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Mato Grosso

MT realiza notificação remota para evitar desmatamento ilegal

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Para evitar a propagação do desmatamento e exploração florestais ilegais, a Secretaria de Estado de Meio Ambiente (Sema-MT) iniciou o trabalho de notificação remota via ligação telefônica. O objetivo é alertar os proprietários de imóveis para que as infrações ambientais não prossigam.

A primeira ligação foi feita nesta quarta-feira (04.12) pelo secretário-chefe da Casa Civil, Mauro Carvalho, para notificar um proprietário de uma área no município de Cáceres (217 km a Oeste de Cuiabá).  Seguindo o roteiro pré-estabelecido pela Gerência de Planejamento de Fiscalização e Combate ao Desmatamento, Carvalho explicou ao proprietário que o Estado está utilizando tecnologia de imagens por satélite para detectar desmatamentos logo no início e o orientou a paralisar as atividades imediatamente e a buscar a regularização junto ao órgão ambiental.

Após o telefonema, as imagens utilizadas para constatar a infração ambiental e relatório técnico são enviadas ao e-mail indicado no sistema Mato-grossense de Cadastro Ambiental (Simcar).  

Na opinião do secretário, a notificação remota será um importante trabalho preventivo. A secretária de Estado de Meio Ambiente ratifica o posicionamento: “Nosso objetivo é evitar o desmatamento. Então, quando identificarmos o menor sinal de irregularidade já vamos agir para que o dano não prossiga”.

A analista de meio ambiente Laurienne Borges explica que os dados enviados à Sema por meio dos alertas da Plataforma de Monitoramento da Cobertura Vegetal são cruzados com as demais bases de informações da secretaria, como Simcar e Sistema de Licenciamento Ambiental (Simlam) para mineração dos dados para diferenciação entre desmates legais dos ilegais, investigação de movimentações fraudulentas de créditos e identificação de possíveis infratores. Após esse processo, são identificados quais casos receberão a notificação remota, quais serão alvo de fiscalização em campo, entre outras ações administrativas.

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Constelação

Para identificar as alterações na cobertura vegetal com precisão, as equipes da Sema utilizam a Plataforma de Monitoramento da Cobertura Vegetal. O Estado é beneficiário da ferramenta adquirida pelo Programa REM, por meio do Fundo Brasileiro para a Biodiversidade (FUNBIO), com recursos da Alemanha e Reino Unido.

O Estado é monitorado diariamente com resolução espacial de três metros por meio da constelação de nano satélites Planet. A plataforma conta ainda com alertas semanais de desmatamento tanto na região Amazônica, como no Cerrado e Pantanal.

A ferramenta permite detectar desmates a partir de um hectare e acompanhar a alteração da cobertura vegetal de forma rápida, possibilitando a notificação remota imediata em casos de infrações. Com o uso da tecnologia, o objetivo da Secretaria é autuar e embargar 100% das áreas em que forem detectados desmatamentos ilegais e enviar as equipes de fiscalização a campo para deter derrubadas da floresta que estejam em andamento.

Programa REM Mato Grosso

Mato Grosso é campeão na redução do desmatamento, marca que o credenciou para recebimento dos recursos do Programa REM, projeto internacional que premia as jurisdições pioneiras na Redução das Emissões por Desmatamento e Degradação Florestal (REDD+). De acordo com o Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe), de 2004 a 2019 o Estado acumula redução de 86% no desmatamento da Amazônia.

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Do valor destinado ao Estado pelos governos da Alemanha e do Reino Unido, 40% será designado para fortalecimento institucional do governo de Mato Grosso. Os recursos serão investidos para complementar ações já realizadas pelo Estado para combater o desmatamento e valorizar a floresta em pé.

Para receber os valores, que são gerenciados pelo Fundo Brasileiro da Biodiversidade, o Estado se comprometeu a manter o desmatamento abaixo de 1788 km². O Programa REM Mato Grosso está integrado ao Sistema Estadual de REDD+ [Redução das Emissões por Desmatamento e Degradação florestal], com a Estratégia Produzir, Conservar, Incluir (PCI), e com o Plano de Prevenção e Controle do Desmatamento e Incêndios Florestais (PPCDIF), contribuindo diretamente para o alcance das metas estabelecidas para conservação ambiental e redução do desmatamento.

Fonte: GOV MT
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Mato Grosso

Em redes sociais, digital influencer ”Carla Bora” mostra hematomas e acusa namorado em Cuiabá

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Reprodução

A digital influencer Carla Reis, conhecida como “Carla Bora”, conhecida pelo bordão “bora? Bora tomar uma?”, que viralizou o Brasil no ano de 2016, usou sua página no Instagram para denunciar um caso de violência doméstica. Carla é de Várzea Grande.

Na madrugada desta sexta-feira, ela postou stories informando que foi agredida pelo namorado, um empresário do ramo de construção civil. “Carla Bora” relata que já realizou a denúncia para as autoridades policiais. Na sua página, contudo, não relatou como ocorreram as agressões, mas mostrou hematomas no braço.

A digital influencer ainda pede que as mulheres tenha coragem para denunciar, “mesmo quando ama”. Carla faz os relatos nos stories e não aparece de corpo inteiro como de costume. Nos vídeos, mostra apenas parte de seu rosto.

Além das fotos e dos vídeos, “Carla Bora” mostra uma suposta mensagem de seu namorado lhe pedindo desculpa e prometendo um noivado para reatar o relacionamento. “É difícil sair de um relacionamento ainda mais quando AMA, mas precisamos nos AMAR em primeiro lugar”, diz a postagem.

Antes de revelar o ocorrido na rede social, Carla ainda fez uma postagem de um folder que descreve e explica como a mulher pode identificar os sinais de um relacionamento abusivo.

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Na manhã desta sexta-feira (24), Carla postou um foto desejando “bom dia” a seus seguidores.

Recentemente, no mundo das celebridades e famosos, muitas mulheres tem tomado coragem para denunciar namorados e maridos que também tem status e fama. Essas ações tem dado um apoio para casos que ocorrem corriqueiramente.

Tocador de vídeo

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Mato Grosso

Trabalhador é atacado por abelhas durante limpeza de área em zona rural de Rondonópolis

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Corpo de Bombeiros – MT

Um trabalhador foi atacado por abelhas, enquanto fazia a limpeza de uma área na localidade Marajá, zona rural de Rondonópolis, a 218 km de Cuiabá. O caso foi registrado no sábado (18). Uma equipe do Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu) esteve no local para fazer o atendimento.

Um vídeo feito por uma testemunha mostrar o momento em que Juraci Belarmino da Rocha, de 58 anos, é socorrido. Ele foi levado para uma Unidade de Pronto Atendimento, chegou a ficar internado, mas já foi liberado.

Juraci estava acompanhado de outro trabalhador, cujo nome não foi divulgado. Entretanto, ele conseguiu correr e não foi atacado.

Falta de equipamentos

De acordo com o Sargento Reinaldo Souza, do Corpo de Bombeiros, houve dificuldade no resgate, porque o núcleo de Rondonópolis não têm roupas específicas para atendimentos como este.

Os militares usaram capa de chuva, capacetes e lençóis para conseguir fazer o resgate sem que também fossem atacados por abelhas.

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Esportes

Operário de Várzea Grande desiste de contratar goleiro Bruno

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Reprodução

O Clube Esportivo Operário Várzea-Grandense (CEOV) informou, nesta quarta-feira (22), que não irá mais contratar o goleiro Bruno Fernandes, condenado a mais de 20 anos de prisão pelo sequestro, assassinato e ocultação do cadáver de Eliza Samudio, em 2010. Um comunicado foi emitido à imprensa, entretanto, não justifica o motivo da desistência. Sabe-se que nos últimos dias, a Eletromóveis Martinello desautorizou o uso da marca em uniformes do Clube, assim como a cooperativa Sicredi.

Contra a vinda do goleiro o time, na noite de terça-feira (21), manifestantes se reuniram no entorno do estádio Dito Souza, instalado no bairro Cristo Rei, em Várzea Grande, onde seria realizada uma partida de futebol do tricolor. As mulheres estavam vestidas de preto e, além de cartazes, seguravam um cartão vermelho nas mãos, que indica a expulsão de um jogador em uma partida de futebol.

O ato organizado pelo Bloco das Mulheres contou também com a presença de homens. Diversos cartazes foram expostos com frases do tipo: ‘Feminicida não pode ser exemplo’; ‘Matar mulher é grave sim’; ‘Não compre ingresso, não pague para ver feminicida’; ‘Operário sim, assassino não’.

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Manifestantes repudiam contratação do goleiro Bruno pelo Operário

Também na terça-feira, a Martinello anunciou que desautorizou o uso da marca nos uniformes do time e em painéis utilizados em entrevistas. A empresa alegou não concordar “que condenado por crime tão grave e torpe seja elevado ao patamar de ídolo esportivo, pois o esporte é para cidadãos exemplares que cultivam a vida, o respeito ao próximo e o espírito de equipe”.

Na segunda-feira (20), a cooperativa Sicredi anunciou que irá retirar sua marca dos uniformes, mas alegou que ausência do logo nas camisetas do Operário ocorre em função da estratégia da empresa. Ao Olhar Direto, a assessoria informou que o Sicredi patrocina a Federação Mato-Grossense para o Campeonato Estadual de Futebol 2020 e não o Operário. Acrescentou ainda, por meio de nota, que não comenta as contratações de jogadores feitas pelos clubes.

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