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Multas da LGPD podem ser adiadas de novo, desta vez para 2022

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Erros em segurança de dados podem não ser motivo de multa este ano
Unsplash/Markus Spiske

Erros em segurança de dados podem não ser motivo de multa este ano

As multas por violações da Lei Geral de Proteção de Dados (LGPD) poderão ser novamente adiadas. Um projeto de lei na Câmara dos Deputados propõe transferir o início das sanções financeiras de 1º de agosto de 2021 para 1º de janeiro de 2022. Esta seria a quarta vez que a data para o começo das punições é alterada.

A proposta de adiar multas da LGPD surgiu no PL 500/2021, protocolado na sexta-feira (19) pelo deputado Eduardo Bismarck (PDT-CE). O projeto sugere transferir para 2022 somente as multas, que podem chegar a R$ 50 milhões por infração. As demais sanções, como advertência e bloqueio de dados pessoais , seriam mantidas para agosto de 2021.

Na justificativa para a proposta, Bismark alega que a pandemia do novo coronavírus (Sars-Cov-2) ainda é uma barreira para a adequação às novas regras. O parlamentar afirma que o adiamento das sanções financeiras é necessário para “não onerar as empresas em face das enormes dificuldades advindas da pandemia”.

“Não podemos esperar, portanto, que já em agosto de 2021, todas as empresas que trabalham com tratamento de dados tenham conseguido se adaptar à normativas previstas na Lei Geral de Proteção de Dados, posto que não dispõem sequer de condições econômicas para se sustentarem abertas em meio a esse caótico cenário de crise mundial”, apontou.

Projeto quer adiar LGPD novamente

O projeto de lei sugere a quarta mudança no prazo para início das multas pela LGPD . A lei, que, depois de idas e vindas, entrou em vigor em setembro, previa inicialmente que as multas seriam aplicadas a partir de fevereiro de 2020. Depois, o prazo foi alterado para agosto de 2020. Uma medida provisória publicada no ano passado estendeu o prazo para maio de 2021.

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Por fim, a Lei 14.010, que criou um regime jurídico transitório para o período da pandemia , estabeleceu que as sanções serão aplicadas a partir de 1º de agosto de 2021. Este é o cenário atual, que poderá ser adiado mais uma vez caso o novo projeto de lei avance no Congresso e seja aprovado pelo presidente Jair Bolsonaro .

A LGPD pode ser aplicada para punir empresas por vazamentos de dados . Recentemente, informações de mais de  220 milhões de pessoas no Brasil e 100 milhões de veículos no país ficaram expostas na internet. Os incidentes de segurança também foram noticiados em  sistemas do Ministério da Saúde e de operadoras de telefonia .

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Google Chrome vai receber atualizações com ainda mais frequência

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Chrome receberá mais atualizações
Unsplash/ Charles Deluvio

Chrome receberá mais atualizações

O Google anunciou que trabalha com novas metas agressivas para acelerar o ciclo de atualizações do Google Chrome . Atualmente, o navegador recebe novidades importantes a cada seis semanas, mas esse intervalo deve cair para quatro semanas, entregando melhorias de velocidade, além de estabilidade e segurança.

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Google Chrome será atualizado a cada quatro semanas

Em comunicado no Blog do Chromium, a empresa informa que essas atualizações chegarão mais rapidamente assim que o Chrome 94 for disponibilizado, no terceiro trimestre deste ano. Ou seja, novos recursos como o gerenciamento de abas através de rolagem, anunciado recentemente, podem ser oferecidos com mais agilidade. Além disso, updates menores, focados em segurança, serão enviados a cada duas semanas.

Google Chrome ganhará opção “Extended Stable”

Uma nova opção Extended Stable estará disponível para administradores corporativos e incorporadores do Chromium que precisam de mais tempo para analisar e gerenciar os próximos updates; as novidades de marco estarão disponíveis aqui a cada oito semanas. No entanto, as atualizações de segurança, apenas para corrigir problemas, podem chegar no Extended Stable num ciclo de duas semanas, sem novos recursos ou funcionalidades, é bom ressaltar.

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“À medida que melhoramos nossos processos de teste e lançamento para o Chrome, e implantamos atualizações de segurança quinzenais para melhorar nossa lacuna de patch, ficou claro que poderíamos encurtar nosso ciclo de lançamento e entregar novos recursos mais rapidamente”, diz Alex Mineer, gerente de programa técnico e operações do Chrome .

O Google ainda tem outras melhorias de estabilidade para usuários do Chrome OS e promete compartilhar todos os detalhes nos próximos meses. A empresa já revisou o cronograma de lançamentos e as novidades continuam chegando a cada seis semanas até o Chrome 93 .

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Índia foi o país que mais restringiu acesso à internet em 2020; veja a lista

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Índia reduziu ou cortou a internet da população 109 vezes em 2020
Unsplash/Naveed Ahmed

Índia reduziu ou cortou a internet da população 109 vezes em 2020

Ao longo de 2020, 29 países bloquearam o acesso à internet ou reduziram a sua velocidade de forma intencional. As informações são de um relatório do grupo Access Now, que defende os direitos digitais. No total, foram 155 restrições, 27% a menos que em 2019 (213).

O país que mais restringiu a internet da sua população, em disparado, foi a Índia , com 109 bloqueios ao longo do ano. 90% deles aconteceram na região da Caxemira , que ficou limitada à conexão 2G entre janeiro de 2020 e fevereiro de 2021.

Com maioria da população muçulmana, a Caxemira é a única região da Índia, majoritariamente hindu, dominada por islâmicos. A região vive conflitos separatistas, já que a maior parte da população prefere independência ou adesão ao Paquistão .

Ao redor do mundo, outras interrupções também tiveram questões políticas. Em Belarus , a população teve acesso restrito às redes sociais , incluindo WhatsApp e Telegram , durante o período de eleições. A tentativa do governo foi de dificultar a articulação de manifestações.

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Índia, Guiné, Belarus, Burundi, Quirguistão, Tanzânia e Togo também restringiram a conexão à internet durante períodos eleitorais. Aqui na América Latina, Venezuela, Equador e Cuba realizaram bloqueios ao longo do ano passado.

De acordo com o relatório, as justificativas dos países para bloquearem a internet foram baseadas em notícias falsas, medidas de precaução, segurança pública e segurança nacional, entre outras razões.

Confira a lista de países que restringiram o acesso à internet em 2020:

  • Índia – 109 vezes
  • Iêmen – 6 vezes
  • Etiópia – 4 vezes
  • Jordânia – 3 vezes
  • Togo – 2 vezes
  • Sudão – 2 vezes
  • Quênia – 2 vezes
  • Guiné – 2 vezes
  • Chade – 2 vezes
  • Belarus – 2 vezes
  • Venezuela – 2 vezes
  • Paquistão – 2 vezes
  • Azerbaijão – 1 vez
  • Equador – 1 vez
  • Cuba – 1 vez
  • Vietnã – 1 vez
  • Mianmar – 1 vez
  • Quirguistão – 1 vez
  • Bangladesh – 1 vez
  • Turquia – 1 vez
  • Síria – 1 vez
  • Iraque – 1 vez
  • Irã – 1 vez
  • Egito – 1 vez
  • Argélia – 1 vez
  • Uganda – 1 vez
  • Tanzânia – 1 vez
  • Mali – 1 vez
  • Burundi – 1 vez
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Samsung lança tecnologia que revoluciona câmeras de celulares

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Olhar Digital

Galaxy S21 Ultra
Divulgação/Samsung

Galaxy S21 Ultra

Samsung  anunciou nesta quinta-feira (4) a segunda versão da sua tecnologia Isocell voltada para as  câmeras dos celulares  da marca. De acordo com a postagem no site da gigante sul-coreana, a novidade entregará “um padrão mais alto de fotografia”, que permite preservar “as melhores memórias com qualidade notável”, além de melhorar a sensibilidade à luz e reduzir a interferência de cores nas imagens.

A empresa indica que os sensores ópticos com mais megapixels vão usar a tecnologia no futuro. De acordo com a fabricante, à medida que um número de pixels cada vez maior é incorporado às câmeras dos  smartphones , pode ocorrer um fenômeno chamado de “crosstalk” de cores, que é o vazamento de luz entre os pixels. A Samsung se propôs a resolver o problema com a Isocell.

Em 2013 a  Samsung  introduziu a tecnologia que incorpora barreiras físicas entre os pixels das câmeras. Na época, a Isocell havia conseguido reduzir a interferência de cores em 30%.

Isocell 2.0

Agora, a Isocell 2.0 refina ainda mais o recurso, substituindo, por exemplo, a grade de metal nos filtros de cores por outro material. Isso ocorreu porque o metal tem a tendência de refletir a luz, o que acaba reduzindo a qualidade final das imagens. De acordo com o vídeo abaixo, a novidade reduz essa perda óptica, melhorando drasticamente a sensibilidade à luz e permitindo que os smartphones “produzam imagens ainda mais vívidas e com ruído reduzido”.

“Os sensores de imagem podem incluir mais pixels para produzir detalhes mais finos sem comprometer a reprodução de cores”, acrescenta o vídeo divulgado pela fabricante, que aponta para um futuro com sensores com ainda mais resolução.

Até o momento, a  Samsung  oferece sensores para dispositivos móveis de 108 MP. No entanto, o objetivo de longo prazo da marca é oferecer sensores de câmera com “resolução equivalente ao olho humano”, de 500 MP até 600 MP. Por fim, a Samsung acrescenta que a sensibilidade aprimorada também ajudará os sensores da câmera mais modestos a absorver mais luz.

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