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Motociclista cai ao empinar e moto atinge homem na rua no litoral; veja o vídeo

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Acidente de moto
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Acidente de moto em Praia Grande

Um motociclista que estava empinando uma moto em uma rua na cidade de Praia Grande, no litoral de São Paulo, atingiu um homem que estava parado na rua. No vídeo é possível ver que o motociclista perde o controle no meio do movimento e cai do moto, que segue pela rua e acerta o homem, que estava próximo.

O vídeo foi gravado por uma câmera de segurança na quarta-feira (12) no bairro balneário Maracanã, em Praia Grande.

Depois que a moto atinge o homem, o motociclista logo a levanta, chega próximo ao cidadão atingido, que permanece deitado no chão, mas não presta socorro.

Outro motociclista que estava no local também vê a cena e se aproxima do homem ferido, mas também não presta socorro. Na sequência, ambos fogem do local e deixam o homem no chão.

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Veja o vídeo na sequência:



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Covid-19: Festa de casamento com 100 convidados é interrompida

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Agência Brasil

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Após a ação da Guarda Municipal, os convidados se retiraram do local


Uma festa de casamento com 100 convidados foi interrompida pela prefeitura do Rio de Janeiro por desrespeitar as regras de distanciamento social estabelecidas pelo município em função da pandemia de Covid-19 . O evento acontecia na noite de ontem (26) na Ilha do Governador, na zona norte da capital fluminense.


De acordo com comunicado divulgado neste domingo (27) pela prefeitura, a Guarda Municipal foi acionada para averiguar denúncias de vizinhos . “Os agentes foram recebidos com hostilidade pelos convidados do casamento, o que gerou um princípio de tumulto entre o público presente e os agentes de segurança pública”, informou o município.

Atualmente, a cidade encontra-se na fase 6A do Plano de Retomada das Atividades Econômicas estabelecido pela prefeitura. De acordo com o município, nesse estágio, não há autorização para festas de casamento. Um decreto do governo estadual também mantém, ao menos até 6 de outubro, a proibição de eventos com público .

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Após a ação da Guarda Municipal, os convidados se retiraram do local . O espaço onde ocorria a festa, chamado Guanabara Beach Lounge, poderá ser multado e interditado. O caso será analisado pela Coordenadoria de Licenciamento e Fiscalização da prefeitura do Rio.

Pandemia

Divulgado hoje (27), o último boletim da Secretaria de Estado de Saúde do Rio de Janeiro aponta o registro de 102.246 casos de Covid-19 e 10.849 mortes na capital fluminense. Em todo o estado, são 261.860 ocorrências confirmadas e 18.278 óbitos. Há ainda 514 óbitos em investigação. Entre os casos confirmados, 238.609 pacientes já se recuperaram da doença.

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Propaganda eleitoral começa hoje; veja o que candidatos podem e não podem fazer

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Urna
Agência Brasil

Propagandas no rádio e na televisão começam apenas em outubro.

Neste domingo (27), um dia após o término do prazo para o registro de candidaturas para as eleições municipais de 2020, começa a propaganda eleitoral em todo o Brasil. A partir de hoje, os candidatos poderão divulgar suas candidaturas e chapas para tentar conquistar votos no pleito, cujo primeiro turno está marcado para o dia 15 de novembro .

Entretanto, a Justiça Eleitoral estabeleceu regras que os candidatos a prefeitos e vereadores deverão cumprir na hora de fazerem suas propagandas. Confira abaixo o que eles podem fazer a partir de hoje:

Presencial

No campo presencial, os candidatos poderão distribuir santinhos e adesivos até as 22h do dia 14 de novembro, véspera da eleição . Os adesivos poderão ser colocados em bens privados – como carros e imóveis – desde que sigam o as regras de não ter mais que 0,5m² e conter CNPJ ou CPF do responsável por confeccionar o adesivo. O nome do contratante também deve estar visível.

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Os candidatos poderão montar mesas para distribuir materiais de campanha ao longo das vias públicas, com a condição de não obstruírem o trânsito de pessoas ou veículos. Também está permitida a realização de comícios , desde que tenha uma autorização prévia da polícia local.   Anúncios na imprensa estão liberados desde que respeitam o tamanho máximo por edição.

Alto-falantes e amplificadores de som poderão ser utilizados dentro da legislação local e o uso de carros de som só será permitido em carreatas ou comícios – estando dentro do limite de 80 decibéis e respeitando as normas de cada localidade.

Online

A Justiça Eleitoral também estabelece regras para a campanha na Internet . Os candidatos poderão fazer propagandas nos próprios sites e nos portais dos partidos ou de suas coligações – o endereço eletrônico deverá ser enviado à Justiça. Mensagens eletrônicas poderão ser enviadas para endereços previamente cadastrados pelos candidatos ou por seus partidos e coligações.

A propaganda também poderá ser feita em blogs , sites de mensagem instantânea ou redes sociais , desde que os candidatos e suas equipes sejam responsáveis por gerar ou editar o material. A expressão ” Propaganda Eleitoral ” deverá estar presente no material, assim como o CPNJ do responsável.

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O que é proibido?

No âmbito presencial, é proibida a propaganda através de serviços de telemarketing . Já na parte online, está proibido o disparo em massa de mensagens sem a autorização do destinatário. O impulsionamento de postagens ou mensagens por terceiros e propagandas em sites de pessoas jurídicas ou de entidades do poder público também estão vedados.

Rádio e na televisão

Apesar de começar nesse domingo, a propaganda eleitoral só chegará às rádios e emissoras de televisão no dia 9 de outubro.

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Biomas brasileiros perdem mais de 480 quilômetros quadrados da área em 18 anos

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Agência Brasil

pantanal
Reprodução: O Dia

Onças atingidas por queimadas no Pantanal


Entre 2000 e 2018 todos os biomas brasileiros – Amazônia , Caatinga, Cerrado, Pantanal , Mata Atlântica e Pampa – tiveram saldo negativo em números absolutos (489.877 km²) das áreas naturais, o que representa menos 8,34%, mas a perda diminuiu de magnitude ao longo desses anos. A maior desaceleração ocorreu no Bioma Mata Atlântica que saiu de uma perda de 8.793 km², entre 2000 e 2010, para menos 577 km², entre 2016 e 2018. Apesar disso, a Mata Atlântica –  onde há a ocupação mais antiga e intensa – conserva apenas 16,6% de suas áreas naturais . Esse é o menor percentual entre os biomas.


Os biomas Amazônia e Cerrado concentraram os maiores quantitativos absolutos de redução de áreas naturais . A maior perda foi do bioma Amazônia (269,8 mil km²), seguido pelo Cerrado (152,7 mil km²).

As menores quedas de áreas naturais, tanto em termos absolutos (2.109 km²) quanto percentuais (1,6%), foram no Pantanal . Já a maior perda percentual ocorreu no Bioma Pampa, onde 16,8% de sua área natural, de 2000 a 2018, foram convertidos em usos antrópicos – quando há a ação do ser humano em atividades sociais, econômicas e culturais sobre o meio ambiente.

Os dados fazem parte da Edição inaugural das Contas de Ecossistemas: Extensão por Biomas (2000-2018), divulgada hoje (24) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). Levantamento apresenta os resultados, em termos gerais, do estado de conservação dos ecossistemas no ambiente terrestre brasileiro.

A pesquisa indicou que entre 2000 e 2018, a Amazônia perdeu quase 8% de sua cobertura florestal , que foi substituída, principalmente, por áreas de pastagem com manejo, que passaram de 248,8 mil km², em 2000, para 426,4 mil km² da Amazônia, em 2018.

A pesquisadora da Diretoria de Geociências do IBGE, Maria Luíza da Fonseca, informou que os biomas Pampa e Pantanal apresentaram o indicador de intensidade de mudança com proporções bastante superiores aos demais do território nacional. “No Pantanal temos 75,3% das alterações realizadas, consideradas desde alterações intensas, que têm o indicador 3, o mais elevado. O mesmo acontece com o Bioma Pampa, com cerca de 60% de alterações bastante intensas. O indicador de valor 3 retrata uma conversão de uso que era natural e passou diretamente ao antrópico intenso. No Pampa, sobretudo na área agrícola, e no Pantanal prevaleceu a pastagem por manejo”, afirmou.

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A Mata Atlântica (7,96%) e Caatinga (7,44%) tiveram as menores transformações do espaço brasileiro e os maiores decréscimos nas supressões de áreas naturais. “Dentro de um cenário nacional, podemos ver que tanto a Mata Atlântica quanto a Caatinga foram as que, no último biênio analisado (2016/2018), tiveram o maior decréscimo. Elas mostram, ao longo de toda a série histórica (2000/2018), a maior desaceleração dessas perdas”, disse, acrescentando que essas áreas naturais dizem respeito às vegetações florestal e campestre, às áreas úmidas e descobertas, consideradas vegetação nativa sem interferência antrópica.

“A perda de áreas naturais ocorre de formas diversas. Nem essa pesquisa e nem o monitoramento trata das causas desses fenômenos. Ou seja, se foram por meio de ação antrópica ou por causa dos próprios fenômenos da natureza. As pesquisas do IBGE ainda não trazem esse detalhamento de causas”, disse.

Áreas naturais florestais

Maria Luíza destacou que o mapa de concentração das áreas naturais florestais contínuas, referente a 2018, mostra a maior parte no Bioma Amazônia e um avanço de maneira clara do arco do desmatamento, que em 2000 era mais restrito ao limite do Bioma Cerrado e hoje apresenta uma interiorização por meio das estradas e dos cursos de rios. Em contraposição, o segundo Bioma mais florestal é o da Mata Atlântica onde, atualmente, se vê poucos remanescentes de vegetação , com alta fragmentação ao longo do litoral.

Formações campestres

O Cerrado tem o maior grau de interferência antrópica nas formações campestres florestais, sobretudo no Centro-Sul, onde avançam as atividades agropecuárias . Ainda em 2018, o Pantanal era o mais preservado, com pontual interferência antrópica na borda leste do bioma. “É claro que ele também sofre influência do Bioma Cerrado no limite, porque a Bacia Hidrográfica do Alto Paraguai, que abastece o Pantanal, não respeita o limite dos biomas, então, a produção de água e sedimentos do Cerrado chega também ao Pantanal”, acrescentou.

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A pesquisadora disse que o impacto das queimadas que têm ocorrido no Pantanal só será verificado no próximo ano de referência (2020) do Projeto de Monitoramento de Cobertura do Uso da Terra, que fará parte da edição seguinte, prevista para ser divulgada em 2022. “A supressão de áreas naturais que ocorrer no Pantanal, de acordo com esse fenômeno que estamos vendo agora, provavelmente será detectada no próximo ano referência”, afirmou.

No Pampa, as formações campestres seguem o padrão de ocupação nos planaltos, área propícia à expansão da atividade agrícola , e na Caatinga há a antropização nas depressões orientais sertanejas que fazem limite com a Mata Atlântica.

Metodologia

A metodologia atual da pesquisa também não faz avaliação do impacto econômico direto das conversões com as Contas Nacionais, especificamente com o Produto Interno Bruto (PIB). De acordo com a coordenadora de Contas Nacionais do IBGE, Rebeca Palis, os ativos ambientais, por enquanto, estão fora da fronteira das contas nacionais em grande parte, mas a Organização das Nações Unidas (ONU) já propôs essa inclusão, que está sendo analisada pelos países para assegurar um conceito mundial.

“Ainda não existe integração entre as duas coisas, o que existe são indicadores auxiliares, para ver como também o meio ambiente pode ser levado em consideração em políticas públicas e, além de olhar a evolução da economia, olhar o que está acontecendo no meio ambiente com essa evolução”, informou.

Tudo isso, segundo Rebeca, é discutido internacionalmente e está prevista uma revisão do próprio manual internacional de contas nacionais. “Há toda uma discussão de como seria possível integrar cada vez mais o meio ambiente nessa contabilização. Esse é um primeiro passo, até internacional, que a gente também está seguindo: mostrar também, junto com a evolução da economia, o que está ocorrendo com o meio ambiente”, completou.

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