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Economia

Mega-Sena suspensa? Nada disso! Caixa define programação de loterias

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Agência Brasil

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Reprodução/Shutterstock

Loterias da Caixa seguirão normalmente em meio a epidemia de coronavírus no Brasil

A Caixa Econômica Federal continua a realizar normalmente os sorteios da Mega-Sena, Lotofácil, Quina, entre outros. Apenas os sorteios da Loteria Federal e da Loteca foram suspensos, devido a “restrições adotadas em todo o país por conta da pandemia do novo coronavírus”. Outra alteração foi na data do sorteio da Dupla de Páscoa, que passou do dia 11 para o dia 25 de abril.

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No caso da Loteria Federal, a suspensão é por 3 meses, a partir da extração 5478-0. O novo calendário de sorteios será divulgado em julho. Segundo a Caixa , os bilhetes já distribuídos e vendidos continuam válidos e serão considerados nos sorteios futuros.

A Loteria Federal é uma modalidade em que o apostador escolhe o bilhete exposto na casa lotérica ou adquire com um ambulante lotérico credenciado. O apostador escolhe o número impresso no bilhete que quer concorrer, conforme disponibilização no momento da compra. Cada bilhete contém 10 frações e pode ser adquirido inteiro ou em partes. O valor do prêmio é proporcional à quantidade de frações adquiridas.

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Ao apostar na Loteca , o apostador marca palpites para cada um dos 14 jogos de futebol do concurso, assinalando uma das três colunas, duas delas (duplo) ou três (triplo). Os clubes participantes estão impressos nos bilhetes emitidos pelo terminal. As apostas na Loteca foram suspensas devido à paralisação dos campeonatos de futebol.

Há várias cidades em que as lotéricas estão fechadas por conta da pandemia do coronavírus. O apostador tem a opção de fazer os jogos no site de loterias da Caixa. O valor mínimo de aposta no site é R$ 30.

Fonte: IG Economia
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Economia

Bolsonaro reinvindica autoria do auxílio emergencial de R$ 600

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⚠️ Atenção ⚠️ Fonte: Governo Federal

Uma publicação compartilhada por SecomVc (@secomvc) em 9 de Abr, 2020 às 11:49 PDT

A Secretaria de Comunicação do governo publicou nesta quinta-feira (9) uma campanha destinada a explicar que o  auxílio emergencial de R$ 600  a informais é pago pela administração federal, em oposição a governadores e prefeitos.

“O auxílio emergencial não é fornecido por prefeituras nem governos estaduais. O auxílio emergencial é fornecido pelo governo federal, para a população, graças aos impostos pagos pela própria população”, diz a campanha do governo federal.

Nesta quinta-feira, o presidente criticou o “uso político” do auxílio emergencial por parte de governos estaduais durante live nas suas redes sociais. “Isso aí é uma fraude. Não vou acusar o governador porque não temos prova de que foi feito pelo governador”, disse, sem especificar a qual governador nem a que ação estava se referindo.

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Antes, a equipe econômica de Bolsonaro queria conceder R$ 200 aos informais. Depois, a ideia passou a ser sobre o valor de R$ 300. Após críticas do Congresso, o valor foi elevado a R$ 500. Como forma de finalizar o processo com protagonismo, Bolsonaro decidiu que o valor final seria de R$ 600.

Com a pandemia do novo coronavírus (Sars-CoV-2), Bolsonaro e a maior parte dos governadores tiveram divergências. Isso porque o presidente  critica as medidas restritivas impostas pelos governadores estaduais para conter a expansão da doença, seguindo recomendações do Ministério da Saúde e da Organização Mundial de Saúde.

O presidente perdeu o apoio de alguns daqueles que foram seus aliados, como os governadores João Doria (PSDB-SP), Ronaldo Caiado (DEM-GO) e Wilson Witzel (PSC-RJ) e tem constantemente ameaçado o cargo do atual ministro da saúde, Luiz Henrique Mandetta.

Fonte: IG Economia
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Economia

Dólar fecha abaixo de R$ 5,10 pela primeira vez em duas semanas

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Agência Brasil

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MARCELLO CASAL JR./AGÊNCIA BRASIL

Dólar fecha abaixo de R$ 5,10

Em reação à desaceleração de casos do novo coronavírus em diversos países da Europa e em algumas regiões norte-americanas, o dólar caiu para o menor nível em duas semanas. A bolsa de valores caiu depois de três altas seguidas, mas fechou a semana com alta de 12%. Mesmo assim, o dólar comercial encerrou a quinta-feira (9) vendido a R$ 5,091, com recuo de R$ 0,053 (-1,02%). 

A moeda chegou a operar em alta nos primeiros minutos de negociação, mas reverteu a tendência ainda durante a manhã. Na mínima do dia, por volta das 12h, a cotação chegou a atingir R$ 5,05. A cotação está no menor nível desde 26 de março, quando tinha fechado em R$ 4,996.

O Banco Central (BC) interveio no mercado. A autoridade monetária não vendeu dólares das reservas internacionais hoje, mas leiloou US$ 297 milhões em contratos de swap cambial, que equivalem à venda de dólares no mercado futuro. Em 2020, o dólar comercial acumula alta de 26,85%.

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Bolsa de valores

Depois de três dias seguidos de alta, o índice Ibovespa, da B3 (bolsa de valores brasileira), fechou o dia aos 77.682 pontos, com recuo de 1,2%. Mesmo assim, o índice acumula valorização de 12% na semana.

Há várias semanas, os mercados financeiros em todo o planeta atravessam um período de nervosismo por causa da recessão global provocada pelo agravamento da pandemia de coronavírus. As interrupções na atividade econômica associadas à restrição de atividades sociais travam a produção e o consumo, provocando instabilidades.

Petróleo

A bolsa subiu durante quase todo o dia, mas reverteu a tendência depois do fim da reunião da Organização dos Países Exportadores de Petróleo (Opep). Os países fecharam um acordo para reduzir a produção global em 10 milhões de barris por dia em maio e junho. No entanto, dúvidas se países de fora da Opep também reduzirão a produção fizeram diversas bolsas internacionais cair.

A guerra de preços de petróleo começou há cerca de um mês, quando Arábia Saudita e Rússia aumentaram a produção, mesmo com os preços caindo por causa da baixa demanda provocada pela pandemia. Na semana passada, a cotação do barril do tipo Brent chegou a operar próxima de US$ 20, no menor nível em 18 anos. Segundo a Petrobras, a extração do petróleo na camada pré-sal só é viável para cotações a partir de US$ 45.

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Por volta das 18h30, o Brent era vendido a US$ 31,99, com recuo de 2,59%. As ações da Petrobras, as mais negociadas na bolsa, também caíram. Os papéis ordinários (com direito a voto em assembleia de acionistas) desvalorizaram-se 3,66% nesta quinta. Os papéis preferenciais (com preferência na distribuição de dividendos) recuaram 2,89%.

Fonte: IG Economia
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Economia

Conservadorismo do Bacen é muito arriscado, segundo especialista

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Especialista se preocupa com "tom conservador" do Bacen durante crise do coronavírus

O Banco Central do Brasil (Bacen) tem se mantido “conservador” durante a crise causada pelo novo coronavírus (Sars-CoV-2) e, conforme falou o diretor de investimentos da Persevera Asset Management ao Valor Investe na última quarta (8), tal postura é “muitíssima arriscada” neste momento.

Guilherme Abbud afirma que “deixar os juros altos às vésperas de uma depressão como nunca vimos antes é algo super agressivo”.

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Queda na Selic

Abbud defendeu que a Selic seja levada a níveis “bem menores” do que os 3,75% atualmente praticados, sequer descartando a utilização do juro básico em zero no país.

O diretor de investimentos da Persevera também acrescenta que o Bacen pode estar dividido. Ele afirma:

“Vejo que ele quer ser liberal no câmbio, mas se põe numa armadilha porque entorta o modelo e usa a política monetária para não deixar o câmbio ir embora. Esse problema tem de ser resolvido com reservas, não com juros.”

Ele defende ainda que a recessão causada pela Covid-19  pode ocasionar em um encolhimento do PIB de 5% a 10%, além de inflação de 1% para 2020. Abbud acrescenta:

“É necessário mudar a percepção neste momento. Saímos muito rápido do inferno para o céu e agora estamos indo para outro tipo de inferno. A inflação estava em 12% e caiu para perto de 3%. Isso foi bastante comemorado e tinha de ser mesmo porque reancoramos as expectativas. Mas agora, a inflação em 1% não é mais algo a se comemorar. É um problema para o qual o Brasil não está treinado. Quedas de inflação a partir de agora têm de ser combatidas porque passam a ser sintoma de uma doença muito grave, que é a depressão econômica.”

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Política monetária para tempos de recessão

Abbud defende ainda que uma política monetária de tempos de “recessão econômica” deve ser empregada no atual momento, onde é preciso agir rapidamente e de maneira forte “já que os riscos de inflação são inexistentes”. Ele explica:

“O BC usa a palavra conservador de forma errada. Em períodos recessivos, ser conservador é agir rápido. O BC está desconexo da realidade sendo que estamos em uma situação de absoluta emergência.”

Por fim, Abbud defende uma maneira diferente para achatar a curva de juros neste momento. Para ele, o Brasil deve ter uma “curva baixa e achatada”, acreditando que uma redução de juros “de forma corajosa e muito rápida” deve ser feita, comunicando-se que “o inimigo a ser combatido é a desinflação”. Ele conclui:

“Se o BC mudar de postura rapidamente e adotar essa visão mais firme, a curva de juros vai despencar e poderemos ter um juro longo real próximo de zero.”

Fonte: IG Economia
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