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Economia

Mega-Sena sorteia R$ 1,69 milhões; veja os números de hoje

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Brasil Econômico

Na Mega Semana de Verão, a Caixa Econômica Federal dá uma chance a mais para o apostador com sorteios na terça-feira, na quinta-feira e no sábado.
O Dia

Na Mega Semana de Verão, a Caixa Econômica Federal dá uma chance a mais para o apostador com sorteios na terça-feira, na quinta-feira e no sábado.

Nesta terça-feira (26), a  Mega-Sena   da Loterias Caixa realizou o sorteio do concurso 2338. O prêmio foi de R $1,69 milhões, que pode ser dividido entre um ou mais ganhadores que acertarem os seis números. Confira os números sorteados:   

08 – 21 – 23 – 34 – 42 – 47

O site oficial da Mega deve divulgar ainda hoje se alguém receberá o prêmio ou se o valor acumulará para o próximo sorteio. 

Como participar do próximo sorteio?

O próximo concurso da Mega-Sena acontece nesta quinta (28), às 20h. 

Na Mega Semana de Verão, a Caixa Econômica Federal dá uma chance a mais para o apostador com sorteios na terça-feira, na quinta-feira (28) e no sábado (30). Os próximos concursos desta semana serão os 2339 e 2340, respectivamente.

É possível apostar até as 19h (horário de Brasília) do dia do sorteio, em qualquer casa lotérica credenciada pela Caixa do país. Também é possível apostar pela internet. O bilhete simples da Mega-Sena, com seis dezenas, custa R$ 4,50.

Como apostar online na Mega-Sena?

Para aqueles que apostarem pela internet, não é possível optar pela aposta mínima, de R$ 4,50. No site da Caixa , o valor mínimo para apostar na Mega-Sena é de R$ 30, seja com uma única aposta ou mais de uma.

Para fazer uma aposta maior, com 7 números, dando uma maior chance de ganhar, o preço sobe para R$ 31,50. Outra opção para atingir o preço mínimo é fazer sete apostas simples, que juntas têm o mesmo valor, R$ 31,50. Além disso, os bolões, disponíveis online, são outra opção viável.

Como funciona a Mega-Sena?

O concurso é realizado pela Caixa Econômica Federal e o vencedor pode receber milhões de reais se acertar as seis dezenas. Os sorteios ocorrem pelo menos duas vezes por semana – geralmente, às quartas-feiras e aos sábados. O apostador também pode ganhar prêmios com valor mais baixo caso acerte quatro ou cinco números, conhecidas como Quadra e Quina , respectivamente.

Na hora de jogar, o apostador pode escolher os números ou tentar a sorte com a Surpresinha . Esse modelo consiste na escolha automática, realizada pelo sistema, das dezenas jogadas. 

Veja Também:  Bolsonaro se irritou com Castello Branco em reunião: "vestido de astronauta?"

Outra opção é manter a mesma aposta por dois, quatro ou até oito sorteios consecutivos, conhecida como Teimosinha .

Premiação

Os prêmios costumam iniciar em, aproximadamente, R$ 3 milhões para quem acertar as seis dezenas. Dessa forma, o valor vai acumulando a cada concurso sem vencedor. 

Também é possível ganhar prêmios ao acertar quatro ou cinco números dentre os 60 disponíveis no volante de apostas. Para isso, é preciso marcar de seis a 15 números do volante.

O prêmio bruto da Mega-Sena corresponde a 43,35% da arrecadação. Deste valor:

  • 35% são distribuídos entre os acertadores dos seis números sorteados;
  • 19% entre os acertadores de cinco números (Quina);
  • 19% entre os acertadores de quatro números (Quadra);
  • 22% ficam acumulados e distribuídos aos acertadores dos seis números nos concursos terminados em zero ou cinco; e
  • 5% ficam acumulado para a primeira faixa (Sena) do último concurso do ano de final zero ou cinco.

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Economia

Bolsonaro se irritou com Castello Branco em reunião: “vestido de astronauta?”

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Roberto Castello Branco
Marcelo Camargo / Agência Brasil

Roberto Castello Branco

O jornalista Lauro Jardim, do jornal O Globo, revelou neste domingo (28) detalhes da reunião anterior à demissão de Roberto Castello Branco da presidência da Petrobras . Além dele e de Jair Bolsonaro , estavam presentes também os ministros da Economia, Paulo Guedes , de Minas e Energia,  Bento Albuquerque , da Infraestrutura,  Tarcísio de Freitas , e da Casa Civil, Walter Braga Netto .

No encontro, Castello Branco deveria explicar os reajustes do preço do diesel . Mas o que irritou Bolsonaro foi o fato de que o então presidente da Petrobras estava utilizando equipamentos de proteção para conter a disseminação do novo coronavírus (Sars-Cov-2).

Aos 76 anos, Castello Branco se protegia – e protegia aos demais – com uma máscara N95 e óculos de proteção. Cumprimentou a todos, mas sem apertos de mãos ou abraços, como o restante estava fazendo. De acordo com a apuração de Lauro Jardim, isso foi o suficiente para Bolsonaro praticamente perder a paciência.

No gabinete presidencial, apenas Guedes usava máscara , mas a retirava ao falar. Já Castello Branco manteve o equipamento de proteção no rosto durante toda a reunião.

Veja Também:  Delfim Netto diz que mundo pode virar as costas para o Brasil após intervenções

Bolsonaro, que costuma criticar as medidas de segurança contra a Covid-19 , e os ministros chegaram a perguntar porque Castello Branco estava “vestido de astronauta”.

Depois da reunião, o então presidente da Petrobras foi demitido do cargo, e Bolsonaro nomeou o general Joaquim Silva e Luna para o cargo . A intervenção na estatal assustou o mercado e fez as ações da empresa despecarem na Bolsa .

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Economia

Em reunião, Bolsonaro se irritou com Castello Branco “vestido de astronauta”

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Roberto Castello Branco
Marcelo Camargo / Agência Brasil

Roberto Castello Branco

O jornalista Lauro Jardim, do jornal O Globo, revelou neste domingo (28) detalhes da reunião anterior à demissão de Roberto Castello Branco da presidência da Petrobras . Além dele e de Jair Bolsonaro , estavam presentes também os ministros da Economia, Paulo Guedes , de Minas e Energia,  Bento Albuquerque , da Infraestrutura,  Tarcísio de Freitas , e da Casa Civil, Walter Braga Netto .

No encontro, Castello Branco deveria explicar os reajustes do preço do diesel . Mas o que irritou Bolsonaro foi o fato de que o então presidente da Petrobras estava utilizando equipamentos de proteção para conter a disseminação do novo coronavírus (Sars-Cov-2).

Aos 76 anos, Castello Branco se protegia – e protegia aos demais – com uma máscara N95 e óculos de proteção. Cumprimentou a todos, mas sem apertos de mãos ou abraços, como o restante estava fazendo. De acordo com a apuração de Lauro Jardim, isso foi o suficiente para Bolsonaro praticamente perder a paciência.

No gabinete presidencial, apenas Guedes usava máscara , mas a retirava ao falar. Já Castello Branco manteve o equipamento de proteção no rosto durante toda a reunião.

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Bolsonaro, que costuma criticar as medidas de segurança contra a Covid-19 , e os ministros chegaram a perguntar porque Castello Branco estava “vestido de astronauta”.

Depois da reunião, o então presidente da Petrobras foi demitido do cargo, e Bolsonaro nomeou o general Joaquim Silva e Luna para o cargo . A intervenção na estatal assustou o mercado e fez as ações da empresa despecarem na Bolsa .

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Economia

“Auxílio emergencial não pode ser objeto de chantagem”, afirma Dilma

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Ex-presidente Dilma Rousseff
Wilson Dias/Agência Brasil

Ex-presidente Dilma Rousseff



A ex-presidente  Dilma Rousseff criticou a fala do presidente Jair Bolsonaro de que governadores que adotarem medidas restritivas deverão pagar pelo auxílio emergencial da população . Em publicação em seu site neste sábado (27), Dilma também criticou a postura da gestão atual em relação à pandemia de Covid-19 .

“É uma indignidade. O auxílio emergencial não pode ser objeto de chantagem. É justamente quando o país está no auge da pandemia, com 251 mil mortes, colapso hospitalar e falta de vacinas, que os pobres devem receber uma renda mínima do Estado para sobreviver e alimentar suas famílias sem se expor à morte, à doença e ao colapso dos serviços de saúde”, escreveu ela.

Na sexta-feira (26), Bolsonaro fez um discurso durante uma visita a Caucaia, no Ceará , criticando as medidas restritivas adotadas por diversos estados brasileiros. “A pandemia nos atrapalhou bastante, mas nós venceremos este mal, pode ter certeza. Agora, o que o povo mais pede, e eu tenho visto em especial no Ceará, é para trabalhar. Essa politicalha do ‘fica em casa, a economia a gente vê depois’ não deu certo e não vai dar certo. Não podemos dissociar a questão do vírus e do desemprego”, afirmou o presidente.

“São dois problemas que devemos tratar de forma simultânea e com a mesma responsabilidade. E o povo assim o quer. O auxílio emergencial vem por mais alguns meses e, daqui para frente, o governador que fechar seu estado, o governador que destrói emprego, ele é quem deve bancar o auxílio emergencial. Não pode continuar fazendo política e jogar para o colo do Presidente da República essa responsabilidade”, continuou.

Já Dilma afirma que “punir os governadores fere a cláusula pétrea da constituição federal, como o respeito ao princípio federativo e o dever do estado de prover saúde como direito de todos. É uma atitude genocida, pois acrescenta ao desprezo pelas medidas para barrar as doenças e as mortes a chantagem, com o objetivo de impedir que os governadores o façam”.

A média móvel de mortes durante a pandemia de Covid-19 bateu recorde neste sábado , mas Bolsonaro segue se opondo às medidas restritivas adotadas por pelo menos 12 estados, além do Distrito Federal, para conter a disseminação do novo coronavírus (Sars-Cov-2).

“No Ceará, o presidente negacionista Bolsonaro se superou: conseguiu ser pior do que ele mesmo, pois causou aglomerações, desprezou o uso de máscara para enfrentar a pandemia, negou a gravidade da doença e chantageou os governadores, dizendo que se eles restringissem a circulação de pessoas e adotassem o necessário distanciamento social para evitar o contágio e as mortes deveriam assumir o pagamento do auxílio emergencial”, opina Dilma, que pede para que o Congresso , ao votar a PEC Emergencial , elimine “a possibilidade de a União utilizar o auxílio emergencial para incentivar o negacionismo quanto à pandemia, chantageando governadores”.

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