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Movimento criado pela Associação de mulheres de MT para defender vítimas de violência abre debate em foro na capital

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  Representantes entidades e órgãos governamentais presentes no fórum

Um movimento criado pela Presidente da Associação de Mulheres MT, através da presidente Sandra Raquel que tem como objetivo, apoiar, proteger e oferecer suporte e atenção às mulheres vítimas de violência doméstica no estado, denominado de movimento “MULHERES VOCÊS NÃO ESTÃO SOZINHAS”, culminou em debate realizado nesta segunda feira (17), através da Câmara Setorial Temática da Mulher da Assembleia Legislativa de Mato Grosso (ALMT), Onde se decidiu oficiar a presidência do Tribunal de Justiça de Mato Grosso (TJMT), bem como os juízes das varas de violência doméstica, sobre as nove mulheres vítimas de agressão por parte do policial penal Edson Batista Alves. As duas vítimas mais recentes de Edson, que receberam o botão do pânico após a soltura dele, estiveram presentes na sessão da Câmara nesta segunda-feira (17), juntamente com a Associação de Mulheres de Mato Grosso, para contar que têm vivido em pânico após a soltura do agressor. O movimento “MULHERES VOCÊS NÃO ESTÃO SOZINHAS” tem como objetivo abraçar e lutar pelos casos de violência contra a mulher onde não houver justiça. Sandra Raquel Mendes, presidente da Associação e idealizadora do movimento diz, nos casos onde não houver justiça,  lá estaremos e seremos a voz de todas.

  Sandra Raque Mendes, Presidente da Associação de Mulheres de MT

As duas mulheres vítimas, mais recentes, do policial penal Edson Batista Alves, estiveram presentes no fórum e afirmam que vivem em pânico desde que a liberdade do agressor foi concedida pela Justiça, no último dia 10 de fevereiro. Elas afirmaram que iriam buscar ajuda para que Edson fosse preso novamente, já que já foram ameaçadas de morte por ele anteriormente.

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A Associação das Mulheres de Mato Grosso acompanhou as duas na sessão da Câmara Setorial Temática da Mulher da ALMT desta segunda-feira (17). Na ocasião elas relataram que Edson já foi denunciado por ter agredido nove mulheres, que sempre é preso, mas acaba sendo solto pouco tempo depois. Elas disseram que se sentem desamparadas pelo Poder Judiciário, responsável pela concessão de liberdade.

Após ouvir os relatos das vítimas a defensora pública Rosana Leite, do Núcleo de Defesa da Mulher, sugeriu que seja encaminhado um ofício ao presidente do Tribunal de Justiça de Mato Grosso, e também a juízes, dando informações sobre este caso de agressões recorrentes por parte de Edson.

“Eu entendo que a Câmara Setorial Temática pode, já que nós tomamos conhecimento aqui de um caso concreto, de uma situação narrada com emoção, com vítimas com muito temor do agressor, que a senhora como presidenta [Jacy Proença] da Câmara oficie ao presidente do Tribunal de Justiça de Mato Grosso, informando que nós recebemos esta visita e que haja um maior cuidado nesse caso, bem como oficie também aos juízes presidente de cada causa dos nove casos apresentados, informando o temor das vítimas manifestado neste ato e a preocupação da Câmara Setorial Temática da Mulher tendo em vista defesa dos direitos humanos das mulheres de Mato Grosso”, disse a defensora pública.

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A sugestão foi aceita por todas as outras integrantes da Câmara Temática. Na ocasião, a tenente-coronel Emirela Martins, coordenadora da Patrulha Maria da Penha, se comprometeu a designar que equipes da Patrulha Maria da Penha iniciem visitas à estas duas vítimas de Edson. A defensora Rosana Leite ainda lembrou que toda mulher que se sentir desamparada pode procurar a Defensoria Pública.

“Em qualquer lugar, a mulher precisando de proteção pode buscar a Defensoria Pública e terá um defensor ou defensora atuando como custos vulnerabilis do processo, na defesa da mulher pelo artigo 27 da Lei Maria da Penha, sempre acompanhando a mulher para que ela tenha essa atenção especial”.

O caso

A mãe do menino relatou no boletim de ocorrências que há pouco tempo tinha vindo de Rondonópolis para Cuiabá a pedido do policial penal. Na semana em que estiveram juntos ele a impediu de ir embora e teria a agredido física e verbalmente, aterrorizando sua vida com diversas ameaças, inclusive de que mataria ela e seu filho.

O homem também teve o garoto como alvo, dizendo que ele era criado pela avó e que ele seria homossexual e uma pessoa imprestável. O menino acabou ferido pelo suspeito no olho direito e teve seu braço quebrado.

O agente penitenciário, ao ver o que teria feito, tentou limpar o olho do menino com água quente, sendo que ela respingou na barriga da criança, que teve pequena queimadura na região do abdômen. A mãe da criança também foi agredida e torturada por Edson.

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Mulher é obrigada a morar com ex na quarentena e relata “inferno na terra”

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Enquanto a situação do novo coronavírus (Sars-CoV-2) no mundo avança, muitos casais estão em quarentena e passam mais tempo juntos. Se a convivência está ruim para quem já se dá bem, imagina para quem decidiu terminar o relacionamento bem no início da pandemia? É o caso de um casal do Reino Unido que se separou há cinco semanas, mas precisa continuar convivendo durante o isolamento social.

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casal em uma piscina arrow-options
Reprodução/TheSun

Georgia Armstrong e Kyle Greener se separaram em 2019, mas precisaram aderir à quarentena juntos


Georgia Amstrong, 24, conta ao The Sun que foi um alívio quando ela e o ex-marido , Kyle Greener, 26, decidiram se separar em fevereiro. “Ele estava indo morar com um amigo e eu teria o apartamento todo para mim. E aí tudo começou a fechar e nós dois nos vimos diante de uma crise”, explica a mulher.

O amigo com quem Kyle ia morar pediu para ele sair para que a família dele pudesse ficar próxima. Por ser carpinteiro, o homem não tem recebido trabalhos, já que é considerado como profissional não-essencial no momento. Então, os dois decidiram que seria melhor para ele voltar temporariamente para o apartamento de Georgia e dormir no sofá.

casal de costas um para o outro de braços cruzados arrow-options
Reprodução/TheSun

O casal está em pé de guerra: ele peca na limpeza da casa e ele se irrita até com a ex-esposa mastigando


Além de passarem 24 horas juntos, eles convivem com os filhos Oakley, de 7 anos, e Beau, de 4. “Olhar na cara dele todo esse tempo enquanto cuido das crianças em um apartamento de dois cômodos está sendo um inferno na terra”, desabafa a mulher.

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O histórico do ex-casal é repleto de separações. Georgia conta ao tabloide inglês que os dois começaram a namorar em 2010 e moraram juntos na casa da mãe dela. Os dois se mudaram com o filho Oakley para um novo apartamento em 2013. Em 2015, terminaram depois de três meses de brigas constantes. Foi quando Georgia engravidou em outro relacionamento curto que não durou.

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Em fevereiro de 2016, Beau, a caçula, nasceu. “Seis meses depois, voltei com Kyle. Ele é um ótimo pai e passei a me comprometer mais com o relacionamento”, diz a mulher. Mas no Natal de 2019, eles optaram por terminar de vez e Kyle saiu de casa. “Nós choramos e culpamos um ao outro, mas decidimos focar nas crianças ”, diz Georgia.

Quando os dois já haviam se acostumado com tudo, veio o coronavírus e os dois se viram em quarentena juntos. Segundo Georgia, o começo foi tranquilo: eles dividiam igualmente as contas e o tempo para ficar com as crianças. Mas aí Kyle começou a se acomodar e agora, nas palavras da mulher, “estamos agarrando as gargantas um do outro toda hora”.

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“Eu peço para que ele saia do sofá às sete da manhã para me ajudar com as crianças, mas ele só levanta às dez horas. A sala cheira à loção de barbear. Ele voltou para cá com 15 caixas de roupas. Ele é obcecado por rugby e boxe e passa cinco horas assistindo reprises”, queixa-se Georgia.

homem deitado no sofá assistindo televisão; mulher olha séria arrow-options
Reprodução/TheSun

Morando provisoriamente no sofá, Kyle demora pelo menos três horas para se levantar e vive assistindo reprises de jogos de rugby e partidas de boxe


E não é só isso! Solteiro, Kyle agora está ativo no Tinder e vive conversando com outras mulheres. “Ele tem todo direito, mas cada risadinha dele olhando para o celular me deixa muito nervosa”, diz Georgia.

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Kyle também não está sendo fã da situação. Ele confessa que pensou que seria fácil, mas eles brigam até sobre quem vai fazer as compras de emergência. “Eu odeio como ela mastiga, odeio como me segue pela casa e vai limpando tudo que eu toco”, explica.

O homem diz que se Georgia está na cozinha, ele sabe que não pode entrar lá. Se ele tenta tomar um café, ela reclama que ele está usando a caneca errada. “Eu não tenho mais 12 anos, sabe?”, desabafa.

Como os dois não podem fugir para outros lugares por conta da quarentena , Kyle tentou reservar a sala para ter encontros virtuais com os amigos ou com a garota que está conhecendo no Tinder, mas Georgia não aceita. Segundo ele, se não fossem as crianças, eles já teriam ido para cima um do outro.

Fonte: IG Delas
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Mulher

Superlua em Libra celebra o feminino e proporciona a cura emocional

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É provável que você se sinta mais sensível e emotiva nesta terça-feira (7), já que teremos uma superlua em Libra. Segundo a astróloga Paula Bueno Brandão (@astralnews e @paulabuenob no Instagram), a Lua cheia tem forte efeito no nosso corpo, apresentando tanto sintomas físicos quanto emocionais.

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lua cheia arrow-options
Pexels

A superlua em Libra é regida por Vênus e acontece nesta terça-feira (7)

“Já existem estudos e pesquisas que comprovam o aumento dos sintomas da TPM, da pressão sanguínea, sintomas da menopausa e irritabilidade”, fala. Além disso, a sensibilidade emocional fica mais forte. Se esses sintomas aparecem já aparecem na Lua cheia, quando há uma superlua tudo pode ser sentindo mais intensamente.

A astróloga explica que teremos uma superlua em Libra , o que significa que os signos de ar (Gêmeos, Aquário e Libra) serão bastante afetados, assim como os signos complementares a esses (Áries, Sagitário e Leão). Se você tem Sol ou Lua nesses signos, vale ficar atento, pois os efeitos terão mais força.

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“O planeta regente de Libra é Vênus , que na Mitologia Romana era a deusa do amor, beleza, abundância e prosperidade. Portanto, é um momento de celebrar o feminino e tudo que ele simboliza”, pontua. Paula considera uma boa hora para exaltar o amor, seja com alguém ou pela arte. “Não é um bom momento para discutir a relação, pois pode haver rompimento e ânimos exaltados”, acrescenta.

Como aproveitar a superlua em Libra?

A astróloga sugere aproveitar o fenômeno astrológico com rituais de autocuidado que envolvem a beleza, como banhos (especialmente com ervas ou flores), óleos, massagem, tratamentos capilares e perfumes.

Ela explica que também é um momento de cura emocional e de força para desapegar, abrindo espaço para o novo chegar. Por isso, também é um bom momento para meditar, orar e sintonizar uma vibração elevada que traga paz e harmonia.

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Paula ainda faz uma relação com o contexto de  pandemia de enfrentamos. “O isolamento social faz com que as pessoas estejam mais ‘consigo mesmas’ e, assim, precisam lidar com medos, angústias, inseguranças e problemas que provavelmente estavam evitando”, fala.

Dessa forma, ela sugere aproveitar a superlua em Libra para refletir sobre a própria vida, pensando novas maneiras de agir e escolher caminhos, de expandir conhecimentos. Use o momento a favor do crescimento e evolução pessoal.

Fonte: IG Delas
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Superlua em Libra celebra o feminino e proporciona a cura emocional

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É provável que você se sinta mais sensível e emotiva nesta terça-feira (7), já que teremos uma superlua em Libra. Segundo a astróloga Paula Bueno Brandão (@astralnews e @paulabuenob no Instagram), a Lua cheia tem forte efeito no nosso corpo, apresentando tanto sintomas físicos quanto emocionais.

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Pexels

A superlua em Libra é regida por Vênus e acontece nesta terça-feira (7)

“Já existem estudos e pesquisas que comprovam o aumento dos sintomas da TPM, da pressão sanguínea, sintomas da menopausa e irritabilidade”, fala. Além disso, a sensibilidade emocional fica mais forte. Se esses sintomas aparecem já aparecem na Lua cheia, quando há uma superlua tudo pode ser sentindo mais intensamente.

A astróloga explica que teremos uma superlua em Libra , o que significa que os signos de ar (Gêmeos, Aquário e Libra) serão bastante afetados, assim como os signos complementares a esses (Áries, Sagitário e Leão). Se você tem Sol ou Lua nesses signos, vale ficar atento, pois os efeitos terão mais força.

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“O planeta regente de Libra é Vênus , que na Mitologia Romana era a deusa do amor, beleza, abundância e prosperidade. Portanto, é um momento de celebrar o feminino e tudo que ele simboliza”, pontua. Paula considera uma boa hora para exaltar o amor, seja com alguém ou pela arte. “Não é um bom momento para discutir a relação, pois pode haver rompimento e ânimos exaltados”, acrescenta.

Como aproveitar a superlua em Libra?

A astróloga sugere aproveitar o fenômeno astrológico com rituais de autocuidado que envolvem a beleza, como banhos (especialmente com ervas ou flores), óleos, massagem, tratamentos capilares e perfumes.

Ela explica que também é um momento de cura emocional e de força para desapegar, abrindo espaço para o novo chegar. Por isso, também é um bom momento para meditar, orar e sintonizar uma vibração elevada que traga paz e harmonia.

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Paula ainda faz uma relação com o contexto de  pandemia de enfrentamos. “O isolamento social faz com que as pessoas estejam mais ‘consigo mesmas’ e, assim, precisam lidar com medos, angústias, inseguranças e problemas que provavelmente estavam evitando”, fala.

Dessa forma, ela sugere aproveitar a superlua em Libra para refletir sobre a própria vida, pensando novas maneiras de agir e escolher caminhos, de expandir conhecimentos. Use o momento a favor do crescimento e evolução pessoal.

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