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Nota aos produtores rurais sobre decisão do STF

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Fortalecimento Institucional

Nota aos produtores rurais sobre decisão do STF

Fim de prisão em segunda instância

08/11/2019

Por Antonio Galvan*

Como a maioria deve ter acompanhado através dos noticiários e redes sociais, na data de ontem (07.11), o Supremo Tribunal Federal (STF) decidiu por maioria dos votos que as prisões só podem ocorrer após sentença condenatória transitada em julgado, exceto em casos de flagrante delito, ou seja, o réu somente poderá perder a liberdade após esgotados todos os recursos possíveis na forma da lei.

Os cidadãos de bem que acompanham o desfecho dos casos de corrupção que vieram à tona com a deflagração da operação Lava Jato, sabem que grande parte dos recursos impetrados por poderosos são utilizados de forma abusiva e meramente protelatória, tendo como objetivo principal tumultuar o processo e evitar que a decisão final ocorra antes da prescrição dos crimes. É de conhecimento geral, também, que tais ferramentas para proteção do direito à liberdade não estão à disposição de todos, pelo menos não na mesma medida.

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Obviamente estamos consternados com o veredito da suprema corte, porém, não dá para dizer que o resultado foi algo imprevisível, principalmente em virtude de a maioria dos ministros já terem declarado publicamente suas posições antes mesmo da análise do pleito.

Apesar disso, acreditamos que não é hora de abaixar a cabeça. A sociedade civil organizada precisa agora apoiar as ações em âmbito legislativo que busquem ajustar o nosso ordenamento para que a impunidade não se perpetue. Sabemos que essa não foi a primeira vez que o Supremo julga a constitucionalidade da prisão em segunda instância, e certamente não será a última. Sendo assim, não haveria segurança jurídica com qualquer que fosse a decisão tomada ontem.

A Associação dos Produtores de Soja e Milho de Mato Grosso (Aprosoja-MT), apoia a Proposta de Emenda à Constituição (PEC) 410/18, de autoria do Deputado Alex Manente (Cidadania-SP), que deixa clara, no texto constitucional, a possibilidade da prisão após condenação em segunda instância. A PEC 410/18 está pronta para ser votada pela Comissão de Constituição e Justiça e de Cidadania (CCJC) da Câmara dos Deputados e sua apreciação está prevista para a próxima segunda-feira (11.11). A relatora da proposta, deputada Caroline de Toni (PSL-SC) já deu parecer favorável à admissibilidade da PEC.

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Produtor, fortaleça você também essa pauta na sua localidade. O Brasil precisa de nós!

 

*Antonio Galvan, é presidente da Aprosoja Mato Grosso e vice-presidente da Aprosoja Brasil.

 

Fonte: Ascom Aprosoja

Assessoria de Comunicação

Contatos: Telefone: 65 3644-4215 Email: [email protected]

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CAD Parecis dispõe de ferramentas que tornam possível a produção em solos arenosos

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Defesa Agrícola

CAD Parecis dispõe de ferramentas que tornam possível a produção em solos arenosos

Resultados serão apresentados em live

09/07/2020

Uma das maiores dificuldades enfrentadas pelo agricultor é a produção em solos arenosos, mas essa realidade tem sido transformada através de estudos científicos aliados a técnicas adequadas realizados pelo Centro de Aprendizagem Difusão (CAD Parecis). Implantado há quatro safras, o projeto é uma parceria entre Associação dos Produtores de Soja e Milho de Mato Grosso (Aprosoja-MT) e a Fundação Mato Grosso.

O CAD Parecis está localizado no município de Campo Novo do Parecis, numa área de 88 hectares com textura do solo variando entre 35% e 7% de argila, destinada a realizar pesquisas que auxiliem o produtor rural com áreas nessa condição. Conforme a gerente de Defesa Agrícola da Aprosoja, Jerusa Rech, os trabalhos são voltados ao manejo, uso e conservação do solo, dinâmica de nutrientes, sistemas de produção, correção do solo, uso de produtos biológicos, controle de pragas e doenças.

A gestora reforça que todo esse trabalho é feito em prol do produtor rural. “Os resultados propõem soluções para dificuldades encontradas no manejo de solos arenosos. Quem trabalha com essa qualidade de solo sabe das dificuldades e gargalos, e o CAD Parecis vem justamente propor soluções por meio desses estudos para orientar o produtor quanto a produção de grãos nessas condições de solo”, enfatizou Jerusa Rech.

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Diretor técnico da Fundação Mato Grosso, Leandro Zancanaro, enaltece a parceria com a entidade e ressalta que obedecendo os critérios agronômicos, conceitos e pensando num sistema integrado de várias culturas, adequado a esse ambiente arenoso, é possível melhorar a estabilidade produtiva desse solo. “Realizamos esse trabalho desde 2016 e temos visto que conseguimos melhorar a condição biológica, melhorar a convivência com os nematoides e ter redução da degradação desses solos. Essa união potencializa as instituições, os produtores e esses ambientes mais frágeis, respeitando suas limitações, mostrando que o bom manejo consegue mais estabilidade, com maior produtividade ao produtor e melhor qualidade”, destacou.

Pesquisador da Fundação Mato Grosso, Táimon Semler, enfatiza que este é um trabalho de longo prazo, imparcial, que tem permitido discutir com muita clareza e sanar dúvidas recorrentes ao manejo de nutrientes, do sistema de produção em solo de textura média e arenosa. Táimon também pontua que os resultados gerados têm riqueza de informações produzidas ao logo de quatro anos de CAD Parecis. “Temos lá pesquisas relacionadas ao manejo de Nitrogênio, Fósforo, Potássio, Magnésio, Enxofre, Boro, Calagem, Correção do perfil, que hoje é muito discutida, uso de gesso, plantas de cobertura, os esquemas de rotação de culturas, trabalhos envolvendo entomologia e controle biológico”, detalhou o pesquisador.

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LIVE – Para saber mais sobre o manejo adequado em solos arenosos, veja a segunda Live da Aprosoja que traz o tema: Resultados do CAD Parecis. O evento online contará com a participação dos pesquisados Leandro Zancanaro e Táimon Semler e será mediado pelo diretor administrativo da Aprosoja, Lucas Costa Beber.

A Live será realizada próxima quarta-feira (15.07), às 10h (horário de Mato Grosso), com transmissão online gratuita pelo canal do YouTube e na página do Facebook da Aprosoja. Participe enviando suas dúvidas para o Canal do Produtor até o dia 10/07, via WhatsApp pelos telefones (65) 3027-8100 ou (65) 99257-1521, ou ainda pelo e-mail: [email protected].

 

Fonte: Ascom Aprosoja

Assessoria de Comunicação

Contatos: Telefone: 65 3644-4215 Email: [email protected]

Fonte: APROSOJA

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SUÍNOS/CEPEA: Preços do vivo sobem em quase todas as regiões; exportações estão aquecidas

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Cepea, 09/07/20 – Todas as regiões acompanhadas pelo Cepea registraram alta nos preços do suíno vivo neste início de julho. Além do tradicional aumento na demanda por carne na primeira semana do mês, os embarques aquecidos fazem com que grande parte de indústrias integradoras intensifique as compras no mercado independente, a fim de garantir o cumprimento de contratos com compradores externos e internos. Quanto às exportações de carne suína in natura, de acordo com dados da Secex, totalizaram 95,2 mil toneladas em junho, recuo de 5,9% frente a maio, mas 51,5% acima do registrado no mesmo mês de 2019. Neste início de julho, os embarques seguem em ritmo aquecido, o que tem enxugado a oferta no mercado doméstico. Segundo relatório parcial da Secex, nos três primeiros dias úteis de julho foram exportadas 5 mil t/dia, média 20,7% acima da verificada em junho. O bom desempenho ocorre mesmo com as restrições chinesas impostas a alguns frigoríficos brasileiros. Fonte: Cepea – www.cepea.esalq.usp.br

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Fonte: CEPEA

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BOI/CEPEA: Indicador volta a fechar acima de R$ 220

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Cepea, 09/07/20 – Os embarques brasileiros de carne bovina seguem recordes enquanto a oferta de animais prontos para o abate está baixa. Segundo pesquisadores do Cepea, esse cenário mantém os valores da arroba bovina firmes no mercado doméstico. Neste mês, o Indicador do boi gordo CEPEA/B3 (estado de São Paulo, à vista) voltou a fechar na casa dos R$ 220, retornado ao patamar nominal verificado em meados de dezembro de 2019. Nessa quarta-feira, 8, o Indicador fechou a R$ 218,75, ligeira alta de 0,16% na parcial do mês. No front externo, o dólar valorizado – que mantém a carne brasileira competitiva no mercado internacional – e a crescente e aquecida demanda chinesa resultaram em performance recorde das exportações brasileiras no primeiro semestre deste ano. Fonte: Cepea – www.cepea.esalq.usp.br

Fonte: CEPEA

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