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Mais um projeto de lei quer alterar a Lei Geral de Proteção de Dados; entenda

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Agência Brasil

Lei de Proteção de Dados pode sofrer mudanças


Um novo Projeto de Lei (PL) propõe mudanças no cálculo do valor-base das sanções de multa da Lei Geral de Proteção de Dados (LGPD) . A ideia seria aplicar o valor da multa progressivamente, atingindo o valor total 2 anos após a entrada em vigor da norma. A LGPD prevê multas de até R$ 50 milhões ou 2% do faturamento bruto anual da empresa que desrespeitar a lei, valendo a maior quantia.

Na justificativa do autor do projeto, Mário Heringer (PDT-MG), o PL 6149/2019 atua em prol das empresas brasileiras que ainda não se adaptaram a lei, o que dá a elas mais um período para “desenvolvimento, disseminação, aprendizado e pleno domínio de procedimentos e ferramentas para o atendimento da norma”, detalha o deputado no texto.

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Heringer acredita que nem todas as empresas do país possuem compreensão dos mecanismos previstos pela lei, visto a “complexibilidade da matéria”. Segundo o atual texto da LGPD , as companhias têm dois anos para se adaptarem às novas regras, data que termina em agosto de 2020.

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O texto de Heringer é posterior a outros projetos que buscam alterar o texto base da LGPD. É o caso do PL 5762/2019 de Carlos Bezerra (MDB-MT), que propõe a implantação da lei apenas em agosto de 2022 . O texto passa por consulta pública e, atualmente, já acumula 66% dos votantes que discordam totalmente do projeto, enquanto 26% concordam totalmente

Bezerra também defende seu projeto baseado no fato de que 70% de todas as organizações sujeitas à LGPD não cumpriram totalmente a regulamentação, segundo estudo da Gartner. É possível votar na proposta de Bezerra no site da Câmara dos Deputados.

Fonte: IG Tecnologia
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Confira os lançamentos da Netflix para assistir no final de semana

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Reprodução/Pixabay

Confira os lançamentos da semana na Netflix


Semanalmente, a Netflix adiciona novos filmes e séries ao seu catálogo trazendo cada vez mais opções do que assistir para os assinantes. Já em tempos de quarentena, sempre é uma boa ideia dar uma conferida no que há de novo para fazer o tempo passar mais rápido.

Nessa semana, um dos maiores destaques ficou por conta da estreia da série Space Force , que mostra um general bem excêntrico com a missão de fazer decolar a mais nova agência militar dos EUA, a Força Espacial.

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Já em relação a filmes, a Netflix trouxe poucas novidades, tendo como destaque CHiPs: O Filme, que mostra dois agentes atrapalhados em uma missão do FBI para achar quem são as pessoas corruptas da Polícia Rodoviária da Califórnia. A seguir, confira a relação completa do que chegou na Netflix nessa semana.

Séries

  • Expresso do Amanhã (25/05)
  • Jeffrey Epstein: Poder e Perversão – Minissérie (27/05)
  • Someboy Feed Phil – 3º temporada (29/05)
  • Space Force (30/05)
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Filmes

  • Annabelle (26/05)
  • Ya No Estoy Aqui (27/05)
  • CHiPs: O Filme (28/05)
  • Desaparecida – O Início (28/05)
  • Paixão Obsessiva (28/05)

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Stand-Ups

  • Hannah Gadsby: Douglas (26/05)
  • Kenny Sebastian: The Most Interesting Person in the Room (29/05)

Desenhos, animes e programação infantil

  • Dorohedoro (28/05)
  • Robot Trains (30/05)

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Internet lenta durante o isolamento social? Veja dicas para solucionar

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Captura de tela

Muitos usuários têm relatado lentidão na internet durante o período de isolamento social


Quem notou lentidão na internet durante o período de isolamento social imposto pela pandemia do novo coronavírus (Sars-Cov-2) não está sozinho. Entre a primeira e a segunda quinzena de março, a Agência Nacional de Telecomunicações ( Anatel ) registrou aumento de 32% no número de reclamações sobre o serviço de banda larga fixa. 

As reclamações aumentam no mesmo período em que o tráfego de dados subiu – a alta da demanda foi entre 40% e 50%, ainda de acordo com a Anatel. Aulas online, home office, serviços de streaming e videoconferências se tornaram muito comuns durante a pandemia, e acabam impactando a rede como um todo. 

Segundo a Anatel, tudo está sob controle. “As redes de telecomunicações são projetadas para suportar aumentos de tráfego, e todas as prestadoras têm planos de contingência. Até o momento, apesar do aumento abrupto de demanda e da mudança de perfil no consumo, o monitoramento da operação aponta normalidade”, afirmou o órgão. 

A internet está sobrecarregada?

Apesar de afirmar que a situação está controlada, a própria agência já adotou medidas para enfrentar o aumento da demanda, e especialistas afirmam que é possível que o crescente acesso à internet provoque uma sobrecarga na rede nacional . Leandro Evangelista, coordenador de curso do Instituto de Gestão e Tecnologia da Informação, explica que essa sobrecarga pode acontecer de duas formas. 

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A primeira delas é dentro de uma residência. Se uma família muda seu perfil de consumo durante o isolamento social, mas continua com o mesmo plano contrato, é possível que ele não seja suficiente para atender a essa demanda. 

E olhando de forma mais ampla, a rede nacional de internet funciona de forma parecida. A infraestrutura é limitada e, se a demanda cresce muito, pode haver sobrecarga. 

“Temos uma infraestrutura de rede nacional saturada, acarretando lentidão e quedas nas residências. Além disso, para agravar a situação, a maioria da população não possui bons planos de internet e esta crescente utilização em tão pouco tempo não era esperada pelas empresas”, explica o professor. 

Como melhorar a internet lenta

Apesar da culpa da internet lenta não ser do consumidor, existem algumas medidas que podem ser seguidas para tornar o acesso mais rápido. Confira as dicas dos especialistas:

  • Negocie com a família: se você precisa da rede de internet para trabalhar, pode ser interessante negociar horários com quem mora com você. Sobretudo nos horários entre 9h30 e 12h e entre 14h e 17h, que costumam ter picos de utilização de internet, é interessante negociar o acesso a serviços que consomem mais dados, como streaming de vídeo e música.
  • Faça conferências sem vídeo: utilize vídeo nas chamadas somente quando for muito necessário. As ligações apenas por áudio consomem menos dados.
  • Volte a utilizar seu telefone: aproveite para utilizar seu telefone fixo para evitar gastar dados com chamadas que não precisam ser feitas utilizando a internet.
  • Baixe filmes e séries para assistir offline: a maior parte das plataformas de streaming, como a Netflix, oferecem a possibilidade de fazer o download de vídeos para assistir depois, e uma boa opção é baixá-los em um momento menos acessado para curtir o conteúdo tranquilamente em horários de pico. No Brasil, o horário de menos sobrecarga na internet é durante a madrugada.
  • Use o pacote de dados do celular: com todos em casa durante a pandemia, nem lembramos que temos dados móveis no celular, usando só o Wi-Fi. Tente utilizar também esse serviço que você paga, a fim de não sobrecarregar a rede doméstica.
  • Interrompa a reprodução automática nas redes sociais: plataformas como Instagram e Facebook, por padrão, reproduzem vídeos automaticamente conforme o usuário navega pela linha do tempo, e isso acaba consumindo muita internet. Para que isso não ocorra, vá nas configurações das suas redes sociais e desative a reprodução automática de vídeos.
  • Use um cabo Ethernet: se seu sinal de Wi-Fi está fraco, uma opção interessante é conectar o notebook diretamente por um cabo Ethernet, dispensando a rede sem fio. Isso torna a conexão mais rápida e estável.
  • Use repetidores de sinal Wi-Fi: os dispositivos permitem que o sinal de Wi-Fi chegue aos cômodos mais distantes da casa com mais força.
  • Negocie com as operadoras: em um momento de crise, muitas ofertas estão surgindo. Por isso, tentar negociar um plano melhor com sua operadora ou com a concorrência pode ser uma boa saída.
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O que tem sido feito para resolver o problema

A sobrecarga na rede de internet não prejudica apenas os domicílios brasileiros, mas também serviços essenciais como de segurança e saúde que dependem da tecnologia. E é também por isso que medidas foram tomadas para evitar consequências mais graves. 

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“Tanto a Anatel quanto as operadoras de telecomunicações adotaram medidas para o enfrentamento do aumento de demanda no período de pandemia. O acompanhamento da gestão das redes é realizado no âmbito do Grupo de Gestão de Riscos e Acompanhamento do Desempenho das Redes de Telecomunicações (GGRR), estrutura institucional que reúne Anatel e as prestadoras. Existe também diálogo contínuo com representantes do setor de internet e de provedores de conteúdo ( Facebook , Google , Globo e Netflix )”, informa a agência. 

Dentre as soluções encontradas , os provedores de conteúdo em streaming diminuíram a qualidade de seus vídeos em todo o país, a fim de tornar os serviços mais leves. Além disso, as grandes prestadoras de telecomunicações expandiram a capacidade de suas redes para absorver a alta demanda.

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Direito do consumidor

Mesmo com essas medidas tomadas pelo órgão e por empresas, é comum que usuários tenham experiências ruins com a internet , que já é considerada um serviço essencial. A própria Anatel determina que a velocidade da banda larga fixa deve ser de, no mínimo, 80% da contratada. 

“Além disso, o resultado do seu teste não pode ser menor que 40% do contratado. Trata-se de uma questão contratual e um direito do consumidor”, explica Thiago Silva, especialista da associação de direito do consumidor Proteste. 

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Para testar a velocidade da internet, os consumidores podem utilizar sites como  Speed Test e Fast , e comparar os resultados com a velocidade contratada. A própria Proteste também possui um portal para realizar o teste .

Se o resultado for abaixo do permitido pela Anatel , o indicado é que o consumidor entre primeiro em contato com a próprio operadora de telefonia para resolver o problema. O Instituto Brasileiro de Defesa do Consumidor (Idec), lembra que as operadoras não podem cobrar pela visita de um técnico caso haja falha na prestação do serviço. 

Se a própria operadora não solucionar a questão, o recomendado é que o consumidor encaminhe sua reclamação diretamente à Anatel, através do portal da agência .

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Para combater coronavírus, robô fiscaliza máscaras e mede temperatura

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Robô consegue identificar se pessoas estão usando máscaras corretamente além de medir temperaturas

Um robô que entende mais de 53 idiomas, fiscaliza o uso de máscaras e ainda mede a temperatura de quem está por perto é uma das novas armas da Bélgica contra a Covid-19. Os robôs já existem no país desde 2013 e auxiliam o trabalho e hospitais e casas de repuso, mas agora ganharam uma nova função.

Em entreista à Reuters TV, o gerente Michael Vanmechelen, do Hospital Universitário Antuérpia – primeiro a receber os robôs – afirmou que a principal vantagem é que eles podem ir em dirção às pessoas, diferentemente de um terminal fixo.

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Além da Bélgica – que aos poucos flexibiliza as medidas de distanciamento social -os robôs, desenvolvidos pela Zarabots, também farão parte de hospitais na França, Holanda, Estados Unidos e Ruanda.

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