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Saúde

Mortes por Covid-19 registradas em 2021 no Amazonas já superam total de 2020

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Em janeiro, a capital do Estado, Manaus, enfrentou um colapso no sistema de saúde por causa da falta de oxigênio nos hospitais
Foto: Edmar Barros/Reprodução

Em janeiro, a capital do Estado, Manaus, enfrentou um colapso no sistema de saúde por causa da falta de oxigênio nos hospitais

No Amazonas, o número de mortes notificadas por Covid-19 em 2021 ultrapassou o total de mortes registradas pela doença durante todo o ano passado.

Até esta terça-feira (23), já foram registradas 5.288 mortes pela doença só neste ano. Ja de março a dezembro de 2020, foram registrados 5.285 óbitos. Os números se referem às datas de notificação das mortes, e não quando elas efetivamente ocorreram.

Desde o começo da pandemia até esta terça, 10.573 pessoas morreram no estado com a doença. O número casos confirmados passa de 309 mil.

Em janeiro, Manaus, enfrentou um  colapso no sistema de saúde por causa da falta de oxigênio nos hospitais. O estado passou a enviar pacientes para outros estados, e recebeu  doações de oxigênio de diversas partes do país. Colapso na saúde causou aumento de 40% nas mortes por Covid no Amazonas Crise em Manaus: pacientes internados fogem ou pedem para ‘morrer em casa’ Especialistas afirmam que o aumento no número de casos é impulsionado pelas festas de fim de ano e também pela presença nova variante do coronavírus (P.1), que aparenta ser mais contagiosa.

A gestão estadual tentou fechar o comércio no dia 26 de dezembro, mas, por pressão de manifestantes, voltou atrás e só fechou as atividades no dia 2 de janeiro, após determinação judicial. Desde lá, a reabertura só foi permitida nesta segunda (22), após quase dois meses. A restrição de circulação de pessoas nas ruas, que antes durava todo o dia, passou a ser de 19h às 6h.

Fonte: IG SAÚDE

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Covid-19: pessoas já infectadas devem esperar um mês antes de tomar vacina

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Vacina contra Covid-19 não pode ser aplicada em pessoas infectadas
Reprodução: BBC News Brasil

Vacina contra Covid-19 não pode ser aplicada em pessoas infectadas

O Brasil registrou até ontem (10) 13.445.006 pessoas infectadas desde o início da pandemia, cerca de 6% da população brasileira. No momento em que a vacinação contra a covid-19 está sendo realizada no país, uma das dúvidas mais comuns é o que muda no caso de quem já teve a doença quando da aplicação da vacina.

Segundo o infectologista Hemerson Luz, quem já teve a covid-19 deve esperar ao menos um mês antes de tomar a vacina contra a doença. Esse intervalo é contado a partir de 14 dias depois do diagnóstico positivo, quando foi convencionado que a pessoa se livra do vírus.

Ele explica que ainda não há publicações e estudos demonstrando efeitos, mas que médicos têm adotado esse tempo mínimo para evitar potenciais efeitos adversos.Se a pessoa tiver com a doença aguda, com febre e com sintomas da covid-19, ela não deve se vacinar. Antes disso, deve procurar um médico para receber orientações e ter um diagnóstico se está ou não com a covid-19.“Se tiver com sintomas vou esperar encerrar o meu quadro.

Se eu tiver com sintomas, tenho que procurar o médico para verificar o diagnóstico. Se tiver infectado, tem que aguardar até resolver o quadro e aí depois de 30 dias”, explica o infectologista. Luz lembra que a vacina pode causar efeitos adversos, em geral no local da aplicação, como inchaço, vermelhidão, febre ou indisposição.

Mas essas reações não duram mais de 48 horas e podem ser tratadas com remédios como analgésicos e antitérmicos.O infectologista alerta que quem já foi infectado pode contrair a covid-19 novamente, mas o quadro deve ser brando.

“A [vacina] CoronaVac tem eficácia de 50% para pegar a doença, mas é 100% eficaz contra o caso grave. A [vacina] Oxford/AstraZeneca é um pouco mais efetiva, a 70%, mas mesmo assim existe possibilidade de ficar doente”, disse.O infectologista ressalta a importância da vacinação mesmo para quem já teve a covid-19. E acrescenta que não é preciso ter receio, pois não há chance da vacina causar doenças. Mesmo aquelas que utilizam vírus inativados não têm qualquer possibilidade de replicação do vírus no organismo.

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Fonte: IG SAÚDE

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Saúde

Países mais pobres ainda não têm uma única dose da vacina contra Covid-19

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Vacina contra a Covid-19 ainda não chegou a diversos países
Pixabay

Vacina contra a Covid-19 ainda não chegou a diversos países

Enquanto países avançam na vacinação contra a Covid-19 , alguns lugares do mundo sequer receberam uma única dose do imunizante. De acordo com a Organização Mundial da Saúde ( OMS ), mais de 600 milhões de doses foram aplicadas em todo o mundo, mas a distribuição ainda é bastante desigual.

Segundo apuração do Deutsche Welle, há uma faixa inteira de países africanos ainda esperando a chegada de doses da vacina contra a Covid-19, que vai da Líbia a Madagascar – as nações sequer estão nas estatísticas da OMS. Países na Ásia Central e outros como Coreia do Norte, Cuba e Bósnia-Herzegóvina também estão com a campanha de vacinação bastante atrasada.

“Com relação à África, temos a boa notícia de que 44 países já receberam o fornecimento de vacinas. Mas, ao mesmo tempo, isso também significa que dez países não receberam até agora nenhuma vacina”, diz Clemens Schwanhold, da ONG de combate à pobreza ONE, ao Deutsche Welle.

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Foi pensando nos países mais pobres que surgiu o programa Covax , que prevê o acesso global à vacinação contra a Covid-19. Para isso, os Estados-membros da OMS foram divididos em dois grupos: os 98 países mais ricos estão financiando vacinas para os 92 países mais pobres.

“O problema é que não há muito mais doses de vacinas disponíveis porque a UE e os Estados Unidos já asseguraram a grande maioria delas”, diz Sonja Weinreich, responsável pelas questões de saúde na organização Brot für die Welt (pão para o mundo), uma agência de assistência administrada pelas igrejas protestantes na Alemanha, ao Deutsche Welle. “Portanto, este mecanismo não vem sendo capaz de se impor adequadamente porque essa solidariedade simplesmente não existe”.

O principal objetivo do Covax é vacinar pelo menos 20% da população desses 92 países até o final de 2021. O sucesso, porém, depende de “todos os participantes se unirem quando se trata de financiamento e do fornecimento de matérias-primas”, afirma Schwanhold.

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Fonte: IG SAÚDE

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Serrana conclui vacinação em massa contra Covid-19 neste domingo

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Cidade de Serrana encerra vacinação em massa neste domingo
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Cidade de Serrana encerra vacinação em massa neste domingo

A cidade de Serrana (SP) conclui neste domingo (11) a vacinação em massa contra a Covid-19 . O município está sediando um estudo do Instituto Butantan , chamado de Projeto S.

Neste domingo, a segunda dose da CoronaVac será aplicada no restante dos cerca de 28 mil imunizados em Serrana. A cidade tem 45,6 mil habitantes, e só não receberam a vacina grupos que não participaram dos testes clínicos do imunizante , como crianças e mulheres grávidas.

O Projeto S vai analisar a eficácia da CoronaVac contra a transmissão do novo coronavírus (Sars-Cov-2), bem como a queda de óbitos pela Covid-19. Os vacinados no estudo serão monitorados pelo Butantan ao longo de um ano, através de um programa de vigilância que tem a ajuda de uma inteligência artificial criada em parceria com o WhatsApp.

“Na maior pandemia do século e a maior crise sanitária do Brasil, Serrana está sendo protagonista de um projeto único no mundo de pesquisa, podendo contribuir com a ciência do Brasil e do mundo”, afirma o prefeito Léo Capitelli (MDB), ao G1.

Mesmo com a vacinação em massa, que tem deixado a população de Serrana esperançosa por um futuro mais tranquilo, a retomada das atividades na cidade não será imediata. De acordo com o prefeito, o uso de máscaras e hábitos de higiene, como o uso de álcool em gel, serão mantidos, e a flexibilização das medidas de restrição serão discutidas junto ao Butantan .

“Vamos conversar com o Butantan para que a gente faça uma retomada consciente, que sirva de referência para todo o Brasil para uma retomada planejada, organizada, e que, acima de tudo, vise a saúde e a segurança do munícipe”, diz ao G1.

Fonte: IG SAÚDE

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