem a Fundação Ezequiel Dias (Funed), do governo de Minas Gerais, e o Instituto de Tecnologia em Imunobiológicos (Bio-Manguinhos), da Fiocruz.

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Santuza destaca, ainda, que o teste Elisa para covid-19 surgiu do aprimoramento de um saber que já circulava no núcleo, sinalizando para a importância do investimento estável em ciência. “No CT Vacinas, a gente já havia desenvolvido um teste muito semelhante, para outras doenças, inclusive não virais, para leishmaniose, doença de Chagas e malária. A mudança que foi feita consistiu em colocar como componente do teste uma molécula capaz de detectar o anticorpo contra o covid-19.”

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“Testamos três opções e encontramos o antígeno N, componente da partícula viral, como a melhor molécula para detectar o anticorpo contra Covid-19 . Isso foi uma demanda específica que tivemos da Secretaria de Estado de Saúde de Minas Gerais, por meio da Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de Minas Gerais (Fapemig), com financiamento da fundação, inicialmente, e depois recebemos recursos do governo federal, por meio da Rede Virus, do Ministério da Ciência, Tecnologia, Inovações e Comunicações. De acordo com a coordenadora do CT Vacinas, trata-se de uma molécula distinta da que está sendo usada no desenvolvimento de vacinas.

A proposta foi apresentada pela Fapemig no início de março, diz Santuza, ao destacar o sucesso da equipe, que completoo o desafio em três meses: “A gente ficou muito feliz, porque não sabia se teria capacidade de realizar em um tempo tão curto.”

Fonte: IG SAÚDE

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