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Mais da metade dos brasileiros é contra reabertura do comércio, diz Datafolha

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Pessoas andando em shopping
Agência Brasil

Comércio foi retomado em meio à pandemia do novo coronavírus

Mais da metade dos brasileiros vêm como negativa a reabertura do comércio anunciada por governadores e prefeitos em meio à pandemia do novo coronavírus (Sars-CoV-2), mostra pesquisa Datafolha desta segunda-feira (29). De acordo com a pesquisa, 52% avaliaram que as autoridades agem mal ao determinar a retomada das atividades econômicas, enquanto 42% acham que elas agem mal. Não souberam responder à pergunta 6% dos entrevistados.

A reabertura dos comércios começou a ser realizada em meio a um cenário em que o Brasil ainda não apresenta estabilização das mortes e casos confirmados da Covid-19 em nenhum estado.

Na cidade de São Paulo, os comércios já estavam abertos e esta semana o município comecou a retomar o atendimento presencial em bares e restaurantes, além da reabertura de parques.

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Ao verificar os dados da Covid-19, no entanto, é possível observar que o número de casos ainda não foi controlado. No dia 11 de junho, quando shoppings foram reabertos, a cidade registrou 125 mortes. Desde então, essa quantidade já foi superada cinco vezes.

Nesse cenário de descontrole, a pesquisa ainda mostra que 65% da população acredita que a pandemia está piorando no país. Essa é a avaliação de maior parte das pessoas em todos os segmentos que a pesquisa tem. Os casos que mais chamam atenção são o das mulheres, no qual 70% têm essa opinião, além de moradores do Sul do país (73%) e os mais jovens (74%).

A piora é vista também pelos próprios eleitores do presidente Jair Bolsonaro (sem partido), que tem minimizado a gravidade da pandemia desde o seu início. Segundo a pesquisa, 52% disseram que a situação está piorando.

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Proibição de operações policiais reduz mortes em mais de 70% no Rio de Janeiro

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Proibição de operações policiais reduz mortes em mais de 70% no Rio de Janeiro
Rovena Rosa/Agência Brasil

Proibição de operações policiais reduz mortes em mais de 70% no Rio de Janeiro

A proibição de operações policiais em favelas pelo ministro Edson Fachin, do Supremo Tribunal Federal (STF), no início de junho (5) resultou na diminuição da criminalidade e violência no Rio de Janeiro. O dados são do relatório “Operações policiais e ocorrências criminais: Por um debate público qualificado” da Universidade Federal Fluminense (UFF).


O documento aponta que desde a aprovação da medida houve uma redução de 72% das mortes decorrentes de incursões e que o número de feridos caiu em 49,6% em relação à média dos anos anteriores. A pesquisa do Grupo de Estudos dos Novos Ilegalismos (Geni) analisa dados registrados entre 2007 e 2020.

Veja Também:  Proibição de operações policiais reduz mortes em mais de 70% no Rio de Janeiro

A polícia do Rio é contrária a decisão de Fachin e alega que a proibição dificulta o combate ao crime organizado . Apesar disso, os pesquisadores mostram que pelo menos 30 vidas foram salvas nas favelas, inclusive a de policiais. A média de morte desses profissionais era de 10 e caiu pela metade este ano.

Segundo Daniel Hirata, professor da UFF e um dos autores do documento, o estudo indica ainda a ineficiência da ação policial nas favelas. “Houve uma redução significativa das operações policiais e consequentemente no número de mortos, feridos, sem aumento das ocorrências. Inclusive com a diminuição da morte de policiais”, comentou para O Dia.

A Polícia Militar (PM) continua realizando operações consideradas urgentes, como no caso do dia 28 de julho, em que a polícia precisou agir pelo fim de um tiroteio que envolvia o Comando Vermelho, a maior facção de tráfico do Rio de Janeiro.

A pesquisa também enumera os tiroteios que ocorreram no período analisado e registra uma diminuição de 61% desde a aprovação da medida. Se examinados apenas os casos em que policiais estavam envolvidos na troca de tiros, o número sobe para 82%. 

Veja Também:  Equipe da PGR suspende procedimento de cópia de arquivos da Lava Jato

A UFF contou com o auxílio da plataforma Fogo Cruzado e do Instituto de Segurança Pública (ISP) para organizar os dados da pesquisa.

O STF deve analisar a liminar favorável a suspensão das atividades policiais durante a pandemia essa semana, que marca o fim do recesso do Judiciário. Até então Alexandre de Moraes foi o único que votou contra a proibição das operações nas favelas durante a pandemia, enquanto Edson Fachin, Ricardo Lewandowski, Marco Aurélio Mello e Rosa Weber se mostraram favoráveis. O julgamento é virtual e os ministros têm até terça-feira, 4, para publicar seus votos.

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Proibição de operações policiais reduz mortes em mais de 70% no Rio de Janeiro

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Proibição de operações policiais reduz mortes em mais de 70% no Rio de Janeiro
Rovena Rosa/Agência Brasil

Proibição de operações policiais reduz mortes em mais de 70% no Rio de Janeiro

A proibição de operações policiais em favelas pelo ministro Edson Fachin, do Supremo Tribunal Federal (STF), no início de junho (5) resultou na diminuição da criminalidade e violência no Rio de Janeiro. O dados são do relatório “Operações policiais e ocorrências criminais: Por um debate público qualificado” da Universidade Federal Fluminense (UFF).


O documento aponta que desde a aprovação da medida houve uma redução de 72% das mortes decorrentes de incursões e que o número de feridos caiu em 49,6% em relação à média dos anos anteriores. A pesquisa do Grupo de Estudos dos Novos Ilegalismos (Geni) analisa dados registrados entre 2007 e 2020.

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A polícia do Rio é contrária a decisão de Fachin e alega que a proibição dificulta o combate ao crime organizado . Apesar disso, os pesquisadores mostram que pelo menos 30 vidas foram salvas nas favelas, inclusive a de policiais. A média de morte desses profissionais era de 10 e caiu pela metade este ano.

Segundo Daniel Hirata, professor da UFF e um dos autores do documento, o estudo indica ainda a ineficiência da ação policial nas favelas. “Houve uma redução significativa das operações policiais e consequentemente no número de mortos, feridos, sem aumento das ocorrências. Inclusive com a diminuição da morte de policiais”, comentou para O Dia.

A Polícia Militar (PM) continua realizando operações consideradas urgentes, como no caso do dia 28 de julho, em que a polícia precisou agir pelo fim de um tiroteio que envolvia o Comando Vermelho, a maior facção de tráfico do Rio de Janeiro.

A pesquisa também enumera os tiroteios que ocorreram no período analisado e registra uma diminuição de 61% desde a aprovação da medida. Se examinados apenas os casos em que policiais estavam envolvidos na troca de tiros, o número sobe para 82%. 

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A UFF contou com o auxílio da plataforma Fogo Cruzado e do Instituto de Segurança Pública (ISP) para organizar os dados da pesquisa.

O STF deve analisar a liminar favorável a suspensão das atividades policiais durante a pandemia essa semana, que marca o fim do recesso do Judiciário. Até então Alexandre de Moraes foi o único que votou contra a proibição das operações nas favelas durante a pandemia, enquanto Edson Fachin, Ricardo Lewandowski, Marco Aurélio Mello e Rosa Weber se mostraram favoráveis. O julgamento é virtual e os ministros têm até terça-feira, 4, para publicar seus votos.

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Equipe da PGR suspende procedimento de cópia de arquivos da Lava Jato

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pgr
Divulgação

PGR


A equipe técnica da Procuradoria Geral da República, que está em Curitiba, suspendeu , há pouco, o procedimento de cópia da base de dados da Lava Jato, estimada em 350 terabytes .


Como divulgado mais cedo, eles seguiam na tarefa de espelhar os arquivos enquanto a PGR não fosse notificada , formalmente, da decisão de Edson Fachin, o que ocorreu finalmente.

Ao retomar os trabalhos após o plantão do STF, Fachin anulou a liminar de Dias Toffoli que havia autorizado o acesso de Augusto Aras aos arquivos sigilosos das forças-tarefa no Paraná, em São Paulo e no Rio.

O relator não precisou entrar no mérito do caso, concentrando-se em apontar as falhas no pedido de Aras.

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