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Economia

Mega-Sena sorteia prêmio de R$ 23 milhões nesta quarta-feira

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Prêmio desta semana é de R$ 23 milhões
Agência Brasil

Prêmio desta semana é de R$ 23 milhões

A Mega-Sena sorteia nesta quarta-feira (1) um prêmio estimado em R$ 23 milhões. As seis dezenas do concurso 2.275 serão sorteadas a partir das 20h (horário de Brasília) no Espaço Loterias Caixa , localizado no Terminal Rodoviário do Tietê, na cidade de São Paulo .

As apostas podem ser feitas até as 19h (horário de Brasília), em qualquer casa lotérica credenciada pela Caixa em todo o país, e também pela internet, sem sair de casa. O bilhete simples da Mega-Sena , com seis dezenas, custa R$ 4,50.

No concurso 2.274, realizado no último sábado (27), as dezenas sorteadas foram: 08-11-17-33-40-55 , e ninguém acertou todos os seis números, fazendo o prêmio acumular para R$ 23 milhões.

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Como apostar online na Mega-Sena

Para concorrer ao prêmio sem sair de casa, não é possível optar pela aposta mínima, de R$ 4,50. No site da Caixa , o valor mínimo para apostar na Mega-Sena é de R$ 30, seja com uma única aposta ou mais de uma.

Uma aposta com 7 números, e não 6, que te dá mais chance de ganhar, custa R$ 31,50. Outra opção para atingir o preço mínimo é fazer sete apostas simples, que juntas têm o mesmo valor, R$ 31,50. Além disso, os bolões, disponíveis online, são uma boa opção.

Como funciona a Mega-Sena

O concurso é realizado pela Caixa Econômica Federal e pode pagar milhões ao sortudo que acertar as seis dezenas. Os sorteios ocorrem ao menos duas vezes por semana – normalmente, às quartas-feiras e aos sábados. O apostador também pode ganhar prêmios com valor mais baixo caso acerte quatro ou cinco números, as chamadas Quadra e Quina , respectivamente.

Na hora de jogar, o apostador pode escolher os números ou tentar a sorte com a Surpresinha – nesse modelo, o sistema escolhe automaticamente as dezenas que serão jogadas. Outra opção é manter a mesma aposta por dois, quatro ou até oito sorteios consecutivos, a chamada Teimosinha.

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Premiação

Os prêmios iniciais costumam ser de aproximadamente R$ 3 milhões para quem acerta as seis dezenas. O valor vai acumulando a cada concurso sem vencedor. Também é possível ganhar prêmios ao acertar quatro ou cinco números dentre os 60 disponíveis no volante de apostas. Para isso, é preciso marcar de seis a 15 números do volante.

O prêmio bruto da Mega-Sena corresponde a 43,35% da arrecadação. Deste valor:

  • 35% são distribuídos entre os acertadores dos seis números sorteados;
  • 19% entre os acertadores de cinco números (Quina);
  • 19% entre os acertadores de quatro números (Quadra);
  • 22% ficam acumulados e distribuídos aos acertadores dos seis números nos concursos terminados em zero ou cinco; e
  • 5% ficam acumulado para a primeira faixa (Sena) do último concurso do ano de final zero ou cinco.

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Mega-Sena valendo R$ 23 milhões: veja os números sorteados nesta quarta-feira

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Prêmio desta semana é de R$ 23 milhões
Agência Brasil

Prêmio desta semana é de R$ 23 milhões

O concurso 2275 da Mega-Sena desta quarta-feira (1), tem um prêmio estimado em R$ 23 milhões. As dezenas sorteadas foram:

02-04-25-36-50-53

A Caixa ainda não informou se houve ganhadores neste sorteio.

Como apostar

Para apostar na Mega, o participante deve escolher de seis a 15 números nas lotéricas credenciais pela Caixa , ou no site especial de loterias do banco.

Segundo a Caixa , ninguém acertou as seis dezenas sorteadas no último sábado (27). Os números sorteados foram: 08-11-17-33-40-55

A aposta mínima na Mega-Sena custa R$ 4,50. Nesse caso, a chance de acerto (probabilidade estatística) é de uma em mais de 50 milhões. Os sorteios da Mega-Sena são realizados, normalmente, duas vezes por semana, às quartas e aos sábados.

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Dólar tem queda e fecha em R$ 5,31 nesta quarta-feira

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Pixabay/Reprodução

Dólar teve queda. mas movimentação no Brasil ainda é incerta

O dólar teve queda na primeira sessão de julho, nesta quarta-feira (1). A moeda americana fechou em R$ 5,318, com recuo de 2,24%.


A Bolsa de valores brasileira, sinalizada pelo principal indicador (Ibovespa), teve movimento positivo, com alta de 1,21%, fechando aos 96.203,20 pontos.

A queda do dólar nesta quarta-feira se explica pelos dados positivos na economia dos Estados Unidos.zona do euro também deu bons sinais, mostrando que a  contração industrial na Europa foi mais fraca do que o esperado. Na China, a indústria mostrou crescimento com a suspensão das medidas de isolamento contra a Covid-19.

No Brasil, o movimento do dólar é incerto, e os movimentos de alta e queda têm sido associadas por especialistas ao cenário de  juros baixos e instabilidades econômicas e políticas.

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Dá para viver com o auxílio emergencial? Especialista conta o que priorizar

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Divulgação

Auxílio emergencial foi renovado por mais dois meses pelo governo, mas R$ 600 não dão conta de todas as despesas familiares no Brasil

O governo aprovou a prorrogação do  auxílio emergencial por mais dois meses , ainda com parcelas de R$ 600, para os meses de julho e agosto. O auxílio busca diminuir os impactos financeiros causados em famílias de baixa renda durante a crise provocada pela pandemia de Covid-19.

No entanto, o  auxílio emergencial de R$ 600 representa apenas pouco mais da metade do salário mínimo (R$ 1.045).

O iG conversou com Jefferson Mariano, professor de economia e doutor em desenvolvimento econômico pela Unicamp, sobre como é a sobrevivência de famílias de baixa renda neste momento.

jefferson mariano
Reprodução BandNews

‘Questão de sobrevivência e não de uma vida com mínimo de dignidade’, diz Jefferson Mariano, doutor em desenvolvimento econômico, sobre o auxílio emergencial


Dá para sobreviver com o auxílio emergencial (R$ 600)?

Evidentemente que é impossível pensar em manter um domicílio com o auxílio. Mas é uma questão de sobrevivência, e não de uma vida com mínimo de dignidade. Vamos lembrar que esse valor corresponde a  pouco mais da metade do salário mínimo.

Por outro lado, há um número significativo de pessoas que residem em domicílios com esse valor de rendimento médio por pessoa. Aqueles que são elegíveis conseguem obter transferências do governo, como o  Bolsa Família e o Benefício de Prestação Continuada. No entanto, há um enorme contingente de famílias que não tem acesso a esses recursos, especialmente os que moram nas ruas ou residem em domicílios improvisados.

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O que as pessoas devem priorizar, com uma renda tão baixa?

A prioridade passa ser a alimentação, higiene pessoal e limpeza e pelo menos um mínimo provisionamento para medicamentos. Além disso, se possível, é importante ter recursos para aquisição de itens que garantam o mínimo de conforto no domicílio como  água, luz e gás.

Mas não é possível falar em gastos com habitação de modo mais abrangente, uma vez que, pessoas com nível de renda tão baixo só teriam acesso a domicílios cedidos, ocupados ou improvisados. Vale destacar que quanto menor a renda das famílias, maior é o percentual gasto com  itens de alimentação.

Como pesquisar preços de alimentos e itens essenciais (como de higiene pessoal e de limpeza) neste momento?

Em um cenário de redução de mobilidade sociais as opções de despesas ficam mais restritas. Nos casos das famílias com faixas de maior poder aquisitivo, a opção tem sido o e-commerce. O reflexo tem sido a prática de preços mais elevados.

Enquanto estamos em  cenário de deflação, os alimentos seguem com variações positivas. Para o grupo de pessoas com menores rendimentos, resta, além dos riscos da pandemia, a alternativa de buscar a aquisição em redes maiores, pois em razão da escala os preços tendem a ser menores do que nos pequenos estabelecimentos.

No caso específico de itens de  alimentação e higiene, a alternativa de fato acaba sendo as grandes redes (hiper, supermercados e os “atacarejos”).

Nesse caso, as pesquisas via internet acabam ajudando. Nem sempre todos os itens são mais baixos em um único estabelecimento. Assim, tende a ocorrer o fracionamento das despesas por estabelecimento comercial.

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No caso dos alimentos, as feiras livres tendem a ser uma alternativa, mas, novamente, é importante destacar os cuidados relacionados à pandemia. Perto do término os preços tendem a cair, mas é importante observar atentamente a qualidade dos produtos, especialmente aqueles mais frágeis e perecíveis. 

O que cortar das compras neste momento? 

Em relação aos itens de alimentação a alternativa para as famílias de baixa renda é tentar substituir os alimentos processados e industrializados por in natura. Os primeiros, além de mais caros tem um comportamento de preços rígidos.  Os alimentos in natura são mais baratos quando estão na sua época. Além disso, quando há uma safra muito boa, os preços têm quedas maiores. Na página da secretaria de agricultura do Estado de São Paulo há  todo mês a indicação dos alimentos de época.

Há também taxas que o consumidor geralmente não percebe que paga (como em cartões de crédito, por exemplo), que podem ser cortadas.

Sem dúvidas que, neste cenário de grandes restrições, todas taxas adicionais precisam ser cortadas. No caso de cartão de crédito, há a cobrança de taxas de anuidade. Nesse caso, vale negociar com as instituições, no sentido de pleitear isenções. Também é importante  não usar em hipótese nenhuma o crédito rotativo, pois as taxas são muito elevadas. Além disso, aquisição de itens de consumo imediato com o cartão de crédito é também extremamente arriscado.

Como lidar com o aluguel – com uma renegociação, por exemplo?

Caso a família resida em imóvel alugado, nesse cenário de pandemia e redução no rendimento habitual, deve-se optar por tentativa de  renegociação do aluguel.  Esse processo se intensificou nas últimas semanas e, em alguns casos tem ocorrido redução em torno de 30% – e não há ainda nenhuma norma ou legislação a respeito do tema. Porém o quadro tem levado a um número significativo de acordos, inclusive no caso dos imóveis comerciais.

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